Licenciado en periodismo por la Universidad de Navarra (1965) y autor de una treintena de libros (mas de cuatro millones de ejemplares vendidos), se han convertido, con seguridad, en uno de los investigadores que mejor conoce la vida de Jesus de Nazaret, su gran amigo. J. J. Benitez (54 anos). Casi 30 de investigacion. Mas de 100 veces la vuelta al mundo. Esta a punto de alcanzar su libro numero 40. Cuatro hijos, Tres perros, Dos amores (Blanca y la mar), apenas cinco amigos de verdad, y un Jefe, Jesus de Nazaret. Otras obras del autor Jerusalen. Caballo de Troya 1 Masada, Caballo de Troya 2 Saidan, Caballo de Troya 3 Nazaret, Caballo de Troya 4 Cesarea, Caballo de Troya 5 Hermon, Caballo de Troya 6 Los astronautas de Yave, Materia reservada, La rebelion de Lucifer, Ricky B, El misterio de la Virgen de Guadalupe, El testamento de San Juan, Al fin libre.
The works of J. J. Benítez encompass literature and journalism, as well as UFO investigations.Primarily renowned as an investigator of the paranormal, Benítez garnered attention and criticism when he released Jerusalén, the first volume of a series named Caballo de Troya, related to the life and death of Jesus Christ. He begun his journalist career in January 1966 in the newspaper La Verdad, after receiving a journalism degree from the University of Navarra in 1965. He published his first books in 1975, Ovni: S.O.S a la Humanidad and Existió Otra Humanidad.
During his three decades as an author, he has published more than 50 books, including investigative reports, essays, novels and poetry, and sold more than nine million copies worldwide. As of May 2007, 7 million copies has been sold from the first 8 books of the Caballo de Troya series. He has also directed a TV documentary series called Planeta Encantado, in which he travels to 17 different countries in order to render his interpretation of some of the great unsolved mysteries of past history.
I liked the plot of the book, but what i wanted to read (the rebellion and it's consequences) appeared only towards the very end of it. The first chapter is also interesting, but the rest is just plain boring and I don't really recommend it to anyone, unless you like Benítez or heavily descriptive books maybe.
Un libro bastante pesado y un poco aburrido en ciertas partes. Tiene mucha información obtenida de otro libro, por lo cual, el autor decidió pasar centenares de páginas soltando datos que jamás podrías recordar.
Tiene algunas partes interesantes, una aventura bastante creativa, pero terminó igual que como empezó: con la chorrera de información. Aunque esta fue más procesable debido a que se trata de una teoría de muchos hechos de la vida humana, entonces atrae más tu atención esta nueva perspectiva.
Una fantasía, plagiada absolutamente del libro de urantia. Benitez tiene el mérito de dar a concer el libro de urantia, pero poca ética al no decirlo.
Interesante, pero el climax es bastante flojo. Vale la pena como curiosidad y para introducirse en estos temas, pero literariamente no es la gran cosa.
El libro se enfoca mucho en IURANCHA y todo lo del universo, es interesante la parte de Adán y Eva pero el autor no supo como acomodar tanta información importante.
Já no início, o leitor é levado ao observatório de Arecibo, em Porto Rico, onde astrofísicos estão estudando um corpo espacial que está se deslocando rumo a um choque com a Terra. Dentre esses cientistas que estão observando o comportamento desse astro, chamado RA-6666, existem alguns que fazem parte de um grupo secreto chamado Grande Loggia da Escola da Sabedoria, e só eles sabem o verdadeiro significado desse fenômeno Essa entidade, extremamente organizada e hierarquizada, diante dos resultados obtidos a partir do comportamento de Ra, resolve que é hora de tomar certas atitudes e convoca seu Conselho de Kheri Hebs para deliberarem sobre os próximos passos. Ocorre que Ra enviou uma mensagem codificada e somente uma pessoa, dentre as que receberam o chamado da Loggia poderá encarar uma grande aventura para descobrir informações sobre o julgamento de Lúcifer, que se rebelara há milhares de anos atrás. Vários membros da seita organização são designados pelo grão-mestre para concorrerem à única vaga para realizar essa missão juntamente com Nietihw, a filha da raça-azul. E esse cara é Sinuhé. Depois de desvendar a mensagem cifrada, ele chega à Espanha, num pequeno vilarejo rural chamado Plaza de la Lastra, em Sotillo del Rincón, onde mora Glória. Um certo dia ocorre um fenômeno muito estranho: o relógio da prefeitura do local soa suas 66 badaladas. Só que ele está estragado há décadas, e somente alguns escolhidos ouvem o barulho, dentre eles, o prefeito, Sinuhé e Glória. Detalhe: esse lugar existe mesmo, as construções que ele descreve existem, o relógio e a fonte com a deusa também são reais e existem alguns relatos na Internet de que alguns fenômenos realmente aconteceram com Glória, que é (ou foi) uma mulher do local. O número 6 é um elemento muito presente nessa obra, e coincidentemente eu o dividi em 6 partes, sem saber da importância do numeral, para organizar minha leitura. Seria coincidência? Só sei que isso corresponde a 16,6666666% e que num dado momento eu suspendi a leitura após ler 66%… Sinais? A partir disso, Sinuhé e Glória passam a investigar o fenômeno, com base, inclusive, nos conhecimentos que ele possui e transmite uma parte do que sabe a ela assim que passa a ter certeza de que ela é mesmo Nietihw. Ele passa por umas experiências de contato imediato, substâncias deixadas por seres que não sabemos se são entidades, fantasmas ou extraterrestres e faz um “amigo” bem diferente. E num certo momento, de repente, a narrativa vira completamente, transformando-se uma fantasia muito complexa. No inicio o leitor acha que vai ser tipo um thiller, um livro de misterio e suspense, com investigação, um pouco de ficção científica. Então o autor joga o leitor num mundo completamente descompromissado com a realidade, com o tempo e espaço, altamente fantasioso, com seres fantasticos, magia, numerologia, invocações de palavras, mitos sagrados de outras religiões, várias épocas coexistindo… No momento da virada da obra, os personagens são catapultados para um universo místico, num tempo e espaço completamente fora da realidade. Eles mudam de lugar, percorrem longos tempos e distâncias num piscar de olhos. Difícil de acompanhar. J. J. Benitez tem o dom de enrolar. O leitor sabe que está sendo engabelado, mas quer saber onde diabos o cara quer chegar. Este universo é baseado no livro de Urântia (ou Iurancha, como o autor preferiu usar o nome do nosso planeta de acordo com essa corrente mística). Esse livro existe na realidade e serve de base para uma corrente esotérica. Mas essa não é a única que Benitez usa em sua obra. Aqui ele mistura cabala, numerologia, cristianismo, ufologia, mitologia, matemática e história egípcia… Enfim, uma salada desgraçada viagem muito louca. Em vários momentos eu me perguntei que dorgas o cara usou para escrever esse livro! É certo que Benitez bebeu muito na fonte do livro de Urântia para escrever as partes em que ele é didático e explica todos os fundamentos da Escola da Sabedoria, toda a mega estrutura e toda a mega hierarquia e toda a mega burocracia dos universos e seus setores e entidades e seres fantásticos… Uma chatice que não leva a nada. Não faz muita diferença para a narrativa aquela quantidade imensa de detalhes impossíveis de serem entendidos pelo leitor. Ele poderia ter resumido e muito tudo isso. Uma clara influência da era new age, do era de Aquarius, seja lá que porra o que for, já que o livro foi publicado pela primeira vez em 1985. Porém, apesar dos pesares, a obra tem seu ponto positivo, que é oferecer um outro ponto de vista acerca de tudo que conhecemos sobre a criação do universo e, consequentemente, a da Terra e da humanidade (essa viagem é muito louca 🤣🤣🤣🤣🤣). Uma outra visão sobre Belzebu, Lúcifer, Satã, que para os que crêem nessa corrente esotérica, são personalidades diferentes. Oferece algumas críticas ao cristianismo, ao modus operandi da humanidade atual (da época) e traz uma outra definição do que conhecemos como Santíssima Trindade (aquela composta por Pai, Filho e Espírito Santo), sendo o mais interessante disso tudo a “verdadeira” identidade de Jesus Cristo, o Micael. De fato, ele desconstrói o que achamos que é o bem e o que é o mal. Além disso, há uma polêmica que envolve questões de raça. Muitos leitores acusam a obra de ser racista, pois a ela retrata, nas origens da humanidade, um conjunto de raças, sendo umas superiores às outras. Eu não entendi dessa forma, pois há um contexto totalmente inserido em uma fantasia. Mas não deixa de ser plausível. O interessante é que em vários momentos a narrativa parece um jogo de videogame: o personagem precisa enfrentar perigos, desvendar enigmas, contar com a ajuda de um outro personagem que o acompanha e o auxilia a enfrentar terríveis chefões. Tudo isso para entender a rebelião de Lúcifer e chegar nos arquivos secretos de Iurancha, que é como se fosse uma pedra filosofal ou um santo graal. Lúcifer não é esse diabo que pintam e está prestes a ser julgado (lembrando que o tempo é relativizado em vários momentos da obra, o que é explicado em detalhes matemáticos pelo autor). E a obra termina com muita coisa em aberto (inconclusa mesmo), como é o jeito Benitez de fazer. Operação Cavalo de Tróia é assim também. Cada livro termina de um forma que o leitor pensa: “agora vou ter que ler o próximo…” e o próximo deixa mais coisas em aberto, para que o leitor leia o próximo… e assim vai. Mas Cavalo de Tróia é muito bom! Tanto é que é minha série favorita. Totalmente diferente de A Rebelião de Lúcifer. Há algumas ressalvinhas na tradução, mas não vou me ater a isso. Conselho do tio: mente aberta e coração pronto, ou poderá se ferir. Se existe uma coisa a ser reconhecida nessa obra é a sua coragem de abordar um tema tão tabu num mundo cristão. Assim como em Cavalo de Tróia, o autor mexe com dogmas que estão arraigados em nosso íntimo, porque, pois mais que não pratiquemos a religião, temos raízes cristãs e seus reflexos estão em todos os lugares.
Siendo JJ Benítez unos de mis autores favoritos jamás esperé que este libro me aburriera de la forma en que lo hizo. A decir verdad las primeras 150 páginas del libro te atrapan y no lo quieres soltar....pero luego Benítez te llena de una cantidad de datos tan abrumadores que dificilmente recuerdas a lo largo de la historia y finalmente terminan haciendo que se pierda el interés y no se vea la hora de terminar el libro y pasar a otro más interesante...
Sin duda un libro que no es para todo público. Se desvelan secretos y se intuyen hechos dificilísimos de explicar con palabras. Siento que el autor hace un gran trabajo en ese sentido. "Si se te presentase la Verdad en todo su explendor quedarías, sin duda, fulminado". Entiendo por qué algunos le dan a este libro una baja calificación, sería preferible leer algunos temas más digeribles del Autor antes de leer este.
Como ya dije. Me gusta como escribe JJ. Y este fue el primer libro que leí de él.
Si la lees como una novela con ficción y mucha imaginación es peculiar y hasta el momento la única que leí de la creación y por menores religiosos. Me gusto
Eu não sabia o que me aguardava com essa leitura. Eu divido esse livro em três partes: a primeira tenta ser mais próxima de uma ficção científica; a segunda (e minha favorita) vai tentar explicar o Universo com base no Livro de Urântia, então vai explorar várias teorias (de certa forma conspiracionistas e muitas de ufologia), mas que são muito interessantes! E a terceira (que não me encanta tanto) vai narrar a aventura dos protagonistas, levando o livro pra um patamar fantasioso demais. De forma geral, eu gostei muito do livro. A nota não é maior porque primeiramente, a leitura não é simples devido ao estilo complexo de escrita do autor e não cativa todas as pessoas, recomendo para leitores experientes e que tenham paciência e interesse por teorias. Além disso, o autor cita muito dado para fomentar os argumentos, mas muitos simplesmente são desnecessários e não agregam a leitura. Outro ponto que me irritou foi o fato de que os protagonistas são constantemente salvos por Deus Ex Machina. Não recomendo para todas as pessoas, quem tiver interesse precisa ler algumas resenhas antes!
Principais pontos: 1. a leitura é um pouquinho cansativa (1985), tem muitos detalhes, números e dados que “enriquecem” a história, mas não acrescenta muito ao leitor. 2. O autor começou a explicar a teoria do livro de Urantia. Para entender a teoria, precisei do suporte de 2 imagens (facilmente encontradas na internet) para entender o Grande Universo e Universo Central. Para quem gosta de livros de fantasia com riqueza de informações (como mapas, cartas etc) vai gostar desse livro! E quem gosta de teorias, assim como eu, também! 3. Nessa parte do livro, onde o autor tenta explicar um pouco mais da teoria da “Quinta Revelação”, são muitas informações complexas de entender. Acredito que elas ajudam a compreender melhor a história, mas tenho a impressão de que muitos detalhes ou são explorados demais, ou não tem tanta clareza no desdobramento. 4. Em determinado momento eu comecei a achar fantasioso demais e interessante de menos, levemente corriqueiro e o autor perdeu o interesse em ligar os “fatos” do livro de urantia com a narrativa.
Es un excelente libro, toda historia tiene más de una versión y es interesante ver cómo el periodista J.J Benítez narra la historia de Lucifer, justo lo conversaba con mi mamá para que exista el mal algo habrá hecho el bien, Lucifer no era malo como todo el mundo lo pinta solo que quiso pasar por encima de Dios y gobernar pero no se le dió, sin embargo el también fue un angel que perteneció al reino en su momento.
Mi puntuación promedio con JJ Benítez es 3, con una ligera tendencia a 2. En este libro intenta ar una explicación (de ficción a toda regla) el origen del ser humano y las distintas razas del mundo... Recuerdo que a la edad que tenía ya me parecía absurdo e infantil. Después de leerlo decidí no continuar con ninguna otra obra suya.
Es un libro interesante que trata el porqué la rebelión de Lucifer; tal como reza el título, se tiene que leer con la mente abierta y dejar atrás todo lo que se nos ha enseñado en el tema teológico. Solo me sacaba de la lectura las numerosas descripciones, aunque necesarias, se me hicieron algo pesadas.
Capitulos muy extensos. Excesivos datos y difíciles de asimilar y memorizar. Me quedé esperando a Lucifer. Tres estrellas porque de algún modo a mi parecer la historia complementa algunas situaciones de Caballo de Troya. La historia es un comercial del Libro de Urantia.
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Simplemente no es mi clase de libro. Entiendo que, a pesar de presentarse como ficción, se incluyen cuestiones dogmáticas que me son ajenas, pero la obra no me convenció de adentrarme en ellas.
Poderia ter menos enrolação sobre a história e mais ação. Pareceu mais um grande documentário, acho que funcionaria melhor em forma de filme, seria mais dinâmico
Es un libro sugerente y diferente, recomendable para quienes disfrutan de ideas polémicas y lecturas reflexivas, aunque no necesariamente convincente en todos sus planteamientos.
Mi nota es un 6,75/10. La rebelión de Lucifer es una de las obras más intrigantes de J.J. Benítez, un escritor y periodista español conocido principalmente por su serie Caballo de Troya. Este libro se inscribe en la línea de literatura especulativa y espiritual, donde se mezclan elementos de ficción histórica, misticismo y creencias religiosas. En La rebelión de Lucifer, J.J. Benítez aborda una reinterpretación de eventos cósmicos y bíblicos, ofreciendo una versión alternativa de la clásica caída de Lucifer y la rebelión en el Cielo. Este enfoque le permite al autor explorar temas como el poder, la traición y el libre albedrío, en un contexto universal y metafísico. El libro relata la historia de la rebelión de Lucifer, pero no desde la perspectiva tradicionalmente teológica de la Biblia o la literatura clásica. J.J. Benítez ofrece una narrativa alternativa y especulativa que mezcla elementos mitológicos, espirituales y hasta científicos. En su versión, Lucifer es presentado como un ser profundamente reflexivo, pero también conflictivo, que no solo desafía el poder de Dios, sino también el concepto de destino preestablecido. La rebelión, entonces, no es un simple acto de traición, sino un cuestionamiento filosófico sobre el libre albedrío y la justicia divina. El relato se desarrolla en varios planos de la realidad, incluyendo escenarios cósmicos y espirituales. La historia es contada a través de una serie de revelaciones místicas, lo que permite a J.J. Benítez jugar con conceptos abstractos y representar a Lucifer no solo como un villano, sino como un ser complejo atrapado entre su deseo de autonomía y su inevitable enfrentamiento con Dios. El lector es guiado por diferentes narradores que, en ciertos momentos, parecen estar más allá de la dimensión humana, lo que genera una sensación de trascendencia y misterio. Uno de los principales mensajes de J.J Benítez en La rebelión de Lucifer es la exploración del concepto de libre albedrío. La obra cuestiona hasta qué punto los seres divinos, y por extensión los seres humanos, tienen la capacidad de elegir sus destinos cuando están subordinados a un poder superior. Lucifer se rebela contra lo que él percibe como un destino impuesto, y su lucha es presentada como una búsqueda legítima de autonomía, aunque conduzca al caos. Otro mensaje central del libro es el eterno conflicto entre orden y caos. Dios representa el orden absoluto, las leyes inquebrantables del universo, mientras que Lucifer personifica el caos, la posibilidad de cambio y transformación, aunque de forma destructiva. Esta dualidad es uno de los pilares temáticos de la obra. J.J. Benítez también parece reflexionar sobre la naturaleza del poder. A través de la figura de Dios, Benítez presenta una crítica implícita al poder absoluto. Lucifer, aunque es el "villano" de la historia en términos tradicionales, es retratado como una víctima de ese poder implacable. Esto invita a los lectores a reconsiderar las nociones de bien y mal en un marco menos binario.
J. J. Benítez emplea un estilo de prosa que combina la narrativa descriptiva con el misticismo. Utiliza un lenguaje elevado y simbólico. Además, su estilo tiene tintes ensayísticos, lo que refleja su deseo de invitar al lector a reflexionar profundamente sobre las preguntas que plantea.
El ritmo del libro es pausado, ya que la obra requiere paciencia y una atención constante para captar los matices filosóficos y espirituales que J.J Benítez propone.
Reflexión personal Desde una perspectiva crítica, el aspecto más notable de La rebelión de Lucifer es cómo se aparta de las narrativas religiosas tradicionales y ofrece una visión más reflexiva y filosófica de la figura de Lucifer. A diferencia de otros relatos donde Lucifer es simplemente el mal personificado, en esta obra se convierte en una figura trágica, que cuestiona el orden establecido y busca su propia versión de la verdad. El enfoque de J.J. Benítez, aunque ambicioso, puede ser polarizante. Aquellos con una mentalidad más tradicional podrían considerar que el libro desafía las creencias convencionales de manera incómoda. Sin embargo, desde una perspectiva literaria, la obra invita a una reflexión profunda sobre el poder, la libertad y el destino, y en este sentido, es un aporte valioso a la literatura especulativa y teológica. En conclusión: La rebelión de Lucifer es una obra compleja y densa que, más allá de su narrativa especulativa, se presenta como un ejercicio filosófico sobre el poder, el libre albedrío y el cuestionamiento de las estructuras cósmicas. Aunque la lectura puede ser desafiante debido a la profundidad de sus temas y su ritmo pausado, ofrece una visión original y provocadora de la clásica historia de la rebelión de los ángeles. Es un libro que requiere una lectura atenta y un espíritu abierto para absorber las muchas capas de significado que contiene y precisamente este hecho hace que no obtenga mejor puntuación.