Ana de Castro Osório escreve vários contos onde a simplicidade da vida (e muita vezes as dificuldades) estão presentes. A escrita é do séc XIX daí ter uma beleza poética e ser um texto muito enriquecido a nível vocabular.
"Recorda-a com tantas particularidades, com tal clareza de incidentes, que me enche de admiração. Coisas passadas há menos tempo não as recorda ela tão nitidamente! Lembra o sinal vincado com a unha na passagem mais interessante dum romance e que de folha para folha se vai conhecendo menos até desaparecer de todo"