Os Guardiães das Lágrimas do Sol e da Lua vivem finalmente em plena união. Dos seus amores nasceram Halvard e Kelda, os gémeos sobre quem pairam profecias grandiosas e temíveis. Halvard está nas mãos de Sigarr, o Mestre da Arte Obscura, que espera treiná-lo para ser o Guardião do Conhecimento Absoluto, e usar o imenso poder deste em seu proveito. Kelda, no topo da mais alta fraga da Ilha dos Penhascos, entrega o seu corpo dorido e espírito destroçado à violência da tempestade, enquanto as palavras da sua melhor amiga Oriana qual maldição : «Hás-de acabar sozinha e devorada pelo mal como o teu irmão!» Como poderá lutar contra as forças negras do destino, se todos aqueles que ama lhe viram as costas? Será capaz de provar que os pais estavam enganados acerca da sua índole perversa? E resgatar Halvard do jugo dos Feiticeiros, cumprir os desígnios da Pedra do Tempo e salvar a sua própria alma? Ou está condenada a ceder ao apelo da Arte Obscura que pulsa no seu sangue e tomba ao abismo?
Sandra Carvalho is a young writer who has been asserting herself as a creator of compelling high fantasy in Portuguese. The Saga das Pedras Mágicas (Magical Stones Saga) that she has published, awakens an enthusiastic and growing interest among lovers of the genre, always waiting with great expectation the next volume. A Última Feiticeira (The Last Witch), O Guerreiro-Lobo (The Wolf-Warrior), Lágrimas do Sol e da Lua (Tears from the Sun and the Moon), O Círculo do Medo (The Circle of Fear), Os Três Reinos (The Three Kindgoms), A Sacerdotisa dos Penhascos (The Priestess of the Cliffs) and O Filho do Dragão (The Dragon's Son) compose, for now, the saga she has been writing.
Kelda é filha dos Guardiões da Lágrima do Sol e da Lua, que após o rapto do seu irmão gémeo Halvard por Sigarr, é enviado para a Ilha dos Penhascos. No entanto Kelda é vista como irresponsável, temperamental e rebelde, em que como não demonstra o seu poder, sente-se um pouco excluída. No entanto, o poder de Kelda é muito superior ao que todos os outros julgavam e esta tem que aprender a lidar com ele. Foi um livro que me prendeu do início ao fim, e em que relembrei muitas vezes Catelyn, pois nos livros em que Edwina foi a principal personagem, nunca me senti tão cativada como com Catelyn, no entanto, a personagem de Kelda conseguiu esse proximidade. Um livro bastante importante na saga, onde para além de conhecermos novas personagens que sem dúvida serão muito importantes no desfecho, desconfio que para além de Kelda, teremos Lysander, Thorson e Erebus como pontos focais, também nos são apresentados outra face da personalidade de personagens, que nos surpreendem, como é o caso de Trygve. O livro tem também uma forte carga emocional, mas que me agradou bastante e que faz ficar muito curiosa em relação ao último volume. E também nos permite rever personagens que julgávamos não voltar a ver, e este aspecto foi uma agradável surpresa. Qual o futuro de algumas personagens? Acredito que um determinado casalinho fique junto ;-) A minha única crítica menos boa é o facto de não existir uma árvore genealógica nos livros, incluindo as personagens deste novo volume, pois houve uma ou outra altura que fiquei baralhada.
Para quem acompanha a saga este é um volume a não perder, cheio de emoções e com um final que nos faz ansiar por termos o último volume nas nossas mãos, para o "devorar".
Adorei este livro! Definitivamente o melhor até agora! Kelda é bastante irreverente e isso torna-a uma personagem que todos nós guardamos carinho. Como seria de esperar, tanto o Edwin como a Edwina são personagens que eu não consigo criar empatia. Então o filho foi raptado e porque uma profecia profetizou que ele tornaria num guerreiro terrível, é motivo para desistir dele? Realmente nunca consegui gostar destes personagens! Ansiosa por ler os dois próximos e assim encerrar esta saga fantástica!
04/07/2025 Sempre gostei muito da Kelda e me identifiquei com ela; não percebia bem o porquê, até esta releitura - ainda que por motivos bem diferentes, consigo rever-me muito na sua falta de alento e desespero derivada da incompreensão daqueles que a rodeiam. Não ser ouvida, não ser validada e ser "um problema" é algo com o qual me consigo conectar, ainda que a minha vida não tenha sido nem de longe tão atribulada como a sua. Claro que há uma nova visão no que diz respeito ao Edwin e à Edwina - as consequências de algumas das suas ações são inegáveis; mas apesar de ainda odiar muito do que fizeram, consigo ver que tudo não passa do medo a falar mais alto. Não sei se poderei culpar pais por agirem desta forma, neste contexto. Sem dúvida que o meu coração amoleceu muito mais com o passar dos anos, no que a eles diz respeito. Outra surpresa engraçada e que se foi sedimentando ao longo dos anos, é que apesar de gostar de Lysander, o meu coração fica sempre com o Ulfvaldr - não só pelo que acontece neste livro, mas acima de tudo pelo que acontece nos seguintes. Seja como for, o príncipe do Povo da Terra é um excelente concorrente. Este livro é capaz de ser dos mais duros de ler. Muita coisa triste/má acontece, dizemos adeus a muitas personagens e estamos constantemente enredados numa sensação de vazio e solidão, por causa do que aflige a nossa Kelda. Mas também acho que é dos mais bonitos da Saga, por capturar tão bem a complexidade das emoções humanas.
08/09/2020 (?) Este livro está espectacular. A história base não é das mais originais e muitas vezes antecipei acontecimentos. Mesmo assim, a Sandra Carvalho tem a capacidade de escrever tão bem que envolve qualquer um. Além disso, o facto de simpatizar enormemente com Kelda e de achar que Lysander é, pura e simplesmente, o homem ideal, faz com que adore este livro tanto como todos os anteriores. E achei que o final do livro, onde se dá um pequeno diálogo entre o Erebus e a Kelda, foi uma forma bonita de acabar este volume, especialmente devido à última frase de todas :)
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Kelda e Halvard são os filhos dos Guardiões. Halvard é raptado e Kelda é obrigada a se refugiar com o povo dos Penhascos. Parece ser a única que acredita na salvação do irmão. Pois ela era capaz de impedir que o seu lado obscuro o dominasse.
Desiludi-me com Edwina e Edwin, parece que os seus deveres estão acima do seu amor pelos filhos. A renegam e não acreditam nela. Thora, pelo contrário, tem orgulho da sobrinha e desde o início acreditou que ela se tornaria numa grande guerreira.
Kelda que tem sangue de guardiã das veias e um personalidade forte como a sua avó Cat. Que é suficientemente corajosa para enfrentar as forças do mal e proteger os seus. É treinada pelo Lobo Cinzento e pela Pequena, duas espíritos guerreiros que lhe dão a força necessária para enfrentar os seu destino. O seu mestre é o príncipe Lysander, um guerreiro notável e que devota um amor sincero por ela. A ligação que os dois possuem é uma das mais bela de toda esta saga.
Ao contrário dos outros leitores eu não gostei muito de Thorson . Achei-o demasiado arrogante por causa do seu carácter heróico, quando considero o príncipe de Gente Bela muito mais honrado e guerreiro. O seu amor por Oriana estava acima de todo. Oriana é outra das personagens que me irritaram um pouco. Primeiro magoa Kelda com as suas atitudes infantis, e depois exige que fique do seu lado. Kelda tem abdicar da sua felicidade para protege-la. Não percebo porque ela tem de ter uma importância tão grande na acção!!!!!
Parece que neste livro temos de novo uma protagonista forte que não duvida das suas capacidades, e fará todo para restaurar o equilíbrio de seu mundo.
Mais um maravilhoso volume da Saga das Pedras Mágicas.
Neste livro conhecemos melhor os filhos gémeos da Guardiã da Lágrima do Sol e do Guardião da Lágrima da Lua, Halvard e Kelda, ambos nascidos sob uma cruel maldição que todos temem que se cumpra.
Halvard é tentado pelas forças da Arte Obscura e acaba por ser apanhado por Sigarr. Kelda fica destroçada com esta perda, mas não desiste de acreditar na sua capacidade de reconduzir o irmão para o reino da luz. E essa sua renitência em desistir do irmão irá condicionar irremediavelmente a sua relação com todos aqueles que lhe são próximos.
Kelda irá ser confrontada com duras escolhas e decisões que a forçam a tomar uma posição, ainda que, muitas vezes, contra aquilo que a sua família e amigos acreditam e defendem. Contra tudo e contra todos.
Confesso que, em determinados momentos a achei muito imatura e tão precipitada na forma de agir e contestar que me apetecia abaná-la e chamá-la à razão, fazendo-a entender que a sua obstinação só iria prejudicá-la.
Porém, ao longo do livro fui-me rendendo a esta pequena rebelde com causa e torci com ela para tudo corresse bem.
Este é mais um volume fabuloso da saga das Pedras Mágicas, escrito magistralmente pela minha querida autora Sandra Carvalho e a quem agradeço a prodigiosa capacidade de me fazer viver tudo o que escreve com uma incomensurável intensidade, como se estivesse a assistir a um filme ou série. Continua sempre a fazer-nos sonhar, Sandra. Obrigada!!!
Muito bom! Finalmente, uma heroína a sério... Gostei bastante da Catelyn, mas a Edwina, deixou muito a desejar... Kelda, é antes de mais uma injustiçada, afastada pela família, incompreendida por aqueles que lhe dão guarida, atraiçoada pela irmã de criação, rejeitada pelo amor da sua vida... tanta tragédia! Mas mesmo depois de tudo isto, ela preserva bastante força, e sacrifica -se por todos aqueles que merecida ou imerecidamente fazem parte da sua vida. Espero que continue uma guerreira feroz no próximo volume!
Na sexta parte da série, estamos seguindo a terceira geração de nossos heróis através do olhar de Kelda, uma adolescente problemática que se sente rejeitada por todos e não tem lugar neste mundo. Mas ele logo descobre que é muito mais forte do que pensava e tem um papel muito importante a desempenhar na salvação do mundo. É assim que ela começa sua carreira no campo da magia e a preparação intensiva que precisa completar para cumprir seu destino. Em algum lugar no meio da jornada ela encontra o amor que lhe dá grande alegria, mas também vários momentos de pesar, já que a tarefa é muitas vezes o maior obstáculo.
E este livro é bom demais. Eu gosto do fato de que sua heroína é uma garota muito confusa, sem qualquer confidente tentando encontrar seu caminho. É assim que a maioria dos heróis mais jovens do livro é, e assim em suas páginas há várias histórias de atingindo a maturidade. Naturalmente, além disso, há todos os elementos que me fizeram particularmente apaixonado pelo autor e que mencionei em minhas resenhas de livros anteriores. O final é emocionante e tocante e deixa a promessa de um acompanhamento ainda mais emocionante.
Στο έκτο μέρος της σειράς ακολουθούμε την τρίτη γενιά των ηρώων μας μέσα από τη ματιά της Kelda, μιας ανήσυχης έφηβης που νιώθει ότι την απορρίπτουν όλοι και ότι δεν έχει πουθενά θέση σε αυτόν τον κόσμο. Γρήγορα, όμως, διαπιστώνει ότι είναι πολύ πιο δυνατή από ότι νόμιζε και ότι έχει έναν πολύ σημαντικό ρόλο να παίξει στην σωτηρία του κόσμου. Έτσι ξεκινάει η πορεία της στο χώρο της μαγείας και η εντατική προετοιμασία που πρέπει να ολοκληρώσει για να μπορέσει να εκπληρώσει το πεπρωμένο της. Κάπου στα μισά της διαδρομής βρίσκει και τον έρωτα ο οποίος της προσφέρει μεγάλη χαρά αλλά και αρκετές στιγμές λύπης καθώς το καθήκον πολλές φορές είναι το μεγαλύτερο εμπόδιο.
Και αυτό το βιβλίο είναι πάρα πολύ καλό. Μου αρέσει το γεγονός ότι η ηρωίδα του είναι ένα κορίτσι ιδιαίτερα μπερδεμένο, χωρίς καμία αυτοπεποίθηση που προσπαθεί να βρει το δρόμο του. Κάπως έτσι είναι και οι περισσότεροι νεαροί ήρωες του βιβλίου και έτσι στις σελίδες του υπάρχουν αρκετές ιστορίες ενηλικίωσης. Φυσικά πέρα από αυτό υπάρχουν και όλα τα στοιχεία που με έχουν κάνει να αγαπήσω ιδιαίτερα τη συγγραφέα και στα οποία έχω αναφερθεί στις κριτικές μου για τα προηγούμενα βιβλία. Το τέλος του είναι ιδιαίτερα συναρπαστικό και συγκινητικό και αφήνει υποσχέσεις για μία ακόμα πιο συναρπαστική συνέχεια.
Apesar de ter melhorado a partir dos últimos 4 capítulos, achei que a maior parte do livro não tinha nenhuma história concreta e que a maior parte das situações/enredos são repetidos de livros anteriores mas com apenas ligeiras diferenças e personagens. Achei a personagem principal bastante inconstante. Só num capítulo, era capaz de mudar de opinião três vezes, no espaço de cinco páginas.
No que toca à escrita, admito que houve certas partes que me deixaram cansado e me fizeram torcer o nariz. Expressões como "Por mil ratazanas flatulentas" ou "Por mil ratazanas estorricadas" NÃO SÃO boas expressões linguísticas para descrever surpresa/choque. É simplesmente estranho, nojento e desconfortável.
Não me quero alongar a tecer críticas a este livro. Quis lê-lo porque quero terminar a Saga das Pedras Mágicas. Os dois primeiros volumes que iniciaram a saga são bons e, na altura, adorei lê-los. Pelo que li em críticas, a história melhora nos dois livros que me faltam. Iremos ver.
A minha (lenta) jornada pela “Saga das Pedras Mágicas” continua com A Sacerdotisa dos Penhascos, o sexto livro que a compõe. Quem leu as opiniões aos livros anteriores sabe que não coloquei filtro nas reclamações. Este, conquanto ainda tenha bastante que se lhe aponte, representa, de certo modo, um corte com os seus antecessores, o que em grande medida se deve à mudança da protagonista e narradora.
Já não tinha expectativas para este livro, devido às desilusões do primeiro. Foi melhor conseguidos que os dois últimos anteriores. Fico à espera do último volume da saga para ver resolvidos os assuntos pendentes. Fico contente com esta autora, tem uma grande imaginação. Seria interessante vê-la fora deste género.
Como já foi dito por muitos e nos mais diversos contextos e locais, a Saga das Pedras Mágicas começa com um título visivelmente inspirado no primeiro volume da Saga de Sevewaters da autora Juliet Marillier. Esta é uma realidade inegável e que, confesso, me irritou um pouco ao longo da leitura desse primeiro volume, afinal a cada passo dado só me lembrava que já tinha lido aquela estória algures. Ainda assim, defendo aquele velho pregão "o que é nacional é bom" e é sempre de louvar a ousadia de um autor português que se lança num género que não é o mais bem visto (se é que me faço entender...) principalmente na esfera em que se movem a maioria dos editores, escritores e demais. Por isso insisti, quando saiu o segundo volume comprei-o e li-o e, neste momento, não me arrependo da minha decisão. Com o tempo, a estória de Catelyn foi-se instalando e apesar de achar alguns volumes melhores que outros (facto que acontece com toda e qualquer saga) já não sou capaz de perder os desenvolvimentos que ocorrem entre os Reinos do Norte e a Ilha dos Sonhos. O leque de personagens é algo vasto mas o núcleo central, a família de Throst e Catelyn, vai-se mantendo relativamente pequeno e constante. Estas, tal como a estória, vão ganhando um rumo próprio e vão-se desenvolvendo ao longo da Saga. Mas o que na realidade acho que é muito bem conseguido pela autora é a transmissão dos sentimentos, as personagens apaixonam-nos porque os sentimentos são transmitidos de uma forma tão real e simultâneamente tão especial que nos identificamos facilmente com elas. Um ponto a favor nesta área penso que foi o desenvolvimento de Trygve. Viamo-lo sempre como o menino responsável, uma personagem boazinha mas neste volume as coisas mudam de figura e o Sacerdote revela-se algo que não seria esperado. Neste volume a figura central é Kelda, a jovem filha dos Guardiães das Lágrimas do Sol e da Lua, a quem o sangue misto (Arte Luminosa e Arte Obscura) confere um poder que nem sequer chega a ser sonhado pelos que a rodeiam. Na verdade, todos aqueles que lhe são próximos pensam que a jovem não possui qualquer vestígio de magia em si acabando por votá-la a um ostracismo cínico. Com uma ajuda algo sui generis a jovem, que apenas quer salvar o seu irmão gémeo, conseguirá descobrir e controlar as suas capacidades até à chegada do momento certo de as revelar. E é neste momento que as coisas começam a mudar de rumo e nos apercebemos que as profecias da Velha do Tronco Oco e da Pedra do Tempo podem estar a ser muito mal interpretadas, o que nos deixa curiosos em relação ao destino de personagens como Thorson ou Oriana cuja paixão se vê afogada pelos acontecimentos desencadeados por Sigarr e os seus. Como não podia deixar de ser, o amor anda no ar mas as relações são tudo menos fáceis e esta não será excepção. Entre mal entendidos, profecias mal interpretadas e orgulhos excessivos o romance consegue fluir mas acaba sempre por ser asfixiado. Ainda assim, já se pode prever como acabarão as coisas neste campo. Não digo que este seja um ponto negativo, vou simpatizando com o casal e as peripécias e desventuras que os vão separando só podem ter uma compensação no final. Mas esta, bem como o destino de Halvard e Kelda ficam para um próximo volume no qual a jovem consiga aceitar que a Arte também pode ser "cinzenta" e por si dominada. Ainda assim e mesmo que vos custe a acreditar o que realmente quero descobrir no sétimo volume da Saga é quem é afinal Erebus. Este foi um personagem que pela sua ambiguidade e pela aura de mistério que o envolve, me fascinou terrivelmente. Muitos dirão que o melhor personagem é Lysander ou até mesmo Kelda, alguns falarão do omnipresente Sigarr e da sua persistência, eu só quero descobrir as verdadeiras motivações de Erebus e qual o seu envolvimento no futuro dos demais.
Quando eu achava que a saga não podia melhorar.... A Sandra decide mostrar que está aqui para supreender ainda mais os seus leitores! Que ainda quer partir um pouco mais os nossos corações!
Ora que personagem sensacional que apareceu aqui na Saga das Pedras Magicas! KELDA, meu deus!!!!! Para mim ela é a junção da Car com a Thora!!! Definitivamente tenho um top três de personagens badass aqui na saga!
Como todos os livros da saga fiquei presa de inicio ao fim, quero saber mais... preciso de saber mais! E esta nova geração é boa demais, é a perfeição que estávamos a aguardar! Mas claro, nunca deixam de sofrer com os problemas do passado e antes de nascerem já carregavam o futuro da humanidade!!
Kelda é uma guerreira, feiticeira e uma irmã dedicada! Ela não desiste das suas convicções, o que a torna uma personagem deveras interessante.
Oriana, okay... Tenho pena da falta de personalidade dela...
Lysander, ai meu coração não aguenta!!! Adoro a construção da personagem e do seu sentido de dever, mas a forma como ele é com a Kelda... ui ui
Thorson, cresceu com muito peso nos ombros e a sua postura é muito derivado a toda essa pressão subsequente.
Edwin e Edwina... O que raio se passou com estes dois? WUUUUT? Não consigo perceber as suas metodologias como pais... enfim...
No meio de tudo, apenas perdi a cabeça com o sr. Trygve, mas pronto... se a Kelda não lhe deu uma bofetada não serei eu a dar ahaha
Se eu já recomendava a saga depois de ler este livro quase quero fazer uma petição para que o plano nacional de leitura inclua estes livros maravilhosos!!!
Sandra é uma escritora sensacional que mete a alma nos seus livros e todo o seu amor, podemos ver isso em todos os livros, mas sinto que neste ainda foi mais especial, especialmente em todas as passagens da Pequena e do Lobo Cinzento (sim... eu fiquei quase a chorar com essas passagens porque revê-los desta forma aquece o coração de qualquer pessoa)
Este é o livro em que conhecemos a terceira protagonista da Saga das Pedras Mágicas. Kelda é bastante diferente dos seus parentes com sangue mágico: o seu irmão Halvard que parece contrastar bastante com o primo Thorson, apesar de ser filho do Dragão tal como ele, e Oriana, a filha da Sacerdotida dos Penhascos. Kelda sente-se rejeitada por isso, e ainda mais quando o seu querido irmão Halvard é raptado por Sigarr e esta é enviada para a Ilha dos Penhascos, para aprender a ser algo que não é. No entanto, é aí que Kelda vai conhecer o seu destino e crescer. É também aí que voltamos a reencontrar-nos com personagens bastante queridas que Kelda não reconhece, apesar de todos os sinais estarem lá. Este é um livro bastante cheio de emoções bastante vividas pelo leitor pois é fácil relacionarmo-nos e sentirmos empatia pela protagonista - ao contrário do que acontecia com a sua mãe. Falando nisso, se não era fã de Edwina nos livros anteriores, fiquei ainda menos com as suas decisões dela neste. Mas enfim. A par de Kelda, temos ainda personagens bastante complexas como Erebus, uma personagem bastante prometedora...; Lysander, por quem me apaixonei e enfureci ao ritmo de Kelda; e Sigarr, alguém que aprendi a odiar há uns bons livros atrás e que novamente aparece para afligir os descendentes de Arawen. Este foi um livro que me deixou a rir com o seu fim, pois Kelda é realmente uma personagem determinada, corajosa e auspiciosa. Foi um final surpreendente e que me deixou a ansiar pelo seguinte.
Este é o começo da 3ª geração da Saga e a facilidade com que nos conectamos à personagem principal é impressionante. Nas injustiças e alegrias, nas revoltas e determinações, seguimos Kelda sem duvidar das suas capacidades e pureza de coração. Ao contrário da sua mãe Edwina, que fazia questão de conhecer todos os seus parentes, Kelda admite ter poucos laços com a família e "ter demasiados primos e primas para memorizar todos os seus nomes". A determinada altura das nossas próprias vidas, também admitimos ter parentes aos quais nunca pusemos a vista em cima e é muito difícil estabelecer ligação, tendo em conta as vidas e preocupações de cada um. Louvo a Fé que Kelda deposita no irmão. Enquanto a família o considera perdido para a Escuridão, Kelda crê que o salvará. Assumir que alguém está perdido sem nunca lutar para contrariar esse destino é desistir por completo! A nossa vida é feita de escolhas, temos livre arbítrio. E quando sentimos que caminhamos no rumo errado, possuímos força para mudar de direção. E com amor, não há como não ter força para superar o quer que seja. Como a autora já teve oportunidade de nos provar, os irmãos podem ser semelhantes em aspecto físico, mas não em personalidade. Portanto, as constantes comparações de Kelda e Halvard feitas por alguns personagens são mesquinhas e cruéis. Resta à nossa heroína provar o quão errados estão.
Gostei muito da personagem da Kelda. Apesar de ter gostado dos 3 livros anteriores, penso que a Edwina como narradora e como personagem principal não atingia o nível da Catelyn, que tinha uma determinação e uma força de vontade extraordinárias! Então acompanharmos agora a jornada da Kelda que é assumidamente muito parecida com a avó materna foi algo que me agradou imenso.
O livro tem um bom ritmo, sempre com várias revelações e reviravoltas, embora algumas eu já esperasse. Mesmo assim, foi muito agradável de acompanhar e pelo menos para mim, o final foi tão inesperado quanto surpreendente e acho que abre portas para uma continuação que deixa elevadas expectativas.
ADOREI * este sexto livro superou os anteriores! E penso que facto de a personagem principal ter mudado ajudou e muito.. continuo a ter alguns problemas com esta nova personagem, mas ao contrário da outra, com esta nova personagem eu consigo perceber as suas decisões e atitudes.. e devo dizer que ADORO esta personagem.. é muito fácil adora-la devido à sua história e à sua irreverência! Eu pelo menos apaixonei-me logo por ela! A história deste livro passa a correr e le-se tão bem! e as novas personagens também dão uma nova vida a esta saga.. Cheia de vontade de continuar esta história e saber o fim desta saga!
O sexto volume da Saga das Pedras Mágicas traz-nos uma nova heroína, Kelda, filha de Edwina e neta de Catelyn, e com ela, uma nova e emocionante jornada repleta de magia, perigos e destino. Desde o primeiro momento, a narrativa prende-nos ao dilema de Kelda: salvar o seu irmão gémeo Halvard das garras do temível feiticeiro Sigarr, ao mesmo tempo que luta contra a sua própria essência e o papel que pode desempenhar no destino do mundo.
A construção da personagem de Kelda é um dos grandes destaques do livro. Herdando a determinação da sua linhagem, ela não é apenas uma sucessora de Catelyn, mas sim uma protagonista cativante por mérito próprio. A sua relação com Halvard adiciona uma camada emocional intensa à história, tornando a missão ainda mais pessoal e angustiante.
Embora este volume apresente uma nova geração, ele mantém a essência da saga, ao mesmo tempo que expande o mundo e a mitologia que os fãs já conhecem. Para quem acompanhou os volumes anteriores, há um sentimento de continuidade e evolução, sem que a história se torne repetitiva ou previsível.
Em suma, este sexto volume prova que a Saga das Pedras Mágicas ainda tem muito para oferecer. Com uma nova protagonista forte, uma história envolvente e um vilão digno de destaque, é uma leitura obrigatória para os fãs da série e uma excelente porta de entrada para novos leitores.
Mais uma releitura de mais um volume estrondoso desta saga fantástica!
Um livro que nos prende a atenção, que nos coloca o coração aos saltos e um nervoso miudinho, em muitos trechos do enredo! (já agora, como todos os belíssimos livros da autora Sandra Carvalho!).
Neste sexto volume continuamos a seguir a história dos descendentes dos nossos amados Throst e Catelyn. Neste caso, seguimos os destinos dos seus netos - Kelda e Halvard, e cruzamo-nos com muitas outras personagens que já conhecemos desta saga maravilhosa.
Kelda é fenomenal! Corajosa, irreverente, com um bom coração, determinada e incansável.
Halvard vai-nos ser revelado mais intensamente no próximo volume. Também adoro o Lysander. Trygve demonstrou facetas menos boas da sua personalidade.
Um livro repleto de personagens fortes, vilões implacáveis, e com um enredo muito bem delineado.
E o final?! Deixa-nos com uma enorme vontade de ir a correr pegar no próximo volume!
Não costumo reler livros, mas estou a reler esta saga, e mais uma vez estou a adorar!
Que venha a releitura do penúltimo livro, que me recordo que foi um volume do qual gostei bastante, apesar de já ter lido todos estes volumes há vários anos atrás.
Tenho alguns mixed feelings... A Kelda é uma novidade refrescante face à Edwina, chega mesmo a ter mais garra que a Catelyn! Ao mesmo tempo, passa a primeira metade do livro com uma paranóia constante e, considero, injustificada... Além disso, há partes em que a narrativa enrola bastante, insistindo em esconder dela um segredo que para os leitores não é segredo algum... Tirando esses detalhes, tem sido muito mais emocionante acompanhar a Kelda do que a Edwina. Gostei das reviravoltas finais, dos cliffhangers, e estou deveras curioso a respeito do que ainda me espera nos dois últimos volumes. Uma coisa que inicialmente me deixou de nariz bem torcido foi a forma como a escrita da autora mudou face aos livros anteriores... Começaram do nada a aparecer palavras pouco usuais e discursos muito mais formais... Há uma passagem que tem ali martelados 3 termos seguidos que quase me faziam sacar do dicionário 🫣 Nada contra, talvez desta forma até se adeque mais à época que o livro retrata, mas é estranho quando isso só começa no sexto volume 😅
Por último... Não se passa de bisavô para tetravô, ok? Hakon e Aranwen são trisavós da miúda, não tetravós, como o livro refere pelo menos 3 vezes!
Este livro expande este universo fantástico ao dar-nos a conhecer mais sobre a vida e rituais do povo dos Penhascos, mas também das crenças da Gente Bela, cujas bases mitológicas conferem a este livro nova camada de interesse e emoção.
Continuamos com a já habitual caracterização de personagens muito bem desenvolvida, algumas que já conhecemos cuja personalidade adquiriu contornos inesperados, mas também novas personagens divertidas, que conferem ao livro momentos mais calmos e necessários. Além disso, a protagonista tem um desenvolvimento que nos cativa e faz com que sintamos uma empatia crescente ao longo da narrativa.
O romance foi também um dos meus preferidos, com uma química inegável e que nos faz torcer por eles.
O final é um excelente incentivo para saltar de imediato para a continuação!
Terminado!! Não me canso de dizer que a Sandra é a rainha da fantasia Portuguesa😊Adoro, adoro, adoro. Mais uma vez viajei pelas terras maravilhosas que a Sandra criou, acompanhando a Kelda e o Lysander, e os meus favoritos Pequena e Lobo Cinzento( serão sempre os meus favoritos)! O que irá acontecer agora a Kelda que viaja com Erebus? Terei de pegar brevemente no O Filho do Dragão para saber das aventuras que lhe esperam. Como irá reagir Lysander? Ai, tantas questões. Recomendo sempre❤️
Neste livro desiludi-me com personagens que me tinham conquistado nos livros anteriores e tive muitos momentos de emoção com a história, continuo a gostar muito e se por um lado estou contente por estar quase tudo a se resolver, por outro estou com pena de já estar a dois livros do fim.
Um dos mais emocionantes desta aventura fantástica. Esta nova prol de personagens, com personalidades tão vincadas e poderes diferentes faz com que ao fim de 6 livros ainda me mantenha com imensa vontade de ler o próximo.
Incrível! Este livro transmite a mesma sensação dos dois primeiros: é como ter a Catelyn de volta! A história está muito bem estruturada, o romance é sublime... depois de começar a ler já não conseguia parar!
Amei a nova protagonista. Com "muito pêlo na venta". Adoro personagens fortes, rebeldes e que não se enquadram no sistema. E ela é um "underdog". Muito complicado defender as acções dos outros, quando ela é a prejudicada. Amei o Lysander. Ansiosa pelos outros dois livros.
O 6º volume da Saga das Pedras Mágica dá início à 3ª (e última) geração em que a Kelda (filha de Edwin e Edwina) assume o protagonismo da história.
Que livro incrível! Superou todos os anteriores. Empolgante, misterioso, intrigante. Personagens complexas, história interessante sem momentos mortos e surpreendente a cada capítulo.
Sandra Carvalho sem dúvida, a melhor no romance fantástico em Portugal.