(PT) Esta é a segunda e última parte do livro, e de uma certa forma, o final da história de Isa. Estamos em 1863, na Louisiana afetada pela Guerra Civil, e do qual os pântanos do "bayou" continuam a ser o que são, independentemente da selvajaria dos homens. Ali, Isa e Zabo contam uma com a outra, num canto isolado do "bayou" e ela conta a sua vida até ao momento em que conhece o seu avô, o pai da sua mãe e tia.
De uma certa forma, é um final melancólico de uma aventura, e de uma vida que se mostrou ser invulgar, num século onde as mulheres tinham tudo contra elas, onde eram capazes de fazer tanto ou mais que os homens, e especialmente Isa, que decidiu fazer tudo que era proíbido, arriscando a sua vida, e por vezes pagando fisicamente o preço.
É um final melancólico e belo, e de uma certa maneira, espera-se que Zabo aprenda com aquilo que a sua bisavó foi, ainda por cima, na mesma idade que ela viveu as suas aventuras. Digam o que disserem, é um livro belo.