'Arquitetura contemporânea no Brasil', de Yves Bruand, apresenta um estudo sobre o conjunto dos promotores do movimento arquitetônico brasileiro. Warchavchik, Niemeyer, Lúcio Costa, Reidy, Rino Levi, Artigas e outros são objeto de análises rigorosas com respeito a suas realizações individuais e suas participações em conjuntos como o Ministério da Educação, Pampulha, Brasília, etc, bem como no tocante à contribuição e à significação deste trabalho para o processo artístico e cultural que os integra. - Segundo Yves Bruand a oposição entre "arquitetura moderna" e "arquitetura tradicional" é perigosa, pois esse limite varia de acordo com o ponto de vista de quem emprega os termos. Nesse sentido, evitando-os, o autor focaliza – e faz um estudo dos mais completos – os promotores do movimento arquitetônico no país, cuja profunda marca de originalidade pessoal e da expressão coletiva, permitiu caracterizar o que se poderia chamar apropriadamente de arquitetura brasileira. Warchavchik, Niemeyer, Lúcio Costa, Reidy, Rino Levy, Artigas e outros são objeto de análises rigorosas quanto às suas realizações individuais e suas participações em conjuntos como o Ministério da Educação, Pampulha, Brasília etc. O triunfo da nova arquitetura, fruto do racionalismo internacional e da influência de Le Corbusier, adquiriu no Brasil tal originalidade e autonomia que se impôs aos olhos de todo o mundo, como uma de suas mais notáveis contribuições artísticas e culturais nesse domínio.