Mit einigem Recht kann man Freges grundlegenden Aufsatz von 1892 als Gründungsurkunde der neueren Sprachphilosophie Als Ausarbeitung seines Aufsatzes "Funktion und Begriff" entwirft er in diesem Paper nicht mehr und nicht weniger als eine völlig neue, allgemeine Bedeutungslehre, die erhebliche Auswirkungen bis heute hat. Jeder an Semantik, Logik und Sprachphilosophie Interessierte muss diesen Text kennen.Die Reihe Great Papers Philosophie bietet bahnbrechende Aufsätze der Eine zeichengenaue, zitierfähige Wiedergabe des Textes.- Eine philosophiegeschichtliche Wie dachte man früher über das Problem? Welche Veränderung bewirkte der Aufsatz? Wie denkt man heute darüber?- Eine Analyse des Textes bzw. eine Rekonstruktion seiner Argumentationsstruktur, gefolgt von einem Abschnitt über den Autor sowie ein kommentiertes Literaturverzeichnis.E-Book mit Seitenzählung der gedruckten UB-Ausgabe sowie mit Originalpaginierung.
Friedrich Ludwig Gottlob Frege (German: [ˈɡɔtloːp ˈfreːɡə]) was a German mathematician, logician and philosopher. He is considered to be one of the founders of modern logic and made major contributions to the foundations of mathematics. He is generally considered to be the father of analytic philosophy, for his writings on the philosophy of language and mathematics. While he was mainly ignored by the intellectual world when he published his writings, Giuseppe Peano (1858–1932) and Bertrand Russell (1872–1970) introduced his work to later generations of logicians and philosophers.
Über Sinn und Bedeutung (“Sobre o sentido e a referência“ ou “Sobre o sentido e a denotação”, consoante a opção de tradução) é um dos textos seminais da Filosofia da Linguagem como disciplina autónoma. Escrito em 1892 pelo matemático Gottlob Frege, teve grande influência na forma como se haveria de encarar a linguagem e a relação desta com a mente e o mundo. Pensando sobre o problema da identidade e de como explicar que certas afirmações de identidade não são meramente tautológicas, antes têm valor cognitivo (se a=a é uma verdade analítica, já a=b amplia o conhecimento: Aristóteles = Aristóteles e Aristóteles = o filósofo nascido em Estagira), Frege chega à conclusão de que não existe uma relação directa entre determinado nome próprio (seja em sentido estrito, como “Aristóteles”, seja composto, como a descrição definida “o filósofo nascido em Estagira”) e o objecto do mundo que ele denota (a pessoa Aristóteles), mas uma relação mediada pelo sentido (o Sinn), que é a forma como certo nome apresenta o objecto denotado. É esta relação indirecta que explica, segundo Frege, que as identidades possam ser simultaneamente verdadeiras e ampliativas do conhecimento. Ao mesmo tempo, consegue dar uma boa explicação para determinados casos, como o dos nomes vazios (ex: o actual rei de França) que, tendo um sentido, não denotam, todavia, nenhum objecto. Uma leitura que, não sendo fácil, é bastante instrutiva.