En 1961, Alberto Moravia voyage en Inde avec Elsa Morante, sa femme, et leur ami Pier Paolo Pasolini. De ce voyage, la littérature gardera deux livres complémentaires et éblouissants : celui de Pier Paolo Pasolini, L'Odeur de L'Inde, et celui d'Alberto Moravia, qui participe d'une plus réelle objectivité.
Tout en cherchant les causes de la pauvreté d'une grande partie de la population, Moravia s'entretient avec Nehru, n'hésite pas à dénoncer le système des castes, et passe en revue les religions du sous-continent : hindouisme, jaïnisme, sikhisme, islam, judaïsme, bouddhisme et christianisme. Si le regard de Pasolini est toujours léger et humain, celui de Moravia traverse les siècles et les cultures avec un esprit de synthèse remarquable.
Alberto Moravia, born Alberto Pincherle, was one of the leading Italian novelists of the twentieth century whose novels explore matters of modern sexuality, social alienation, and existentialism. He was also a journalist, playwright, essayist and film critic. Moravia was an atheist, his writing was marked by its factual, cold, precise style, often depicting the malaise of the bourgeoisie, underpinned by high social and cultural awareness. Moravia believed that writers must, if they were to represent reality, assume a moral position, a clearly conceived political, social, and philosophical attitude, but also that, ultimately, "A writer survives in spite of his beliefs".
Achei muito interessante as reflexões do autor constantes neste livro, assim como algumas alusões acerca da história, da religião e da cultura da Índia. Ao ler este pequeno livro fiquei com vontade de aprofundar alguns aspetos sobre a Índia e algumas personalidades referenciadas por Moravia . Valeu muito a pena lê-lo, até porque a Índia e tudo o que a envolve desperta-me muita curiosidade.
Este livro resultou de uma viagem de um mês e meio, em 1961, na qual Alberto Moravia percorreu a Índia. Apesar de ser óbvio que esta visão tem 55 anos, a forma como Moravia expõe vários aspectos da Índia pode considerar-se transversal até aos nossos dias, com algumas mudanças aqui e ali, acredito eu, mas com uma essência muito semelhante à que este testemunhou naquela época.
"Deverias senti-la, lá longe, a oriente, para lá do Mediterrâneo, da Ásia Menor, da Arábia, da Pérsia, do Afeganistão, lá longe, entre o Mar da Arábia e o Oceano Índico, onde está e te aguarda."
A pobreza, a religião, a morte e a colonialização são os pontos-chave deste livro, sendo descritos com uma maestria quase próxima da perfeição, de forma bela e dramática, algo a que é impossível ficar indiferente durante a leitura deste livro. A prova disso é que marquei imensas passagens e tive alguma dificuldade em escolhê-las para esta opinião, que já estou a adivinhar que se vá tornar bastante extensa.
"Para o viajante ocidental dotado de sensibilidade, a Índia significa dois traumas: o primeiro é aquele que é provocado pelo encontro com uma pobreza enferma e frenética, de tipo medieval, que no Ocidente desapareceu há alguns séculos; o segundo resulta do choque com a religião politeísta de fundo naturalista, também ela morta na Europa há séculos, e na Índia, pelo contrário, ainda floresce."
"A fogueira deverá arder durante quatro horas ou seis, e no final a cinza será espalhada no Ganges (...). Estamos dez minutos ou vinte, ou meia hora, a olhar para aqueles homens e para aquelas mulheres que têm os olhos fixos na fogueira em que arde o seu defunto, e por fim compreendemos que esta indiferença tão estóica não é a da insensibilidade e da frieza, mas sim a da religião, que considera a morte uma simples mudança de vestuário ou de invólucro. Naquela fogueira, de acordo com um frase notória, não se consome uma pessoa única e irrepetível, mas sim um vestido coçado, que já não prestava, uma pele velha que se abandona por outra nova."
Para Moravia, os conflitos religiosos entre a religião bramânica e a muçulmana, o sistema social das castas que apesar de, à data da visita de Moravia à Índia, já se encontrarem legalmente abolidas, continuavam a sobreviver por toda a parte, apegadas aos costumes e às tradições indianas, juntamente com a colonialização, especialmente a britânica, criticada em diversos momentos do livro, são os principais focos problemáticos da Índia, e que tornam aquele país tão peculiar.
"A diferença entre a religião muçulmana e a bramânica não podia ser maior: a primeira é, a um tempo, ética, social e política; a segunda, cósmica, filosófica e metafísica."
"O sistema das castas, pelo contrário, foi provavelmente o único que teve como raiz o princípio da discriminação racial, ou seja, um princípio que negava em absoluto ao homem qualquer possibilidade de desenvolvimento livre e autónomo."
"Os colonialismos português, francês e holandês estão ali presentes para testemunhar, com os seus vestígios transitórios, que não se conquista a Índia, isto é, não se transforma a Índia se não nos deixarmos transformar por ela. Por outras palavras, o simples colonialismo não basta, é necessária a simbiose."
Em jeito de conclusão, considero que Uma Ideia da Índia deveria ser lido por todos os que procuram saber mais sobre a Índia, para aqueles que sonham um dia ir até lá e até mesmo para aqueles que à partida não nutrem grande tipo de interesse pela Índia. Provavelmente irão desenvolvê-lo ao longo da leitura deste livro.
"A Índia é um continente em que são dignos de interesse, sobretudo, os aspectos humanos. Desse ponto de vista, a Índia é com certeza a nação mais original de toda a Ásia, pelo menos para nós, europeus, que logo tentamos descobrir semelhanças e afinidades que procuraremos em vão na China ou no Japão."
"Diríamos mesmo que não se pode compreender por completo a civilização europeia se não se conhecer a Índia. Mas a Índia vista com os olhos do turista ignorante até pode ser uma desilusão."
Na década de 1960, Alberto Moravia e Elsa Morante (a mulher de Moravia), acompanhados por Pier Paolo Pasolini, então um jovem desconhecido, fizeram uma viagem pela Índia. Da sua passagem pelo país surgiram dois livros, este por Moravia e outro de Pasolini (The Scent of India,"O Cheiro da Índia", tradução para português esgotada).
Os dois são livros interessantes, mas onde Moravia é racional, doutoral e frio, Pasolini é emocional, humano e caloroso. Pasolini escreve como quem filma. Observa, descreve, tenta compreender e extrapolar. O seu texto tem uma escala humana: segue uma família que se desloca no meio da multidão para fazer oferendas aos deuses do mar, fala com os rapazes que se aproximam a mendigar, fica fascinado com as cores, os cheiros e o calor das cremações de mortos em Benares, bem como com a passividade e resignação dos familiares. Moravia generaliza do alto da sua torre de marfim: sobre a pobreza humana, sobre o sistema de castas, sobre as religiões na Índia e o contraste entre hindus e muçulmanos, sobre o colonialismo britânico e Nehru (com quem se encontrou), sobre a monotonia da paisagem indiana. Não é na viagem que Moravia está interessado (nem uma vez fala dos seus companheiros de aventura), é a própria Índia que lhe interessa dissecar.
De certa forma, os dois livros completam-se e recomendo vivamente a sua leitura em conjunto (tal como fiz) ou sequencial, mas a escrita quente de Pasolini traça, em minha opinião, um melhor retrato da Índia.
Bello, consigliato da leggere insieme a 'una idea dell'India' di Moravia. Stesso viaggio, due approcci e visioni molto diverse. Dopo un lungo viaggio nell'India centrale, lontano dalla visione di Pasolini e più vicino a Moravia, mi sono ispirato per un progetto fotografico 'Palla a due' su www.lorenzolaffi.i
3.5 L'India è un paese magico, ma soprattutto religioso. O, almeno, questo riferisce Alberto Moravia, celeberrimo letterato del XX secolo. Moravia, corrispondente del Corriere della Sera, racconta il suo viaggio nel subcontinente asiatico con maestria, seguendo un ordine tematico più che cronologico, cercando di restituire, come dice nel titolo, l'"idea" di India.
Dal leader Nehru, con il quale ebbe il privilegio di intrattenere conversazione, ai templi religiosi più stravaganti, dalla Nuova Delhi segnata dal passaggio britannico, alla concezione indiana di morte, un semplice passaggio tra vita e vita: Moravia non descrive il suo viaggio, ma le sfaccettature dell'India da lui osservate nel farlo.
È un reportage breve, intenso, dallo stile chiaro, spiegazioni lineari e descrizioni precise, ma non esaustivo quanto avrei voluto. Lascia il lettore con qualche informazione, ma senza davvero soddisfare la sua curiosità sull'argomento trattato. Si nota tra i capitoli, pubblicati inizialmente come articoli giornalistici, una forte discontinuità, che rende l'esperienza di lettura a sua volta non lineare.
Consigliato, come lettura breve e leggera, a chi voglia scoprire qualcosa sull'India, per poi andare più a fondo con altri testi.
"Un'idea dell'India" (An idea of India) is a reportage of a trip that Alberto Moravia, one of the most illustrious Italian writers of the 20th century, took in 1961 together with a couple of friends. The book's perspective - India as seen through the eyes of an Italian intellectual in 1961 - is very interesting in itself. As Moravia travels through the various towns and villages that he visits, we get his free-flowing impressions together with his thoughts about Indian culture and history, mainly based on his readings.
Una raccolta di articoli breve, ma ricca di spunti molto interessanti sulla storia e sulla cultura dell'India. Da leggere anche la prefazione e le note finali.
Quando si è impossibilitati a viaggiare fisicamente non resta che viaggiare con la mente, mettendo in moto la nostra fantasia attraverso la lettura di romanzi, diari di viaggio e saggi che ci trasportano in un universo di grande fascino: l'India. Grazie alla sua varietà di paesaggi naturali, città storiche e culture, l'India é un paese che non smette mai di stupire.
1960: Moravia parte insieme a Pier Paolo Pasolini per un’occasione particolare, l’invito alla commemorazione del poeta Tagore e successivamente li raggiungerà anche Elsa Morante. Il viaggio si protrae per circa un mese e copre l’intero subcontinente indiano toccando le principali città tra le quali Bombay, Agra, Delhi, Calcutta, Cochin. Il testo è composto da tredici capitoli privi di ordine cronologico, ognuno con una differente tematica. Lo scrittore predilige un taglio saggistico, un tono deciso, non dà spazio a particolari descrizioni soggettive, non si fa coinvolgere emotivamente come invece capitò a Pasolini.
Egli incarna la figura dell’ investigatore perfetto, colui che nei suoi articoli fornisce una fotografia reale, sintetica, obiettiva dell’India. Non cerca conforto, un ritorno alle origini: l’intento di questo viaggio è il contatto con l’Altro, con la diversità e il confronto di quest’ultima con l’Europa; come ricorda nel titolo della sua opera è alla ricerca di un’idea, di una visione oggettiva, distaccata del subcontinente Moravia non si lascia influenzare da ciò che lo circonda e le circostanze che provocano in lui traumi personali vengono presto ridotte a una generale situazione di confronto tra un europeo e il mondo orientale; rappresenta la figura di un cosmopolita moderno, di un viaggiatore che raccoglie informazioni politiche, storiche, culturali e sociali e le rende note al proprio pubblico in modo chiaro e rassicurante.
Pur riportando fervide immagini del paese, vizi e virtù di una terra millenaria, spaccati di vita quotidiana colti ai bordi delle strade, Moravia rimane lucido e composto, dando esiguo spazio ad opinioni personali. L’ambizione dell’autore è quella di cogliere l’India in un’idea, nella sua idea, di trovare forse una chiave di interpretazione comune a tutti i suoi molteplici aspetti storici, culturali, geografici, razziali, religiosi. Una missione che appare fin dall’inizio difficile, poiché un’idea dell’India non può staccarsi dal reale putrido e patetico da cui nasce: le masse di mendicanti sporchi e vestiti di stracci che dormono per strada, l’architettura assurda di città e templi, l’odore dei cadaveri, la religiosità ossessiva. L’occhio di Moravia guarda e descrive le città indiane e i suoi abitanti freddamente, intellettualmente, quasi indifferentemente. Il viaggio di Moravia in India tuttavia non trascura i particolari e finisce sempre iscritto in un contesto più grande: il confronto con altri testi, la riflessione sulla politica e sulla storia, la descrizione accurata di religioni, testi sacri, caste. L’aspetto culturale dell’India risulta predominante e la visione o l’avvenimento particolare davanti agli occhi del Moravia viaggiatore vengono subito inseriti e, per quanto possibile, spiegati in un contesto razionale, tutto sommato freddo, poco personalistico. L’India di Moravia è sporca, putrida, povera, mutilata, malata, assurda. Eppure né lui né il lettore se ne sentono respinti: anzi a questo si riconduce, a mio avviso, il suo fascino.
(2.5 stelle) Alberto Moravia ci racconta l’India e tutte le sue sfumature basandosi sulla sua personale esperienza del paese. “L’India è l’India”: così esordisce l’autore nell’introduzione; poi si sforza di ramificare questo giudizio, nel trascorrere dei capitoli, descrivendo meticolosamente tutti gli aspetti che ritiene più rilevanti per capire le altrimenti incomprensibili dinamiche del paese. Religione, povertà, colonialismo: l’India è teatro di questo e tanto altro, di realtà incredibilmente contrastanti l’una con l’altra ma che coesistono in uno spaventoso equilibrio da centinaia di anni, nonostante (o forse proprio a causa di) eventi che ne hanno smosso le radici in modo estremamente invasivo e irrecuperabile. Moravia in ogni capitolo tratta un diverso argomento, sventrandone ogni volta la storia e la psicologia; lo fa in modo schematico e preciso, portando esempi sotto forma di racconti delle sue esperienze. Ne parla perlopiù in maniera oggettiva, ma non si tace quando sente doveroso esprimere a parole chiare quanto quella dell’India sia soprattutto una realtà pesante, cruda, senza pietà. Se ne consiglia la lettura qualora si sia interessati a scoprire e capire l’India in modo generale: infatti è proprio “un’idea dell’India” che l’autore vuole e riesce perfettamente a disegnare nella mente del lettore.
Un reportage sulla cultura, le caratteristiche, le persone, la religione del grande paese che è l'India, descritto dettagliatamente da Alberto Moravia. "Un'Idea dell'India" è presentato come un diario di bordo sull'esperienza in India di Moravia nel 1961, tuttavia è un componimento tutt'altro che soggettivo. L'autore ha la capacità di descrivere i suoi dintorni con un'oggettività notevole, non andando a precisare il paesaggio quanto le persone e le loro abitudini, la loro religione. Proprio su quest'ultima Moravia si sofferma maggiormente, al punto tale da sembrare di star facendo una dettagliata ricerca sulle varie religioni del paese. Si concentra successivamente anche sull'impatto della colonizzazione inglese, per spiegare le caratteristiche di alcune città e i comportamenti di alcune persone incontrate nel suo viaggio. La sua narrazione è severa, rigida e oggettiva. Al contrario del suo compagno Pasolini, non si soffermerà più di tanto sulle sue sensazioni riguardo l'India, bensì racconterà del paese in una maniera generale e distaccata, come se avesse compiuto il viaggio solo per scopi ricercativi. I suoi spunti sono interessanti, ma non accattivanti, ed è facile per il lettore perdersi nella narrazione, in quanto gli avvenimenti non sono esposti in maniera lineare. Un reportage semplice, breve, che offre qualche spunto di riflessione su diversi aspetti dell'India, consigliato a coloro che vogliono saperne di più sulla cultura e religione di questo paese.
"Un'idea dell'India" può cambiare radicalmente la percezione di questo paese. Non da un'opposto ad un altro, bensì da una concezione a molteplici. Perché l'India è l'esotismo, il ritorno nel grembo della Grande Madre, il contatto con la natura, la culla. E il viaggio in India, come è stato per Alberto Moravia, è diverso dagli altri, non è un'avventura come si potrebbe facilmente pensare, è un'esperienza inesauribile, un abbandono alla culla del mondo. Moravia, attraverso un diario fatto più da considerazioni filosofiche che da racconti di singole vicende, racconta l'esperienza del paese, lasciando la domanda "cos'è l'India?" all'immaginazione del lettore, o meglio alla sensazione del viaggiatore, perché per capire l'India bisogna andare e vivere, anche per un breve periodo, in India. L'autore però cerca in qualche modo, con metafore quotidiane e termini semplici, di inquadrare l'India, la parte religiosa, quella diversa dall'Europa. Moravia fa riflettere sulla nostra idea dell'India, nostra intesa come occidentale, e su quello che invece è veramente, sulle mille sfumature di questo paese. Consiglio di dedicare qualche giorno a questo diario, e dopo averlo letto, di dedicare qualche giorno all'India.
Che libro interessante. So che queste recensioni non le legge nessuno, perciò posso essere sincera diretta senza troppi arzigolature sintattiche e dico che: ho finito questo libro a 20 giorni dalla mia partenza in India. L’ho fatto un po’ apposta ma non troppo dato che l’inizio fu prima dell’acquisto dei biglietti… è un momento che aspetto da tanto, ho desiderato tanto e immaginato innumerevoli volte. Moravia ha aumentato la mia curiosità nei confronti di questa cultura, talmente tanto opposta ed incomprensibile per noi occidentali da essere così assurdamente affascinante. Vorrei leggere anche “odore dell’India” per capire le citazioni all’intento del libro. Non ho molto ben capito le foto all’interno, un po’ messe a caso però carine… lui è molto diretto e non ha paura a commentare duramente alcune situazioni in India; apprezzabile visto che molto spesso invece, la gente tende a romanticizzare il continente con positività tossica, good vibes e tutto ciò che gira intorno a quello che noi crediamo sia l’induismo. La sua scrittura è particolarmente piacevole, scorrevole senza troppi paroloni difficili o sintassi lunghe e noiose. Non vedo l’ora di partire.
Gostei da forma crua e sincera com que o autor desmistifica aquilo que o turista pensa que vai encontrar no país da espiritualidade. De qualquer forma, é uma leitura que deve ser contextualizada à época.
Embora escrito no início dos anos 60, esta obra continua a ser actual no que respeita à Índia e no que Moravia aqui foca. Muito interessante, em particular o modo como o olhar acutilante de Moravia é reflectido tão bem no papel.
Decisamente più interessante dei racconti del suo compagno di viaggio Pasolini. Un'analisi sociologica, politica, psicologica, culturale e religiosa di un paese che è in realtà un continente unificato per volontà di Gandhi, non per volontà delle persone. Affascinante il capitolo intitolato "Incubi e miraggi" sulla Maya (illusione) e sui sensi che sono la nostra porta sul mondo esterno e il riferimento alle Upanishad. Interessante l'analogia fra colonialismo e simbiosi, ovvero la fusione fra la civiltà conquistatrice e quella assoggettata ai conquistatori. La prima, di solito, portatrice di "civiltà", in verità meno civile della seconda. Si nota che l'autore si è documentato sull'India e non si è fatto guidare solo dai sensi e dalle impressioni, come fa molto spesso la mente occidentale.
Um livro muito interessante sobre as impressões que a Índia pode causar a um europeu, neste caso após uma viagem realizada em 1961. O livro tem passagens muito perturbantes mas assim é o país (Clara dixit). No meu caso, salvo as diferenças temporais (e.g. a Índia em 1961 tinha cerca de 400 milhões de habitantes e agora são 1.2 biliões), vou ter a hipotese de conferir as ilações de Alberto Moravia com as minhas. Isso deverá ocorrer depois de 27 de Novembro após a visita de 18 dias que vou começar na próxima segunda feira, e àcerca da qual tenho grandes expectativas.
lido. um olhar descritivo e indiferente sobre um país de onde supostamente saímos tudo menos indiferentes. Por outro lado, nas pouco elaboradas opiniões que emite, Moravia aponta como razão para a pobreza em que a Índia vive mergulhada , a rigidez ainda viva do sistema das castas, por exemplo, e a influência que os diversos povos colonizadores nela exerceram, especialmente os ingleses...really? não cheguei sequer a perceber se o autor gostou ou não do país. estranho.
nada a acrescentar, há livros infinitamente melhores sobre a India.
Apesar de ter sido escrito há 50 anos (quando o Bangladesh ainda era o Paquistão Oriental, por exemplo) este livro continua actual e interessante. Principalmente pela leitura que faz da identidade indiana e pela contextualização histórica, política e ideológica do país.
"A Índia é o país das coisas incríveis, para as quais olhamos três vezes e esfregamos os olhos, julgando ter tido ilusões de óptica."
Como já viajei à India e criei a minha propria ideia, foi muito interessante ler este livro de Moravia. Quanto mais por ter verificado quase tudo o que ele comenta e me ter transportado novamente para tão longe!
Um livro de crónicas, um passeio pela Indía. O autor refletiu muito enquanto passeou, tirou as suas conclusões e expôs a sua "ideia da Índia". Lê-se rápido e dá-nos uma cultura geral sobre o país-continente. Segundo ele, devemos visitar o país para também compreendermos a Europa. Acho muito bem.
Quando Moravia descrive, il libro è molto evocativo. Quando spiega, benché interessante, diventa un po' didattico. Comunque, mi è piaciuto. Consigliato anche 'L'odore dell'India', il libro che Pasolini ha scritto sullo stesso viaggio in India fatto con Alberto Moravia ed Elsa Morante.