O livro " Mulheres eternas, corpo a corpo com a vida" do jornalista e escritor, Palmério Dória foi selecionado no "Clube de Leitura ODS em Língua Portuguesa". O processo de seleção dos livros foi realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e está publicado no site da ONU como referências de leituras na categoria "Igualdade de Gênero". Neste livro, o autor aborda ao menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, e busca conscientizar crianças e jovens de todo o mundo por meio de livros e da literatura. ETERNAMENTE O que há de comum entre a combatente social Marielle Franco, a psicanalista Nise da Silveira, a anarquista Juana Buela, a compositora Chiquinha Gonzaga, a escritora Patrícia Galvão, a revolucionária Tina Modotti, a cantora Dolores Duran, a atriz Leila Diniz, as Guerrilheiras do Araguaia, a pintora Tarsila do Amaral, a médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, a pop star Madonna, as astronautas soviéticas, a presidenta Dilma Rousseff? Todas são mulheres eternas presentes nos séculos XX e XXI. Elas e mais de 150 outras importantes mulheres estão presentes em Empoderadas! — Mulheres eternas, corpo a corpo com a vida , de Palmério Dória. O autor, que já nos deu Honoráveis Bandidos, O Príncipe da Privataria e Golpe de Estado, dedica este novo livro às mulheres que explicam a sua presença neste mundo, o círculo de amor da infância em Santarém, oeste do Pará, formado por sua mãe Nazaré e mães suplementares, que lhe deram a base para enfrentar os trancos da vida em qualquer lugar do planeta. Firmou-se, então, um eterno e irremovível pacto com a alegria delas. O designer Alan Maia pegou o espírito da coisa no projeto gráfico – um frenesi de cores e formas que traduz o salto vital da revolução feminina ora em curso. Super-Homem, a Canção "Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria Que o mundo masculino tudo me daria Do que eu quisesse ter Que nada, minha porção mulher que até então se resguardara É a porção melhor que trago em mim agora É o que me faz viver Quem dera pudesse todo homem compreender, ó mãe, quem dera Ser o verão no apogeu da primavera E só por ela ser Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória Mudando como um Deus o curso da história Por causa da mulher Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória Mudando como um deus o curso da história Por causa da mulher" Gilberto Gil Sobre o Palmério Dória nasceu em 1949, em Santarém, no oeste paraense. Sem berço de ouro, sem dinheiro da Fundação Ford, valeu-se do jornalismo para conhecer o Brasil e as coisas do mundo. Em mais de 50 anos de profissão, um Prêmio Esso de Equipe nos costados, como integrante da edição Amazônia da revista Realidade, circulou por algumas das principais redações do país, publicou oito livros, quatro pela Geração Honoráveis Bandidos, O Príncipe da Privataria, Golpe de Estado e Evasão de Privacidade.
Palmério Dória nasceu em Santarém, em 1948, mas foi criado em Belém, capital do estado do Pará. Mudou-se para o sul do país e iniciou a carreira jornalística, trabalhando em diversos órgãos de imprensa, como a Folha de S.Paulo, O Estado de São Paulo e a revista Caros Amigos. Foi chefe de reportagem da Rede Globo até que em 1992 passou a dirigir a revista Sexy. Em quarenta anos de profissão, passou ainda por Interview e Placar. Fez parte da TV Cultura, além de ter trabalhado nos jornais alternativos O Nacional e o Ex-. Palmério é autor de vários livros, dos quais o mais conhecido trata da ascensão e poder político da família do ex-presidente José Sarney, no Maranhão. Com o título Honorável Bandido - Um Retrato do Brasil na Era Sarney lançado em 2009, o livro-reportagem conta a saga fora-da-lei da família. O relato cobre desde o nascimento até ascensão do clã que, de acordo com a abordagem do livro, transformou o Maranhão em capitania hereditária. A edição ficou 35 semanas na lista dos mais vendidos da Veja livros. Por ocasião do lançamento, além de processos judiciais, Doria enfrentou ameaças de simpatizantes do político. O primeiro livro surgiu em 1976: Mataram o Presidente – Memórias do Pistoleiro que Mudou a História do Brasil, que trata do momento histórico desencadeado com o suicídio de Getúlio Vargas. Na sequência vieram A Guerrilha do Araguaia, em 1978, que relata o levante comunista debelado pela ditadura militar; Evasão de Privacidade lançado em 2001, que reúne uma série de entrevistas dadas por mulheres famosas à Sexy, durante os sete anos em que Palmério esteve na direção da revista. Um ano depois lançou A candidata que virou picolé (2002), que relata a breve candidatura de Roseana Sarney à presidência da república. Em 2012 segue como crítico literário e mantém o blog Geração Editorial e o site Arte Ref. De acordo com o post no site o nome “vem simplesmente das palavras Arte e Referência”. Traz na área de notícias informações captadas das galerias e museus cadastrados e, no caso da Arte de Rua, através dos canais diretos com os artistas e organizadores. Disponibiliza para usuários um espaço livre para artistas ou não, que desejem abordar qualquer tipo de discussão dentro do tema.