Frauke Scheunemann, geboren 1969 in Düsseldorf, ist promovierte Juristin. Sie absolvierte ein Volontariat beim NDR und arbeitete anschließend als Journalistin und Pressesprecherin. Seit 2002 ist sie freie Autorin. Ihre Romane um den Kater Winston waren monatelang auf den Bestsellerlisten. Frauke Scheunemann ist verheiratet und lebt mit ihrem Mann, ihren vier Kindern und dem kleinen Hund Elmo in Hamburg.
Experimentar novos autores entusiasma-me sempre, bem como sair da rotina e ler algo invulgar, mas ao mesmo tempo apelativo. Mal vi a sinopse, o título e a capa (mais fofinha de sempre!) soube logo que estava perante uma leitura muito leve e bem-humorada. Com o melhor amigo do Homem como narrador, será sem dúvida um serão impossível de rejeitar para qualquer amante de animais!
Carl-Leopold von Eschersbach, um cachorrinho Teckel muito simpático e encantador, foi salvo do canil por Carolina, uma humana por quem rapidamente forma uma enorme empatia. A sua nova dona trata-lhe de colocar um novo nome: “Hércules”. Curiosamente, este nosso novo nome faz jus à sua personalidade, pois Hércules, consegue salvar o dia em vários momentos - qual herói em tempos de conflitos.
“Não sei ao certo o que é a palavra “psicóloga” quer dizer, mas parece algo perigoso. De qualquer maneira, Carolina já a disse mais do que uma vez e soou como se a Nina tivesse uma doença séria. Tosse canina pelo menos. Coitada, e até parece saudável; rosadinha, grandes olhos brilhantes, aposto que também tem o nariz frio. E os cabelos castanhos também brilham. Mas se for mesmo uma doença, só espero que não contagie Carolina e a minha dona fique também “psicóloga”.” p.29
Infelizmente, Hércules vê-se enredado numa teia demasiado confusa: os caminhos sinuosos do coração e alma humana… Só há um companheiro a quem ele possa pedir ajuda: o sr. Becks. Este é um gato que está na meia-idade, no entanto é astuto e graças ao que aprendeu com o seu antigo dono advogado, conhecimentos sobre os humanos é o que não lhe falta. A partir daqui os dados estão lançados e esta adorável dupla cão-e-gato vai fazer muitos estragos na vizinhança!
“Acabou agora de ser abordado aqui um tema bastante impenetrável para a compreensão canina: quando é que um humano é bem-parecido para um outro humano? Será que isso depende da abundância do pelo? Ou é preferível pouco pelo? Os grandes são mais bonitos ou são os pequenos que ganham aos pontos? E o que é válido para os homens também é válido para as mulheres? Meu Deus, quando penso a sério no assunto só posso chegar à conclusão de que estou a exigir demasiado de mim em todo este projecto “agência de contactos”.” p.124
Por vezes, nem notava a quantidade de páginas que já tinha lido. A fluidez da escrita com o seu ritmo rápido aguçava ainda mais o meu interesse. E juntamente com uma gama de personagens interessantes, embora meio estereotipados, dei por mim a ter adorado cada capítulo!
Desde o primeiro contacto é inevitável sentirmo-nos atraídos por este livro, quer seja pelas situações caricatas e peripécias maquinadas que me ofereceram momentos verdadeiramente hilariantes quer por situações de puras crises de nervos! O fio condutor da história guia-se por uma linha linear, que os mais perspicazes podem achar bem previsível, mas estar dentro dos pensamentos de um cão e a diversão que nos trás fazem valer a pena a leitura!
+ Titulo bastante original e divertido + O livro tem uma das capas mais ternurentas e atractivas de sempre! + Escrita deliciosamente divertida, com diálogos dinâmicos, recheado de pormenores que dão um lustre realista a todo o livro + Enredo com uma simplicidade agradável onde integram poucas personagens + Narração original ----------------------------- - Personagens estereotipadas - Para os mais atentos, a história pode tornar-se bastante previsível - O final escolhido para Daniel não foi digno. Merecia muito melhor sorte!
Quando entramos na mente de um animal, invariavelmente, começamos a valorizar as pequenas coisas, a não complicar os nossos problemas e a seguir o nosso próprio coração. A amizade, o amor, a lealdade, a coragem e a determinação são as palavras mestras deste romance que encantará muitos!
Now this was a cute and loveable book! Told by Hercules, (or Carl-Leopold von Eschersbach as he insists he is called!) with Hercules conversing daily with Mr Beck, the fat, aged cat who is also in residence, it has a distinct charm to it.
Carl-Leopold is not a pedigree, as his mother had an affair, so no pedigree, no sale! Abandoned at the Animal Centre, he was pining for the way of life he was used to. Then Caroline came along, and fell for his charms, and suddenly he had a new mistress. Along with Caroline, there was Mr Beck, and Daniel (a human) who was Caroline’s partner in business, and Thomas (another human). Thomas was a horrible human though, and so Hercules (as Caroline named him) and Mr Beck put their heads together to get rid of him. He was making Caroline unhappy, and Hercules couldn’t stand that!
So Hercules’ job is to find Caroline the perfect man, so he could have a master AND a mistress. But boy, working out these humans has him in loads of trouble! Join Hercules as he puts all his dachshund wiles to the test, as he succeeds and fails at what he sets himself to do…
The cute cover was why I bought this book, and the fact that the story is also a loveable one, made it well worthwhile. I’m very glad I read it, and I would recommend it to anyone who feels like a light, humerous read!
Lettura senza infamia e senza lode. Leggerissimo, qualche momento divertente e qualche riflessione carina del nostro mondo dal punto di vista "animale", ma per il resto trama altamente improbabile e un po' sconclusionata. Non che mi aspettassi molto di più, sia ben chiaro, ma anche nella leggerezza si può fare di meglio, ecco.
Als ich vor einigen Monaten mit meiner liebsten Tina an unserer Kurzgeschichte “Die Bratwurst-Verschwörung” geschrieben habe, haben wir uns beinahe selbst für bekloppt erklärt. Eine Geschichte mit extrem vermenschlichten Hunden und die dann auch noch aus Hundesicht geschrieben? Wie man an den Reaktionen gesehen hat, kann man das ganz eindeutig. Und wie das Buch Dackelblick beweist, kann man damit sogar Eindruck bei Verlagen schinden und veröffentlicht werden.
Die erste Hälfte des Buches ist teilweise zum Brüllen komisch. Herkules lernt den dicken Kater Herr Beck kennen, der ihm erst gar nicht wohlgesonnen ist, aber ein urkomischer Vorfall sorgt dafür, dass aus Feinden dicke Kumpels werden. Beck ist ein älteres Modell, das die Welt und die Menschen zu verstehen weiß und dieses Wissen an den kleinen Halbdackel weitervermittelt. Das führt mitunter zu herrlich schrägen Situationen, vor allem, wenn die beiden sich verbünden, um erst Carolins Lebensgefährten loszuwerden und ihr dann einen Freund zu verschaffen. Die Gedankengänge von Hund und Katze wissen immer wieder zu begeistern und sorgen nahezu konstant für ein Grinsen im Gesicht. Wie sollten sie es auch nicht, wenn Herkules erkennt, das “schwul” kein Synonym für “schüchtern” ist, dass “einen Kater haben” nicht unbedingt was mit Herrn Beck zu tun hat, er innerlich den Tierarzt verflucht oder verzweifelt zum Dackelgott betet.
In der Geschichte stecken schlichtweg unglaublich viele gute Ideen. Obwohl die Tiere eindeutig die Hauptrolle einnehmen sollten, wird das Buch dennoch von menschlichen Charakteren dominiert. Diese sind allsamt ziemlich sympathisch, wenn man von Carolins aktuellem Freund absieht. Der ist wirklich ein Arsch und es wirkt fast unwahrscheinlich, dass eine Frau wie sie mit so einem Kerl zusammen ist. Das soll aber kein Grund zur Beanstandung sein, denn wo die Liebe hinfällt, lässt sich schwer beeinflussen. Außerdem ist der Kerl ja ziemlich schnell weg und der richtige Spaß kann beginnen.
Leider hat mir das Buch so in etwa ab der Hälfte überhaupt nicht mehr gefallen. Die Hund/Katze-Parts bleiben zwar weiterhin urkomisch und putzig, der Menschenplot allerdings fängt schnell an zu nerven. Er zieht sich unnötig in die Länge, ist ziemlich platt und die anfangs sympathischen Charaktere sind auf einmal alles andere als das. Aus Carolin wird eine schwach wirkende Frau, die mit sich selbst nicht klarkommt. Ihre beste Freundin Nina, zuerst umwerfend, lieb und hilfsbereit, mutiert zur Oberzicke. Daniel, der beste Freund, vom netten Kerl zum Waschlappen. Der einzige Protagonist, der mir durchweg gefallen hat, war Penner Willi, und der hat leider nur eine kleine Nebenrolle. Wenn man die Tiere ausblendet, bleibt nicht viel mehr als das, was man auf RomanceTV als ~Film serviert bekommt – nur eben in Buchform und mit weniger Schmalz. Aber zum Glück sind da ja Hund und Katze, die das Buch unglaublich aufpeppen.
Der Schreibstil war okay, einige Wortwiederholungen hätte nicht sein müssen und wenn ich einmal mehr “respektive” gelesen hätte, hätte ich das Buch in die Ecke gefeuert. Im Großen und Ganzen aber gut zu lesen.
Insgesamt war Dackelblick ein nettes Lesevergnügen für zwischen durch, auch für Nicht-Dackel-Fans :)
Aww, this was so so adorable! And not just because of the cover - which I wanted to pet every single second. LOL But the whole story is cute. Herkulus, a sausage dog, tries to find the right man for his mum (mistress or whatever) with his new best friend Herr Beck, a cat. You can imagine how funny this story is. Because somehow Carolin, Herkules' new mum, has a different taste when it comes to man then Herkules. LOL
What I like about that book is the writing style and all the funny moments. I love how the book is told through the eyes of a sausage dog. Herkules wonders about humans, how they act and what not. The dialogues between him and Beck are sometimes to die for.
Frauke Scheunemann, part of Anne Hertz, is totally able to pull off a story of her own. And I really hope she'll write something that funny and cute again soon. Because I want more!
Příjemná oddechovka s romantickou zápletkou. Za mě super kniha. Hercules byl skvělý vypravěč a často jsem se díky němu smála. Do dalších dílů se asi nepustím, ale jsem ráda, že jsem si přečetla tuhle knihu.
Inhalt Als der kleine Mischlings-Dackel Carl-Leopold in's Tierheim kommt, weil er eigentlich nur das Ergebnis einer Affäre seiner Mutter ist, bricht für ihn eine Welt zusammen. Doch schon bald taucht Carolin auf - eine Frau die nach Sommertagen, Pfefferminz und Erdbeeren riecht und Carl-Leopold weiß genau: DIE muss sein neues Frauchen werden! Carl-Leopold's Traum wird sogar postwendend wahr und Carolin nimmt den kleinen Dackel mit in ihr neues Zuhause, wo sie ihn (mangel der Kenntnis über seinen richtigen Namen) auf den Namen Herkules tauft. Die ersten Stunden von Herkules' neuem Lebens scheinen perfekt: Carolin lacht, ist freundlich und auf dem Sofa ist auch noch ein Plätzchen für den Dackel-Mix frei. Doch schon bald ziehen dunkle Wolken auf, denn Carolin's Freund Thomas taucht auf - und ist so garnicht begeistert von seinem neuen Mitbewohner. Er behandelt sowohl Carolin als auch Herkules schlecht und so schmieden der kleine Dackel und sein neuer Freund, der Kater Herr Beck, einen Plan, wie sie Thomas loswerden können... Endlich geschafft ist Frauchen Carolin jedoch nurnoch unglücklich und weint den ganzen Tag. Schnell wird klar - ein neues Herrchen muss her! Doch wie sollen ein Dackel und ein Kater das bewerkstelligen, vorallem da Frauchen bei der Partnerwahl so ganz andere Vorstellungen hat als der Hund? Zitate "Wer nie einen Hund gehabt hat, weiß nicht, was Lieben und Geliebtwerden heißt." (Arthur Schopenhauer) "Es ist schon toll, welche unterschiedlichen Gesichtsausdrücke Menschen so hinbekommen. Ist natürlich auch viel einfacher, wenn man nicht so viele Haare um Augen und Nase herum hat." "Ich konnte mich zwei Stunden überhaupt nicht beruhigen, bis mir Mama erklärte, dass Menschen oft das Gegenteil von dem sagen, was sie meinen, um damit klarzumachen, dass sie das auf keinen Fall meinen. Verrückt, oder? Im Kopf eines Menschen muss es ein paar sehr unpraktische und überflüssige Windungen geben. Wahrscheinlich, weil sie ihn durch ihren aufrechten Gang viel zu hoch über der Erde tragen. Das ist ganz offensichtlich nicht gut für's Gehirn." "Fast an jeder Wand ist ein Regal, und jedes ist bis oben hin voll mit Büchern. Große, kleine, dicke, dünne. Kaum zu glauben, dass sie die alle gelesen hat. Kann man sich nur schwer vorstellen, vorallem, wenn man selbst gar nicht lesen kann. Mir ist immernoch nicht ganz klar, wie das eigentlich funktioniert. Fest steht, dass man dafür unglaublich lange auf ein Blatt mit einem seltsamen Muster gucken muss. Irgendetwas passiert dabei mit dem Menschen. In ihrem Kopf, meine ich. Denn ab und zu fangen sie an zu lachen, wenn sie so ein Blatt betrachten - obwohl niemand etwas gesagt hat und auch sonst nichts passiert ist. Oder sie weinen sogar. Das habe ich bei Emilia ab und zu beobachtet. Die las nämlich auch sehr viel. Was macht das Papier also mit dem menschlichen Kopf? Erzeugt es da irgendeine Art Halluzination? Oder Traum? Sollte ich Beck irgendwann mal wieder sehen, muss ich ihn das unbedingt fragen." Fazit "Dackelblick" ist der erste Roman der Reihe um den kleinen Dackel Herkules, von Frauke Scheunemann. Generell bin ich eher etwas skeptisch was Tier-Romane angeht, vorallem weil ich irgendwann mal diese Feliadie Francis Romane von Akif Pirincci gelesen habe (oder angefangen habe) und sie furchtbar langweilig fand, ebenso den Roman über diese Ermittler-Schafe. Dementsprechend skeptisch ging ich also an diesen Roman heran, sollte aber überrascht werden. "Dackelblick" überzeugt mit einer Menge Humor, jeder Menge Gefühl und Herz, einer unglaublichen Freundschaft zwischen Hund und Katze und jeder Menge interessanter Einblicke in die Denkweise eines Hundes - zumindest, insofern man sich das als Mensch vorstellen bzw. hineininterpretieren kann. Als Hundebesitzer fand ich einige Ansätze sehr lustig und interessant interpretiert - so manches Mal habe ich mich nämlich bei meinen eigenen Haustieren schon gefragt, was denn eigentlich in ihrem Kopf vorgeht - aber wissen ob und wie Hunde oder generell Tiere wirklich denken, wird zumindest meiner Generation wahrscheinlich noch verborgen bleiben, aber vielleicht findet ja irgendwann mal jemand die Möglichkeit sowas herauszufinden. Ich bin jedenfalls der Meinung: Irgendein Hund ist bestimmt genauso wie Herkules. An den etwas ungewöhnlichen Protagonisten musste man sich zu Anfangs noch etwas gewöhnen, trotzdem schloss man den kleinen relativ schnell ins Herz und fieberte bei jeder seiner Aktionen mit. Seine Treffen und Konversationen mit dem Kater Herr Beck, die Anfangs noch etwas holprig schienen, waren herzallerliebst und die Entwicklung von Haustier-Zweckgemeinschaft zu Freundschaft war so schön zu beobachten, dass einem richtig das Herz aufging. Herkules liebt sein Frauchen Carolin und versucht, sie immer nur glücklich zu sehen und glücklich zu machen, und wenn es heißt den "ungeliebten" Lebensgefährten loszuwerden, dann setzt der kleine alle Hebel in Bewegung um das umzusetzen - zugegeben mit einfachen aber effektiven Mitteln! Ist dieses Ziel erreicht, fällt Carolin allerdings in ein tiefes Loch und aus dem gilt es sie nun wieder herauszuholen - mit viel Hilfe des Katers Beck, Carolins besten Freunden Daniel und Nina sowie dem sympathischen Tierarzt Marc gelingt das auch irgendwann, doch nun stehen Herkules und Carolin vor einem ganz anderen Problem: Sie haben sehr unterschiedliche Vorstellungen vom "richtigen Mann"! Herkules versucht natürlich die Dinge in's für ihn rechte Licht zu rücken und Carolin in die richtige Richtung zu schubsen - was sich als nicht ganz so einfach herausstellt wie erhofft. Doch Herkules gibt nicht auf, denn auch er will nichts weiter als eine perfekte kleine Familie und dafür nutzt er alle ihm verfügbaren Mittel... Insgesamt bereitete mir dieses Buch ein "tierisches Vergnügen", ich lachte und schmunzelte und bestätigte dadurch Herkules' Beobachtung: Ich starrte auf ein Blatt mit seltsamem Muster und fing "grundlos" an zu lachen. ;-) Das Buch war ein großes Vergnügen und ich bin schon sehr gespannt auf die Fortsetzungen, die werde ich mir nämlich auf jedenfall irgendwann zulegen! Das Buch wurde aus der Sicht des Dackel's Herkules geschrieben und in der Gegenwartsform verfasst, die Autorin benutzt eine offene, freundliche und gut verständliche Sprache. Die Kapitel waren ausreichend lang und genau an den richtigen Stellen gesetzt.
This book is a book for the pet lovers and how pets view the world. It's a bout a little cute puppy adapting to a new world after being sent to the kennel. I rate it 4 stars because there is amazing character building and its about a puppy learning humans, it shows a new perspective into our world. I would say its a 7th grade book. It is partially romance. However, I didn't rate it 5 stars since it isn't my 'type'of book and doesn't have a lot of action but for some of you out there it could be 5!
This was a super cute story! I loved the character of Hercules, what an amazing little sausage dog! (Ha ha that's pretty much the reason I picked up this book)
I liked how the story had all sorts of unexpected twist and turns. I had no idea how it was going to end.
Probably the only issue I had with it was that it finished rather abruptly, but maybe that's just because I wanted to read more about Hercules!
Ich liebe diese Geschichte,sie ist einfach wunderbar und bringg einen immer wieder zum Schmunzeln.Vorallem gefällt mir wie Herkules doch sehr oft mit der menschlichen Redensart und deren Verhalten überfordert hat und so manchmal ziemlich lustige Missverständnisse entstehen. Ich empfehle vorallem Hundeliebhabern dieses Buch, wenn man einfach mal abschalten möchte ist diese Reihe Ideal!!
Despite a few hanging sentences and what seem like translation issues, this was a fun read. I generally enjoy books told from a pet's point of view, and this was no exception. The only real trouble I had is with the rather abrupt (and unrealistic) ending.
Süßes Buch, ich liebe Herkules einfach und als Hundemensch mag ich sogar Herrn Beck. Die Freundschaft der beiden ist einfach toll. Es ist gut geschrieben witzig und an einigen Stellen sogar spannend. Freu mich auf Band 2 und hoffe, dass er mir genauso gut gefällt.
Humorous entertainment, especially for dachshund fans. Well constructed narration from the point of view of a dachshund wondering about human complicated ways.
Dackelblick ist ein super Buch für zwischendurch, als Erholung vom Drama. Ich fand es echt lustig und interessant (die Sichtweise eines Hundes). Insgesamt ⭐⭐⭐
Let’s get this right out of the way: the English cover of Frauke Scheunemann’s Puppy Love is the cutest freaking thing you will ever see. Featuring a tiny puppy staring out with the most soulful “I’m sorry I ate your favourite pair of shoes but you still love me, right?” expression, with a tagline proclaiming “Hercules is a dachshund...,” I could not help but pre-order myself a copy. This, coupled with House of Anansi’s “vote for your favourite puppy” contest on their blog, sealed the deal. Well done, Art and PR departments! Absolutely adorable.
The story is a straightforward chick-lit style romance about a woman named Caroline and her rotten boyfriend Thomas. The hook is that the first person narrative is from her brand new puppy’s perspective. Hercules, nee Carl-Leopold von Escherbach (and damned proud of it), was cast out of his castle because his purebred dachshund mom had a bit of a tumble with an unknown dog and the resulting litter can’t be certified purebred. Hercules has a mighty high opinion of himself, and no amount of threats from the other dogs in the pound, nor human amusement at his haughty demeanour, can bring him down a peg.
He’s saved from the bigger, meaner pound dogs when he is adopted by Caroline. His new owner is a bit of an emotional wreck who fixes violins with her business partner Daniel and naively believes that the philandering Thomas is on legitimate business trips and not cheating his brains out. Hercules and an aging tomcat, Mr. Beck, team up with a two-part plan: 1) to show Caroline Thomas’s true nature, and 2) to find her a suitable mate—no easy task when dachshund tastes don’t always match up with human ones.
And that’s really the extent of the story. Watching Hercules puppy his way through his new life is incredibly sweet as he comes to grips with leaving the castle, or brings home a man from the park who turns out to be an older homeless fellow and not a young suitor for Caroline. It’s difficult to get a real sense of characterization of any of the humans in the story because they’re all filtered through Hercules’ point of view. What is Caroline like, really? She seems nice but dippy. Her friend Nina is a bitch of a stuck-up witch. Thomas is no good. Caroline’s business partner Daniel is nice but nondescript, and the vet is a bit of a mystery too. There isn’t much more depth than this, which leaves all of the human characters feeling terribly clichéd and one-dimensional.
Hercules’s best moments are when he’s adorably messing up, for example thwarting a bank robbery that’s actually a scene being filmed for a movie, or when he’s absolutely indignant that he has to wear a cone after he’s had a tick removed from his ear. Predictable but cute. His interactions with the older, wiser Mr. Beck are some of the best moments in the book, but they’re also uneven. Hercules’s vocabulary is extensive, but he’s unfamiliar with certain basic elements of his environment. The balance between wordliness and naivete isn’t quite achieved properly, so buying into the “this is a dog’s point of view” isn’t always maintained.
The translation from German to English is the biggest issue with this book. Shelley Frisch has a PhD in German literature and has won awards for her scholarly translations (including biographies of Einstein, Kafka, and Nietzsche), but this is her first work of light fiction. And it really shows. The translation is stiff as a board and doesn’t sound at all true to the English ear, with clunky sentences abounding, like “I run back and forth in a fluster and end up back at Caroline’s head. She is now lying motionless next to her vomit” and “You can imagine how I’m kicking myself.” There’s no feel for dialogue or emotion at all. The story would have benefited deeply from someone “translating” the translation into contemporary, everyday English, which would lead to a much more engaging read.
The love story is difficult to follow, too, and I was never quite sure which romantic contender I was supposed to be rooting for. The vet? The business partner? The movie star (really)? The winner seemed to come out of nowhere to me, not at all who I was expecting. I’m not sure if this is a function of the original narrative being told through a puppy’s eyes or if it’s again because of the translation.
In the end, Puppy Love is a cute book to have on my shelf, and I’m still drawn to gaze tenderly at the cover. Lacking any sort of substance or unique style, however, Puppy Love doesn’t have enough to make it stand out as an interesting read.
Dieser Roman beziehungsweise diese Reihe von Romanen ist eine meiner liebsten. Ich finde die Handlung einfach sehr schön. Auch die Gedanken von Dackel Herkules und seinem Freund Kater Beck sind einfach toll geschrieben. Frauke Scheunemann bringt mich sogar manchmal dazu, darüber nachzudenken, ob mein Dackel auch so über sein Frauchen denkt.
Es ist auf jeden Fall ein gutes Buch und ich kann es nur jedem empfehlen dieses und auch die anderen Romane aus dieser Reihe zu lesen.