«A actividade social chamada comércio, por mal vista que esteja hoje pelos teoristas das sociedades impossíveis, é contudo um dos dois característicos distintivos das sociedades chamadas civilizadas. O outro característico distintivo é o que se denomina cultura. Entre o comércio e a cultura houve sempre uma relação íntima, ainda não bem explicada, mas observada por muitos. É, com efeito, notável que as sociedades que mais proeminentemente se destacaram na criação de valores culturais são as que mais proeminentemente se destacaram no exercício assíduo do comércio».
Fernando António Nogueira Pessoa was a poet and writer.
It is sometimes said that the four greatest Portuguese poets of modern times are Fernando Pessoa. The statement is possible since Pessoa, whose name means ‘person’ in Portuguese, had three alter egos who wrote in styles completely different from his own. In fact Pessoa wrote under dozens of names, but Alberto Caeiro, Ricardo Reis and Álvaro de Campos were – their creator claimed – full-fledged individuals who wrote things that he himself would never or could never write. He dubbed them ‘heteronyms’ rather than pseudonyms, since they were not false names but “other names”, belonging to distinct literary personalities. Not only were their styles different; they thought differently, they had different religious and political views, different aesthetic sensibilities, different social temperaments. And each produced a large body of poetry. Álvaro de Campos and Ricardo Reis also signed dozens of pages of prose.
The critic Harold Bloom referred to him in the book The Western Canon as the most representative poet of the twentieth century, along with Pablo Neruda.
Lo leí sólo porque estaba en portugués, pero vaya tela... Jamás pensé leer de un literato tan reconocido tal sarta de falacias encadenadas con tal de "demostrar" quel comercio se rige por sí solo, que toda pretensión de controlarlo es nociva y que la socialización y los sindicatos las carga el demonio, son destructivas e "ilegales" en la medida en que contradicen las ya existentes leyes propias a la economía.
Interessante pela sua defesa da soberania do consumidor e pela sua tentativa de trazer uma perspetiva nova também noutros temas. É também engraçado ler economia da pena de um escritor tão carismático. Mas muitas das vezes o seu tom chega a ser arrogante, especialmente considerando que não dá referências bibliográficas. Ou seja, ficamos com a ideia de que Pessoa se coloca um pouco em bicos de pés nestes temas.
Que crônica! Adorei, este pequeno livro é uma definição de extensa de comércio, sociedade, Estado, monopólios e sindicatos. Super atualizada, mesmo tendo sido escrita no ano 1926
"De todas as coisas "organizadas", é o Estado, em qualquer parte ou época, a mais mal organizada."