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Um Amor em Tempos de Guerra

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António nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o vizinho da rua das traseiras, o homem que se fez doutor em Coimbra e que ia à terra sempre que podia, o tal que governava o país com pulso de ferro. Mas de pouco ou nada lhe valeu tão grande nome quando o destino o enviou para Angola, para defender a pátria em nome de uma guerra distante que não era a sua. Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a mulher que pedira em casamento, num banco de pedra, junto à igreja e que prometera fazer dele o homem mais feliz de Vimieiro. Promessa gravada num enxoval imaculado que ficou guardado no armário, à espera do fim daquela maldita guerra. Quando António regressou de Angola, era um homem diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto, e que, em sua memória, tinha enterrado um caixão sem corpo.

336 pages, Paperback

First published January 1, 2009

7 people are currently reading
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About the author

Júlio Magalhães

16 books34 followers
Júlio Magalhães é o director de informação da TVI.

Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente, para a cidade do Porto.


Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde.

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1 star
8 (2%)
Displaying 1 - 22 of 22 reviews
Profile Image for Ana.
598 reviews67 followers
June 8, 2020
António e a Amélia poderiam ser centenas de outros casais que viram as suas histórias de amor interrompidas pela guerra do ultramar. A leitura do livro trouxe-me recordações de muitas histórias que ouvi na infância, histórias, hoje felizmente tão distantes, mas que durante este período eram tão usuais.
Namoros, casamentos que ficavam à espera da guerra acabar. E situações de mortes presumidas que tornavam noivas em viúvas sem nunca terem visto alterado o seu estado civil.
Gostei muito do livro e da forma como está escrito, quase como um documentário, não tivesse ele sido escrito por um jornalista.
Profile Image for Tita.
2,216 reviews233 followers
March 23, 2019
Este livro foi a minha estreia com o autor e não me desiludiu em nada.
Acompanhamos a história de António, que nasceu e vive numa aldeia de Santa Comba Dão, e da Amélia, dois jovens que vivem um grande amor, mas que por causa da guerra do ultramar vêem o casamento adiado.
Adorei! Bonitas histórias de vida e uma bela história de amor, mas também com muita dor pelo o meio. Um ponto muito positivo, é que Júlio Magalhães não se perde em descrições, nem "enrola" momentos, e tem uma escrita muito objectiva.
Sem dúvida que vou quer ler mais do autor.

Vejam a minha opinião mais detalhada em vídeo, AQUI
Profile Image for Joice Sebastião.
8 reviews1 follower
September 2, 2021
q agradável surpresa este livro, história mt fascinante!
o mais triste mm é pensar que um país que podia ter todas as condições, em detrimento da guerra colonial e da guerra civil, não conseguiu evoluir mais
Profile Image for Patricia Santos.
74 reviews1 follower
Read
May 10, 2024
Um livro de leitura agradável e que é um retrato interessante do flagelo que foi a Guerra Colonial para tantos jovens e famílias de Portugal.
O enredo do romance cativou-me, ainda que sempre previsível.
A linguagem dos diálogos não combina com as personagens, especialmente quando estamos a falar de pessoas rurais.
Profile Image for Cátia.
89 reviews8 followers
March 30, 2013
Continuo completamente rendida ao autor, sem dúvida uns livros para guardar na estante, e já adquiri mais 2 para juntar à coleção. E continuo a dizer que são de fazer a chorar as pedras da calçada, eu pelo menos desfaço-me em lágrimas, tal como o outro que já li do Júlio, são extremamente fortes, que tocam imensamente o leitor, fazendo sentir página atrás de página o seu desespero e dor destes portugueses, gente da nossa gente.
Neste romance somos levados para a guerra do Ultramar em África, com o António, protagonista, rapaz típico das terrinhas de Portugal, vizinho de Salazar em Santa Combadão, que nunca dela tinha saído, apaixonado pela moça mais linda da aldeia e de casório marcado é chamado para recruta da tropa e pouco meses depois destacado para Angola. E é aqui que viajamos com ele, como tantos milhares de homens que partiram em vão, lutando por uma guerra que não era deles, iludidos e pensando estar a fazer o bem.
António torna-se numa pessoa fria ao conhecer os horrores da guerra, e transmite isso mesmo através das suas cartas à sua noiva Amélia, cada vez mais apoquentada por o seu homem estar mudar. A ele valem-lhe os amigos que faz na tropa que depressa passam de companheiros a irmãos, a Dulce uma preta com sangue quente no corpo que o faz esquecer a Amélia e conhecer um amor diferente e sensual, diferente do amor inocente que sente por Amélia.
Contando os dias para poder voltar a Portugal, a sua missão arrasta-se por mais de dois anos, e eis que a pouco meses de voltar é apanhado numa emboscada de guerrilheiros e o fazem prisioneiro em cativeiro durante 3 anos, sem noticias do António, este é dado como morto, enterrado de caixão vazio, chorado, amado e relembrado pela família, amigos e noiva, que após 3 anos de luto resolve refazer a sua vida junto de Osvaldo, um amigo de António que a acompanhou enquanto o António esteve na guerra. É chorado também por Dulce que quando António desapareceu descobriu estar a aguardar um filho deste.
Mas eis que em 1975, como que renascido das cinzas, António e outros companheiros conseguem fugir do cativeiro e chegar até às tropas portuguesas que ainda permaneciam no pais, dado como morto e desorientado da vida, António fica confuso e sem saber o que fazer, abandona assim Dulce com o seu filho pequeno e regressa a Portugal, sem saber o que o espera.
Chega a Portugal um homem doente física e psicologicamente, completamente destroçado. Enraivecido por Amélia não ter esperado por si e em dúvida se há-de trazer para junto dele mulher e filho de Angola. Mas a vida dá muitas voltas e António vai a África buscar o seu filho, enquanto Amélia luta em busca da felicidade ao lado de um homem que não é o seu, mas mais umas voltas no cubo da vida e tudo termina bem. É lindo, aconselho seriamente a sua leitura, a quem não se importa de deitar umas lágrimas.
Profile Image for Raquel.
1,332 reviews41 followers
August 25, 2017
Quando vejo, um livro escrito por um português, eu não sei porquê mas fico receosa, não consigo explicar, mas há sempre algo que falta nas histórias. E ofereceram-me este livro, e decidi dar uma oportunidade. E na realidade, gostei imenso. Júlio Magalhães traz-nos uma perspectiva diferente da guerra de moçambique, do qual conhecemos António, rapaz que é chamado para ir para Angola, para a guerra deixando em Portugal a sua noiva Amélia. Pensando que não há guerra nenhuma, e que tem que cumprir é o serviço militar obrigatório e que será fácil, mas engana-se é mandando, passado algum tempo é enviado para o centro da guerra. Volta novamente a Portugal, com marcas da guerra, mas encontra também a sua noiva que tinha enterrado um caixão vazio, tendo julgado que o seu noivo tinha morrido na guerra. É um enredo cativante, que obriga o leitor a chegar até à última página para ver qual é o desfecho da história.

http://aviciadadoslivros.blogspot.pt/...
3 reviews
February 11, 2024
Que livro lindo. Como jovem adulta, a guerra colonial, a ditadura e o estilo de vida que estas despoletaram fazem parte do meu “imaginário” bem real. Desde histórias dos meus avós, a constantes ressurgimentos da importância deste período, este livro traz-nos um bom equilíbrio entre uma história de amor, longe de ser perfeita, mas também por isso tão real, e os horrores da guerra. É importante educarmos as gerações mais novas para saberem e perceberem o que foi a história do nosso país, que os descobrimentos vieram acompanhados de massacres e que a palavra colono tem muito que se lhe diga. Adorei. 10/10
226 reviews3 followers
April 12, 2023
Fogo livro é curto mas demorou me um tempão a ler porque não gostei nada e era super aborrecido. 300 e tal páginas? Mais parecia 1000000.
Que romance de merda honestamente.
O gajo trai quando está fora e engravida uma gaja. E dado como morto e a mulher fica de luto dois anos antes de seguir em frente e o gajo ainda tem a lata de reclamar com ela por ter seguido em frente quando aparece vivo anos depois. Bro que nojo de gajo. E depois ela ainda se divorcia do marido e casa com ele! Que estupidez.
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Profile Image for Paulo Rodrigues.
254 reviews18 followers
January 11, 2020
Muito bom . De leitura simples fácil e viciante da primeira a última página
Profile Image for Marta Ventura.
15 reviews
January 3, 2024
Um livro muito tocante, que aborda uma temática ainda tão presente na mente dos portugueses: a guerra do ultramar e a dor de deixar as familias cá.
Impossivel não chorar.
Profile Image for Iceman.
357 reviews26 followers
December 30, 2012
Eis o segundo livro que me fez chorar!

António, menino travesso, sabe de duas coisas: a primeira é que o vizinho da frente é um homem poderoso, importante, nada menos que o Presidente do Conselho, António de Oliveira Salazar. A segunda é que ele, António, tem o mesmo nome. Esperam os pais que a mesma sorte.

Gente pobre e humilde, António é criado no Vimeiro à sombra da grande casa da família Salazar, até ao fatídico dia em que o pai de António, único sustento da casa, morre prematuramente. António é obrigado a deixar a escola e a tomar a rédea do destino da família. Desde cedo aprende a sustentar a família revelando-se também um rapaz inteligente.

Pouco antes do falecimento do pai, rebenta a guerra em África e Portugal vê-se a braços com uma guerra que se julga de fácil resolução. No Vimeiro a mesma é vista como sendo uma “coisa” feita lá muito longe e que nunca chegará aquele pedaço de terra do interior. No entanto a guerra arrasta-se e António, menino e moço quando a guerra estala (1961) vê o seu nome nas listas de incorporação e, poucos meses depois, embarca no célebre navio Niassa para Angola.

Júlio Magalhães, com este livro, dá-nos uma visão muito realista de vários importantes factos da nossa História: o de um Portugal oprimido, atrasado e rude, dominado por um regime autoritário e conservador que amordaçava quem ousasse sequer pensar. É comum ler expressões como “as paredes têm ouvidos” ou “aqui não se falam destes assuntos”. Um país triste de gente triste, mergulhado na superstição, no temor à igreja, cheio de mitos que, digo eu, nunca se libertou. O autor explora, e muito bem, expressões tão usuais hoje em dia como “o que os vizinhos vão dizer”, ou “parece mal”. Ou seja, Júlio Magalhães consegue explanar e transmitir-nos uma imagem bem real e nítida de uma nação cheia de mitos, superstições, medos, vergonhas, onde tudo se fazia para parecer bem (tal como hoje em dia).

É assim, neste contexto, que surge o grande tema do livro: A Guerra de Ultramar.

E Júlio Magalhães tenta exorcizar fantasmas, quebrar tabus que ainda hoje se mantêm. Uma vez mais expressões como “tudo isto para quê?”, “em nome de quem esta guerra?”. O sofrimento do homem comum, inculto, rude, que se vê arrancado da sua terra e da sua família para ir combater para uma terra que não lhe diz absolutamente nada e que, lá chegando, se depara com atrocidades que desconhecia por completo, pois as notícias que a censura deixa passar, transmitem uma guerra cheia de facilidades, quase um passeio onde os únicos mortos se devem a acidentes de viação…

O autor consegue transmitir todas essas imagens de uma forma muito viva e realista. É doloroso sentir o sofrimento e a saudade de milhares de homens, simbolizados em António e outros soldados, que, a milhares de quilómetros, se apoiavam uns nos outros, surgindo assim amizades fortíssimas, para toda a vida, que, para qualquer um de nós, é difícil de entender.

No meio deste principal tema, o autor descreve-nos uma belíssima história de amor que se inicia na infância e que se prolongará pela eternidade, no entanto, a meu ver, o que torna o livro um excelente livro, embora a história de amor seja terna e bela, é, forçosamente o acontecimento que atolou o país de 1961 a 1974 e que lançou milhares de jovens portugueses para o desconhecido e que tantos traumas causou e causa.

A técnica narrativa de Júlio Magalhães é um misto de ficção com realidade. É óbvio que o autor se baseia em factos verídicos e histórias pessoais reais. Muda os nomes e cria os diálogos, mas todo contexto é real e, mais importante, representa milhares de homens e famílias que se reverão nesta obra.

Algo que também sobressai é a pintura de uma Angola dominada pelos portugueses onde, excepto no mato, se vivia bem e de uma forma tranquila e acomodada. E depois, quando os portugueses começam a debandada, a imagem de uma Angola destruída, feia, em plena guerra civil, onde a tranquilidade desaparece para dar lugar ao caos e à destruição. Fica clara uma crítica expressa num grito de mágoa assente no personagem Brito sobre a forma como o processo de independência foi realizado, que, insatisfeito afirma: “a guerra ainda não acabou” ou “depois de tanta coisa entregarmos as colónias desta forma?”.

Como senão apenas posso referir a previsibilidade da história de amor. Desde o início percebi ser aquele amor intemporal e, em momento algum pensei que os acontecimentos pudessem ser diferentes. Porém, repito, o interesse do livro está na explanação da Guerra de Ultramar, um assunto tabu, uma época que necessita, que merece ser esclarecida e debatida de uma forma séria e honesta pela sociedade portuguesa.

Sem preconceitos ou reservas, estamos diante de um excelente livro.
Profile Image for Kelle.
86 reviews
April 28, 2014
A história deste livro leva-nos a um dos mais marcantes episódios da nossa história mais recente: a guerra do Ultramar. António, o protagonista, vive em Santa Comba Dão, é vizinho de António Oliveira Salazar, a ele lhe deve o nome que os pais lhe deram, e tem um amor desde sempre, Amélia, com quem tem planos para casar, ter filhos e ser feliz. Tudo corria bem até ao dia em que é chamado para a tropa e, depois do serviço militar cumprido, é enviado para Angola a bordo do navio Niassa que levou os militares portugueses para combater numa guerra de ninguém. Em Angola valem-lhe os amigos que fez na tropa, os amigos que fez na guerra e as cartas trocadas com Amélia e a mãe para manter a sanidade mental que a guerra rouba, e vale-lhe Dulce, uma preta linda de sangue quente que lhe mostra outro amor diferente do de Amélia. António sabe o que quer e apesar de a sua missão já ultrapassar os dois anos, ele só pensa em regressar à sua terra e casar com Amélia, conforme planeado anos antes, no entanto na última missão é apanhado numa emboscada, feito prisioneiro durante 3 anos e dado como morto pelo exército português. António consegue fugir já depois da Revolução, e acaba por regressar doente, muito fragilizado a nível emocional e sem saber o que o espera na sua terra.

O modo de escrita de Júlio Magalhães reflecte o seu lado jornalista e talvez seja isso que faz com que a leitura deste livro seja tão fluida e galopante.
É um livro que nos toca no lado mais sensível, fazendo o leitor sentir a dor e o desespero dos portugueses, tanto os que partiram para a guerra, como os que cá ficaram amputados dos seus familiares e amigos.

No final, e apesar de todo o contexto histórico em que está envolvida, esta é uma história de um amor superior que pode muito bem ter acontecido nos idos anos 70.
A época interessa-me, tenho muita curiosidade pelos acontecimentos que ocorreram nesta altura e é também a esse facto que atribuo a rapidez com que li o livro.
Profile Image for Estefânia Botelho.
119 reviews13 followers
July 18, 2011
Este foi o primeiro livro que li de Júlio Magalhães!
Em primeiro lugar devo dizer que apesar de ter uma escrita fundamentalmente jornalística, cativa o leitor e dá vontade de continuar a leitura!
A história interessou-me desde o inicio porque refere-se a um momento da História de Portugal que sempre me fascinou: os anos 60, de Salazar (que curiosamente também é uma das personagens do livro), do Estado Novo e da Guerra Colonial.
Aliás, a Guerra Colonial é o ponto-chave da narrativa e com este livro ficamos a conhecer melhor esta guerra e o que ela significou para muitos portugueses!
Conhemos António, a personagem principal; Amélia, a noiva de António e muitas outras personagens interessantes que enriquecem esta história.
Mas é sobretudo uma história de amor que tem muitos sobressaltos mas que resiste!
O que achei também curioso foi a referência à música de Jorge Palma "Encosta-te a mim" que embala esta história de amor!!!
Pretendo ler os restantes livros deste escritor porque considero que poderá vir a tornar-se uma referência no panorama literário português.
Aconselho!

Classificação - 3 Gostei...
Profile Image for Ricardo Ribeiro.
222 reviews11 followers
June 29, 2016
Para mim este livro teve dois factores positivos: a temática, que me interessa muitissimo, e a facilidade com que se lê, aquilo a que os ingleses chamam um "page turner". Pela negativa, uma certa falta de preparação do autor que deveria ter sido compensada com investigação mais apurada... qualquer tipo que lhe tivesse lido o manuscrito teria dito que na tropa não há colegas, mas sim camaradas. Este tipo de falhas aborrece um pouco, até porque é frequente. Depois, há o absurdo da linguagem utilizada por uma personagem quase analfabeta, que escreve melhor do que um medico ou engenheiro dos nossos dias.

Pessoalmente aborreceu-me também a clara tomada de posição política do autor em relação à questão colonial. Dispensava.
Profile Image for Fábio Bretes.
7 reviews1 follower
April 1, 2014
Chamem-me sonhador, antiquado, despregado e tudo mais mas, esta obra, foi sem duvida uma autentica delicia para qualquer curacao sonhador. Comecei a leitura 'as cinco da tarde e so' o terminei ja' o jantar tinha sido recolhido da mesa da cozinha. Nao consegui parar a meio. Foi dos primeiros livros que li, portanto, ha' que dar o desconto de um leitor desenfreado e cheio de "ganas". Julio Magalhaes e' um jornalista que nao se define escritor, mas sim um contador de historias, e para mim, fa-lo na perfeicao. Recomendo para um publico de leitores-alvo que goste de escrita leve e de uma boa historia.
Profile Image for Claudia Ramos Silva.
13 reviews4 followers
September 1, 2015
Gostei bastante deste livro! Boa história, está escrito numa linguagem simples e acessível e bem estruturado. Permite-nos conhecer um pouco mais da nossa história. Mostra-nos uma parte não muito divulgada dos tempos difíceis da ditadura e consequente guerra colonial, com relatos bem claros dos nossos combatentes no Ultramar. A juntar a tudo isto, só podia ter uma bonita história de amor, pautada pelo sentimento e pela simplicidade. Recomenda-se!
Profile Image for Paula Santos.
125 reviews1 follower
December 27, 2023
I loved this book! I loved the love story between António and Amélia and all the plot around the war in Africa between 1967-1975.
This was a special book because the main character, António, was in Africa at the same time as my father, named António, was. This book reminded me of how my father's nightmares about that war haunted him, until he died last year in September,
27 reviews1 follower
Read
May 28, 2010
Não sei qual gostei mais "Amor em Tempos de Guerra" ou "Os Retornados"...Muito bonitos e escrita bastante fluída de fácil leitura para os mais preguiçosos...Muito bonitos..."Encosta-te a mim..."
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