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Um País em Bicos de Pés: Escritores, Artistas e Movimentos Culturais
Este livro traça trajetórias individuais, reconstitui movimentos ou tendências e, ao mesmo tempo, reconstrói os contextos capazes de atribuir sentido às obras dos principais escritores, artistas e intelectuais portugueses.
Longe de alinhar numa espécie de biografismo, o resultado que se pretende alcançar é o de um olhar histórico e sociológico dos escritores, dos intelectuais e dos movimentos culturais.
Longe de alinhar numa espécie de biografismo, o resultado que se pretende alcançar é o de um olhar histórico e sociológico dos escritores, dos intelectuais e dos movimentos culturais.
574 pages, Kindle Edition
First published January 1, 2023
About the author
Diogo Ramada Curto
48 books11 followersDIOGO SASSETTI RAMADA CURTO nasceu em Lisboa, a 22 de Abril de 1959. Licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa (1981) e Doutor em Sociologia Histórica, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (1995), com a tese A cultura política em Portugal (1578-1642): comportamentos, ritos e negócios.
Foi Director-Geral da Biblioteca Nacional de Portugal (2024-2026), Docente na FCSH/UNL desde 1981, Professor da Cátedra Vasco da Gama em História da Expansão Europeia no Instituto Universitário Europeu de Florença (2000-2008) e professor visitante em várias universidades (Brown, Yale, King's College-Londres, EHESS-Paris). Os seus principais interesses de investigação situavam-se na área da história global, colonialismo, imperialismo e escravatura. Em 1988, co‑fundou a colecção Memória e Sociedade (Difel), que dirigiu entre 1995 e 2005 e onde fez publicar dezenas de títulos de história e ciências sociais. Em 2010, participou na criação da colecção História e Sociedade (Edições 70). Foi bibliotecário da Casa do Cadaval e escreveu regularmente no jornal Público. Colaborou na Oxford History of Historical Writing, na Wiley-Blackwell Encyclopaedia of Empire, dirigida por John Mackenzie, e no catálogo sobre Josefa de Óbidos do Museu Nacional de Arte Antiga. Faleceu a 11 de Abril de 2026, em Lisboa.
Foi Director-Geral da Biblioteca Nacional de Portugal (2024-2026), Docente na FCSH/UNL desde 1981, Professor da Cátedra Vasco da Gama em História da Expansão Europeia no Instituto Universitário Europeu de Florença (2000-2008) e professor visitante em várias universidades (Brown, Yale, King's College-Londres, EHESS-Paris). Os seus principais interesses de investigação situavam-se na área da história global, colonialismo, imperialismo e escravatura. Em 1988, co‑fundou a colecção Memória e Sociedade (Difel), que dirigiu entre 1995 e 2005 e onde fez publicar dezenas de títulos de história e ciências sociais. Em 2010, participou na criação da colecção História e Sociedade (Edições 70). Foi bibliotecário da Casa do Cadaval e escreveu regularmente no jornal Público. Colaborou na Oxford History of Historical Writing, na Wiley-Blackwell Encyclopaedia of Empire, dirigida por John Mackenzie, e no catálogo sobre Josefa de Óbidos do Museu Nacional de Arte Antiga. Faleceu a 11 de Abril de 2026, em Lisboa.
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Community Reviews
Displaying 1 - 1 of 1 review
August 22, 2023
Bom:
Nesta coleção de crónicas, Diogo Ramada Curto desconstrói todo o tipo de maniqueísmos históricos e políticos. Nas suas melhores passagens, este livro contém uma suculenta analise crítica de mitos da nação, simplificações históricas e da captura de figuras históricas por uma "tribo". Desmonta trincheiras e pretensos essencialismos.
A tese principal do livro será de que a mediocridade nacional está sedimentada na falta de classe média emancipada, que criaria massa crítica.
Mau:
Excertos que servem de catálogo bibliográfico para alguém que queria estudar academicamente estes temas mas que para um leitor amador acaba por ser off-putting e me ter feito passar à frente de muitas páginas.
Por vezes, o autor cria um enquadramento ultra detalhado para depois expor as suas conclusões em apenas um ou dois parágrafos, sem aprofundar ou argumentar suficientemente.
Quando comprei o livro, baseado no título, contracapa e Introdução achei que estivesse a comprar um livro de raiz que visasse analisar a mediocridade da sociedade portuguesa. Fiquei desiludido quando me apercebi de que a obra é uma coleção de crónicas, muitas sem conexão com o suposto tema do livro.
Nesta coleção de crónicas, Diogo Ramada Curto desconstrói todo o tipo de maniqueísmos históricos e políticos. Nas suas melhores passagens, este livro contém uma suculenta analise crítica de mitos da nação, simplificações históricas e da captura de figuras históricas por uma "tribo". Desmonta trincheiras e pretensos essencialismos.
A tese principal do livro será de que a mediocridade nacional está sedimentada na falta de classe média emancipada, que criaria massa crítica.
Mau:
Excertos que servem de catálogo bibliográfico para alguém que queria estudar academicamente estes temas mas que para um leitor amador acaba por ser off-putting e me ter feito passar à frente de muitas páginas.
Por vezes, o autor cria um enquadramento ultra detalhado para depois expor as suas conclusões em apenas um ou dois parágrafos, sem aprofundar ou argumentar suficientemente.
Quando comprei o livro, baseado no título, contracapa e Introdução achei que estivesse a comprar um livro de raiz que visasse analisar a mediocridade da sociedade portuguesa. Fiquei desiludido quando me apercebi de que a obra é uma coleção de crónicas, muitas sem conexão com o suposto tema do livro.
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