Não há maior liberdade do que viajar ao sabor do tempo.
Neste novo livro de textos inéditos, o viajante apresenta ao leitor as suas impressões sobre as suas mais recentes andanças. Durante quinze meses, andou sem pressas e sem datas por destinos tão fabulosos e longínquos como as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia.
E, de terra em terra, entre um abraço e uma despedida, Gonçalo Cadilhe partilha com o leitor os encontros, os lugares, as leituras, os contratempos e as alegrias de uma viagem em slow-motion pelas estradas de um planeta sem segredos para o viajante mais determinado da actualidade.
Gonçalo Cadilhe é um viajante, jornalista e cronista português. Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968 e é licenciado em Gestão de Empresas. Viajar é a sua paixão e nos últimos anos esteve envolvido em vários projectos pessoais em colaboração com o jornal Expresso. O viajante português lança as crónicas das suas experiências por esse Mundo fora e publica-as semanalmente na revista Única.
As crónicas das suas viagens foram posteriormente publicadas em livro, de que são exemplo Planisfério Pessoal, A Lua Pode Esperar, África Acima e Nos Passos de Magalhães[1].
Para além disso é cronista também nas revistas portuguesas Blitz e Surf Portugal.
Uma das suas paixões é o surf, que pratica regularmente.
Desde 2008 Gonçalo Cadilhe é líder de viagem da agência Nomad - Evasão e Expedições
Este livro conta-nos pequenas histórias, acerca da conquista do mundo por parte de um dos backpackers portugueses mais conhecidos. Transmite-nos a liberdade que é viajar e fazer do mundo a nossa casa. Preparem-se pois, vão ficar com uma vontade insaciável de viajar :) Senti alguma falta de ligação entre estas aventuras, mas de resto é um livro de muito fácil leitura.
Não foi o primeiro contacto que tive com Gonçalo Cadilhe, mas foi o primeiro livro, ou melhor dizendo, coletânia de crónicas, que li. Gostei bastante, especialmente do facto de, aos relatos das viagens, acompanharem fotografias dos locais descritos, tornando assim mais verossímeis as experiências que o autor partilha com o leitor.
#29#2019#julybooks Escolhi este livro pois achei curioso fazer parte do plano nacional de leitura. Adorei este livro. Fala de locais mas fala sobretudo do viajante. Fala do que é ser viajante preguiçoso; fala sobre o tempo; fala sobre o sentirmo-nos vivos; fala sobre o que é viajar senão encontrar o lugar certo para ficar; fala sobre a janela que nos estende o mistério da paisagem e nos desvenda e oferece o mundo; fala sobre a emoção de experimentar fisicamente os ambientes descritos por um autor; fala sobre o turista que procura e o viajante que se deixa perder e fala sobre o que é optar por ser feliz! 5 estrelas!
Um livro muito interessante, que nos leva também a viajar nas paragens do autor e a ter vontade de conhecer e saber mais sobre estes sítios. Pequenos textos de lugares longínquos como as Galápagos, Ásia, México, e tantos outros que nos dão vontade de ir ao encontro, conhecer mais. Uma partilha com o leitor do que ele mais gosta de fazer, viajar de mochila.
Awesome book, specially for travellers. Read this book on a flight from Lisbon to Copenhagen and during a bus trip after that to Sweden, what an amazing companion.
Well this was an odd book for me to read. I usually don't read this kind of book but this was a gift and I read it. This is a book of a "trekking" man. He gets his backpack and go around the world travelling. This is a book that with many of his tales. Previously published in a journal called Express they combined and published in a single book. Well within this book we can get some of his stories; some are a history of the place he is, others are about people who live there, others are something that remind him. Like in one story he remembered reading a tale of a portuguese writer and it influenced to become a trekking.
This book is not a travel guide telling us what should we visit. It's like a journal of small stories... It was a good read and my favourite parts were the stories telling of the history of some of those places. I enjoy history so everything new is good.
In the end I was pleased and some part of me wanted to read a little more of him but I bet that I will not buy. Maybe the person who offered me this book will offer me another.
Há muito que não lia algo na lingua materna, este foi um bom relembrar que também há quem conte boas histórias na lingua lusa.
O livro é recheado de pequenas histórias, suficientemente pequenas para serem lidas nas minhas viagens de casa para o trabalho e no regresso. Pequenas em duraça, mas grandes pelas paisagens que retratam e pelas emoções que transmitem.
Não são 5 estrelas apenas pela falta de continuidade das histórias, ou pela minha falha em lhe adivinhar essa sequência lógica. Falha minha, ou do livro... Não sei, mas ficou a vontade de voltar a ler mais livros de viagens do Gonçalo Cadilhe.