Uma biografia imaginária de Dimitri Borja Korozec, um anarquista especializado em assassinatos políticos, que se caracteriza por uma espantosa dificuldade em atingir as metas às quais se propõe. Sua 'propensão natural pela catástrofe' fará dele eternamente o homem certo na hora errada. Porém, não lhe falta perseverança e ele vai mudando de cidade e de país, sempre convencido de que sua missão é matar tiranos. Curiosamente, Dimitri está sempre no meio de algum acontecimento interessante. É assim que Jô Soares traça um roteiro geográfico para o seu assassino, e através dele, conta 40 anos de história.
José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares, foi um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, diretor teatral e ator brasileiro.Nasceu em 16 de janeiro de 1938, no Rio de Janeiro. Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona-de-casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inatas apontavam-no para outra direção. Começou a trabalhar na TV Rio em 1958 e na TV Excelsior e TV Record na década de 1960, em São Paulo. Na década seguinte (1970-80), foi co-autor e ator nos seguintes programas humorísticos de televisão: Faça Humor, Não Faça Guerra; Satiricon; O Planeta dos Homens e Viva o Gordo, na Rede Globo, e Veja o Gordo, no SBT. Entre 1988 e 1996, foi apresentador do programa Jô Soares, Onze e Meia, no SBT, tendo retornado à Rede Globo em seguida. Em 1995, Jô se enveredou no mundo dos best-sellers. Já tinha escrito dois livros anteriores, mas com os romances O Xangô de Baker Street (1995) e O Homem que Matou Getúlio Vargas: Biografia de um Anarquista (1998), traduzidos para o inglês, francês, italiano e espanhol que o escritor figurou na lista dos mais vendidos. Seu mais recente livro, Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005), foi lançado pela editora Companhia das Letras numa tiragem de 100 mil exemplares.
[Edited and pictures added 10/2/2020] It’s hard to bring comedy to the theme of assassination but this novel pulls it off quite successfully.
Our hero, or, more properly, anti-hero, is Dmitri, born in Serbia in the early 1900’s to a Brazilian émigré mother. He goes to “assassin school” (I guess the equivalent of community college back then). And did I mention he has six fingers on each hand? The comedy begins when he is one of a dozen assassins trying to take out Archduke Ferdinand in 1914. Dmitri’s sixth finger jams in the gun and he misses his opportunity to be the assassin.
But there are plenty more chances for him to spoil the fun. He is implicated in responsibility for the arrest and eventual execution of the notorious beautiful spy, Mata Hari. He next lands in Chicago where he hooks up with Al Capone, and was almost, but not quite, involved in the St. Valentine’s Day massacre. Working for Al at the time of Al's "federal tax difficulties," he managed to bribe the wrong jury, sending Capone to jail and Dmitri fleeing for his life.
In between his “known” involvements, Dmitri often drops off the map leading to speculation that he was involved in other assassinations and attempts. Perhaps he was involved in the assassination attempt on Franklin D. Roosevelt in Miami in 1933 in which five people were shot (historical fact).
Now he ends up in Brazil, fulfilling a death-bed promise he made to his mother to return to her native country. True to his blundering ways, Dmitri ends up causing his first killing in trying to prevent the ousted dictator, Getulio Vargas, from committing suicide.
The book is translated from the Portuguese. The author (b. 1938) is a successful Brazilian comedian and talk show host who has turned to writing fiction – pretty successfully I’d say. The book includes many real historical photos of the assassins and the assassinated.
New York Times from Feb. 16, 1933 from nytimes.com The author from alchetron.com
Dimitri is born with twelve fingers. And he is clumsy. There. That's the gist of the book.
He stumbles through the 20th Century, all the while trying to do his best to assassinate some of the leaders of the time. Dimitri can speak any language and learn any trade, a chameleon. His goal is to assassinate a world leader, but his extra digits always seem to conspire against him. As he ages, we get to meet Mata Hari, Al Capone, Franklin Roosevelt and others, as he either befriends them or lines them up for murder.
While reading this, I thought of Zelig, the Woody Allen movie where an average joe gets inserted into famous moments of recent history. A narrator says, "When you look back on it, it was very strange." That's how I would describe this book. Very strange.
"Etnashar esbaa! Etnashar esbaa!" which in Alexandrian Egyptian dialect means "twelve fingers".
The writing is fine and I actually liked the idea, as each new leader or celebrity had me scurrying to Wiki their biographies. The Al Capone section and the St. Valentine's Day Massacre kept me interested, but the little dwarf who is the last of the Thuggee and who chases Dimitri all over the world, well he left me a bit bored. Overall, not a bad book but I had a difficult time staying fully interested once the famous folks left the pages.
Book Season = Year Round (midgets on roller skates)
Dimitri Borja Korozec tinha quinze anos de idade quando se juntou a um grupo anarquista com um só objetivo: exterminar tiranos ao redor do mundo. Embora tenha sido aceito, aos poucos se revela um desastrado profissional, podendo até receber a alcunha de pior assassino do mundo. Em uma narrativa cômica, Jô Soares revisita vários acontecimentos e personagens históricos pela ótica de Dimitri, que apesar de fictício exala o aroma de realidade que só os personagens bem escritos possuem. A forma como o lado histórico se envolve com a ficção tem um sinergia como vi poucas vezes em ficções históricas. Além de tudo há um desafio a mais: a comédia. Seguramente um dos aspectos mais difíceis de se imprimir em um texto. O livro ganha por não se levar a sério. Embora o estilo da prosa busque em suas referências alguns dos grandes nomes da literatura brasileira, não abandona a simplicidade e muito menos compromete seu valor cômico. Jô Soares não só é bem sucedido em unir todos os elementos que escolheu para construir sua narrativa como também ganha a confiança do leitor. Eu, que nunca tinha lido nada dele, voltarei com certeza para ler suas outras obras. Cresci admirando o Jô Soares entrevistador, mas no final de minha leitura estava convencido de que sua grande obra prometia estar em sua prosa. Só o tempo para outras leituras dirá se esta minha impressão tem algum toque de realidade.
Mais uma vez Jô Soares nos brinda com uma história de suspense e mistério, uma história que a História se esqueceu de contar. Um personagem que se esconde nos meandros da História tradicional (e sem graça), desde a Bósnia, passando pela França, EUA até chegar no Brasil e quase evitar que a História (como nós conhecemos)se concretizasse. Um (quase) responsável por tudo que aconteceu no Velho e no Novo Mundo desde 1914 até 1954, 40 anos de aventuras e "fracassos".
Uma história que faz a História ficar mais pobre por não ter sido capaz de fazer as aventuras desse livro acontecerem.
Paródia de uma biografia, e de todo o género biográfico, este livro é mais divertido do que 'O Xangô de Baker Street'. As aventuras do personagem principal são do mais rocambolesco que se possa imaginar. Alguns trechos são de rir às lágrimas, mas o resultado final não excede as expectativas... Três estrelas, portanto.
Li este livro vários anos atrás e me lembrava de ter gostado muito. Mas, assim como outro titulo de Jô Soares que li ano passado, a releitura me trouxe impressões diferentes de uma história que eu já conhecia. . Em "O homem que matou Getúlio Vargas", conhecemos Dimitri Borja Korozec, um terrorista sérvio, de mãe brasileira, desastrado por natureza e frustrado por nunca conseguir realizar nenhum ato em seu objetivo de livrar o mundo daqueles que considera tiranos. Acompanhamos sua história desde antes de seu nascimento e todo o seu caminho percorrendo diversos países da Europa e cidades dos Estados Unidos até chegar ao Brasil, onde Dimitri finalmente conclui que veio ao mundo para dar fim ao Estado Novo e à vida de Getúlio. As aventuras de Dimitri, no entanto, parecem guiadas e escritas a partir de uma checklist de gosto duvidoso. Por mais de metade do livro, encontramos uma mistura de orientalismo, inserção de coisas exóticas, menções a supostas sociedades secretas, aparições ao acaso de figuras histórias, políticas e do mundo cultural/artístico, referências de cinema e literatura escrachadas, além de uma série de curiosidades sem utilidade prática para a história. Desde quase causar o início da Primeira Guerra Mundial até trabalhar a serviço de Al Capone, Dimitri passa por poucas e boas, porém de uma maneira tão rocambolesca que beirava o irreal. Apesar de achar o estilo irritante e cansativo, prossegui na leitura porque tinha curiosidade de saber o que acharia no final. Reler os livros de Jô Soares, anos depois da primeira leitura, tem sido interessante. E, afinal de contas, todo esse rocambole da "biografia" de Dimitri acaba sendo engraçado em algum momento. Quando ele chega ao Brasil, as situações absurdas começam a parecer bem mais prováveis do que nos outros lugares por onde passa, embora alguns trechos ainda sejam mais vergonhosos do que divertidos. Minha releitura deste livro foi melhor do que a de "As Esganadas", outro título do autor que eu costumava me lembrar como bom, mas a minha opinião geral é de que nenhum deles deve continuar na minha estante por muito tempo.
Hm, ne znam što bih mislila. Autoru se svakako ne može osporiti smisao za humor, ironiju i satiru. Također, kako bi se fikciju uklopilo u povijest potrebno je ipak imati znanje i sposobnost šireg pregleda. Ipak, ne mogu izbjeći subjektivnost jer ne volim taj 'humor karaktera' ili kako se to već zove (mr. bean stil). A s obzirom da je ovo moj profil, bez daljnjeg pojašnjenja -3, s tri zvjezdice.
Hay detalles de humor que seguro que me he perdido por desconocimiento del portugués y de la historia (mas aún la de brasil) por lo que mi reseña no vale mucho. Es un libro un poco perturbador y de humor en general barato. No me lo habría leído si no estuviera aprendiendo portugués, pero ha cumplido su función
This book is supposed to be funny, but it just reads like a Looney Tunes cartoon. All the "humor" is over-the-top slapstick physical comedy, with little authorial effort put into actual wit. This book is supposed to be historical, but it reads like the author Googled a few famous names from the time period and randomly inserted them into various chapters for little to no reason.
The main character is somehow inexplicably a genius (who speaks every language and is a crack shot with every gun), and ALSO a totally buffoonish, klutzy idiot caricature, making him feel like two totally separate people with the same name. He has no personality or even any reason for his fanaticism. He is just super talented at everything he ever tries, except for the thing he keeps trying to do. He has lots of opportunities to take that as a sign, choose a new profession better suited to his talents, and learn and develop as a character - but doesn't. He's frustrating and boring to read, the Gary Stu of assassins, which is a phrase I never thought I'd have cause to say.
Nothing of importance ever happens in the plot, because he fails at everything he does. Except for have sex with women, which he does constantly, and we're told he's supernaturally good at it... this seems an extremely improbable "talent" for a man awkward and clumsy enough to get his fingers stuck in the trigger guard of a pistol. But the author tells us his character is a sex wizard, and goes into totally excessive detail about his various partners' nipples, so obviously it must be true. I'm not sure how extra fingers would make you any better at pleasing a woman, but what do I know about anatomy?
I wasn't impressed, and if this is the author's idea of "a rip-roaring romp through history", I'll stick with the nonfiction, thanks.
O Homem Que Matou Getúlio Vargas. Jô Soares. 1999.
Sou mega suspeita para escrever qualquer coisa sofre os livros do Jô Soares. Sou completamente alucinada, apaixonada pelos textos deste comediante, entrevistador e autor. Posso até ter alguma ressalva a fazer ao entrevistador, agora o autor é simplesmente maravilhoso.
A palavra chave deste livro é HILÁRIO, não há outra forma de classificar este texto. Fiquei parecendo uma louca, lendo e rindo ao mesmo tempo. Ainda bem que procurei ler dentro de casa. Pelo menos, apenas a família sabe da minha sandices.
Como alguém pode ter assassinado Getúlio Vargas, se ele suicidou-se? Esse livro do Jô Soares conta a estória de Dimitri, um anarquista nascido na Bósnia, de mãe brasileira. Uma estória original, e com o estilo peculiar do Jô de unir ficção e realidade, recheado de pornografia dispensável. Em alguns momentos o livro fica previsível, pois o Jô tem um certo padrão ao narrar as encrencas em que o Dimitri se mete. É um livro de leitura agradável, interessante e que vale a pena ser lido. Se você gosta de mistério, com uma boa dose de humor, recomendo esse livro. Boa leitura!
A curiosidade neste livro já começa pelo título e, se por algum motivo você não sabe ou não se lembra quem matou Getúlio, ainda há tempo para descobrir... 😉
Com o subtítulo "Biografia de um anarquista", Jô conta a história de Dimitri Borja Korozec. Filho de sérvio com brasileira nascido na Bósnia, nasce com um dedo a mais em cada mão e cresce em um ambiente anarquista e, por causa do pai que pertence a confraria dos "Meios-Castrados", também é inserido nesta seita 😶
Dimo cresce e é convidado a cursar e desenvolver suas habilidades na escola dos anarquistas e com o tempo recebe missões para matar alguns líderes pelo mundo e, falha em todas elas.
Jô Soares cria um personagem ficcional que margeia fatos históricos ou esbarra com personalidades da História, como por exemplo o assassinato de Francisco Ferdinando que foi o estopim para o início da Primeira Guerra Mundial ou o julgamento e prisão de Al Capone.
O texto é fluido, de leitura fácil, tiradas engraçadas e situações, às vezes inesperadas e divertidas.
Jô Soares era uma enciclopédia humana e definitivamente não tinha medo de mostrar isso em cada página: é quase impossível encontrar um parágrafo sem nenhuma referência. A impressão que me deu foi que o enredo deste coloridíssimo livro, uma série de desventuras que englobam meio século, é basicamente uma desculpa pra flexar todo o seu conhecimento, nos levando a lugares completamente inesperados como o set do Ben-Hur de 1925 (eu não sabia que ele era assim tão apaixonado por cinema! As referências estão por toda parte) e a Sarajevo pós-otomana. Cada um desses contextos pulsa e desperta o meu wanderlust interior, me deixando com aquela vontade incontrolável de ver um pouquinho mais desses cenários. Se o humor às vezes falha e é forçado (mas nem sempre, felizmente), pelo menos eu terminei a leitura um pouquinho mais sabido.
Romanzo che ho letto - per errore - due volte, avendo rimosso di averlo già letto. Il racconto si snoda attraverso un’accozzaglia di presunti documenti di varia fonte, presi a pretesto per raffazzonare la biografia di un personaggio sconclusionato. L’intreccio con personaggi noti si rivela pretestuoso, ed è appesantito dai continui incisi per ricordare chi erano i vari personaggi incontrati. La trama maldestramente prevedibile è rilanciata da cambi di scena tanto sconclusionati da risultare posticci e poco credibili. Mi spiace non aver saputo cogliere il filo che, nelle intenzioni dell’autore, avrebbe dovuto tessere la trama in modo forse più unitario. No, non lo leggerò una terza volta.
Jolly novel playing with real historical events and figures which sews the storyline of blumbsy, clumsy Dimitri Borja Korozec - the bastard (kind of unaware) son of the brasilian dictator Getúlio Vargas. A funny, easy way to acquire a taste for History while having a good laugh. This brasilian author, fat Jô, car enthusiast and famous presenter both in his home country and Portugal, blends humour with history telling almost masterfully. It is a light read. Thank you Cheng, for this gift, souvenir of a country, vacation and historical friendship.
As 5 estrelas foram dadas tendo em vista o objetivo do livro, que é nos divertir. Isso ele faz muito bem, é divertidíssimo! Gosto muito de histórias que mesclam pessoas e acontecimentos verdadeiros com personagens e acontecimentos fantasiosos. Jô Soares acerta no ponto com esse livro. Além disso, temos uma ambientação super bem feita, como em todos os livros que já li do Jô, e um humor delicioso. Enfim, esse, com certeza, será uma releitura para daqui alguns anos em um feriado em que eu esteja precisando dar umas risadas e me divertir um pouco.
Li-o em português e há muitos anos, mas lembro muito bem de tê-lo "engolido". É impressionante como a história pode ser manipulada, com qual facilidade e maestria se pode adicionar personagens, justificar ou explicar um acontecimento. A maneira como o autor desenvolve o final, ou seja, a morte de Getúlio Vargas, é de tal maneira bem feita que pude sim acreditar que o descrito tivesse ocorrido, sem contudo ter acreditado a sério! Recomendo muitíssimo a sua leitura.
Ένας δωδεκαδάκτυλος, πολύγλωσσος αναρχικός αδέξιος εκπαιδευμένος δολοφόνος, περιφέρεται στην μισή υφήλιο και στο πρώτο μισό του 20ου αιώνα και η πορεία του διασταυρώνεται με προσωπικότητες όπως η Μάτα Χάρι ο Αλ Καπόνε και η Μαρί Κιουρί. Με πολύ χιούμορ η ιστορία ξαναγράφεται και ξεδιαλύνονται μυστήρια που ήταν άλυτα για πολλά χρόνια.
Το κερασάκι στην τούρτα, ένας άτυχος επαγγελματίας δολοφόνος νάνος.
Nao vou negar que o inicio me fez pensar “ok, qual o ponto disso tudo?” Com todas as referencias historicas estrangeiras e as peripécias de Dimitri. Ao longo das paginas, o enredo foi ficando mais interessante conforme se aproximava da historia sendo ambientada no Brasil. Contudo, mesmo com o plano de fundo cheio de ambientações historicas, o clima de um filme de comedia de pastelão misturado com historia alternativa de Forrest Gump nao me agradou muito.
Jô Soares soube unir ficção e realidade de forma magistral nessa obra. Com o ar cômico peculiar ao longo de toda a narrativa, O Homem que Matou Getúlio Vargas é uma ótima leitura, repleta de curiosidades históricas minuciosamente exploradas pelo autor. Em diversos momentos, provoca no leitor a sensação de estar diante de um “Forrest Gump” à brasileira. Extremamente recomendado.
Provavelmente o maior humorista da língua portuguesa e simultaneamente um escritor fascinante. Jô Soares é um contador de factos históricos como poucos o conseguem ser. Imperdível para quem gosta de saber mais sobre a história do século XX, referente a um acontecimento que mudou o rumo da própria história.
O livro tem um andamento maravilhoso, uma evolução divertida, e de repente... acaba. Faltou um denouement, um "e agora" — além de algumas partes parecerem "eu tinha planejado escrever isso aqui tudo mas no fim vamos só passar por esses fatos e continuar, vamos vamos vamos".
Em tempo: é um livrão, vale a pena ler e dar risadas. 3.5 estrelas — arredondei pra 4.
O livro é um bem cansativo no começo, mas depois da página 50 mais ou menos a história dá uma engatada melhor e se torna uma leitura agradável. Onde a cada capitulo nos perguntamos qual vai ser a besteira cometida pelo personagem. Pois já sabemos que ele é um desastroso determinado a dar certo.
O primeiro livro que li fora da escola no período escolar. Jô combina maravilhosamente elementos históricos com anedotas ficcionais, confundindo o leitor, deixando até uma dúvida sobre como os fatos poderiam ter ocorrido. Muito bom!