Neste livro, Augusto Cury tem a intenção de aprofundar com os seus leitores alguns conceitos que vem utilizando ao longo de toda a sua obra como as janelas killers, os 3 tipos de memó
- Falta de preocupação que as pessoas tem com o Eu; - Como devemos treinar nossa mente para enfrentar os obstáculos da vida; - Explica a formação de nossa memória, como podemos guardar coisas desagradáveis por toda a vida; - Como uma mães e professores devem se preocupar para não formar traumas nos bebês e nas crianças; - Os problemas da educação; - As formas de pensamento; - Socialização e solidão; - Autoconhecimento.
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
“Nebunie e să trăim in case și apartamente confortabile, dar să nu avem un loc înlăuntrul nostru, unde sa ne odihnim și să ne relaxăm...E păcat că foarte puțini oameni caută să intre în straturile mai profunde ale ființei lor, printr-un dialog cu sine inteligent, relaxant și productiv.E un păcat și mai mare că trăim intr-o societate atât de superficială, care privește actul de a se căuta și de a sta de vorba cu sine ca pe o nebunie.”
A obra possui 10 capítulos, vários subtítulos dentro deles e aborda bastante as questões do Eu no cotidiano e na vida do ser humano.
O primeiro capítulo é sobre o Eu ficar assombrado com a mente humana e fala sobre inteligência emocional e a educação e seus mecanismos. Já o segundo capítulo comenta sobre as técnicas inadequadas do Eu como gerente psíquico e aborda todas as problemáticas da mente como tentar interromper a construção de pensamentos e tentar desviar o pensamento ou se distrair.
Já o terceiro capítulo é sobre a definição do Eu e suas funções vitais, seguido pelos paradoxos de um eu imaturo, a memória genética, central e periférica e seus três tipos de memória, mecanismos de interação, a carga genética e o feto, a educação se iniciar no útero, o comportamento dos bebês, as classes de raciocínio, as gritantes diferenças entre o raciocínio unifocal e multifocal, o raciocínio abstrato e as três técnicas pedagógicas para expandir o raciocínio multifocal, indutivo e abstrato.
A partir do sexto capítulo é tratado sobre os tipos de pensamentos e suas formas, sobre as escolas viciaram o eu na construção dos pensamentos, como se formam os pensamentos conscientes, a natureza virtual dos pensamentos e da consciência, as causas da socialização, os quatro tipos de solidão experimentados pelos indivíduos, a eterna procura do eu, a autoconsciência, o gatilho da memória, o eu nutrir-se de janelas fechadas, o pânico e eu doente, a adaptabilidade e a flexibilidade, o eu construtor e reconstrutor e a dor psíquica como maior escola.
Em todos os momentos, o autor vai fazendo paralelos com situações conhecidas a luz da psicologia e da espiritualidade. Durante a narrativa, você fica muito expert em MUC (memória de uso contínuo) e ME (memória existencial ou periférica), pois as mesmas são citadas ao longo de todo o livro.
O texto é de fácil entendimento e flui melhor para quem é conhecer da área. Eu, totalmente leiga nos assuntos psicológicos, fiquei um pouco perdida, mas foi de boa e consegui ler tranquilamente. Além disso, é uma obra bem reflexiva.
Nao gostei que o autor tenha decidido separar o tema em dois livros... Depois de ler este queres ler o outro, mas sinceramente a política de querer fazer mais e mais dinheiro à volta do tema é um pouco triste. Especialmente porque ele vende tantos livros de qualquer maneira.
Em "A Fascinante Construção do Eu", Augusto Cury explora o complexo universo da mente humana e a importância de desenvolver uma saúde mental sólida em um mundo repleto de estresse e superficialidade. O autor critica a educação moderna, que falha em preparar os indivíduos para gerenciar suas emoções e pensamentos. Para Cury, a compreensão do eu é fundamental; ele compara o eu a um piloto de uma aeronave sofisticada, que deve possuir habilidades para navegar pelas turbulências da vida. A obra discute as dificuldades que muitos enfrentam ao lidar com suas emoções, sugerindo que a tentativa de evitar conflitos internos apenas acumula problemas na memória, resultando em inseguranças e descontentamento. O autor enfatiza a importância do autoconhecimento e da consciência emocional, propondo que uma educação eficaz deve focar na formação de indivíduos capazes de administrar suas mentes. Ele aborda as funções do eu e como as experiências traumáticas podem moldar nossa percepção e comportamento, ressaltando que a saúde do eu está intimamente ligada à capacidade de lidar com as pressões sociais e emocionais. A memória genética, incluindo a central e periférica, é discutida como um fator que influência o desenvolvimento da personalidade e a construção do eu ao longo da vida. Cury apresenta conceitos psicológicos que são cruciais para a saúde mental, sugerindo que entender como hormônios e neurotransmissores afetam a formação do eu é vital. A memória única de cada indivíduo molda comportamentos por características específicas que impactam a forma como interagimos com o mundo, e essas características podem afetar nossa sensibilidade diante de estímulos estressantes e as interações sociais. O autor usa uma analogia com a cidade, onde as ruas representam experiências cotidianas que o eu acessa, enfatizando que nossas interações moldam nossa memória e influenciam nossos pensamentos e respostas sociais. Histórias exemplificativas, como a de um jovem que entra em depressão após a perda do pai, são utilizadas para mostrar que o eu deve aprisionar essa dor e transformá-la em motivação para a vida, destacando a importância de cultivar relações significativas. Outros conceitos-chave incluem a necessidade de educar o eu desde o útero, como o estresse da mãe pode impactar o desenvolvimento emocional da criança, e a categorização dos raciocínios em simples e complexos. A promoção do pensamento multifocal é sugerida como uma forma de encorajar uma visão mais abrangente das necessidades e emoções, essencial para a adaptação social e a maturidade. À medida que o leitor avança na leitura, perceberá que a introspecção e a autoanálise são ferramentas indispensáveis para a melhoria do eu, permitindo que experiências passadas sejam ressignificadas e transformadas em aprendizado. Cury também critica a tendência do mundo moderno de criar um ambiente que limita a criatividade e a sensibilidade emocional, alertando para os perigos de um foco excessivo em conhecimentos especializados que engessam a capacidade de inovar. Exemplos de figuras como Van Gogh ilustram a conexão entre a fragilidade emocional e a criação artística, sugerindo que um eu bem estruturado é aquele que se abre à autoexploração e ao crescimento pessoal. O autor destaca a urgência de promover uma educação que valorize a dúvida, a crítica e a expressão de experiências emocionais, buscando formar indivíduos resilientes e autônomos. Por fim, Cury conclui que, enquanto a capacidade humana para desenvolver relacionamentos íntegros é imensa, a falta de consciência e compreensão do eu pode resultar em comportamentos prejudiciais como egoísmo e agressividade. A formação de um eu saudável depende de um contínuo autoconhecimento, que possibilita a gestão efetiva das emoções e a construção de interações significativas. Sem dúvida, "A Fascinante Construção do Eu" instiga a reflexão profunda sobre como lidar com nossos conflitos internos e como cultivar uma saúde mental que permita uma vida plena e socialmente conectada. Essa introspecção, quando bem orientada, pode se tornar a chave para a construção de uma existência mais significativa e equilibrada.
În „Fascinanta construcție a Eului”, Augusto Cury provoacă cititorul la conștientizarea controlului pe care îl are asupra viitorului prin educarea unui Eu matur. Prin crearea unui sistem de gândire constructiv, de sine stătător, pentru ca atunci când va întâlni obstacole să nu fie afectat de stres exagerat, de panică sau crize de anxietate. Prin introspecție și analiză, fiecare Eu va fi capabil să trăiască viața într-un mod plenar. Căci numai prin conștiență de sine, interiorizare, arta de a observa și arta de a întreba, are loc evoluția ființei umane. Mai multe detalii pe blogul Citiți.Iubiți.Trăiți: https://veronicagavril.com/cum-sa-dez....
Sou leigo nesse gênero, mas achei esse livro do Cury melhor do que outros que li desse autor. Talvez seja porque, na minha visão, ele deu mais atenção à ciência da psiquiatria do que ao raso tema da autoajuda. É provável também que, quando eu tiver a oportunidade de ler obras referenciais nesse gênero literário, mude de opinião. Enfim, indico esse livro para qualquer pessoa. Trouxe a psiquiatria de uma forma que pode ajudar muito alguns seres humanos debilitados por aí, uma realização merecedora dos meus aplausos.
É o segundo livro que leio do autor. Tive a impressão de que seus livros poderiam ser resumidos em apenas um. Para mim ele fala muito mas não diz nada, isto é, pouco e aprendido e aproveitado. Há explicações técnicas interessantes, mas não há explicações praticas, exemplificadas passo a passo para a mudança de comportamentos. Como a exemplo do livro "comunicação não violenta" que é um livro didático para o aperfeiçoamento da comunicação. Resumindo foi difícil chegar ao final deste livro pois parecia uma perda de tempo, patinando e não saindo do lugar.
From time to time reading the book felt uncomfortable, due to self reflection and the parallels,comparison I inadvertently did, This book is great if your mind is open to new, introspection and detachment from our defense mechanisms.
Um livro de aprendizagem sobre a formação do nosso eu. Deveríamos aprender tudo desde novos. Obrigada professor Augusto Cury por esta obra maravilhosa das suas para nós ensinar e colocar em prática.
O livro explora como a nossa identidade (o "Eu") se forma ao longo da vida, influenciada por traumas, memórias e relações e defende que podemos auto gerir essa mentalidade para enfrentar desafios e melhorar o equilíbrio emocional e mental.
Pontos positivos: Aborda temas importantes como autoconhecimento, memória emocional, autoestima e regulação mental. Escrito de forma simples, com termos fáceis de entender—bom para quem quer uma leitura introdutória sobre psicologia e mente.
Pontos negativos: Simplista e superficial, apresenta conceitos psicológicos sem aprofundar, demasiado introdutório e pouco desafiador. Repete as mesmas ideias ao longo do texto e peca por falta de exemplificação ou estudos de caso que apoiem as ideias.