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“The left tended to think people’s private lives should be their own, even if they made choices traditional Christian society regarded as immoral; but that people’s working lives, from how much they earned to where they worked, were fit for State interference. The right had a reverse view, that the State should uphold traditional moral codes with the full rigour of the law, but keep out of the economy as much as possible.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“So although they might stare at us and ask, 'Who are these alien people?' We could reply, 'We are you, What you chose to become.”
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“For Reuter, it was the last act of the Great War and something which reduced, if it did not remove, the shame of defeat and surrender. The message, for those who chose to think about it, was that Germany was down but not out - defeated but not reconciled.”
― The Making of Modern Britain
― The Making of Modern Britain
“When they finally went home, they left behind an unstable, unhappy part of the world, with borders like wounds scored across it.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“The great background question about the Labour governments of the sixties is whether with a stronger leader they could have gripped the country's big problems and dealt with them. How did it happen that a cabinet of such brilliant, such clever and self-confident people achieved so little? In part, it was the effect of the whirling court politics demonstrated by 'In Place of Strife'.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“My dream is that by returning to our not-so-distant history, I might remind readers why, with all its faults, this is a lucky place to be living in, and one we can be quietly proud of.”
― The Making of Modern Britain
― The Making of Modern Britain
“To what extent was this David Cameron’s fault? It’s hard to think of a more complete definition of political failure than an essentially pro-EU Prime Minister who plots to defeat his enemies on the right, and by doing so ejects his country from the EU by mistake,”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“If the headline asks a question, try answering 'no'. Is This the True Face of Britain's Young? (Sensible reader: No.) Have We Found the Cure for AIDS? (No; or you wouldn't have put the question mark in.) Does This Map Provide the Key for Peace? (Probably not.) A headline with a question mark at the end means, in the vast majority of cases, that the story is tendentious or over-sold. It is often a scare story, or an attempt to elevate some run-of-the-mill piece of reporting into a national controversy and, preferably, a national panic. To a busy journalist hunting for real information a question mark means 'don't bother reading this bit'.”
― My Trade: A Short History of British Journalism
― My Trade: A Short History of British Journalism
“Androgynous fashion, long hair, the Pill, a new interest in the inner psychological life - an unabashed sloppiness, if you will - really marks the sixties. It was when Britain went girlie. And what do girls do? Girls shop.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“The one economic medicine so bitter that no minister in the seventies had thought of trying it was duly uncorked and poured into the spoon. It was time for Britain to grimace and open her mouth.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“Por fim, as acções invasivas da própria colonização destruíram os impérios nativos da Mesoamérica e as culturas costeiras da América do Norte e provocaram vagas de migração. Longe de ser «intemporal» e «indómita», como se pretendia, a América tinha sido um continente bem povoado. A chegada de europeus, do ponto de vista dos habitantes originais, foi uma das grandes catástrofes da História.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“They then named one day after the Moon and another after the Sun, giving them a seven-day week. Seven was regarded as a perfect number; and the Sumerian week is of course our week, its days still named in the Sumerian fashion, though with Roman or Old English words. Saturn becomes Saturday, Sol (‘the sun’ in Latin) becomes Sunday. Luna, the moon, becomes lundi in French, or our Monday (Moon-day). Mars is mardi, though in English, thanks to a Norse god, Tuesday. Similarly, Wednesday is Wodin’s day, but Wodin was the god associated with the planet Mercury. Jupiter is jeudi; or in English, Thursday, Thor being the northern god associated with Jupiter. Venus is vendredi, or Friday. The Sumerians also developed a counting system based on the number sixty, which is divisible by eleven other numbers and so particularly handy for Bronze Age accountancy. From this we get our 60-second minutes, 60-minute hours, 360-day years and 360-degree circles.”
― A History of the World
― A History of the World
“No mundo de Leonardo ainda não existe uma separação clara entre «ciência» e «arte». São a mesma coisa. O artista analisa friamente a forma, a perspectiva e o efeito da distância sobre as cores, o que conferirá o impacto às suas imagens. O artista utiliza lentes, aprende a fundir metais e opera as suas equações de forma a determinar como apoiar a cúpula de uma nova igreja.
Para Verrocchio e Leonardo, «ciência» significa simplesmente aprendizagem e compreensão; é a preparação prática que permite que edifícios, esculturas e pinturas sejam devidamente produzidos.
Esta sede de conhecimento, nomeadamente o seu interesse pelas forças e pela engenharia, por coisas como alavancas, fez com que Leonardo fosse considerado o primeiro «homem do Renascimento». A imagem que se insinua na nossa ideia do próprio Leonardo é a do seu nu de proporções perfeitas que se inscreve no interior de um quadrado e de um círculo, o Homem Vitruviano, o ser humano completo, desenhado por volta de 1487.”
― História do Mundo
Para Verrocchio e Leonardo, «ciência» significa simplesmente aprendizagem e compreensão; é a preparação prática que permite que edifícios, esculturas e pinturas sejam devidamente produzidos.
Esta sede de conhecimento, nomeadamente o seu interesse pelas forças e pela engenharia, por coisas como alavancas, fez com que Leonardo fosse considerado o primeiro «homem do Renascimento». A imagem que se insinua na nossa ideia do próprio Leonardo é a do seu nu de proporções perfeitas que se inscreve no interior de um quadrado e de um círculo, o Homem Vitruviano, o ser humano completo, desenhado por volta de 1487.”
― História do Mundo
“Na Valáquia, um homem que assinava como Wladislaus Dragwlya foi aclamado pelo papa e por metade da Cristandade pelas suas vitórias contra Mehmed II em 1459 e 1462. Este líder cristão vivera em rapaz na corte otomana como refém enviado pelo pai, juntamente com o irmão mais novo. O irmão convertera-se ao Islão e servira os Otomanos; o mais velho aprendera o Corão e turco, mas virara-se contra o Islão.
Mais conhecido hoje como Drácula, ou Vlad, o Empalador, revelou-se um tremendo combatente de guerrilha e uniu a Transilvânia contra os invasores, sobrevivendo ao cativeiro na Hungria antes de morrer em batalha na Roménia em 1467. No entanto, o seu deleite em executar prisioneiros, criminosos e rivais por empalação abalou-lhe a popularidade. A dado momento, Drácula tinha expostos em torno da sua capital 20 mil inimigos moribundos e mortos, varados pelo ânus com estacas afiadas. Os boiardos, príncipes locais, começaram a sentir que uma ocupação muçulmana relativamente humana talvez fosse preferível a uma liberdade cristã paranoica e sádica.”
― História do Mundo
Mais conhecido hoje como Drácula, ou Vlad, o Empalador, revelou-se um tremendo combatente de guerrilha e uniu a Transilvânia contra os invasores, sobrevivendo ao cativeiro na Hungria antes de morrer em batalha na Roménia em 1467. No entanto, o seu deleite em executar prisioneiros, criminosos e rivais por empalação abalou-lhe a popularidade. A dado momento, Drácula tinha expostos em torno da sua capital 20 mil inimigos moribundos e mortos, varados pelo ânus com estacas afiadas. Os boiardos, príncipes locais, começaram a sentir que uma ocupação muçulmana relativamente humana talvez fosse preferível a uma liberdade cristã paranoica e sádica.”
― História do Mundo
“Science strides ahead; politics stumbles around like a drunk. We saw it in the age of discovery and the age of empire, but it was particularly glaring in the twentieth century – and, I would add (so far), the twenty-first too.”
― A History of the World
― A History of the World
“Ludwig van Beethoven had originally called his third symphony The Bonaparte.”
― A History of the World
― A History of the World
“Ned Parminter was in love. He assumed it must be love, because it felt like indigestion – or, to be frank, Irritable Bowel Syndrome – but in a good way.”
― Head of State
― Head of State
“Immigration has changed Britain more than almost any other single social event in post-1945 Britain – more than the increase in longevity, or the Pill, the collapse of deference or the spread of suburban housing. The only change which eclipses it is the triumph of the car.”
― A History of Modern Britain
― A History of Modern Britain
“Adversity favours the versatile.”
― A History of the World
― A History of the World
“Leonardo tirou partido do saber transmitido através do mundo muçulmano – por exemplo, na ótica – e da riqueza trazida para a Europa meridional pelas novas rotas comerciais. A Europa cristã progredira não apenas mediante os seus próprios esforços, mas devido a mudanças para lá das suas fronteiras, da aniquilação por Gengis Khan do centro do Islão asiático até às invenções produzidas na China sob a dinastia Song e um novo pensamento acerca de Deus e do mundo que surgiu em Al-Andalus. Leonardo não se tornou somente o arquétipo do homem renascentista, mas também do espírito europeu no que tinha de mais ousado e optimista. Contudo, o Ocidente evoluiu do seu velho estatuto de diversidade lamacenta muito antes de ele ter pegado pela primeira vez num pincel. Estava agora pronto para explodir para o exterior.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“The death-tolls during the last years of the Qing dynasty and in China’s forty years of non-Communist republican government are impossible to be precise about, but the figures are estimated to be very large.”
― A History of the World
― A History of the World
“Todavia, o extraordinário é que os Romanos, apesar de atemorizados pelas criaturas - e não acreditando que fossem mortais até que um ficou com o tronco retalhado - não se deixaram sucumbir diante delas. Ofereceram àqueles herdeiros do poderio de Alexandre resistência tão sangrenta que ficou famosa a sentença de Pirro: «Mais uma vitória como esta e estaremos perdidos». Mais tarde, os Romanos tentaram assustar os elefantes untando porcos com gordura, incendiando-os e lançando os animais aos urros na direcção deles. Repulsivo, mas parece ter funcionado porque Pirro acabou por retirar para a Grécia, onde continuou a utilizar os elefantes para combater, até que foi morto por uma mulher irada que lhe acertou com uma telha.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“Como se conseguia uma indulgência? Orações e boas acções podiam valer-nos uma. Viagens para ver e tocar relíquias dos santos, também – e isso proporcionava ainda um proveitoso rendimento a qualquer igreja ou cidade que possuísse as relíquias (a própria Wittenberg tinha uma colecção de nível internacional de fragmentos de madeira, ossos, espinhos e cabelo). Porém, para além das orações, das boas acções e das relíquias, havia um caminho mais fiável: dinheiro vivo. Desde há muito que os sacerdotes sugeriam que os destinatários de indulgências poderiam querer fazer «donativos caridosos», supostamente à laia de agradecimento.
Com o tempo, tudo se tornou uma simples transacção a dinheiro. Como vigário de Cristo na Terra, o papa podia pura e simplesmente vender indulgências. Tornaram-se uma fonte de rendimento para ele, em moedas com diferentes denominações. Não só podia vendê-las para fornecer ao comprador isenção de tempo no Purgatório, como podia também vendê-las aos pais já falecidos do comprador, que podiam estar a suplicar aos filhos que as moedas fossem pagas. Eclesiásticos de espírito reformista de Itália e da Holanda, de França e da Suíça, já antes se haviam pronunciado contra a absurda comercialização de indulgências: o golpe de Lutero seria genericamente mais irado.”
― História do Mundo
Com o tempo, tudo se tornou uma simples transacção a dinheiro. Como vigário de Cristo na Terra, o papa podia pura e simplesmente vender indulgências. Tornaram-se uma fonte de rendimento para ele, em moedas com diferentes denominações. Não só podia vendê-las para fornecer ao comprador isenção de tempo no Purgatório, como podia também vendê-las aos pais já falecidos do comprador, que podiam estar a suplicar aos filhos que as moedas fossem pagas. Eclesiásticos de espírito reformista de Itália e da Holanda, de França e da Suíça, já antes se haviam pronunciado contra a absurda comercialização de indulgências: o golpe de Lutero seria genericamente mais irado.”
― História do Mundo
“Até o nome é enganador. «Bizantião» era o nome da antiga cidade grega que Constantino conquistou e escolheu para novo centro do Império Romano. Na sequência de uma tradição greco-romana de os monarcas atribuírem a cidades o seu próprio nome (como em Alexandria), chamou-lhe Constantinopla. Os cidadãos chamavam-se a si mesmo bizantinos, para se distinguirem dos romanos ocidentais, mas por vezes também romani («romanos» em latim), pois reivindicavam haver herdado o melhor da velha Roma. Tendemos a falar do Império Bizantino. Como já foi referido, os nórdicos aterrados chamaram àquele local Miklagard, «Grande Cidade»; era também conhecida em grego como Cidade de Deus. Hoje é Istambul. Porém, seja o que for que lhe chamemos, esta foi, como nos recorda o seu cronista moderno John Julius Norwich, uma sociedade humana de vida notavelmente prolongada. Fundada por Constantino em Maio do ano 330 e caída às mãos dos Otomanos em Maio de 1453, durou 1123 anos e 18 dias. Ou seja, aproximadamente o mesmo período de tempo que separa os Britânicos de hoje da Inglaterra de Alfredo, o Grande, dos Saxões e dos Dinamarqueses. Se Bizâncio foi um «fracasso» ou passou «à margem da corrente principal», foi um fracasso notavelmente persistente.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“Human history, properly understood, starts when we move from being just another form of prey in the cycle of eat-and-be-eaten, a creature blown about by the natural world, to a creature beginning to shape the world.”
― A History of the World
― A History of the World
“Writing a history of the world is a ridiculous thing to do. The amount of information is too vast for any individual to absorb, the reading limitless and the likelihood of error immense. The only case for doing it, and for reading it, is that not having a sense of world history is even more ridiculous.”
― A History of the World
― A History of the World
“Apesar do auge da predação muçulmana de escravos nas costas se ter verificado entre 1530 e 1640, prosseguiu até à década de 1780, e pensasse que por cada incursão de vulto teriam existido muitas outras mais circunscritas, quando apareciam subitamente embarcações nas enseadas, os aldeões fugiam dos seus campos e os corsários capturavam aqueles que conseguissem. Calcula-se que, no conjunto, um milhão e 250 mil cristãos foram escravizados, um número muito mais elevado do que o de negros africanos que foram forçados a atravessar o Atlântico por brancos durante a maior parte deste período.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“All life changes the world, which is in a constant process of flux. Humans,”
― A History of the World
― A History of the World
“Diz-se que Constantino, determinado a não ser feito prisioneiro, se despojou de todas as suas insígnias imperiais, o púrpura e as águias, e se atirou com a sua espada para o meio do mais encarniçado combate, onde rapidamente foi retalhado até morrer.”
― História do Mundo
― História do Mundo
“Contudo, dois anos após a morte de Marco Polo, em 1329, algo aconteceu nas estepes para onde ele viajara, e no vale do rio Amarelo chinês, que fez com que tudo mudasse.
Uma estranha epidemia estava a dizimar vastos números de pessoas. Em 1345, chegara à costa chinesa. Em 1346, estava na Crimeia, onde o pai e o tio de Marco haviam negociado e iniciado a sua viagem épica. No ano seguinte, a Peste Negra, transportada em navios e provavelmente por ratos, propagou-se ao Mediterrâneo. Em Março de 1348, os venezianos morriam à razão de seiscentos por dia. Barcaças seguiam para as ilhas remotas carregadas de cadáveres para serem sepultados. A maioria dos médicos já morrera também. Esse mesmo intercâmbio de mercadorias, gente e histórias que possibilitara a ascensão da impiedosa república marítima estava agora a cobrar vingança. Estima-se que tenham morrido três quintos de todos os venezianos e que cinquenta das suas famílias aristocratas se tenham extinguido para sempre.”
― História do Mundo
Uma estranha epidemia estava a dizimar vastos números de pessoas. Em 1345, chegara à costa chinesa. Em 1346, estava na Crimeia, onde o pai e o tio de Marco haviam negociado e iniciado a sua viagem épica. No ano seguinte, a Peste Negra, transportada em navios e provavelmente por ratos, propagou-se ao Mediterrâneo. Em Março de 1348, os venezianos morriam à razão de seiscentos por dia. Barcaças seguiam para as ilhas remotas carregadas de cadáveres para serem sepultados. A maioria dos médicos já morrera também. Esse mesmo intercâmbio de mercadorias, gente e histórias que possibilitara a ascensão da impiedosa república marítima estava agora a cobrar vingança. Estima-se que tenham morrido três quintos de todos os venezianos e que cinquenta das suas famílias aristocratas se tenham extinguido para sempre.”
― História do Mundo



