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An Apology for Idlers

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An irresistible invitation to reject the work ethic and enjoy life's simple pleasures (such as laughing, drinking and lying in the open air). Robert Louis Stevenson's witty and seminal essay on the joys of idleness is accompanied here by his writings on, among other things, growing old, visiting unpleasant places and the overwhelming experience of falling in love.

Indhold: An apology for idlers ; Letter to a young gentleman who proposes to embrace the career of art ; On falling in love ; Crabbed age and youth ; On the enjoyment of unpleasant places ; Fontainebleau
village communities of painters ; The old Pacific capital ; Forest notes : idle hours

113 pages, Mass Market Paperback

First published January 1, 1877

65 people are currently reading
1346 people want to read

About the author

Robert Louis Stevenson

6,843 books7,025 followers
Robert Louis Balfour Stevenson was a Scottish novelist, poet, and travel writer, and a leading representative of English literature. He was greatly admired by many authors, including Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, Rudyard Kipling and Vladimir Nabokov.

Most modernist writers dismissed him, however, because he was popular and did not write within their narrow definition of literature. It is only recently that critics have begun to look beyond Stevenson's popularity and allow him a place in the Western canon.

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225 (34%)
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55 (8%)
1 star
8 (1%)
Displaying 1 - 30 of 90 reviews
Profile Image for Ritinha.
712 reviews139 followers
September 21, 2020
Um excesso de actividade como sintoma de vitalidade deficiente. Capacidade para o ócio implica um apetite ecuménico e uma vigorosa identidade pessoal.
Com este par de ideias espirituoso e certeiro, Stevenson deixa claro ao que vem este texto sobre o ócio, que já então era mal visto e é, por estes dias, de ímpar necessidade.
"Não há um dever tão subestimado como o dever de ser feliz.
.
Fecha com puro ouro.
Profile Image for Warren.
44 reviews2 followers
February 11, 2025
I mean it’s essentially Touch Grass: A Collection of essays. Written in an optimistic point of view that has fallen out of style with a lot of philosophy and academics. Feels like you’re hanging with one of those people that feels full of life (but isn’t annoying about it). It’s easy to trash his views on “idling” (not working so much) as unsympathetic to class consciousness or whatever, but it’s always one I’ve been understanding of and frankly striving towards. Where you don’t feel the need by outside forces to always be doing something or grinding yourself down. Take time to yourself and read that book, talk with that person, take that walk, etc. we have been essentially programmed to hate ourselves if we aren’t busy with a job. You can see this in people when they have any sort of time off. Them being unproductive is tied in with their self worth. This is something that must be detached.

Honestly the rest of the essays all vary from interesting to dull, but the title essay is a must read for anyone who feels like they need a break from it all.


While based more in a childlike sense of nostalgia I couldn’t help but think of lyrics to one of my favourite songs while reading through this essay collection:
“Do you think it’s impossible to forget everything we know? do you remember what its like to be nine years old at nine o'clock still its light outside?”
Profile Image for Rita Moreira.
80 reviews1 follower
October 27, 2023
Dois ensaios de Stevenson — Apologia do Ócio & A Conversa e os Conversadores. Ambos maravilhosos e com lições importantíssimas, mais atuais que nunca.

“A devoção perpétua ao que o homem considera o seu trabalho só pode ser sustentada negligenciando todas as outras coisas. E não é de forma alguma uma certeza que o trabalho de um homem seja a coisa mais importante.”

“Muitos de nós, graças à versatilidade humana, somos capazes de falar, até certo ponto, com qualquer pessoa; mas a verdadeira conversa, a que desperta os nossos melhores e mais adormecidos atributos, só é possível através de uma peculiar comunhão entre espíritos; tem raízes tão profundas como o amor no âmago do nosso ser, e é algo para apreciar com toda a energia enquanto dura, e merecer a nossa eterna gratidão quando termina.”
Profile Image for João Francisco Ferreira.
84 reviews7 followers
February 21, 2022
3.5
Adorei o primeiro ensaio que dá título ao livro. Absolutamente revelador como passados 145 anos continua relevante. Semana de 4 dias de trabalho para ontem.
O segundo ensaio, "A Conversa e os Conversadores" é bastante razoável e às vezes aborrecido.
De qualquer forma, surpreendeu-me a escrita de Robert Louis Stevenson, e fiquei com curiosidade para ler mais ensaios dele.

"A devoção perpétua ao que um homem considera o seu trabalho só pode ser sustentada negligenciando todas as outras coisas."
Profile Image for Miguel.
66 reviews16 followers
December 18, 2019
Existe uma classe de pessoas, vulgares e quase-mortas, que mal têm consciência de
estarem vivas excepto em pleno exercicio de alguma ocupação convencional. Levem um destes individuos ao campo, ou numa viagem marítima, e vereis como anseia por regressar à secretária ou ao gabinete. São desprovidos de curiosidade; não conseguem entregar-se a paixões momentâneas;

Como se a alma humana não fosse já demasiado pequena, encolheram as suas ainda mais, com uma vida inteira de trabalho e pouco ócio;

Os prazeres são mais proveitosos que os deveres, porque, tal como a virtude da misericórdia, não são forçados e oferecem uma dupla bênção. Duas pessoas bastam para um beijo, enquanto uma festa admite uma dúzia; mas sempre que existe um elemento de sacrifício o favor é conferido com sofrimento e, entre pessoas generosas, recebido com confusão. Não há dever
tão subestimado como o dever de ser feliz (...)
Um homem ou mulher feliz é uma
descoberta mais afortunada do que uma nota de cinco. Ele ou ela tornam-se um foco que irradia boa vontade; e quando entram numa sala é como se uma segunda candeia se alumiasse. Não é importante sabermos se seriam capazes de enunciar o quadra-
gésimo sétimo problema, pois fazem algo mais valioso que isso, demonstrando na prática o grande Teorema da Vivibilidade da Vida. Consequentemente, se uma pessoa não consegue ser feliz sem ser ociosa, então ociosa deve permanecer.

Pouco me importa que trabalhe tanto ou tão bem, um indivíduo assim é uma mancha perversa nas vidas dos outros. (...)
E no entanto vemos mercadores que se esforçam por acumular grandes fortunas e acabam no tribunal das falências; escribas
que laboram nos seus pequenos artigos ate que o seu temperamento se transforma numa cruz para todos carregarem, como se o Faraó tivesse ordenado aos escravos que fabricassem agulhas em vez de erguerem pirâmides; e jovens que trabalham até à morte, para serem transportados em carros fúnebres adornados com plumas brancas. Não é de supor que algum mestre-de-cerimónias terá sussurrado aos seus ouvidos a promessa de um destino magní-
fico? E que essa tépida bala pela qual viveram uma farsa se dirigia ao centro do universo inteiro?

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Não há lei que chegue ao Parlamento sem que antes tenha sido preparada pelo grande júri dos conversadores; livro algum é publicado que não tenha sido es crito
com a sua inestimável colaboração. A literatura, em todas as suas vertentes, não é senão a sombra de uma boa conversa; mas essa imitação fica muito aquém do original em vitalidade, liberdade e efeito.

Em último lugar, enquanto a literatura, amordaçada com um trapo de seriguilha, apenas pode tratar de uma fraccão da vida humana, uma conversa pode libertar-se
e chamar os bois pelos nomes. Não consegue, mesmo que o quisesse, tornar-se meramente estética oumeramente clássica, como a literatura. Uma laracha intromete-se, a impostura é dissolvida pelo riso, e as palavras emancipam-se dos seus trilhos con-
temporâneos, desbravando o campo aberto da natureza, alegres e bem-dispostas, como rapazes fora da escola.

Na verdade, a conversa é, ao mesmo tempo, o cenário e o instrumento da amizade.

Existem, aliás, poucos temas; e, dentro dos
que são genuinamente merecedores de provocar uma conversa, mais de metade podem ser reduzidos a três: que eu sou eu, que tu és tu, e que há outras pessoas que percebemos vagamente serem diferentes
de nós dois. Por maior distância que uma conversa percorra, andará quase sempre por estes caminhos eternos. E quando o tema é estabelecido, cada um toca a sua própria personalidade como um instrumento; afirma e justifica-se; saqueia o seu cérebro à procura de exemplos e opiniões, e exibe-os cunhados de fresco, para sua própria surpresa e consternação do adversário. Toda a conversa natural é um festival de ostentação; e faz parte das regras do jogo
que cada um aceite e inflame as vaidades do outro. É por esse motivo que arriscamos tão vulnerável exposição, que nos atrevemos a ser tão ternamente eloquentes, e que assumimos perante o olhar do outro uma dimensão tão vasta. Pois quem conversa, ao atingir o seu ritmo, começa a extravasar os limites da personalidade quotidiana, elevando-se às alturas das suas secretas pretensões, e transformando-se a figura heróica, corajosa, piedosa, artística e sábia
que, nos seus momentos mais arrebatados, aspira a ser. E assim tece com palavras, e por momentos habita, um palácio das delícias, simultaneamente
palco e templo, onde completa o círculo dos dignitários do mundo, e se senta à mesa com os deuses, exultando na aclamação geral. E quando a conversa termina, cada um segue o seu caminho, ainda com o rubor da vaidade e admiração no rosto, ainda arrastando atrás de si nuvens de glória; cada um desce do pedestal que idealizou, não de repente, mas num lento declínio.

A conversa é uma criatura da rua e do
mercado, que se alimenta de bisbilhotices; e mesmo o seu último recurso não deixa de ser um debate moral. Essa é a forma heróica da bisbilhotice; heróica em virtude das suas elevadas pretensões; mas bisbilhotice ainda assim, pois o seu alvo são perso-
nalidades. Dois homens em conversa estão condenados, mais tarde ou mais cedo -
mais cedo caso sejam escoceses -
a envolver-se numa discussão moral ou
teológica. Estas são, para o mundo em
geral, o que as discussões sobre leis são para os advogados; são as questões de ordem técnica que todos compreendemos; o meio através do qual tecemos considerações sobre a vida, e o dialecto que
usamos para emitir julgamentos. Conheço três jovens amigos que todos os dias durante dois meses passeavam juntos pela floresta durante um belo Verão de céus limpos: diariamente conversavam com incessante entusiasmo, e raramente se afastaram de dois temas- teologia e amor. E no entanto, creio que nem um tribunal do amor nem uma assembleia de teólogos concordaria com uma única das suas premissas ou conclusões. Não se chega, na verdade, a conclusões no decorrer de uma conversa com maior frequência do que
acontece em pensamentos privados. Nem é esse o objectivo. O proveito reside no exercício, e acima de tudo na experiência; pois quando raciocinamos demoradamente sobre qualquer assunto, passamos em revista a nossa própria condição e trajectória na vida. De quando em vez, no entanto, e especialmente, creio, em conversas sobre arte, a conversa torna-se eficaz, capaz de conquistas como a guerra, e de alargar as fronteiras do conhecimento como a exploração. Coloca-se uma questão; esta assume uma dimensão problemática, desconcertante, e todavia estimulante; os conversadores começam a pressentir uma conclusão próxima; avançam nessa direcção com ardor partilhado, cada um pelo seu caminho, disputando o direito de lá chegar primeiro; e depois um deles atinge o cume do assunto com um grito, e quase ao mesmo tempo o outro junta-se a ele; e, olhai!, ambos concordam. Ainda assim, o progresso é ilusório, um mero castelo de cartas, erguido e derrubado com palavras. Mas a sensação
de descoberta mútua não deixa de ser estonteante e inspiradora. E na vida de um conversador, tais triunfos, ainda que imaginários, não são poucos nem raros; são sempre alcançados com velocidade
e prazer, numa ocasião alegre; e, pela própria natureza do processo, são sempre proveitosamente partilhados.

Há uma certa atitude, ao mesmo tempo combativa e deferente, ansiosa pela disputa, mas adversa à discussão, que distingue de imediato o género de homem com quem se pode conversar. Não se trata de eloquência, nem obstinação, mas de uma mistura proporcional de todos estes atributos, que mais gosto de identificar nos meus adversários amigáveis. Não devem ser como pontífices a doutrinar, mas como caçadores seguindo o rasto de alguns elementos da verdade. Nem devem ser como rapazes
à espera de instrução, mas como colegas professores, com quem eu possa debater e concordar de igual para igual. Devemos chegar a uma solução, a alguma sombra de consenso; pois, sem isso, a conversa torna-se uma tortura. Mas também não devemos querer lá chegar gratuitamente, ou demasiado depressa, sem o esforço e a peleja que são a fonte do prazer.

Com ambos, é possível passar dias a fio numa terra encantada, com pessoas, paisagens e costumes próprios; viver
uma vida paralela, mais árdua, activa e incandescente que qualquer existência real; e regressar de novo quando a conversa termina, como quem sai de um teatro ou
desperta de um sonho, para descobrir que
o vento ainda sopra de leste e que as chaminés da velha cidade decrépita ainda se erguem à nossa volta.

Há frases dele nas quais conseguiu estampar a sua personalidade no próprio grão da linguagem; quase acreditamos que usou as palavras no corpo e dormiu com elas.

Na primeira, é radiosamente educado e até algo silencioso, como se sentado num trono no topo de uma colina, abençoando-nos com as suas observações como se fossem favores reais. Nunca parece implicado nas nossas contendas terrenas; não mostra qualquer sinal de interesse; e de repente deixa cair um pequeno cristal de perspicá-
cia, tão subtil que os mais obtusos nem dão conta, mas tão apropriado que os mais sensíveis se remetem ao silêncio.


Descansam pouco, é verdade; mas o sossego é virtude do gado.

Outros procuram numa conversa não tanto o conhecimento ou a clareza de pensamento, mas o contacto com os seus congéneres. É o drama da vida, e não a sua filosofia, que lhes estimula a actividade intelectual. Mesmo quando buscam a verdade, desejam
tanta paisagem humana quanto possivel ao longo da viagem.

Mas a superioridade das mulheres está perpetuamente sob ameaça; ao contrato dos mais velhos, não podem repousar no trono das suas enfermidades; são súbditos, além de soberanos.
Profile Image for Marcelo Perezfecto.
55 reviews26 followers
August 21, 2016
Hay dos tipos de libro: los que no quieres que terminen y los que sí. El de nuestro amigo Robert Louis ("La isla del tesoro", "Jekyll & Hyde"..) comienza siendo lo primero y termina siendo lo segundo. Pero vamos por parte.

Ante todo es bueno advertir que el título le hace flaco favor, ya que puede interpretarse como los argumentos con que un vago aspira a defender lo indefendible, o ennoblecer cualquier clase de vicio. Nada más lejano. Este es un libro moral que no pretende moralizar. Fue escrito por un artista y no un capellán.

La primera mitad trata 4 temas en forma realmente magistral: ocio (en sentido epicúreo), la profesión artística, el amor y la vejez. Sin duda volveré a leerlos, porque en ellos Stevenson revela toda la potencia de su pluma. Los siguientes capítulos en cambio fueron para mí un largo bostezo, con descripciones afectadas, de corte bucólico-pastoril que bien podrían haberse resumido con una imagen, ahorrando varias páginas que hubiese preferido dedicadas a desarrollar la primera parte. Así y todo, una lectura recomendable para artistas de vacaciones o de vocaciones.
Profile Image for Joana Gonzalez (Elphaba).
706 reviews36 followers
September 5, 2022
3,5 estrelas

Tinha muita curiosidade sobre este título, entre outros com a mesma temática, mas este em particular por se tratar de Robert Louis Stevenson, cuja escrita só conhecia de Dr. Jekyll and Mr. Hyde lido há muitos anos e cujo trabalho quero conhecer melhor.

Dito isto, procurava algo breve e despretensioso para me entreter e foi isso mesmo que encontrei. Não que eu precisasse de ser convencida do valor do ócio ou de uma boa conversa, ambos são priorizados na minha vida, ainda assim foi um prazer descobrir estes ensaios.

Apologia do Ócio é, como próprio título indica, uma franca análise do autor à desvalorização que é feita da arte de não fazer nada e apreciá-la por isso mesmo. Eu acho fundamental e difícil, confesso, desconectar-me nos dias de hoje. Aliás, muito atuais, estas narrativas 1877 e 1882, respetivamente, mostram que desde sempre somos empurrados para a necessidade de ser úteis, de estarmos a produzir e a acrescentar em cada momento das nossas vidas. É uma pressão absurda e prejudicial que nos deveríamos esforçar para desconstruir.

Igualmente, A Conversa e os Conversadores, traz-nos uma reflexão sobre os vários tipos de intervenientes de uma conversa e os prazeres da mesma. Uma vez mais, já estava comprada antes de começar a ler.
Poucas coisas me dão tanto prazer como conversar ou apreciar uma boa conversa entre todo o tipo de interlocutores. Eu acho fascinante, como os discursos e as posturas se alteram mediante cada um e cada tema, enriquecendo e temperando as vidas dos que os rodeiam. Desde que haja sempre respeito, uma conversa pode ter um valor incalculável, não concordam?

Enfim, são dois ensaios breves de que o leitor pode usufruir de forma descomplicada numa leitura breve. Eu não fiquei arrebatada, mas gostei bastante.
Profile Image for Thaïs Zanghi.
123 reviews2 followers
July 3, 2023
I really, really enjoyed the first half of this collection, but unfortunately, things only got down from there. The title essay “An Apology for Idlers” is what made me want to pick it up in the first place (besides the fact that I adore RLS), and wow did it deliver! Some quotes hit me on a very personal level, such as:


“Extreme busyness, whether at school or college […] is a symptom of deficient vitality; and a faculty for idleness implies a catholic appetite and a strong sense of personal identity. There is a sort of dead-alive, hackneyed people about, who are scarcely conscious of living except in the exercise of some conventional occupation.”

“I know there are people in the world who cannot feel grateful unless the favour has been done them at the cost of pain and difficulty.”

“There is no duty we so much underrate as the duty of being happy”



Writing down these quotes is enough to make me emotional again. They very much describe some of what I was (and still am) going through with uni. I always strive to be the best, and easily get caught up in a cycle of constant stress and self-hatred. Stevenson reminded me that ultimately, I should strive to prioritize my happiness, too, which felt like a wake up call. The same thing can be said for Letter to a Young Gentleman, which rekindled the routine in me of creating I had lost for a moment. However, the essay on Fontainebleau and the Old Pacific Capital were sooooooo dry I had to skip them. This brought down the average rating quite a bit, but ultimately, I’m glad I read this and will definitely go back to some of the quotes from this essay collection in the future, as reminders to take a moment and step back from the busy train of life.
Profile Image for James.
13 reviews
March 8, 2014
A worthwhile read and one to come back to every so often. The book contains reflections by an intelligent man of the world and some insight into the times he lived in. I haven't read anything by R.L. Stevenson apart from this so far, but I'll certainly make an effort to do so now.

I'm a fan of this series of books but the lack of an introduction and notes can be a problem; especially with some of the more obscure references, and I felt that the travel writing needed some background information. I understand that they have to be short though, and there's always Wikipedia to fill in the gaps!
Profile Image for Thomas Firth.
26 reviews
December 13, 2024
Quite good! Liked the first few essays on the boons of being an idler, falling in love and being an artist. Deducted 1 point for the long essay about painters in France, couldn't hold my interest. Who knew Stevenson started a forest fire in California as an 'experiment'.
Profile Image for Pedro Dinis.
8 reviews1 follower
Read
May 18, 2025
"Lembro-me bem, no entr'acte de um concerto vespertino, de emergir à luz do sol num belo recanto verdejante de uma cidade romântica; e quando me sentei a fumar, a música ainda a pulsar-me nas veias, era como se destilasse pelos poros O Holandês Voador (pois era essa a ópera em cena) com um maravilhoso sentimento de vida, ternura, bem-estar e orgulho; e os ruídos da cidade, vozes, sinos, passos em marcha, ressoaram nos meus ouvidos como uma orquestra sinfónica. Da mesma forma, a excitação de uma boa conversa perdura no sangue muito depois de ela terminar, o coração ainda quente dentro do peito, o cérebro ainda a fervilhar, e a terra a girar cá dentro com todos os matizes do pôr-do-sol.

(...)

Aqueles que não gostam de se esconder a um canto, que exultam na tempestade social, têm alguma razão na sua escolha. Descansam pouco, é verdade; mas o sossego é virtude do gado; todas as virtudes humanas são activas, a vida deve viver-se num estado de alerta, pois é quando repousam que os homens se expõem ao mal."

(de A Conversa e os Conversadores)

/

Um esbanjador para derramar o azeite, um sovina para o vinagre, um estadista para o sal e o proverbial louco para misturar tudo. (Provérbio espanhol sobre quantos homens são necessários para preparar uma salada)
Profile Image for Ana Díaz.
126 reviews
June 10, 2016
De los tres libros que he leído hasta el momento de esta colección este ha sido el que más me ha gustado. Los primeros ensayos son los mejores en cuanto que contienen más ideas que los últimos que se centran más en la descripción de lugares. Todos a su manera me han gustado, aunque el ensayo que da título al libro y el que trata sobre el amor son sin duda alguna mis favoritos.
Definitivamente un pequeño libro muy interesante y bastante sencillo de seguir (no como el dichoso libro del Tao). Sin embargo hay unos pequeños fallos en la edición, y no sólo en la española ya que los he visto en otra crítica referida a la edición original de Penguin: me faltan unas pequeñas anotaciones sobre los personajes culturales que se mencionan y una referencia temporal (nunca se menciona el año de publicación de los ensayos). Por lo demás perfecta (y la portada es preciosa).
Profile Image for Newton Santos.
16 reviews
January 1, 2022
Este conjunto de dois ensaios, foi das obras mais cativantes que li nos últimos tempos. A maneira como Stevenson abordou assuntos simples com fluidez mantém-nos presos às folhas, até fazendo perder a vontade dormir para ler mais algumas páginas.
“Apologia do ócio” obriga o leitor a avaliar a importância de desacelerar, corroborando o apelo moderno às vantagens do jejum de dopamina e a uma sociedade menos absorta pelo trabalho.
O segundo ensaio, “Conversa e os Conversadores”, faz-nos valorizar ele local metafórico de educação, que são as conversas. É incontornável os perfis de conversadores que o autor descreveu. Todos nós temos amigos que poderiam ser encaixados em casa um daqueles perfis.
Apesar de tudo, não deixa de ser uma leitura exigente, que não dispensa um dicionário por perto, visto serem utilizadas palavras de uma corrente portuguesa menos utilizada.
Recomendo
Profile Image for Heike.
51 reviews15 followers
March 26, 2011
Stevenson summarizes all the good reasons to be idle every once in a while and to allow yourself to live instead of focusing on work all the time; to follow his advise: "I lie here, by this water, to learn by root-of-heart a lesson which my master teaches me to call Peace, or Contentment"
Profile Image for Micaela Santos.
28 reviews4 followers
May 11, 2025
"BOSWELL: O ócio é fatigante.

JOHNSON: Isso acontece, caro senhor, porque estando os demais ocupados, nos falta companhia; mas se todos fossem ociosos, nunca nos aborreceríamos; passaríamos o tempo a entreter-nos uns aos outros."
Profile Image for Michail.
30 reviews
February 5, 2025
Perfect thought fodder when I was solo travelling - resonated strongly with a lot of the ideas from the first couple essays.

Took ages to finish though cos the last couple essays were boring as fuck sorry.

Overall was surprised at how relevant the musings still are given that it was written in the late 1800s - particularly the critiques of capitalism and the struggles of pursuing art as a career.

Edit: Saved a heap of quotes but here’s one from each essay I thought was worth reading.

- An Apology for Idlers

“There is no duty we so much underrate as the duty of being happy. By being happy, we sow anonymous benefits upon the world, which remain unknown even to ourselves”

- A Letter to a young gentleman who proposes to embrace the career of art

“If you adopt an art to be your trade, weed your mind at the outset of all desire of money. What you may decently expect, if you have some talent and much industry, is such an income as a clerk will earn with a tenth or perhaps a twentieth of your nervous output” (lmao)

- On Falling In Love

“the essence of love is kindness; and indeed it may be best defined as passionate kindness… The lover takes a perilous pleasure in privately displaying his weak points and having them, one after another, accepted and condoned. He wishes to be assured that he is not loved for this or that good quality, but for himself”

- Crabbed Age and Youth

“You need repent none of your youthful vagaries. They may have been over the score on one side, just as those of age are probably over the score on the other. But they had a point; …The follies of youth have a basis in sound reason, just as much as the embarrassing questions put by babes and sucklings.”
Profile Image for Joana.
922 reviews23 followers
August 28, 2025
Back in Edinburgh, at Armchair Books, I found this book and it felt fitting to get a book by a Scottish author... But I don't think Stevenson's writing is for me... I think he has excellent ideas, and this is also true for Treasure Island or Dr Jekill and Mr HydeK but I don't think his writing works for me...
His writing is too much, he's too flowery and too descriptive for my liking, but what he's saying matters and still so present to our current society, maybe even more with the world becoming more capitalistic, and the idea of worth being related to your work and doing things, the message here of like enjoying life, art, nature, places and people... This reminder that work is not life and it's not your worth, do the things for happiness and not always for a reason.
Stevenson's mind is a very fantastic thing, his concepts are smart and well thought out, but it's the third time with him that the execution that doesn't fully work me, and I'm second guessing if I should read more by him or not.
Profile Image for Michael David.
Author 3 books90 followers
October 15, 2024
The later essays were travel essays, which I wasn't too impressed with. I think the eponymous essay made this collection all right for me, because it espouses rest and self-reflection: "Perpetual devotion to what a man calls his business, is only to be sustained by perpetual neglect of many other things. And it is not by any means certain that a man's business is the most important thing he has to do." (p. 9)

Even though I'm a medical doctor, I've tried avoiding the rat race. I'm by no means rich, but I cherish the time I have to develop my intelligence, have meaningful conversations and time with the people I love, and take care of my body in order to age gracefully.
Profile Image for Elif Akkemik.
8 reviews
July 31, 2024
i wholeheartedly disagree that we must inevitably change for the worse BUT that being said, this book motivated me to draw and paint and enjoy my idleness. sooo many unexplained and unnecessary references so i feel like a lot was lost on me.
Profile Image for Tobi トビ.
1,140 reviews100 followers
June 30, 2024
An Apology for Idlers is a delightful and thought-provoking piece that champions the art of leisure and the virtues of idleness. Written in 1877, this essay offers a refreshing perspective on the often overlooked value of taking time to simply be, rather than constantly doing (and I’m literally Garfield the Cat).

Stevenson makes a compelling case for the benefits of idleness, challenging the prevailing Victorian ethos of relentless productivity and industriousness. Through his witty and eloquent prose, Stevenson argues that idleness is not a vice but a necessary component of a well-rounded and fulfilling life.

At the heart of Stevenson's essay is the idea that leisure and idleness are essential for personal growth and happiness. He suggests that taking time to relax, observe, and reflect allows individuals to develop a deeper appreciation for life and the world around them. Stevenson’s defense of idleness is not about advocating for laziness, but rather about promoting a balanced life that values contemplation and the simple pleasures of existence.

One of the key themes in the essay is the contrast between the busy individual and the idle thinker. Stevenson critiques the societal tendency to equate busyness with virtue and idleness with moral failing. He points out that the so-called "idlers" often possess a richer, more thoughtful perspective on life, having taken the time to observe and engage with the world in a meaningful way.

Stevenson’s arguments are presented with a charming mix of humour and wisdom. He asserts that idleness can lead to a greater understanding of oneself and others. By stepping back from the hustle and bustle of daily life, individuals can gain insights that might be missed in the rush to be constantly productive.

It is surely beyond a doubt that people should be a good deal idle in youth. It is no good for one’s morals to see too much of the workaday world, all its sordid interests and mean excitements, before one has put together that little store of romance.


Stevenson’s defense of idleness encourages readers to reconsider their own attitudes towards work and leisure. It challenges the modern reader to find joy and purpose in moments of stillness and to appreciate the deeper benefits of a less hurried life.

Although towards the end I felt it began to drag and get really repetitive, I genuinely loved this book and found it incredibly refreshing. I even did a little bit of annotating before realising there wasn’t much else I could add that hadn’t been said (a few times) already.
Profile Image for Margarida Dionisio .
23 reviews2 followers
September 16, 2025
O livro reúne dois ensaios: A Apologia do Ócio e A Conversa e os Conversadores. O primeiro é excelente e continua muito atual, apesar da distância no tempo. O segundo, embora interessante, não me envolveu tanto.

Questiona a glorificação do trabalho incessante e propõe uma defesa do ócio como espaço legítimo de criatividade, reflexão e liberdade.

“A devoção perpétua ao que um homem considera o seu trabalho só pode ser sustentada negligenciando todas as outras coisas.”

Esta frase não critica apenas a sobrecarga de trabalho, mas também põe em causa a forma como a sociedade define o que é considerado “útil” ou “produtivo”. Atividades como a leitura, a contemplação ou a conversa, frequentemente vistas como ociosas, são, na verdade, essenciais para o desenvolvimento pessoal e coletivo, mas frequentemente desvalorizadas.

É um livro curto, mas cheio de ideias que valem a pena parar e pensar.
Profile Image for Smiley .
776 reviews18 followers
August 30, 2014
Reading this book, a collection of eight essays by Robert Louis Stevenson, is illuminating and inspiring as we can see from its witty, seminal and challenging title “An Apology for Idlers” as well as the others in which the author has unimaginably described on the joys of idleness; in fact, we have long been raised, taught and trained not to be idlers, in other words, we should be diligent as working men/women in the world of competition.
Profile Image for Leire.
20 reviews
September 21, 2010
"There is no duty we so much underrate as the duty of being happy. By being happy, we sow anonymous benefits upon the world, which remain unknown even to ourselves, or when they are disclosed, surprise nobody so much as the benefactor".

"An intelligent person, looking out of his eyes and hearkening in his ears, with a smile on his face all the time, will get more true education than many another in a life of heroic vigils".
Profile Image for Richard Webb.
88 reviews
August 1, 2022
A nice little collection of essays which I found interesting and surprisingly prescient for our current age of job hunting and social media - particularly An Apology for Idlers and On the Enjoyment of Unpleasant places. It was a challenging read and it took me some time to get used to the writing but it was definitely rewarding and the book feels like a collection I'll come back to read again in the future. Overall, 3/5 stars.
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1,405 reviews60 followers
September 21, 2017
Well known for novels such as Treasure Island (1883) and Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (1886), Stevenson was also an accomplished essayist. This book (dated 1877) is one of the finest examples of his art, being centered on many topics related to the cultivation of oneself's soul. A must-read for the artist and for the contemplative person.
Profile Image for João Ritto.
81 reviews8 followers
October 18, 2017
While the idea that idleness should not be considered so bad as it is (under some conditions) definitely gets my support, I did not find Robert's argumentation particularly compelling especially if one compares it with Bertrand Russell's "In Praise of Idleness".
Profile Image for J C.
15 reviews
December 26, 2025
Deveria ser leitura obrigatória, independentemente das crenças políticas que cada um tem e as suas visões sobre o que significa ser 《produtivo》nos dias de hoje.
Continua tão atual como há quase 150 anos!
Displaying 1 - 30 of 90 reviews

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