Uma história dramática e possível de ser vivida nos dias de hoje por qualquer um. A história gira em torno de fatos que marcaram a vida de quatro pessoas com problemas distintos, ligados à morte de um ente querido, e que as levaram a decidir pelo suicídio como a única saída.Um alcoólatra, um workaholic, uma viciada em drogas e uma mulher que abusa de antidepressivos recebem um cartão com os "a cura para o coração atormentado está aqui". Abaixo o endereço de uma casa, onde todos irão se reencontrar com os fatos que os tornaram depressivos. Este é o primeiro livro de Vianco que segue uma linha mais romântica, tendendo para o espiritual.
Andre Vianco is now the Brazilian writer wins more readers of fantasy and terror.
Vianco explores the supernatural and the popular imagination with ease and enthusiasm, taking the reader on a journey of no return, an "addiction" of the property.
His book The Seven already hit the home of 50,000 copies sold. Each day more and more people are enchanted with the saga of vampires Portuguese found sealed in a silver box on the Brazilian coast.
Welcome to this world full of unusual characters, deep feelings and fantasy, one page after another.
A história prende o leitor e o leva a reflexão. Contudo, achei as lições medíocres e superficiais e seu estilo de escrita é infantil e pouco sofisticado.
Nota: 3.5 Bom, o que dizer.. A sinopse é ousada, mas acerta em alguns pontos. Realmente é aquele livro que vc lê tão rápido que parece que tinham menos páginas. A história é até interessante, 4 pessoas que tiveram um trauma na vida e aí meio que ganham (misteriosamente) uma chance de resolver os fantasmas do passado. A parada toda acontece nessa casa, e o livro não dá muita informação de como ou porque. A real é a seguinte: os personagens são rasos, a história e simples, e os acontecimentos são meio que sem explicação mesmo. Mas nem por isso é um livro ruim, na verdade, passa longe disso. Apesar de possuir uma escrita bem simples, de fato há algumas situações que emocionam, e o autor até que soube trabalhar nisso. Não vou cobrar mais explicações de como a casa funciona e tal pq acho que este nem é o ponto do livro que o livro busca, mas acredito que seria fácil explorar um pouco mais os personagens, por umas páginas a mais e enfiar o dedo mais fundo nas feridas. Se era pra emocionar, que fizesse chorar então, né? Hahaha. Enfim, valeu o tempo!
André Vianco fazendo-nos arrepiar e pensar sobre a importância que damos a momentos, e o quanto seria bom poder entrar nessa casa para obtermos uma segunda chance de recriar momentos especiais e rever pessoas que já tiveram passagem por nossas vidas. 4 histórias, 4 xícaras, 4 vitórias 👏🏻👏🏻
Sabe aquele arrependimento que te corrói por dentro? Aquela cagada monumental que você fez e que daria um rim pra voltar no tempo e consertar? André Vianco pegou esse sentimento e deu pra ele um endereço e uma porta amarela. A Casa não é um livro de terror. É um drama sobrenatural que funciona como um hospital para almas arrependidas, como uma oficina para consertar corações que o destino moeu na porrada e deixou largado no chão. Eu geralmente não conto partes da história na resenha, mas como meu livro favorito, eu me sinto na obrigação de explicar um pouco sobre o porquê de A Casa ser meu livro favorito. A Casa é um livro sobre segundas chances. Um livro que conta a história de quatro almas marcadas pelo desespero e arrependimento. Rosana, uma mulher que traiu o marido em meio de uma fase ruim do relacionamento. Ismael, um cara workaholic que só pensa em sucesso e lucro. Leon, uma lésbica, musicista e viciada em drogas que foi rejeitada pela família e Hélio, talvez o mais cruel dos personagens, e talvez o mais humano deles. Hélio é um homem que seria o espelho do sucesso. Ele tinha a melhor casa, o melhor carro, a esposa mais bonita, e quando a filha nasce, com um problema congênito no coração, ele simplesmente não aceita o fato de ter uma falha como essa na sua vida. Ele não aceita que sua filha não seja melhor que a de todos, e por isso, a afasta, e não cuida dela como um pai deve cuidar. Todos esses personagens tristes e arrependidos, recebem um cartão de visitas de um estranho ou de algum modo meio esquisito com um endereço e uma frase: O alívio para o coração atormentado está aqui. E a partir disso as histórias se desenrolam nos trazendo muita dor e tristeza, mas também muita esperança. A premissa é genial em sua simplicidade, A Casa não é um livro complexo ou com metáforas pra tudo. A ideia de uma segunda chance literal é uma isca que todo mundo (SIM, TODO MUNDO) morderia na primeira oportunidade. Mas o maior acerto aqui são os personagens. Vianco não nos entrega heróis, ele nos entrega um espelho. É quase impossível não se enxergar na culpa de Rosana, na ansiedade do Ismael, no desespero de Leon ou no remorso de Hélio. A gente se conecta com a dor deles porque é uma dor que a gente conhece, e a empatia que sentimos pelos sentimentos deles é brutalmente satisfatória. É quase um crime apontar meu bisturi pra um livro que eu amo tanto, mas o meu trabalho aqui é ser O 🤬 #$%!& . A estrutura, com quatro histórias de redenção, às vezes pode soar um pouco repetitiva, quase uma fórmula. E quem conhece o Vianco, sabe que ele é mestre em ensinar fórmulas de escritas (procurem pela HardCover) Depois do segundo personagem, você meio que sabe o que esperar para o próximo. P final de cada arco, embora emocionante, é quase... arrumadinho demais. Pra um livro que mergulha tão fundo na merda da vida, a solução às vezes parece um band-aid mágico num ferimento de bala. Mas que saber? 🤬 #$%!& . A porrada emocional é tão bem dada que eu passo o pano lindo. Novamente falando dos personagens. Eles são os quatro cavaleiros do apocalipse da depressão. Rosana é a personificação da culpa, uma mulher presa num looping de “E se...”? Ismael é a casca do sucesso, um cara que conquistou o mundo, mas perdeu a própria alma no processo, Leon é o coração punk rock do livro, a mais rebelde e talvez a mais quebrada de todos. E Hélio, o monstro que a gente aprende a ter pena, o retrato do arrependimento que chegou tarde demais. Eles são tão bem construídos, que você se apega a cada um deles a cada página virada. André Vianco escreve, como sempre, com a simplicidade de quem está contando uma história na mesa de um boteco. A narrativa é limpa, sem gordura, focada na emoção e na ação. Ele não precisa de floreios ou palavras difíceis pra te fazer sentir o peso da angústia de um dos personagens. É um tipo de escrita que te impressiona e te ganha pela sinceridade e pela forma em como ele constrói a humanidade (e a falta dela) em cada cena do livro. Ler A Casa é como ir pra terapia contra a sua vontade. Você chega lá cínico, achando tudo uma grande besteira, na metade você já tá chorando no ombro do analista, e no fim, você sai de lá mais leve, meio sem saber o que aconteceu, mas com a certeza de que alguma coisa dentro de você mudou. É uma experiência que te deixa desconfortável pra depois te dar um alívio ferrado. A Casa é um livro sobre perdão, principalmente perdão a si mesmo. É uma obra que te lembra que por mais ferrada que a vida esteja, a gente sempre anseia por aquela segunda chance pra voltar e pedir desculpas, por aquela chance de fazer algo diferente, por aquela segunda chance de fazer o certo. Não é um livro de terror pra te dar medo do escuro, é um drama pra te dar medo dos seus próprios fantasmas, uma obra que pode abrir o seu coração e te fazer entender que todo mundo merece uma segunda chance, mas, às vezes, você não vai ter. 5/5 - Um drama sobrenatural que te dá um soco na cara e depois te oferece um abraço. Necessário pra 🤬 #$%!&
Para quem lê André Vianco esperando Horror, vampiros e medo, não vai gostar desse livro. Eu o colocaria na categoria drama com uma pitada de suspense, porém, com uma valorosa lição. Quatro pessoas, quatro histórias, quatro fracassos, quatro bilhetes, uma casa amarela e uma nova chance. E se você pudesse ter uma segunda chance? Rosana, Hélio, Ismael e Leon tiveram suas vidas destruídas pelos mais diversos defeitos humanos, aqueles que todos temos, fizeram escolhas erradas e atingiram o fundo do poço. Mas quantas vezes fizemos algo ruim tomados pelos mesmos sentimentos? Basta que deixemos a raiva falar mais alto expondo o pior de nós, nosso orgulho, egoísmo, arrogância, ganância... Quantas vezes não nos arrependemos desses atos e queríamos muito que o tempo pudesse voltar atrás? Tenho certeza que muitas. E não há nada pior do que conviver com o remorso. Essa obra maravilhosa de André Vianco, trata justamente das lágrimas de sangue que o remorso verte dos olhos dos personagens e do fracasso que cada um experimentou por um único momento que foi o derradeiro, sem segunda oportunidade. Foi a minha primeira leitura do autor e confesso que fiquei extremamente surpresa pela qualidade, criatividade e desenvoltura de sua escrita. Em muitas passagens do livro, não contive as lágrimas, mas, no último capítulo, não consegui conter o choro. Recomendadíssimo!
Li para produzir um trabalho da faculdade, mas o livro acabou sendo melhor do que eu esperava. É bem escrito e em toda cena (principalmente durante a volta deles ao passado) te faz ficar vidrada no que acontece. Os personagens são bem construídos e interessantes. Porém o André em si se mostrou ser um autor difícil, por ser o objetivo de nosso trabalho adaptar o livro para uma série de tv, tentamos contato com ele. Porém por mais de uma semana ele se quer respondeu todas as nossas mensagens enviadas. Por isso, acabei dando uma nota baixa para o livro. Queria dizer que o autor não influencia na obra na hora da avaliação, mas na verdade influencia muito e a impressão/visão que tenho do André não é a das melhores, afetando então a nota final. Mas se isso não fosse um empecilho a nota ainda seria 3, ou algo nessa faixa.
Fugindo da temática de vampiros (Bento, Os sete e Sétimo), o escritor aqui navega mais no drama cotidiano. Ele conta a vida de quatro personagens e como elas em busca de uma segunda chance vão chegar na Casa do título. Embora a ideia do livro seja boa e tenha ficado curiosa para saber o que acontece, o livro é raso e deixa a desejar no seu desenvolvimento. A leitura é rápida porém superficial.
No começo eu fiquei meio confusa para entender do que se tratava, talvez eu tenha tido dificuldade que outros possam não encontrar. Mas ao longo da leitura pude perceber os detalhes e associar os fatos com a história. Uma leitura agradável.
História centrada na vida de quatro personagens atormentados por arrependimentos profundos e que buscam redenção. Rosana: Mulher amargurada pela morte do marido, sofre com remorso pela última discussão que tiveram. Ela cuida de três filhas e vive a base de remédios e bebida para tentar aliviar seu sofrimento. Leon: Jovem que luta contra o vício em drogas que sofreu rejeição familiar após revelar sua homossexualidade. Vive na solidão com sua parceira e se afunda em culpa. Ismael: Homem bem-sucedido, empresário workaholic que luta contra o estresse e carrega a dor de uma relação conturbada com o pai, falecido após uma última conversa ter sido uma briga. Hélio: Homem alcoólatra, atormentado pelo fantasma da filha Mariana, que se suicidou aos 12 anos após não receber amor do pai. Sua esposa Vilma acaba abandonando-o por causa do vício. Essas quatro pessoas, em momentos de "quase morte", recebem misteriosamente um bilhete com um endereço, encaminhando-os a uma casa amarela aparentemente abandonada, acompanhada da frase: "O alívio para o coração atormentado está aqui." Ao chegarem à casa, são recebidos por uma senhora que serve chá. Cada um ocupa uma cadeira e, após beberem o chá, cada um entra por uma porta distinta dentro da casa, onde têm a oportunidade de confrontar seus erros passados (2º chance). Leitura fácil com forte mensagem sobre perdão, redenção e o valor da vida mas que poderia para variar ter seu final desenrolado mais detalhado para cada personagem.
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Esse livro tem uma abordagem bem diferente dos demais livros que o André escreveu, basta dizer que não tem vampiros, porém a narrativa simples continua e o desenrolar de cada "capítulo" consegue prender o leitor! Dificilmente leria esse livro, mas por gostar do autor dei uma chance, não me arrependi. É uma leitura curta e agradável, bom pra ler em conjunto com outros livros.
Apesar de ser uma leitura super fácil e rápida, achei a história é bem mais ou menos. Não teve muito tempero e é previsível, mas nada muito ruim também. Apenas OK.
A capa engana bastante, dando a entender que é algo bem suspense/terror. Fui trouxa porque NÃO É. Rsrs...
Queria dar 2,5, mas como não tem essa possibilidade aqui, vamos de 3 mesmo. Rs