Acho que preciso ser justa e contar a história deste livro desde o ínicio. Quando vi na livraria pensei "que ótimo, um livro brasileiro sobre trilha sonora, deve ser bom", a orelha foi atraente e o prefácio do Rubens Ewald pareceu bem bacana. Comprei.
Demorei muito tempo para ler na íntegra, vi uns pedaços, comecei e parei e finalmente comecei e li integralmente e sequencialmente.
Achei o livro ruim. É fraco, são poucas informações, a bibliografia é pequena e o foco é sempre nos compositores principais. Falta explicar melhor a parte técnica, explicar mais sobre o trabalho de trilha e nomenclatura específica além da palavra "score". Achei repetitivo, faltam adjetivos ao autor, ele chega a repetir a mesma informação mais de 3x em alguns casos. E a conclusão que fica é que apesar de apaixonado e claramente alguém que entende muito de trilha e música, o Tony escreve mal. E para finalizar as críticas negativas: falta editoração. O livro não é bem editado, tem erros de digitação, faltou revisão, faltou alguém com experiência para organizar os capítulos em uma ordem mais atraente e filtrar conteúdos repetidos e até sugerir adendos e
Mas nem tudo é péssimo. O livro é muito bom relatando as memórias principais dos mais famosos compositores de trilha do mundo e alguns dos brasileiros que se destacaram. Também serve de lembrete de trilhas clássicas e do que devemos ver e rever.
Não sei se vale a pena a leitura, mas é um guia introdutório ao assunto.