Este é um livro de histórias entre amigas, entre amantes, de mulheres para mulheres, de homens para mulheres e de mulheres para homens. Cada história é uma viagem pela condição humana. A amizade, a cumplicidade e a razão estão ao lado do amor, da paixão, do abandono, da desilusão e da descoberta. O misterioso mundo dos afectos pela voz a autora de Diário da tua Ausência e de O Dia em que Te Esqueci.
Margarida Rebelo Pinto licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Clássica de Lisboa e iniciou a actividade de jornalista em várias publicações como: O Independente, Se7e, Marie Claire e Diário de Notícias. Enquanto escritora, escreveu seis romances, quatro livros de crónicas, um livro para crianças e uma biografia.
O seu primeiro livro, Sei lá, publicado em 1999, foi um dos maiores sucessos de vendas em Portugal, atingindo números de vendas pouco usuais para o país. Mais tarde, com os seus títulos seguintes, rapidamente alcançou um êxito similar. Actualmente, as suas obras encontram-se traduzidas na Espanha, Brasil, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e Lituânia.
Paralelamente à escrita, Margarida dedicou-se também ao cinema, sendo a autora do telefilme da SIC Um Passeio no Parque e, mais recentemente, às peças de teatro.
Para quem gosta de Margarida Rebelo Pinto penso que não se vai dececpionar com este novo livro “A minha casa é o meu coração”. O 16.º livro da escritora é mais do mesmo, parecendo que estamos a ler o mesmo livro repetidamente. Não traz nada de novo, sempre as mesmas personagens supérfulas que só pensam em homens, moda e pouco mais. Personagens vazias, ocas, que só falam de relações ocasionais, não lhes interessando nada mais do que isso. Sinceramente, depois de ter gostado do livro “Português Suave” pensava que a autora iria mudar um pouco o estilo da sua escrita, mas enganei-me redondamente. Voltou ao estilo que sempre a caracterizou e, provavelmente, é essa a sua fórmula para vender milhares de exemplares. Por mim, tão cedo não vou querer ler qualquer livro da escritora. Destaque positivo para a capa, que está lindíssima.
Só conhecia a autora das crónicas do «Jornal de Notícias». Pensava que me iria encantar com os seus livros. No entanto, este livro desapontou-me pela futilidade do seu imaginário. Muito snobismo misturado com algumas passagens engraçadas, mas, entediou-me. Um conjunto de cartas de mulheres medíocres.
The disappointment
I have only known the author of the chronicles of the «Jornal de Notícias». I thought I would marvel at their books. However, this book disappointed me by the futility of her imagination. Very snobbery mixed with some funny passages, but it bored me. A set of letters of ordinary women.
Um livro igual ao que a Margarida Rebelo Pinto já nos habituou. Muitas frases bonitas e que dão que pensar, é pena é serem sempre demasiadas pessoas a falar de outras demasiadas pessoas. Se fosse uma história contada com uma certa cronologia teria bastante mais interesse.