Evelina Marchald é uma aristocrata e engenheira que nunca concordou com os métodos do Sistema da Nação-Mãe, a nova sociedade tecnológica e ditatorial que rege o planeta. Jonathan Arantes, por outro lado, é um capitão mulherengo e carismático obrigado a servir como guarda-costas pessoal de Evelina. Apesar das diferenças entre ambos, uma amizade cheia de sarcasmo e alfinetadas surge de modo inusitado da proximidade forçada.
Nenhum deles imaginaria, contudo, que quando bioandroides letais programados para caçá-los e matá-los começassem a persegui-los, eles mesmos se salvariam... Ou melhor, suas versões do futuro.
É quando Evelina e Jonathan se deparam com o que os espera em oito anos: os dois derrubarão o Sistema junto dos rebeldes da Insurreição contra todas as probabilidades. Agora, o governo quer aniquilá-los antes que possam ingressar a causa, por isso precisam escapar do extermínio sob o risco cataclísmico da ruptura do espaço-tempo.
Diante da mais dolorosa incógnita, Evelina e Jonathan precisarão escolher: comprometer o futuro e preservar a própria segurança ou manter o curso da história e perder tudo para salvar o mundo?
Laura Reggiani nasceu no interior de Minas Gerais, mas atualmente vive na capital do estado, onde está estudando para se graduar em Letras na UFMG. Antes disso, no entanto, ela morou fora do país por um ano e adquiriu uma compulsão preocupante por viajar e colecionar ímãs de geladeira turísticos.
Quando não está fazendo isso, você pode encontrá-la mimando sua cachorra e seus gatos, revendo episódios de Doctor Who, tomando café com açúcar demais, lendo alguma ficção ou inventando tramas literárias e palavras difíceis a partir dos seus sonhos bizarros. Laura morre de medo de aranhas e de cair de escadas. Ela não é uma bruxa do fogo nem se transforma em uma loba, mas fala quatro idiomas e é uma pessoa bastante multitarefas. Safira de Prata é seu primeiro livro completo publicado, seguido por Diamante Dourado, Joias da Alcateia:Mykaela e Paradoxem. Você pode descobrir mais sobre ela (ou enviar uma mensagem bacana) aqui:
Não sei por onde começar a falar desse livro. Eu ri, me diverti, fiquei batendo os pés dando risadinhas e chorei muito.
Eu me apaixonei e me apeguei muito rápido a Evelina e o Jonathan, o jeito sério dela e as brincadeiras dele. Os apelidos que eles criaram me deixou sorrindo toda vez que apareciam. Gostei muito do desenvolvimento do relacionamento deles, começando com provocações e passando pra eles realmente se importando com o outro, a cena da Evelina ajudando o Jonathan com a ansiedade dele de uma forma leve mas impactante foi o ponto que me fez perceber a mudança no relacionamento deles. Mesmo com o caos e as preocupações com o futuro, eles percebiam que eles ainda eram eles e aquilo bastava.
As relações deles com a família também foram bem trabalhadas, e confesso que queria um pouco mais do Jonathan com a mãe e irmã. A relação do Baniwa com a Lin me deu um quentinho no coração em todas as interações deles. Mas a que roubou a cena foram as interações com a Colbie, nunca imaginei gostar tanto de uma I.A. sabidinha e sarcástica.
O ponto alto pra mim foi quando Evie e Nate apareceram. Eu amei tanto eles e a dinâmica entre eles e as versões do presente. O destaque pra mim foi como eles foram representados, mostrando uma versão mais madura, mais rígida no caso de Nate e brincalhona no caso da Evie. Achei linda a forma como eles evoluíram, tanto como pessoa e casal, criando um contraste entre os dois casais mas ainda conseguíamos perceber a essência dos personagens que conhecemos no começo nas suas versões do futuro.
As interações dos quatro foram as melhores partes pra mim, a diferença do primeiro encontro e como as versões do futuro souberam lidar, o medo da Evelina em se tornar a Evie, a preocupação do Jonathan com todas as dificuldades que ele teria que enfrentar pra se tornar Nate. Queria um pouco mais de cenas entre Jonathan e Evie/Nate e Evelina porque as que tiveram me deixaram feliz.
Gostaria de não comentar sobre certo acontecimento no final, acho que nunca irei superar.
Em geral, foi um livro muito divertido e interessante, que me trouxe alegria, tristeza e conforto, não queria me despedir do mundinho Paradoxem.
Esse foi o primeiro livro da Laura que li e com certeza lerei outros.
ainda estou tentando similar o mix de emoções que estou sentindo após ler esse livro, mas definitivamente foi uma das minha leituras mais lindas, emocionantes, que me fizeram rir, chorar, ficar empolgada, teorizar com o espaço-tempo e toda a ficção jonathan e evelina vcs serão eternos na minha mente (e a versão de vcs do futuro também, te amo jonathan arantes versão daddy te amo
Não sei bem dizer o que me encomodou por que eu vi a maioria das pessoas dando 5 estrelas pra esse livro mas comigo não foi assim(provavelmente por causa da minha chatice) mas recomendo muito. O livro não é muito grande mas ele tem um desenvolvimento muito bom, e dá pra ver a evolução dos personagens principalmente a Evelina(oque era uma maravilha ja que ela era tão insuportável no começo que eu nem tava aguentando mais ler). O começo é confuso por causa da explicação do universo e tudo mais, mas depois você acaba entendendo tudo. O final é bem genérico de livro de fantasia que todo mundo já tá acostumado, a principal derrota o vilão e depois vive feliz pra sempre com seu amor (e também fica bilionária no caso da Evelina) mas no geral é um livro bom.
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amei a premissa da história, a ambientação e o desenvolvimento dos personagens. achei a escrita incrível e fluida. como eu estava sentindo falta de um sci-fi/ distopia com romance… sou absolutamente apaixonada por elementos futurísticos e sinto que os que tem essa vibe acabam não focando muito no romance — o que é uma pena ao meu ver.
no final eu acabei perdendo o interesse e não sei exatamente o que aconteceu. dito isso, indico demais a leitura.
Acho que comecei na expectativa de encontrar algo como warcross, mas não tem nada haver. Porém, ainda assim foi uma supresa boa, é um livro que você consegue amar todos os personagens, eu geralmente costumo odiar personagens secundários, mas esses são perfeitos. O casal principal era tudo que precisava, a história em em si é um absurdo de boa. Porém, esse final me matou. ⭐️⭐️⭐️🧦
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"É, acho que agora somos eu e você contra o mundo."
E que mundo foi nos presenteado pela Laura em Paradoxem: uma nação devastada por guerras e armas nucleares, uma empresa que detém grande parte do comércio e um grupo que acredita que as coisas precisam ser diferentes. Paradoxem é uma distopia futurística que me prendeu da primeira à última página, e mesmo depois de semanas que eu li (porque precisei superar o livro antes de vir aqui escrever essa resenha) ele continua me emocionando.
Evelina e Jonathan, em um primeiro momento, são um completo oposto, como água e vinho, mas com a construção da história e do relacionamento, vemos que eles carregam muitas semelhanças: um coração justo, amor incondicional pela sua família, resiliência e muita química.
Eu me apaixonei por eles em todas as suas facetas, desde o jeito rabugento da Evelina até as brincadeirinhas inapropriadas de Jonathan. Me apaixonei pela maleabilidade da Evie e pela responsabilidade do Nate. Me apaixonei por cada interação deles e pelo crescimento deles.
Eu sempre fui apaixonada por ficção cientifica e Paradoxem uniu um romance lindo com uma alteração de tempo e espaço. E que sorte a minha ter encontrado esse livro na minha linha do tempo.