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Orgulho Asteca

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Este é considerado pela crítica mundial, como o melhor romance histórico sobre a desaparecida civilização Asteca e um dos melhores romances históricos do Séc.XX. Gary Jennings, mudou-se para o México e durante 12 anos investigou e viveu apenas para a sua criação: o Asteca, deixando-nos uma obra inesquecível. Gary era famoso por ser um dos escritores mais rigoros e com mais trabalho de pesquisa por trás dos seus romances.
Em 1530, depois de quase extinguir o povo Asteca pelas mãos de Hernán Cortés, o Imperador Carlos, Rei de Espanha, pede ao bispo do México que lhe faculte informação acerca da vida e dos costumes do povo Asteca. O bispo, frei Juan de Zumárraga, decide redigir um documento, baseado no testemunho de um ancião. Um homem humilde e submisso que vai chocar a moralidade e os preconceitos do mundo civilizado. O seu nome é Mixtli - Nuvem Obscura.
Mixtli, um dos mais robustos e memoráveis astecas, relata com detalhe toda uma vida: a sua infância, a mentalidade e os costumes do seu povo, o sexo e a religião, a sua formação e os seus amores, sempre tormentosos e trágicos. Esta é a sua empolgante e maravilhosa história, que representa o choque entre civilizações com formas inconciliáveis de ver o Mundo.
A História de Mixtli é, em grande parte, a história do próprio povo Asteca: épica e de uma dignidade heróica. Este é o princípio e o fim de uma colossal civilização.

658 pages, Paperback

First published January 1, 1980

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74 people want to read

About the author

Gary Jennings

139 books453 followers
Gary Jennings led a paradoxically picaresque life. On one hand, he was a man of acknowledged intellect and erudition. His novels were international best sellers, praised around the world for their stylish prose, lively wit and adventurously bawdy spirit. They were also massive - often topping 500,000 words - and widely acclaimed for the years of research he put into each one, both in libraries and in the field.

Jennings served in the Korean War, where he was awarded the Bronze Star Medal- a decoration rarely given to soldier-reporters- and a personal citation by South Korean President Syngman Rhee for his efforts on behalf of war orphans.

Where the erudition came from, however, was something of a mystery.

http://us.macmillan.com/author/garyje...

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4 (4%)
Displaying 1 - 13 of 13 reviews
3 reviews
October 2, 2016
Gostei muito de usufruir da pesquisa inserida neste romance histórico. Contribuiu para clarificar dúvidas sobre a vida e extinção da civilização Asteca.
41 reviews
March 18, 2017
Um bom livro que apresenta um bom encadeamento da história. A forma como os eventos de uma civilização são descritos está feito de forma fluida e interessante. Recomendo para quem gosta de géneros históricos sem "floreados". Agora continuar a história com o Sangue asteca.
Profile Image for Natacha Martins.
308 reviews34 followers
February 5, 2012
"Orgulho Asteca" é um livro grande, não só em número de páginas mas também na história que conta e nas personagens míticas que traz até nós, humanizadas e próximas. Confesso-me uma ignorante no que à cultura e civilização Asteca diz respeito. O meu conhecimento, antes da leitura deste livro, era muitíssimo superficial, daí este livro ser muito mais do que um romance, é também um valioso documento histórico, mesmo que ficcionado, sobre um povo e uma cultura de uma riqueza enorme. "Orgulho Asteca" é um livro que vale por isso, por tornar o leitor culturalmente enriquecido, e por estar bem escrito, misturando muito bem a parte romanceada com a parte mais documental.
Embora inicialmente tenha sentido alguma estranheza perante a narração de Mixtli, não o achando credível como ancião asteca, essa estranheza depressa desapareceu, não só porque o que Mixtli narra vai validando a forma como o faz mas, também, porque o que nos conta vai-nos agarrando à história e quando damos por isso já lemos o livro todo...

A acção de "Orgulho Asteca" situa-se no ano de 1530, uns anos depois de os Espanhóis terem chegado ao México e terem conquistado Tenochtítlan, a capital do Império Asteca, a capital do O Mundo Único e actual Cidade do México. Em 1530, temos o povo asteca da capital, completamente subjugado aos conquistadores, dizimado pelas doenças que os europeus trouxeram com eles e praticamente extinto como civilização e cultura.
Quando o Rei de Espanha ordena ao bispo do México que procure conhecer tudo o que for possível conhecer acerca do povo Asteca, surge Mixtli, o narrador desta história e um dos últimos sobreviventes Astecas da região. A história que nos traz é a história da sua vida e, necessariamente, uma visão privilegiada sobre a cultura, a religião e a forma como viviam e se relacionavam os Astecas.
E que vida a de Mixtli! O que este ancião asteca nos vai contando, de coração aberto mas sempre num tom propositadamente desafiante, fazendo questão de narrar ao pormenor cenas que sabe serem moralmente chocantes para os religiosos escrivãos que o ouvem e que, eram também condenáveis aos olhos da sociedade Asteca da época. Os Astecas eram, uma civilização que tinha, neste aspecto regras muito similares aos católicos da época, a homossexualidade, o incesto e o sexo antes do casamento não eram tolerados. Se por um lado a descrição das cenas de sexo me deixavam constrangida (especialmente se calhava lê-las nos transportes), a descrição das cenas de sacrifícios humanos deixavam-me enjoada, pelo que neste livro temos de tudo um pouco e de monótono tem pouco. :)

Mas a vida de Mixtli não foi, ao contrário do que por vezes parece, apenas sexo. Durante este primeiro volume, Mixtli vai estudar para Texcóco, a capital do conhecimento no Império Asteca. Lá aprende a escrever e a ler a complicada língua Nahuatl, aprende a viver como um nobre, cria amizades e, devido à sua característica de ver as coisas como elas são, cria também alguns inimigos que acabam por levá-lo até ao seu primeiro campo de batalha de onde sai como um herói. Perde duas vezes o amor da sua vida de forma trágica, torna-se um mercador bem sucedido e viaja pelo mundo Asteca, e além dele, onde conhece os diferentes povos que habitavam a região. Este primeiro volume das memórias de Mixtli, acaba quando ele encontra novamente o amor e, parece que o destino talvez lhe vá dar algum descanso. Talvez... não sei. Para isso vou ter de ler o segundo volume, Sangue Asteca.

Foi com desconfiança que comecei a leitura deste livro, tive até receio de que o fosse largar mas, felizmente a desconfiança apenas me acompanhou nas primeiras páginas, daí para a frente a leitura foi, de certa forma, compulsiva e extremamente interessante. Gostei da forma como está escrito, gostei das personagens, gostei do que me permitiu aprender e gostei da capacidade que teve de me surpreender. Portanto... gostei de praticamente tudo e, nem facto de quase todos os nomes no livro serem impronunciáveis, estragou a leitura, torno-a sim, mais exótica! :)

Recomendo sem qualquer reserva!
Profile Image for Justsmile91.
27 reviews7 followers
April 21, 2016
De início foi complicado apanhar o ritmo da leitura (este ano isto acontece-me muito e não sei porquê), não só pela minha preguicite aguda, mas também devido aos nomes complicados das personagens que surgiam dos livros (em que uma pessoa poderia ter mais de um nome) e dos locais representados. Tanto nome esquisito e com X e T confundia-me os locais, as personagens e até os Deuses.
Não entendam o prolongamento da minha leitura do livro com a história, pois o livro não tem duas coisas que se podem pensar ao demorar tanto tempo a ler: não é aborrecido e não é mal escrito. Posso dizer exactamente o oposto, é um livro entusiasmante, cheio de aventuras e histórias que são descritas de uma forma precisa e envolvente. As descrições são prolongadas, mas nada semelhante a Eça de Queirós, são continuas e activas, por várias vezes pensei em como era possível descrever de forma tão real e colorida uma paisagem, como o autor fez. O livro está cheio de natureza, seja ela da terra como humana, e isso torna o livro tão interessante como a sua própria história.
'Orgulho Asteca' fala dos anos 1500, época em que os espanhóis declaram a Nova Espanha no continente Americano, em que um grupo de escrivães anota as vivências de um Asteca para enviar ao seu Rei de Espanha que se mostra muito interessado na vida do velho. Mas a história não é de um velho, mas sim da tua vida até se deparar com os espanhóis. Sete flor, Nuvem Escura, Mixtli, Záa, é um homem com mil e um nomes que conta a sua infância, adolescência e juventude num relato preciso de tradições, viagens, aventuras, experiências, batalhas e infortúnios, tudo de forma a dar a conhecer ao Rei de Espanha a sua história. É um jovem que vive mil e um problemas, mas que arranja sempre forma de se safar. Um jovem com mil e um trabalhos, mas que aumenta o seu cargo à medida do tempo e que relata todas as suas experiências, sejam profissionais, sejam de sacrifícios aos Deuses, como experiências sexuais com mulheres e homens, virgens e prostitutas. Por diversas tive de parar, respirar antes de continuar a ler, pois se as descrições das paisagens são idílicas, as descrições de sexo e sacrifícios são carnais e sem qualquer tipo de embelezamento. Há sangue, há prazer, há mutilações, há mortes constantes para oferecer aos Deuses e situações que fazem qualquer estômago remexer. Há cenas inconcebíveis há minha compreensão, como a oferta da vida aos Deuses, oferta de crianças, virgens e jovens ao longo de todo o livro, com tudo a normalidade de tudo isso faz compreender uma civilização completamente diferente da nossa que vive em função dos Deuses e das suas ofertas. É difícil de compreender, mas ao longo do livro comecei a aceitar todas essas crenças como aceito uma religião qualquer. Parece horrível, mas se olharmos para o nosso passado, como os espanhóis 'partilhavam' o cristianismo, não éramos assim tão diferentes. Mixtli fala de todas as raças, cidades, línguas e religiões, por onde passa, o que o faz ver a vida de uma forma de igual para igual.
É um livro duro, que acredito que muita gente poderá não apreciar, mas é dos livros que mais me tem ensinado nos últimos tempos sobre uma cultura e uma civilização que tão pouco conhecia. A verdade é que já estou ansiosa por começar 'Sangue Asteca'.
Profile Image for Magda Pais.
Author 4 books81 followers
April 24, 2015
Á coisa de dois anos, na Feira do Livro de Lisboa, não resisti a uma promoção da Saída de Emergência e comprei um pack com este livro e a continuação, Sangue Asteca. Não me perguntem porquê, mas fui deixando os dois livros por ali sem lhes pegar. Cheguei a olhar para os dois e pensar que talvez tivesse feito asneira em os comprar porque não conhecia o autor. Mas há vinte dias atrás, e no meio dos quase 40 que tenho em fila de espera para ler, fiquei presa na lombada da capa deste livro e resolvi que tinha chegado o momento. Vinte dias depois posso dizer que estou muito arrependida de não o ter lido logo que cheguei a casa com eles.

Sempre senti um grande fascínio pela civilização Asteca e Maia - aliás, entre outras razões, a minha opção pela altura em que fiz a viagem de finalistas da faculdade, foi que a viagem ia ser a Cancún, o que me permitiria - a bem ou a mal - visitar algumas cidades maias.

Sobre o livro terei de dizer que não é para ser lido de animo leve nem por quem espera uma leitura soft. A civilização asteca tinha tradições deveras violentas, descritas, ao pormenor neste volume. É preciso entender um pouco do espírito dos Astecas para entender que, para eles, nenhuma daquelas tradições era violenta. Para os Astecas (assim como para os Maias) a morte não era um castigo, era um prémio dado aos melhores. Na sua grande maioria, as pessoas sacrificadas nas cerimónias, eram-no voluntariamente. E sabiam que, após a sua morte, seriam o alimento dos sacerdotes e de quem tinha assistido. Essa era a forma de continuarem vivas. Quanto os sacrificados eram os soldados inimigos capturados nas guerras, o primeiro a ser sacrificado era o que detinha o posto mais alto ou o que tivesse combatido mais ferozmente - era esse o prémio e que aceitavam com alegria. Só as crianças eram enganadas para que fossem sacrificadas. Enfim, não vou entrar em mais detalhes sob pena de vos afastar da leitura deste meu texto, como, em certos momentos, tive de o fazer em relação ao livro. Sim, porque este livro é escabroso, violento, sangrento e muito realista.

Neste primeiro livro ficamos ainda a saber que há muitas semelhanças entre partes da religião asteca e a religião católica. O Primeiro Casal - nos astecas - poderá ser Adão e Eva para os católicos, por exemplo. De uma forma ainda indelével, até porque este livro retrata a vida de Mixtli antes da ocupação espanhola, ficamos ainda a conhecer a destruição que os espanhóis espalharam por todo o México - destruição de templos, cidades e duma civilização.

Se me pedirem que vos defina este livro numa só palavra, terei de inventar uma - fabulástico! é mesmo a única forma de o descrever. Dos livros que li este ano é, seguramente, o melhor (até agora). E agora desculpem a saída brusca mas vou já pegar no Sangue Asteca, o segundo volume.
Profile Image for Célia | Estante de Livros.
1,188 reviews276 followers
August 30, 2009
Há livros que nunca teria lido se não fossem as opiniões positivas que leio de colegas bloggers e no nosso fórum, e este é um bom exemplo. Depois do entusiasmo do Iceman e do Rui Bastos, a que se seguiram várias opiniões muito positivas lá pelo fórum, decidi finalmente pegar em "Orgulho Asteca", que é a primera metade do original "Aztec", a obra mais conhecida do escritor americano e que é fruto de 12 anos de pesquisa.

"Aztec" é um romance histórico que se inicia alguns anos depois da chegada dos espanhóis e que é composto dos relatos de um velho asteca, de seu nome Mixtli, que são enviados para o rei Carlos I de Espanha, para satisfazer o seu interesse e curiosidade relativamente aos costumes e história da civilização Asteca. Deste modo, Mixtli começa a narrativa da história da sua vida, que se entrelaça com a do povo a que pertence.

A pesquisa histórica presente neste livro é simplesmente notável; é uma autêntica viagem no tempo. Gosto muito de romances históricos e não sabia muito sobre a cultura azteca, por isso sem dúvida que este livro é uma grande mais-valia. Confesso que não tinha ideia do grau de desenvolvimento da sociedade azteca e não deixa de ser triste perceber que muito foi destruído pela ganância de conquista de terras e da intolerância religiosa dos espanhóis (e dos portugueses e outros povos também, noutros locais), mas a essa parte da história ainda não cheguei. Para além do aspecto cultural, o livro possui também uma grande dose de violência e sensualidade, que nunca se tornam gratuitas, mas que ajudam a compôr um retrato mais fiel dos costumes deste povo.

Para além do factor histórico, a parte ficcionada deste livro prende o leitor e só nos dá vontade de virar página atrás de página. Apesar de longo, este livro tem raros momentos mortos e mantém-se sempre interessante. Para já estou a adorar, mas vou guardar a minha pontuação final para quando terminar a 2.º metade.
Profile Image for Tempo de Ler.
729 reviews102 followers
June 29, 2012
{Blog} http://tempodler.blogspot.pt/2012/06/...

A história do Império Asteca, um dos mais mitificados e incompreendidos de sempre, não pode ser senão magnífica. Em Orgulho Asteca e Sangue Asteca, Gary capta a intensidade deste povo, sendo notável a profunda pesquisa realizada pelo escritor sobre os vários aspetos que constituem esta civilização…e a sua extinção, em 1521.
A minuciosidade da escrita de Jennings transporta-nos para os locais que descreve, criando cenários possantes - locais onde ocorreram as mais grotescas atrocidades, aqui descritas de forma bastante gráfica e explícita.
A violência associada aos rituais de sacrifício, realizados com o objetivo de aplacar os deuses, pode tornar a leitura ligeiramente desagradável, dependendo da suscetibilidade do leitor. Segundo a crença dos astecas, o sol morreria se não fosse alimentado com sangue humano, e o mundo acabaria por ser destruído. Para impedir que tal acontecesse eram realizadas batalhas rituais em dias específicos apenas para capturar soldados que seria depois obrigados a subir os degraus da Pirâmide Maior, executar danças cerimoniais enquanto vestidos garridamente para a ocasião, para que depois lhes fossem arrancados os corações e os seus corpos atirados escadaria abaixo. Toda esta depravação acaba por transmitir uma faceta doentia ao livro, pelo que este não é, de todo, um livro recomendado a pessoas mais impressionáveis.
Digo doentio, mas é na verdade maravilhosamente doentio. Escabroso. Bizarro. Sangrento. Mas é tudo isto que o torna vibrante. Absorvente. Cheio de ação…Épico!
Os pormenores são obviamente a riqueza maior deste livro. Especialmente por serem verdadeiros: o zoo, as batalhas, os sacrifícios, a cheia no palácio de Ahuitzotl que resultou na sua morte, os presságios de Moctezuma II…
Um romance histórico cheio de acontecimentos inesperados que nos prende a atenção do início ao fim…
Profile Image for Rodrigo Oliveira.
34 reviews2 followers
October 6, 2011
Quando li pela primeira vez a sinopse deste livro, marquei-o definitivamente na minha wish-list com um nível de prioridade máximo. As civilizações sul americanas e a sua história foi algo que sempre me fascinou imenso, desde os tempos de criança em que assistia apaixonadamente à série de desenhos animados Les Mystérieuses Cités d'Or. Astecas, Olmecas, Mayas, Incas, etc foram civilizações que sempre me fascinaram pelo seu elevado grau de desenvolvimento e, acima de tudo, pela sua organização social.
Assim, quando surgiu a oportunidade de adquirir os dois volumes da edição portuguesa de Aztec, na última edição da Feira do Livro do Porto, nem pensei duas vezes.
E, de facto, o primeiro volume suplantou todas as minhas expectativas. Efectivamente é um trabalho notável de investigação e pesquisa por parte do autor. O livro contém um conjunto de relatos sobre as tradições e costumes do povo asteca, feitos por um ancião, de seu nome Mixtli, a um conjunto de padres espanhóis, encabeçados pelo bispo Frei Juan de Zumárraga, a pedido do Rei D. Carlos de Espanha.
Mixtli acaba por retratar a sua vida, desde a infância até à idade adulta e à altura em que se tornou um Pochteca, uma espécie de comerciante. Um dos aspectos mais notáveis do livro é a forma como é feita a descrição dos actos religiosos e dos sacrifícios humanos. Por vezes chega a ser demasiado explícito e um pouco impressionável. Também gostei bastante da forma como o autor nos apresenta o modo como a civilização asteca se impôs perante outras menos influentes, nomeadamente através de guerras de conquista.
Em suma, é um livro histórico excelente, principalmente para quem se interessar pela história da civilização asteca.
Profile Image for Anabela Costa.
85 reviews31 followers
March 1, 2012
Crú, intenso, polémico...
Aconselho.

Neste livro seguimos as memórias de Mixtli, em toda a sua história e evolução está carregada de momentos que chocam sensibilidades, mas que curiosamente nos deixa menos preconceituosos com algumas questões.

Canibalismo, incesto, rituais sangrentos este livro têm de tudo.

Profile Image for Rodrigo.
29 reviews
July 22, 2013
Um bom relato de uma civilização apaixonante. No entanto, tem mais valor documental e histórico que literário. Foi uma boa leitura, relaxada e simples, sem exigir muito, óptima para quem quer conhecer mais sobre esta civilização.
3.5*.
Profile Image for Jessica Rosa.
3 reviews
May 8, 2011
i bot it in a second and book fair because i feel inlove by the name but the story i'ts eaven beter
This entire review has been hidden because of spoilers.
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