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À noite logo se vê
SINOPSE Nunca um mistério foi investigado com tanto humor! À Noite Logo Se Vê é o relato hilariante das andanças de Mino, investigador do sobrenatural, na procura de explicações para acontecimentos extraordinários. De passagem, vai-se detendo em não menos fascinantes episódios da vida terrena, como a viagem do narrador e sua namorada, Natinha, numa noite de denso nevoeiro; a ascensão social de um homem de sete ofícios incompreendido pela cara-metade; a estratégia de Quinzinho Pontual na sua ambição de matar o tempo; a odisseia do pugilista gordo em vésperas de combate; o único descuido do velho repórter especializado em notícias de desastres; o inquietante mistério de Roseiral. Fantasiando o mundo real e parodiando o da fantasia (este livro foi publicado, inicialmente, numa colecção alusiva ao Fantástico) Mário Zambujal prende o leitor à sua escrita ágil em que a originalidade e o humor se unem para o prazer da leitura.
162 pages, Paperback
First published January 1, 1986
About the author
Mário Zambujal
31 books106 followersJornalista e escritor português, nascido em 1936, trabalhou na televisão e em jornais como A Bola, Diário de Lisboa e Diário de Notícias, em especial na área do desporto. Publicou três livros de ficção: Crónica dos Bons Malandros, em 1980, que teve grande sucesso e deu origem a uma longa-metragem de Fernando Lopes; Histórias do Fim da Rua, em 1983; e À Noite Logo se Vê, em 1986.
Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/...
AUTOR
Nasceu em Moura, Alentejo, em Março de 1936 e iniciou a sua actividade nos jornais, ainda adolescente, no semanário satírico Os Ridículos. Como jornalista profissional, foi redactor de A Bola e de O Jornal, chefe de redacção de O Século e do Diário de Notícias, director-adjunto do Record, director do Mundo Desportivo e Tal & Qual, director-fundador do Sete.
Da imprensa escrita passou para a RTP onde criou, dirigiu e apresentou programas diversos. Nos domínios da ficção, escreveu para rádio, teatro, televisão e publicações várias. Em 1980 lançou o seu primeiro livro Crónica dos Bons Malandros, também adaptado ao cinema, e desde então tem publicado inúmeras obras.
Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/...
AUTOR
Nasceu em Moura, Alentejo, em Março de 1936 e iniciou a sua actividade nos jornais, ainda adolescente, no semanário satírico Os Ridículos. Como jornalista profissional, foi redactor de A Bola e de O Jornal, chefe de redacção de O Século e do Diário de Notícias, director-adjunto do Record, director do Mundo Desportivo e Tal & Qual, director-fundador do Sete.
Da imprensa escrita passou para a RTP onde criou, dirigiu e apresentou programas diversos. Nos domínios da ficção, escreveu para rádio, teatro, televisão e publicações várias. Em 1980 lançou o seu primeiro livro Crónica dos Bons Malandros, também adaptado ao cinema, e desde então tem publicado inúmeras obras.
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Community Reviews
Displaying 1 - 11 of 11 reviews
January 21, 2014
Depois de O Diário Oculto de Nora Rute que me deixou desconsolada por ser tão curto, era necessário continuar a ler Mário Zambujal para, na minha cabeça, tentar associar um estilo ao autor. Escolhi um clássico: À Noite Logo Se Vê.
«No tempo inteiro de quatro anos, quatro, não nasceu criança, uma que fosse, menino ou menina, na aldeia do Roseiral;» e está dado o mote, é preciso esclarecer este imbróglio. Catástrofe natural, obra do fantástico ou conjunto de acasos, alguma explicação terá de ser encontrada e ninguém melhor do que Guilhermino João Ukkonen Miralva para o fazer, afinal, diz o próprio: «Desde fedelho sonhava eu dedicar-me ao estudo de fenómenos, bruxas, fantasmas, assombrações, vozes do Além e tal, mas nunca me deram uma mãozinha de apoio, família ou entidades competentes.».
Enquanto as investigações ocorrem, fazem-se alguns desvios absolutamente necessários para relatar várias outras histórias tão ou mais fantásticas («Suponho que me acusam já de indisciplina narrativa, atardo-me em casos laterais ao objectivo anunciado (...)»). Num livro que se lê demasiado depressa, garanto que haverá tempo para tudo («Acode-me agora o exemplo de Quinzinho Pontual, história importante que gostaria de contar, se dispusessem de algum pouco tempo, sem prejuízo de vossos quefazeres e urgências.»).
Adequada a todas as idades, esta leitura faz-nos rir do insólito da vidinha do comum dos mortais tornando-se o antídoto perfeito para dias de enfado. No final, concordaremos que haverá sempre espaço para autores que recorram à comicidade da desgraça do quotidiano, damos-lhes as boas vindas à equipa de que Machado de Assis será sempre o indiscutível capitão.
«No tempo inteiro de quatro anos, quatro, não nasceu criança, uma que fosse, menino ou menina, na aldeia do Roseiral;» e está dado o mote, é preciso esclarecer este imbróglio. Catástrofe natural, obra do fantástico ou conjunto de acasos, alguma explicação terá de ser encontrada e ninguém melhor do que Guilhermino João Ukkonen Miralva para o fazer, afinal, diz o próprio: «Desde fedelho sonhava eu dedicar-me ao estudo de fenómenos, bruxas, fantasmas, assombrações, vozes do Além e tal, mas nunca me deram uma mãozinha de apoio, família ou entidades competentes.».
Enquanto as investigações ocorrem, fazem-se alguns desvios absolutamente necessários para relatar várias outras histórias tão ou mais fantásticas («Suponho que me acusam já de indisciplina narrativa, atardo-me em casos laterais ao objectivo anunciado (...)»). Num livro que se lê demasiado depressa, garanto que haverá tempo para tudo («Acode-me agora o exemplo de Quinzinho Pontual, história importante que gostaria de contar, se dispusessem de algum pouco tempo, sem prejuízo de vossos quefazeres e urgências.»).
Adequada a todas as idades, esta leitura faz-nos rir do insólito da vidinha do comum dos mortais tornando-se o antídoto perfeito para dias de enfado. No final, concordaremos que haverá sempre espaço para autores que recorram à comicidade da desgraça do quotidiano, damos-lhes as boas vindas à equipa de que Machado de Assis será sempre o indiscutível capitão.
December 22, 2024
Esta forma de escrita é incompatível com o meu cérebro.
December 30, 2025
(ri com vontade)
May 14, 2012
Foi o meu segundo livro do Mário Zambujal, dele ainda só tinha lido a Crónica dos Bons Malandros.
É uma escrita cheia de humor e imaginação, a começar pelo enredo, passando pelas pequenas histórias secundárias que enriquecem a narrativa, até aos nomes das personagens que não lembrariam a ninguém... :)
Sem dúvida, um livro que nos deixa bem dispostos!
É uma escrita cheia de humor e imaginação, a começar pelo enredo, passando pelas pequenas histórias secundárias que enriquecem a narrativa, até aos nomes das personagens que não lembrariam a ninguém... :)
Sem dúvida, um livro que nos deixa bem dispostos!
April 12, 2025
(PT) Um jornalista... dizendo melhor, um tradutor de enciclopédias, de seu nome Guilhermino Miralva, é contactado por uma pessoa para que tente resolver um mistério com alguns anos sobre a razão porque numa determinada vila, de seu nome Roseiral, não nasceu ninguém. O mistério acaba por ser descoberto, mas a resposta é, no mínimo, desconcertante.
Enquanto juntava os dados, algumas estórias apareciam pela mente de Miralva, uma tão desconcertante que outra.
"À Noite Logo Se Vê" é o terceiro romance de Mário Zambujal. Publicado em 1986, é uma estória intrincada em contos, onde o fantástico abunda. Com alguns elementos de realismo mágico, para quem leu coisas como "Crónica dos Bons Malandros", é mais modesto, embora com elementos interessantes.
É um bom livro para quem quer descontrair, não muito mais.
Enquanto juntava os dados, algumas estórias apareciam pela mente de Miralva, uma tão desconcertante que outra.
"À Noite Logo Se Vê" é o terceiro romance de Mário Zambujal. Publicado em 1986, é uma estória intrincada em contos, onde o fantástico abunda. Com alguns elementos de realismo mágico, para quem leu coisas como "Crónica dos Bons Malandros", é mais modesto, embora com elementos interessantes.
É um bom livro para quem quer descontrair, não muito mais.
August 2, 2023
Todo o mistério tem explicação, podendo a explicação ser inexplicável.
Mas aprendi há muito que impulsos e melões, os primeiros não prestam.
Da-me tempo, não me dês as horas.
Não haverá próxima vez. Então na outra a seguir a próxima.
Sozinha não entro. Sobes comigo, preciso de um homem que me defenda. E onde vamos descobrir um homem a esta hora, Natinha?
O pior da ignorância é julgar se sabedoria.
September 8, 2026
"Nunca um mistério foi investigado com tanto humor", diz a capa. Isso não sei. Mas Mário Zambujal é daqueles escritores que captam como poucos a graça de se ser português. É um ótimo livro, talvez melhor ainda se lido nas férias.
July 8, 2021
3.5*
Uma história humoristica sobre um homem apaixonado pelo sobrenatural, que pretende descobrir porque é que numa aldeia não surgem bebés nos últimos anos.
Uma história humoristica sobre um homem apaixonado pelo sobrenatural, que pretende descobrir porque é que numa aldeia não surgem bebés nos últimos anos.
December 27, 2011
É sempre divertido ler Mário Zambujal, com as suas personagens tão vincadamente portuguesas. Infelizmente, são sempre livros pequenos...
September 29, 2022
Livro #3 #LivroSecretoVEdição. Não sei se gostei muito desse livro, mas teve coisas engraçadas.
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