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“O que é isto? É possível que isto seja a morte?". E a voz interior respondia: "Sim, é possível". "Por que toda essa agonia?" E a voz respondia: "Por nenhuma razão. É assim e pronto". Não havia nada além disso ou ao lado disso.”
Liev Tolstói, A Morte de Ivan Ilitch
“Desde que o mundo é mundo e os homens se matam uns aos outros, que ninguém cometeu qualquer crime para com o semelhante sem tratar de apaziguar a consciência apelando para aquilo que se chama o bem público, aquilo que se supõe o bem dos outros.”
Liev Tolstói, Guerra e Paz
“E se isto é assim — disse ele consigo — e eu parto da vida com a consciência de que destruí tudo o que me foi dado, se não pode mais corrigi-lo, que fazer então?”
Liev Tolstói, The Death of Ivan Ilych
“Trabalho, esforço-me por conseguir um fim e esqueci-me de que tudo acaba e que a morte está à espera, junto de mim.”
Liev Tolstoi, Ana Karenina
“Até me tinha esquecido que era preciso morrer!”
Liev Tolstoi, Ana Karenina
“Acaso soy feliz porque me contento con lo que tengo y no me aflijo por lo que me falta”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Apêndice! Rim!” ele pensava. “Ora, não é uma questão de apêndice ou de rim, mas de vida … ou de morte. Sim. Havia vida, e agora ela está indo embora, esvaindo-se e não tenho condição de detê-la. Claro! Por que me enganar? Está claro para mim que eu estou morrendo e que ê só uma questão de semanas, de dias... pode acontecer nesse exato momento. Havia luz e agora há escuridão. Eu estava aqui e agora estou indo embora. Mas para onde?”
Liev Tolstói, The Death of Ivan Ilych
“It is old...But, do you know, when you have once grasped it clearly, everything becomes so insignificant! I consider my ideas very important, yet they too turn out to be insignificant - and would be, even if it were as possible to carry them out as it was to surround this bear. And so one passes one's life finding distraction in hunting or in work, merely not to think of death.”
Liev Tolstoi
“«En su alma no hay más que amor a los honores, ambición de triunfar», pensaba. «Las ideas elevadas, el amor a la cultura, a la re ligión y todo lo demás no son sino medios de llegar a la cumbre»,”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Cuanto más conocía a su hermano, más observaba que Sergio Ivanovich, como muchos otros hombres que servían al bien co mún, no se sentían inclinados a ello de corazón, sino porque habían reflexionado y llegado a la conclusión de que aquello estaba bien, y sólo por tal razón se ocupaban de ello.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Se queres ser feliz, sê.”
Liev Tolstói, Guerra e Paz
“Como é bom viver,”
Liev Tolstoi, Ana Karenina
“Aquel amable Sviajsky, que sostenía opiniones sólo para uso ge neral y que, evidentemente, poseía otros fundamentos de vida, ocultos para Levin, formaba parte de una innumerable legión de gente que dirigía la opinión pública mediante ideas que no sen tían.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Todo hombre sabe con detalle las complicaciones que le rodean y supone, sin querer, que esas complicadas condiciones y su acla ración son una particularidad personal suya, sin sospechar que los demás viven también entre condiciones personales tan complica das como las propias.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Não esqueçamos que a escravidão da mulher é tão antiga, tão enraizada nos nossos costumes, que muitas vezes somos incapazes de compreender o abismo legal”
Liev Tolstoi, Ana Karenina
“Surpreende-me que os pais consintam. Ao que se diz, é um casamento de amor.
- De amor! - exclamou a embaixatriz. - Onde foram arranjar ideias tão antediluvianas?Quem fala de paixão nos nossos dias?
- Que quer, minha senhora - disse Vronski -, essa velha moda, tão ridícula, continua a não querer ceder o lugar.
- Tanto pior para os que a mantêm! Em matéria de casamentos felizes, só conheço os casamentos de conveniência.
- Seja! Mas não acontece, muitas vezes, que esses casamentos caem desfeitos em pó à aparição dessa paixão que era tratada como intrusa?
- Dê-me licença: por casamento de conveniência, entendo aquele que se faz quando de ambas as partes se passou já pelas loucuras da juventude. O amor é como a escarlatina, é preciso apanhá-lo.
- Nesse caso, devia-se arranjar um processo de o inocular, como as bexigas.
- Durante a minha juventude, estive apaixonada por um sacristão - declarou a princesa Miagki. - Gostava bem de saber se o remédio operou.
- Pondo de parte brincadeiras - disse Betsy - , creio que para conhecer o amor é preciso, primeiro enganar-se, depois reparar o erro.
- Mesmo depois do casamento? - perguntou, rindo, a embaixatriz.
- Nunca é tarde para o arrependimento - disse o diplomata, citando um provérbio inglês.
- Exactamente - aprovou Betsy. - Cometer um erro, repará-lo depois, eis o que importa. Que pensa disto, minha querida? - perguntou a Ana , que escutava a conversa sem falar, com um meio sorriso nos lábios.
- Creio - respondeu Ana, brincando com a luva - que, se há tantas opiniões quantas cabeças, há também tantas maneiras de amar quantos os corações.
(...)
Durante toda essa Primavera, não foi ele próprio e conheceu minutos trágicos.
"Não posso viver sem saber o que sou e com que fim fui posto no mundo", dizia consigo. "E uma vez que não posso alcançar esse conhecimento, torna-se-me impossivel viver."
"No infinito do tempo, da matéria, do espaço, uma bolha-organismo se forma, se mantém um momento, depois rebenta...Essa bolha sou eu!"
Este sofisma doloroso era o único, o supremo resultado do raciocínio humano durante séculos; era a crença final que se encontrava na base de quase todos os ramos da actividade científica; era a convicção reinante, e, sem dúvida porque lhe parecia ser a mais clara, Levine penetrara-se involuntariamente dela. Mas esta conclusão parecia-lhe mais que um sofisma; via nela a obra cruelmente irrisória de uma força inimiga a que importava subtrair-se. O meio de libertar-se estava ao alcance de cada um...E a tentação do suicídio perseguiu tão frequentemente este homem saudável, este feliz pai de família, que ele afastava das suas mãos todas as cordas e não se atrevia a sair com a espingarda.
No entanto, em vez de queimar os miolos, continuou simplesmente a viver.”
Liev N. Tolstói, Anna Karenina
“Tudo isso já é bastante conhecido há muito tempo. Mais dia, menos dia, virão as doenças, a morte (já chegaram) para as pessoas queridas, para mim, e nada restará, senão o mau cheiro e os vermes. Minhas atividades, sejam quais forem, serão todas esquecidas — mais cedo ou mais tarde, eu também não mais existirei. Então, para que viver atarefado? Como o homem pode enxergar isso e viver — isso é que é de admirar. Só conseguimos viver enquanto estamos embriagados pela vida; mas, quando ficamos sóbrios, é impossível não ver que tudo isso é apenas ilusão, e uma ilusão tola. Na verdade, não há nada aqui de engraçado nem de espirituoso; é apenas cruel e absurdo.”
Liev Tolstói, Uma Confissão
“Al ver lo que le era tan conocido, Levin dudó un momento de poder organizar su nueva vida como deseara mientras iba por el ca mino. Todo aquello parecía rodearle y decirle:

«No te alejarás de nosotros, seguirás siendo lo que eres, con tus dudas, con tu eterno descontento de ti mismo, con tus inútiles in tentos de modificarte y tus caídas, con tu constante deseo de una imposible felicidad...».”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“En realidad, en el fondo no respetaba a su madre; ni siquiera la quería, aunque de acuerdo con las ideas del ambiente en que se movía, no podía tratarla sino de un modo en sumo grado respe tuoso y obediente, tanto más respetuoso y obediente cuanto menos la respetaba y la quería.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“Y de pronto los dos comprendieron que, aunque eran amigos, aunque habían comido y bebido juntos -lo que debía haberlos aproximado más-, cada uno pensaba en sus cosas exclusivamente y no se preocupaba para nada del otro.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“-Amad a los que os odian-murmuró Dolly tímidamente.

Karenin sonrió con desprecio. Conocía la máxima hacía mucho, pero sabía que no convenía a su caso.

-Podemos muy bien amar a los que nos odian, pero a los que nosotros odiamos no.”
Liev Tolstói, Anna Karenina
“— Todo o progresso se faz à força”
Liev Tolstoi, Ana Karenina

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