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Uma Noite Não São Dias
Na Avenida Vertical, nome de uma torre habitacional de 98 andares, símbolo citadino do ‘esquisito ano de 2044’, ocorrem dois misteriosos assaltos: o roubo de um helicóptero no heliporto que encima o edifício e o roubo de uma coroa de uma rainha portuguesa na Praça das Artes, uma das várias praças interiores. Nesta atmosfera de mistério desfilam as personagens principais: Antony, um historiador, a mulher Grace e o amigo escultor, James.
Segundo a editora Planeta, "Uma noite não são dias" é "uma crónica inteligente da época em que vivemos". Para além disso, a perspectiva original sobre as presumíveis evoluções que encontramos caricaturadas na prosa ágil de Mário Zambujal "leva o leitor do sorriso à gargalhada
Segundo a editora Planeta, "Uma noite não são dias" é "uma crónica inteligente da época em que vivemos". Para além disso, a perspectiva original sobre as presumíveis evoluções que encontramos caricaturadas na prosa ágil de Mário Zambujal "leva o leitor do sorriso à gargalhada
128 pages, Paperback
First published January 1, 2009
About the author
Mário Zambujal
31 books106 followersJornalista e escritor português, nascido em 1936, trabalhou na televisão e em jornais como A Bola, Diário de Lisboa e Diário de Notícias, em especial na área do desporto. Publicou três livros de ficção: Crónica dos Bons Malandros, em 1980, que teve grande sucesso e deu origem a uma longa-metragem de Fernando Lopes; Histórias do Fim da Rua, em 1983; e À Noite Logo se Vê, em 1986.
Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/...
AUTOR
Nasceu em Moura, Alentejo, em Março de 1936 e iniciou a sua actividade nos jornais, ainda adolescente, no semanário satírico Os Ridículos. Como jornalista profissional, foi redactor de A Bola e de O Jornal, chefe de redacção de O Século e do Diário de Notícias, director-adjunto do Record, director do Mundo Desportivo e Tal & Qual, director-fundador do Sete.
Da imprensa escrita passou para a RTP onde criou, dirigiu e apresentou programas diversos. Nos domínios da ficção, escreveu para rádio, teatro, televisão e publicações várias. Em 1980 lançou o seu primeiro livro Crónica dos Bons Malandros, também adaptado ao cinema, e desde então tem publicado inúmeras obras.
Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/...
AUTOR
Nasceu em Moura, Alentejo, em Março de 1936 e iniciou a sua actividade nos jornais, ainda adolescente, no semanário satírico Os Ridículos. Como jornalista profissional, foi redactor de A Bola e de O Jornal, chefe de redacção de O Século e do Diário de Notícias, director-adjunto do Record, director do Mundo Desportivo e Tal & Qual, director-fundador do Sete.
Da imprensa escrita passou para a RTP onde criou, dirigiu e apresentou programas diversos. Nos domínios da ficção, escreveu para rádio, teatro, televisão e publicações várias. Em 1980 lançou o seu primeiro livro Crónica dos Bons Malandros, também adaptado ao cinema, e desde então tem publicado inúmeras obras.
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Community Reviews
Displaying 1 - 25 of 25 reviews
April 10, 2017
Muito mudou no mundo desde os tempos de hoje até junho de 2044, ano em que se insere a história. Quer seja a total emancipação feminina, onde a maioria no Governo são mulheres; quer seja a própria evolução tecnológica: carros movidos a combustível de microalgas.
Contudo, apesar desta aparência futurista, é possível identificarmo-nos com as personagens: os seus desejos, medos, as suas paixões escondidas...
É um livro cheio de humor, com uma escrita leve.
Confesso que estava à espera de muito mais: é um livro para ler na praia.
Contudo, apesar desta aparência futurista, é possível identificarmo-nos com as personagens: os seus desejos, medos, as suas paixões escondidas...
É um livro cheio de humor, com uma escrita leve.
Confesso que estava à espera de muito mais: é um livro para ler na praia.
January 10, 2022
isto parece uma fanfic de self insert
September 20, 2011
LETRAS ILETRADAS:
http://letrasiletradas.blogspot.com/2...
UMA NOITE NÃO SÃO DIAS:
Anthony and James (in the future, every name is adapted to the English language) attended school together until the 14th year of compulsory schooling and meet again after twenty years. Anthony lives in the Vertical Avenue, that, despite sounding like a street, it's a building with 98 floors. The architects project the buildings facing the sky and with squares to satisfy the all human needs.
In 2044 everything changed. The Government, composed mainly of women (man are simple secretaries) wants to set the retirement age from 81 to 84 years. There are robberies like "helijequinge", the frogs pandemic and the factories lay off robot due to excessive production. Homemade meals don't exist anymore, oil was discovered in Algarve and even the Woman's Soccer Championship has three times more male viewers league.
However, a few habits remain. There's still newspapers (though the computer's reading doesn't cause dirty hands) and, due to the excessive technological advance, the ancient letters are used because there's listeners everywhere.
This story portrays a futuristic Portugal, perhaps unfortunate. Social, natural, political and personal changes dictate habits that today seem surreal, but, without any act of magic, can become real. Mário Zambujal didn't tried to guess the future. He wants to wake consciousnesses through a real perspective of what could be the future of Man.
A book of easy reading and perfect to cause smiles. The previous, the present and the future generations must think on the acts of each and every one. And, has the author argues, the moral is "people change the world, the world doesn't change people".
In 2044 we talk.
http://letrasiletradas.blogspot.com/2...
UMA NOITE NÃO SÃO DIAS:
Anthony and James (in the future, every name is adapted to the English language) attended school together until the 14th year of compulsory schooling and meet again after twenty years. Anthony lives in the Vertical Avenue, that, despite sounding like a street, it's a building with 98 floors. The architects project the buildings facing the sky and with squares to satisfy the all human needs.
In 2044 everything changed. The Government, composed mainly of women (man are simple secretaries) wants to set the retirement age from 81 to 84 years. There are robberies like "helijequinge", the frogs pandemic and the factories lay off robot due to excessive production. Homemade meals don't exist anymore, oil was discovered in Algarve and even the Woman's Soccer Championship has three times more male viewers league.
However, a few habits remain. There's still newspapers (though the computer's reading doesn't cause dirty hands) and, due to the excessive technological advance, the ancient letters are used because there's listeners everywhere.
This story portrays a futuristic Portugal, perhaps unfortunate. Social, natural, political and personal changes dictate habits that today seem surreal, but, without any act of magic, can become real. Mário Zambujal didn't tried to guess the future. He wants to wake consciousnesses through a real perspective of what could be the future of Man.
A book of easy reading and perfect to cause smiles. The previous, the present and the future generations must think on the acts of each and every one. And, has the author argues, the moral is "people change the world, the world doesn't change people".
In 2044 we talk.
November 25, 2015
Pode uma história passada na Lisboa futurista de 2044 ser, essencialmente, uma reflexão sobre a sociedade portuguesa actual? Pode e não é aí que mora a originalidade de "Uma noite não são dias". Afinal, "1984", de George Orwell, não era uma projecção futurista para analisar e criticar as ditaduras?
É claro que Mário Zambujal não é George Orwell e que "Uma noite não são dias" não almeja ao estatuto de clássico universal. Este breve relato de Zambujal é uma crítica dos costumes da pequena burguesia da nossa sociedade. Os recursos são os do costume na escrita de Mário Zambujal: ironia, humor, prosa escorreita e a linguagem como protagonista principal na sedução humorística do leitor.
Um livro que nos deixa bem dispostos, ao mesmo tempo que faz reflectir, sempre com esgar irónico, sobre as pequenas perfídias e contradições da vida quotidiana.
É claro que Mário Zambujal não é George Orwell e que "Uma noite não são dias" não almeja ao estatuto de clássico universal. Este breve relato de Zambujal é uma crítica dos costumes da pequena burguesia da nossa sociedade. Os recursos são os do costume na escrita de Mário Zambujal: ironia, humor, prosa escorreita e a linguagem como protagonista principal na sedução humorística do leitor.
Um livro que nos deixa bem dispostos, ao mesmo tempo que faz reflectir, sempre com esgar irónico, sobre as pequenas perfídias e contradições da vida quotidiana.
Read
November 3, 2015Sempre a espalhar boa disposição, este Zambujal, desta vez num cenário do futuro, com algum romance vagamente policial. Este está ao nível da Crónica e do Cafuné, fazendo assim parte do trio dos meus livros preferidos que já li do autor. Lembrei-me da trilogia "Regresso ao Futuro", de como será interessante daqui a 30 anos, verificar o que se concretizou da ficção.
January 17, 2016
Não percam tempo com isto.
June 7, 2022
Já perdi a conta aos livros que li de Mário Zambujal. De quando em vez lá estou eu a pegar numa obra sua. Espero sempre encontrar um personagem tipo, muito comum nos seus livros, aquele "tuga" espertalhão que pensa que sabe mais do que os outros, às vezes reguila, com trejeitos próprios. Aqui, não encontrei esse personagem tão característico e tive pena, é certo.
Muito própria é, sem dúvida alguma, a escrita deste autor. Peculiar, diria. Adoro quando escreve aportuguesando palavras estrangeiras! Assim, palavras como, "fait divers", "zapping", "T2", "Kitchenet" passam a "fédiver", "zépingue", "tê-dois", "quitechenete". Palavras essas que o nosso cérebro não reconhece à primeira mas que depois merecem o nosso sorriso.
Uma sociedade num futuro não muito longe, 1944, muito acéptica, organizada mas saudosista, é o que vamos encontrar nestas páginas. Um trio que se envolve, um desfecho inesperado. E muito humor, sempre o humor fino que já reconheço tão bem nesta escrita de Mário Zambujal.
Pergunto-me: ele será assim "cá fora"?
Muito própria é, sem dúvida alguma, a escrita deste autor. Peculiar, diria. Adoro quando escreve aportuguesando palavras estrangeiras! Assim, palavras como, "fait divers", "zapping", "T2", "Kitchenet" passam a "fédiver", "zépingue", "tê-dois", "quitechenete". Palavras essas que o nosso cérebro não reconhece à primeira mas que depois merecem o nosso sorriso.
Uma sociedade num futuro não muito longe, 1944, muito acéptica, organizada mas saudosista, é o que vamos encontrar nestas páginas. Um trio que se envolve, um desfecho inesperado. E muito humor, sempre o humor fino que já reconheço tão bem nesta escrita de Mário Zambujal.
Pergunto-me: ele será assim "cá fora"?
June 17, 2025
nota-se que isto foi o resultado de uma noite de brincadeira à mesa em que alguem disse: "ah, como é q voces imaginam os tempos em 2040? e se as mulheres fossem mais que os homens e dominassem?" - e como é caracteristico de javardeiras à mesa: ninguem se preocupa com a importância real e cultural da questão e roça sempre o irresponsável e o desleixo. mas passar para o papel... é outro nível de descaramento.
a mulher, mesmo em maioria, não ganhou até hoje devido ao sistema patriarcal, que mesmo com a evolução dos tempos tem tendência a fortalecer as suas raízes e a arranjar mais formas de tirar o nosso poder de escolha, de ação, de existência como ser igual. a "evolução" tem trazido só mais instrumentos para permitir a violência contra as mulheres revistida e romantizada sob a forma de empoderamento, por isso, sim, foi de mau gosto muitas das tentativas de piadas de por mulheres a governar e a ter os homens como seus "lacaios sexualizados", socorro.
a mulher, mesmo em maioria, não ganhou até hoje devido ao sistema patriarcal, que mesmo com a evolução dos tempos tem tendência a fortalecer as suas raízes e a arranjar mais formas de tirar o nosso poder de escolha, de ação, de existência como ser igual. a "evolução" tem trazido só mais instrumentos para permitir a violência contra as mulheres revistida e romantizada sob a forma de empoderamento, por isso, sim, foi de mau gosto muitas das tentativas de piadas de por mulheres a governar e a ter os homens como seus "lacaios sexualizados", socorro.
December 2, 2022
Opinião completa em: http://50paginaspordia.blogspot.pt/20...
A história passa-se no ano de 2044, mas isto não quer dizer que seja uma obra de ficção científica. Escrito em 2006, Zambujal fez um retrato divertidíssimo da importância exagerada que por vezes damos aos aparelhos eletrónicos. Há até uma parte do livro em que é dito algo do género: Ir de férias é, atualmente, das poucas coisas que não se pode fazer no computador.
A história passa-se no ano de 2044, mas isto não quer dizer que seja uma obra de ficção científica. Escrito em 2006, Zambujal fez um retrato divertidíssimo da importância exagerada que por vezes damos aos aparelhos eletrónicos. Há até uma parte do livro em que é dito algo do género: Ir de férias é, atualmente, das poucas coisas que não se pode fazer no computador.
June 15, 2018
Livro engraçado e com bastante critica social como já ouvi ser recorrente no autor.
O único problema para mim, é as poucas páginas existentes. O "esquisito ano de 2044" merecia muitas mais páginas e para além disso, a acção corre demasiado depressa e para mim isso nunca é um ponto positivo numa história.
De resto, é uma leitura leve, muito rápida e divertida.
O único problema para mim, é as poucas páginas existentes. O "esquisito ano de 2044" merecia muitas mais páginas e para além disso, a acção corre demasiado depressa e para mim isso nunca é um ponto positivo numa história.
De resto, é uma leitura leve, muito rápida e divertida.
March 8, 2021
Jaime, António e Maria da Graça, ou, em 2049, James, Antony e Grace protagonizam esta paródia. Uma visão divertida da redoma que o futuro pode criar, onde o contexto muda, mas as miudezas humanas se mantém. Um livro de mestre que se lê numa brisa.
July 23, 2019
Um livro curto que se lê de uma assentada, mas não deixa de ser fantástico. Uma história cheia de pormenores imensamente cómicos e irónicos que me arrancaram algumas gargalhadas. 2044 promete...
September 8, 2019
Funny and short. Same kind of characters and story as the rest of his books.
March 15, 2021
Leve e cheio de humor, que é o que mais aprecio neste autor.
Brincando, à moda de Orwell, prevendo um futuro, ironizando o presente
Brincando, à moda de Orwell, prevendo um futuro, ironizando o presente
June 8, 2021
Livro leve para se ler numa noite de Verão.
December 20, 2021
Engraçado o suficiente mas ainda bem que é curto. Se não tiverem mais nada para ler....
November 19, 2022
Primeiro livro que leio do autor.
Com uma leitura fácil, muito bem escrito, com poucas páginas e vocabulário acessível conta-se uma história simples mas interessante.
Com uma leitura fácil, muito bem escrito, com poucas páginas e vocabulário acessível conta-se uma história simples mas interessante.
January 10, 2023
não adorei, lê-se rapido
May 27, 2026
3,5 stars
Read
July 26, 2026funny
August 25, 2026
Nota: 4
Super rapido engraçado com palavras unicas e hilariantes.
Acessivél e estilisticamente unico com um ritmo adequado
Super rapido engraçado com palavras unicas e hilariantes.
Acessivél e estilisticamente unico com um ritmo adequado
November 2, 2013
Um livro hilariante e bem construído, da autoria do Grande Mário Zambujal. Está cheio de referências a uma atualidade muito recente (até se fala no aeroporto da Ota), mas passa-se no "esquisito ano de 2044". É uma história repleta de intrigas, conversas futuristas (pouco reais, mas que têm uma data de piadas muito inteligentes ao tempo que vivemos) e que contém vários recuos e avanços no tempo, que nos dão para conhecer melhor todas as personagens.
July 30, 2015
Opinião completa em: http://50paginaspordia.blogspot.pt/20...
A história passa-se no ano de 2044, mas isto não quer dizer que seja uma obra de ficção científica. Escrito em 2006, Zambujal fez um retrato divertidíssimo da importância exagerada que por vezes damos aos aparelhos eletrónicos. Há até uma parte do livro em que é dito algo do género: Ir de férias é, atualmente, das poucas coisas que não se pode fazer no computador.
A história passa-se no ano de 2044, mas isto não quer dizer que seja uma obra de ficção científica. Escrito em 2006, Zambujal fez um retrato divertidíssimo da importância exagerada que por vezes damos aos aparelhos eletrónicos. Há até uma parte do livro em que é dito algo do género: Ir de férias é, atualmente, das poucas coisas que não se pode fazer no computador.
February 21, 2014
Adorei a rapidez e velocidade da história! Passada no futuro, o ambiente em que se desenrola é nos familiar e estranho ao mesmo tempo. As personagens são bem construídas e a única coisa que tive pena foi de ter acabado o livro tão depressa.
July 17, 2012
Nada de especial...
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