A Torre do Elefante (The Tower of the Elephant) O Deus no Sarcófago (The God in the Bowl) Patifes na Casa (Rogues in the House) A Filha do Gigante de Gelo (The Frost Giant's Daughter) A Rainha da Costa Negra (Queen of the Black Coast) O Colosso Negro (Black Colossus)
Robert Ervin Howard was an American pulp writer of fantasy, horror, historical adventure, boxing, western, and detective fiction. Howard wrote "over three-hundred stories and seven-hundred poems of raw power and unbridled emotion" and is especially noted for his memorable depictions of "a sombre universe of swashbuckling adventure and darkling horror."
He is well known for having created—in the pages of the legendary Depression-era pulp magazine Weird Tales—the character Conan the Cimmerian, a.k.a. Conan the Barbarian, a literary icon whose pop-culture imprint can only be compared to such icons as Tarzan of the Apes, Count Dracula, Sherlock Holmes, and James Bond.
—Wikipedia
Librarian Note: There is more than one author in the Goodreads database with this name.
"Existe sempre uma maneira, se o desejo for igualado pela coragem"
Tal como As Aventuras de Salomão Kane, os contos de Conan são pura e crua aventura. Confesso que, após ler este primeiro volume de contos do Cimério, continuo a preferir Salomão Kane. Apesar de serem personagens simultaneamente muito semelhantes, são também muito diferentes. Ambos são guerreiros ferozes, que lutam de forma selvagem e sem misericórdia, com personalidades tão fortes quanto as suas perícias em combate. No entanto, enquanto um é pagão, o outro é um homem de Deus; um entrega-se sem reservas aos prazeres que a vida tem para oferecer, enquanto o outro é reservado e austero. Ainda assim, ambos partilham o espírito aventureiro: exploram terras desconhecidas e civilizações em ruínas, enfrentam criaturas outrora tidas como mitos, necromantes, magia negra, raças antigas e deuses ancestrais.
É impossível não ficar surpreendido com o vasto conhecimento que Robert E. Howard demonstrava das civilizações antigas e com a sua extraordinária capacidade de as trazer à vida no papel. O meu conto favorito foi aquele que dá nome a este volume, A Rainha da Costa Negra, embora o último conto também se destaque pela qualidade. Achei particularmente interessante a forma como Howard descreve a guerra que Conan é forçado a travar, conferindo-lhe uma dimensão épica e brutal.
Inicialmente, tencionava atribuir quatro estrelas a este volume. No entanto, depois de ler o segundo, optei por baixar a classificação para três estrelas, uma vez que o segundo livro apresenta ilustrações mais frequentes e, na minha opinião, de melhor qualidade, além de conter contos que me agradaram mais.
Uma crítica que faço a estes livros prende-se com a sua organização. Senti que os contos estão fora de qualquer ordem cronológica, embora seja possível que o próprio Howard nunca tenha definido uma cronologia clara para os eventos da vida de Conan. Ainda assim, apesar de preferir os contos e as ilustrações do segundo volume, considero que a apresentação do primeiro é superior. No primeiro livro, cada conto é introduzido por uma página dedicada apenas ao seu título, o que facilitou bastante a memorização. Já no segundo volume, os contos surgem de forma mais contínua, sem essa separação clara, o que fez com que tivesse mais dificuldade em reter os títulos.
A minha ordem de contos favoritos neste volume é a seguinte: - A Rainha da Costa Negra - O Colosso Negro - A Torre do Elefante - A Filha do Gigante de Gelo - Patifes na Casa - O Deus no Sarcófago