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Symbolic Misery #1

La miseria simbolica: 1. L’epoca iperindustriale

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Quello a cui stiamo assistendo oggi è un processo di digitalizzazione estrema e assoluta, un processo che mira a innovare l’infrastruttura tecnologica della nostra società, ma a causa del quale stiamo perdendo ogni possibilità di identificazione. La “miseria del simbolico” di cui parla Bernard Stiegler non è soltanto quel triste vuoto che viveva il proletario alienato dal lavoro, ma anche il vuoto d’esperienza del consumatore odierno, privato della possibilità di determinare i propri desideri e totalmente condizionato dalle logiche di consumo. L’estetica è l’arma privilegiata della tecnologia industriale, e il cinema il suo campo di battaglia entrambi concorrono ad avvelenare l’esperienza individuale e collettiva. Tuttavia, è proprio nel cuore di questi due campi che l’autore rintraccia l’antidoto per sfuggire alla miseria antropologica che stiamo vivendo e per ritrovare quel sentimento comune che è condizione preliminare e necessaria alla vita pubblica.

167 pages, Kindle Edition

First published July 1, 2014

14 people are currently reading
335 people want to read

About the author

Bernard Stiegler

87 books182 followers
Bernard Stiegler heads the Department of Cultural Development at the Pompidou Center in Paris and is co-founder of the political group Ars Industrialis. Stanford University Press has published the first two volumes of Technics and Time, The Fault of Epimetheus (1998) and Disorientation (2008), as well as his Acting Out (2008) and Taking Care of Youth and the Generations (2010).

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Community Reviews

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Displaying 1 - 9 of 9 reviews
Profile Image for Márcia Figueira.
139 reviews3 followers
January 20, 2022
"a questão estética é, pois, a do sentir e da sensibilidade em geral

a questão política é, essencialmente, a questão da relação com o outro num sentir conjunto

Nesse dia compreendi, com uma clareza assustadora, que as pessoas que então votaram em Marie Le Penn são pessoas com as quais eu não sinto , como se não partilhássemos nenhuma experiência estética em comum."

Profile Image for lucas.
15 reviews
December 31, 2025
quando o Stiegler se deixa de merdas -- e ele tem dois tipos de merdas: no primeiro, referências a cultura francesa ou especificamente parisiense; no segundo, referências a si próprio ("Como eu disse no livro x e no livro y") -- ele é perfeitamente capaz de escrever um livro fantástico.

um excerto que ficou comigo da última hora de leitura (p.166): "A indústria cultural audiovisual tende a substituir-se ao artista para produzir os agenciamentos retencionários terciários de modo a provocar retenções secundárias colectivas homogéneas que conduzem à eliminação, pura e simples, das singularidades dos olhares individuais e dos comportamentos corporais das consciências (...) Trata-se assim de padronizar os comportamentos de consumo."

e a canetada que o precede, poucas páginas antes (p.161): "(...) no momento em que as imagens animadas estão por toda a parte, já não há olhar capaz de ficar afectado (...) É contra isto que lutam os últimos cineastas."

imaginem se eu tivesse ido para comunicação estratégica.

Profile Image for lucaslol.
22 reviews
November 30, 2025
Bom mas nao se sustenta sozinho metade dos paragrados começam com "Como eu ja disse no Livro X nanana" não vou ler os outros mano
5 reviews
April 5, 2017
Given my love of Deleuze, I was excited when I ordered this book based upon reviews. I just finished the book, and am fairly disappointed in the content. Stiegler strikes me as much more of a Derridean post-structuralist than a Deleuzian. This book focuses a great deal on language and representation, which I think would disappoint Deleuze. In fact, he only really references Negotiations, which is more of an interview of Deleuze than a work by Deleuze. However, the most disappointing aspect of this book was Stiegler's constant reference to his other works. I almost felt like this book was an advertisement for his other books. Stiegler does seem to be a somewhat interesting thinker, but this book does not feel as innovative as other important works of the past 20 years. I won't give up on Stiegler, but this wasn't a great first impression.
Profile Image for CL Chu.
280 reviews15 followers
March 24, 2020
Mostly regurgitation of Stiegler's other books between 1994 & 2004. Read Technics and Time series instead.
Profile Image for Ian Turner.
3 reviews4 followers
June 23, 2021
One of the more interesting engagements with Deleuze’s Control Societies
Profile Image for Inês Moreira.
28 reviews8 followers
October 13, 2022
“… um filme não aparece senão na medida em que desaparece, e segundo a maneira como desaparece”
2 reviews
May 24, 2019
“...a imensa maioria da sociedade vive nessa miséria simbólica feita de humilhação e ofensa.”

“A imensa maioria da sociedade vive em zonas esteticamente sinistradas, onde não se pode viver e amar porque se está esteticamente alienado.”

“Locke pressentiu que eu sou singular através da singularidade dos objectos com os quais estou em relação. Eu sou a relação com os meus objectos na medida em que esta é singular.”

“Com a expressão ‘miséria simbólica’, entendo a perda de individuação resultante da perda de participação na produção dos símbolos, sendo que estes designam simultaneamente os frutos da vida intelectiva (conceitos, ideias, teoremas, saberes) e os da vida sensível (artes, jeitos, costumes). E suponho que o estado presente de perda de individuação generalizada só pode conduzir a um desabamento simbólico, isto é, um desabamento do desejo - ou seja, a decomposição do social propriamente dito: a guerra total.”
Profile Image for Xiiz Iikki.
56 reviews1 follower
December 15, 2022
Sometimes enjoyable, with moments of dullness and boredom, the book as a whole provides an intriguing look at how capital utilizes digital technology such as information systems and the internet to control people's consciousness while also profiting from cultural production.
Displaying 1 - 9 of 9 reviews

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