Festejada em todo o Brasil no dia 2 de fevereiro, Iemanjá é unanimidade em termos de identificação dos fiéis com tudo o que ela representa para a nossa cultura. “Nos templos africanos, a figura de Iemanjá aparece entalhada em madeira, esculpida em pedra ou mesmo feita em barro. Trata-se de uma mulher com formas arredondadas e seios fartos, símbolo do feminino e das grandes mães. Junto com Nanã e Oxum, ela forma a tríade das velhas mães ancestrais. Já com Oxalá, incontestavelmente a maior e mais respeitada divindade do panteão iorubá, Iemanjá une-se na criação do mundo e dos orixás”, conta Vallado sobre a rainha do mar.
Editora : Pallas; 1ª edição (1 novembro 2019)Idioma : PortuguêsCapa comum : 168 páginasISBN-10 : 8534705992ISBN-13 : 978-8534705998Dimensões : 12 x 0.8 x 17 cm
Uma ótima introdução e trabalho antropológico; às vezes excessivo, em outros pontos esclarecedor por tentar descrever um culto que é quase sempre incompreendido, devido aos preconceitos enraizados na sociedade.
Fascinante! Grata por tanto conhecimento explicado de forma simples e acessível. Adorei o capítulo 3 em que o autor explora as diferentes qualidades desse orixá. Odoyá!