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War Comics: A Graphic History

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192 pages

Published January 1, 2009

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Mike Conroy

20 books8 followers

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Profile Image for Andrew Ives.
Author 8 books9 followers
April 5, 2022
Very well laid out and printed (although not particularly well bound as my copy came unglued away from the cover the first time I looked at it), War Comics: A Graphics History is exactly as its title describes. Over 180 large, full-colour pages, this book chronicles war-related comics by the historical date of their subjects rather than the time of their publications. As such, we start with Romans, Greeks, pirates, Napoleonic battles, US Civil War/Independence, Red Indians before we move onto the bulk of the book which concerns WW1, then WW2 from US and UK publishers' viewpoint. The book rounds off with a few pages on later conflicts in Bosnia, Palestine, Ireland, 911, Iraq, Afghanistan, Falklands. The examples featured run the whole gamut from extremely serious, gritty, harrowing documentary works, through jingoistic patriotic comic-book action, right through to utter nonsense with dinosaurs and superheroes. As you can probably tell from my review, this book often reads like a list - a list of comics, a list of battles, a list of publishers, artists, writers, dates, issue numbers - and as such, I found it rather hard-going. It's detailed, comprehensive and well-researched, just not much fun as a read per se, bordering on an almanac. Apart from a few typos and perhaps some slightly improved captions that didn't duplicate the body text so frequently, there are not many things 'wrong' with this book, just that it was a little too macho and list-like for my tastes. 3.5/5
Profile Image for Artur Coelho.
2,613 reviews74 followers
December 14, 2017
Os comics são um campo de batalha privilegiado, onde a morte e a destruição não atravessam os limites da vinheta. Num meio de comunicação de consumo por excelência, as temáticas ligadas à guerra sempre encontraram públicos ávidos de aventuras violentas. O profusamente ilustrado War Comics traça um longo panorama das diferentes abordagens da banda desenhada ao tema, dependentes do interesse de editores ou criadores. Sem ser muito profundo, este é um livro que vive de reproduções de capas e pranchas de algumas das mais icónicas, clássicas ou obscuras publicações do género. O autor faz uma escolha curiosa: ao invés de retratar a evolução do género, opta por mostrar as utilizações do tema relativas a épocas histórias, destacando-se a II Guerra Mundial como terreno fértil para as mais díspares adaptações.

O tom é neutro. Podemos encontrar neste livro referências aos incipientes super-heróis e às narrativas primitivas que os mostram a aniquilar alemães e japoneses desenhados com um traço eminentemente racista, ao uso de comics como arma de propaganda, às versões de pura aventura sem limites nem, em muitos casos, verosimilidade, até aos esforços por mostrar a guerra de formas mais realistas, retratando os dramas sem glorificações. Os destaques são óbvios,pelo seu carácter pacifista, passando pelos clássicos da EC editados por Harvey Kurtzman (em particular Frontline Combat e Aces High, meticulosamente escritos, pesquisados e ilustrados), às personagens de Robert Kanigher e Joe Kubert (os enigmáticos Sgt. Rock e Enemy Ace, que fogem aos estereótipos másculos deste género de comics), a posterior influência de Kurtzman no trabalho de Archie Goodwin no influente Blazing Combat, cuja mensagem pacifista ditou um fim rápido às mãos de editores e distribuidores pouco inclinados perante ideias que viam como anti-patrióticas, e mais recentemente os trabalhos de Garth Ennis, que reviveu o género com um misto de realismo e nostalgia, ou de autores como Don Lomax e Joe Sacco que utilizaram este tipo de comics para reflectir profundamente na violência do mundo contemporâneo.

E, claro, também temos toneladas de personagens bigger than life, totalmente inverosímeis com aventuras em que o realismo fica no banco de trás.
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