Listen to a short interview with Cass Sunstein Chris Gondek | Heron & Crane Nuclear bombs in suitcases, anthrax bacilli in ventilators, tsunamis and meteors, avian flu, scorchingly hot nightmares that were once the plot of Hollywood movies are now frighteningly real possibilities. How can we steer a path between willful inaction and reckless overreaction? Cass Sunstein explores these and other worst-case scenarios and how we might best prevent them in this vivid, illuminating, and highly original analysis. Singling out the problems of terrorism and climate change, Sunstein explores our susceptibility to two opposite and unhelpful panic and utter neglect. He shows how private individuals and public officials might best respond to low-probability risks of disaster--emphasizing the need to know what we will lose from precautions as well as from inaction. Finally, he offers an understanding of the uses and limits of cost-benefit analysis, especially when current generations are imposing risks on future generations. Throughout, Sunstein uses climate change as a defining case, because it dramatically illustrates the underlying principles. But he also discusses terrorism, depletion of the ozone layer, genetic modification of food, hurricanes, and worst-case scenarios faced in our ordinary lives. Sunstein concludes that if we can avoid the twin dangers of over-reaction and apathy, we will be able to ameliorate if not avoid future catastrophes, retaining our sanity as well as scarce resources that can be devoted to more constructive ends.
Cass R. Sunstein is an American legal scholar, particularly in the fields of constitutional law, administrative law, environmental law, and law and behavioral economics, who currently is the Administrator of the White House Office of Information and Regulatory Affairs in the Obama administration. For 27 years, Sunstein taught at the University of Chicago Law School, where he continues to teach as the Harry Kalven Visiting Professor. Sunstein is currently Professor of Law at Harvard Law School, where he is on leave while working in the Obama administration.
Respeito muito a figura do Cass Sunstein. Seus artigos foram fundamentais para a minha iniciação acadêmica e para a minha compreensão geral de funcionamento das instituições. Se hoje em dia eu tenho paixão por estudar Direito Constitucional, ao menos uns 10% se deve a seus textos.
Feito este pequeno aparte sobre minha relação com as obras do autor, tanto este quanto outros livros que li dele foram experiências de leitura muito divertidas. A partir de discussões acerca de políticas públicas, racionalidade de autores institucionais e outros conteúdos pesados de Academia, faz paralelos com situações reais e traça circunstâncias hipotéticas levando a discussão para contínuos exercícios de método dedutivo e lógica. E a concatenação de raciocínios do primeiro parágrafo do primeiro capítulo até o último parágrafo do último capítulo é muito bem feita.
Sou um pessimista por natureza. Sempre acredito que o pior cenário imaginável será aquele concretizado. Porém, o livro me indicou algo importante: tudo passa pela perspectiva e do ponto de vista nos quais me encontro. A depender do ângulo com o qual eu analiso a situação e o histórico de experiências que tenho, minhas perspectivas serão moduladas entre ser muito consciente a respeito de minhas vantagens e/ou fragilidades e ser simplesmente indiferente com os eventuais riscos ou compensações
Não somente, como me fez observar aspectos intangíveis da tomada de decisão que nada tem a ver com o rol de motivações com o qual a administração necessita expor. Aqui falamos de interesses eleitorais, manobras táticas no intuito de viabilizar outras medidas. Sunstein é um adepto da Economia Comportamental e traça, de forma muito competente, hipóteses de fácil visualização como forma de ilustrar seus argumentos doutrinários
Contudo, um incômodo recorrente que tenho em literatura não-ficcional, é que ela tende a ter uma escrita bem repetitiva, fazendo com que eu sinta estar lendo um artigo científico de 300 ou 400 folhas., Por mais que isso reflita um tratamento e uma preocupação com rigor metodológico da defesa da hipótese geral da obra, a leitura tem momentos em que é muito truncada e muito cansativa, sendo que, ocasionalmente, há todo um build-up para a descrição e desenvolvimento de ideias bem simples e basilares. E a obra, por fim, mesmo atendendo aos requisitos formais de uma pesquisa, parece sempre boiar na superfície do tema. Se, por um lado, sendo esta uma literatura comercial de grande livrarias isso torna a obra mais acessível à apreciação de leigos - o que é sempre bom -; por outro, há várias situações em que o argumento deliberadamente não desenvolve uma profundidade latenente à situação para não gerar perturbação ao leitor médio.
Em linhas gerais, uma boa leitura. Mas uma que, por falta de interesse, bem provável eu não vá retornar a relê-la.
لن أقيم هذا الكتاب بالنجوم فمن الصعب أن أقول إنه جيد أو سيء.هو مناسب للأشخاص الحدسيين أكثر من الحسيين (لمن لديه فكرة عن هذه الاختلافات). بالنسبة لي قراءته كانت معاناة لكنني بالتأكيد خرجت منه ببعض الفوائد.