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José de Alencar José de Alencar > Quotes

 

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“Opportunity makes the man”
José de Alencar
tags: time
“Praise is a very used, but always new, of surrendering to vanity”
José de Alencar
“It is the age of ambition that proves the mettle of men”
José de Alencar
“Aurélia amava mais seu amor do que seu amante; era mais poeta do que mulher; preferia o ideal ao homem.”
José de Alencar, Senhora
“O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra, divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra, saudade”
José de Alencar, TIL
“Há mulheres assim, a quem um perfume de tristeza idealiza. As mais violentas paixões são inspiradas por esses anjos de exílio.”
José de Alencar, Senhora
“Frequentemente, em seus versos, Seixas falava de estrelas, flores e brisas, de que tirava imagens para exprimir a graça da mulher e as emoções do amor. Pura imitação: como em geral os poetas da civilização, ele não recebia da realidade essas impressões, e sim de uma variada leitura. Originais somente, são aqueles engenhos que se infundem na natureza, musa inexaurível porque é divina. Para isso é preciso, ou nascer nas idades primitivas, ou desprezar a sociedade e refugiar-se na solidão. Naquele momento porém, assistindo ao romper do dia, ali no meio do jardim, Seixas sentia que além das cores brilhantes, das formas graciosas e dos perfumes agrestes, havia alguma coisa de imaterial que palpitava no seio desse ermo, e que infundia-se em seu ser. Era a alma da criação que o envolvia, e comungava sua alma a inefável serenidade da límpida e fresca manhã.”
José de Alencar, Senhora
“No fim de contas, o que é tudo neste mundo senão uma ilusão, para não dizer uma mentira?”
José de Alencar, Senhora
“Para ele essa menina, esse anjo louro, de olhos azuis, representava a divindade na terra; admirá-la, fazê-la sorrir, vê-la feliz, era o seu culto; culto santo e respeitoso em que seu coração vertia os tesouros de sentimentos e poesia que transbordavam dessa natureza virgem.”
José de Alencar, O Guarani
“Tinha a beleza de Linda um doce alumbre de melancolia, que não era tristeza, pois coavam-se através dos inefáveis contentamentos de sua alma; era sim matiz, que lhe aveludava a graça e influía-lhe um mavioso enlevo. Irmã das flores que vivem nos recessos da floresta, onde se coalham em sombra luminosa os raios filtrados pelo crivo das folhas, respira essa beleza o perfume casto da violeta e da baunilha.
Não se admira a mulher que a possui, porque não exerce a fascinação esplêndida das formosuras que cintilam; mas adora-se de joelhos, porque ela tem a santidade do amor.”
José de Alencar, TIL
“— O ciúme é o zelo do senhor pela coisa que lhe pertence.
— Ou pessoa! acrescentou Aurélia com maldade.”
José de Alencar, Senhora
tags: ciume
“A moça recostara-se em uma cadeira de balanço no claro de uma janela, de modo que seu gracioso vulto imergia-se na plena luz. Ao vê-la radiante de beleza e risos, se acreditara que ela de propósito afrontava o esplendor do dia, para ostentar a pureza imaculada de seu rosto e sua graça inalterável.”
José de Alencar, Senhora
“Some people think that nothing moves in this world without leave of the woman. Do not know more, but I can say that war never happened, nor can there be, when you do not want to leave sovereign”
José de Alencar
tags: love, war, woman
“A moça trajava de verde. Ela tinha dessas audácias só permitidas às mulheres realmente belas, de afrontar a monotonia de uma cor. Seu lindo rosto, o colo harmonioso e os braços torneados, desabrochavam dessa folhagem de seda, como lírios d'água levemente rosados pelos rubores da manhã.”
José de Alencar, Senhora
“Há nos cabelos da pessoa que se ama não sei que fluido misterioso, que comunica com o nosso espírito.”
José de Alencar, Lucíola
“O ciúme não nasce do amor, e sim do orgulho. O que dói neste sentimento, creia-me, não é a privação do prazer que outrem goza, quando também nós podemos gozá-lo e mais. É unicamente o desgosto de ver o rival possuir um bem que nos pertence ou cobiçamos, ao qual nos julgamos com direito exclusivo, e em que não admitimos partilha.”
José de Alencar, Senhora
“— Porque, disse ela com exaltação, porque, se há uma felicidade indefinível em duas almas que ligam sua vida, que se confundem na mesma existência, que só têm um passado e um futuro para ambas, que desde a flor da idade até à velhice caminham juntas para o mesmo horizonte, partilhando os seus prazeres e as suas mágoas, revendo-se uma na outra até
o momento em que batem as asas e vão abrigar-se no seio de Deus, deve ser cruel, bem cruel, meu amigo, quando, tendo-se apenas encontrado, uma dessas duas almas irmãs fugir deste mundo, e a outra, viúva e triste, for condenada a levar sempre no seu seio uma ideia de morte, a trazer essa recordação, que, como um crepe de luto, envolverá a sua bela mocidade, a fazer do seu coração, cheio de vida e de amor, um túmulo para guardar as cinzas do passado! Oh! deve ser horrível!...”
José de Alencar, Cinco Minutos
“Não falemos do passado! (...) Os mortos deixemo-los dormir em paz.”
José de Alencar, Senhora
“— Há quem admire as noites de luar! Eu acho-as insuportáveis. O espírito afoga-se nesse mar de azul, como o infeliz que se debate no oceano. Para mim não há céu, nem campo, que valha estas noites de sala, cheias de conforto, de calor e de luz em que nos sentimos viver. Aqui não há risco de afogar-se o pensamento.
— Não; mas asfixia-se! observou Fernando.
— Antes isso.”
José de Alencar, Senhora
“Espero-te como a flor desfalecida espera o raio de sol que deve aquecê-la, a gota de orvalho que pode animá-la, o hálito da brisa que vem bafejá-la. Porque para mim o único céu que hoje me sorri, são teus olhos; o calor que pode me fazer viver, é o do teu seio.”
José de Alencar, Cinco Minutos
“ Quem conhece o fio misterioso que leva o pensamento através do labirinto do passado à uma lembrança remota? ”
José de Alencar, Lucíola
“O mundo achará em mim a sua criatura. Eu serei para ele o que ele me fez.”
José de Alencar, Senhora
“Nem suspeitavas então que, entre todos aqueles vultos indiferentes, havia um olhar que te seguia sempre e um coração que adivinhava os teus pensamentos, que se expandia quando te via sorrir e contraía-se quando uma sombra de melancolia anuviava o teu semblante.

"Se pronunciavam o teu nome diante de mim, corava e na minha perturbação julgava que tinham lido esse nome nos meus olhos ou dentro de minh'alma, onde eu bem sabia que ele estava escrito.

"E, entretanto, nem sequer ainda me tinhas visto; se teus olhos haviam passado alguma vez por mim, tinha sido em um desses momentos em que a luz se volta para o íntimo, e se olha, mas não se vê.

"Consolava-me, porém, que algum dia o acaso nos reuniria, e então não sei o que me dizia que era impossível não me amares.

"O acaso deu-se, mas quando a minha existência já se tinha completamente transformado.”
José de Alencar, Cinco Minutos
“Mas quem não sabe que ternos segredos e confidências recônditas se insinuam muitas vezes em uma pergunta banal, feita por lábios amantes?”
José de Alencar, TIL
“Quando a porta abriu-se para dar-lhe passagem, Seixas cuidou que assistia à metamorfose da ninfa transformada em loto. Mas logo depois admirando a graça que se desprendia dessa peregrina gentileza como a irradiação de um astro, pareceu-lhe antes que a flor tomava as formas da mulher e animava-se ao sopro divino.”
José de Alencar, Senhora
“O ciúme não nasce do amor, e sim do orgulho. O que dói neste sentimento, creia-me, não é a privação do prazer que outrem goza, quando também nós podemos gozá-lo e mais. É unicamente o desgosto de ver o rival possuir um bem que nos pertence ao cobiçarmos, ao qual nos julgamos com direito exclusivo, e em que não admitimos partilha. Há mais ardente ciúme do que o do avaro por seu ouro, do ministro por sua pasta, do ambicioso por sua glória? Pode-se ter ciúme de um amigo, como de um traste de estimação, ou de um animal favorito. Eu quando era criança tinha-o de minhas bonecas.”
José de Alencar, Senhora
tags: ciume
“viveremos tanto um como outro, encheremos de tanta afeição os nossos dias, as nossas horas, os nossos instantes, que, por curta que seja a minha existência, teremos vivido por cada minuto séculos de amor e de felicidade.”
José de Alencar, Cinco Minutos
“No dia em que eu precisasse justificar-me, estaria divorciada, pois se teria extinguido a confiança, que é o primeiro vínculo do amor, e a verdadeira graça do casamento.”
José de Alencar, Senhora
“As que falam como uma novela, em vil prosa, são essas moças românticas e pálidas que se andam evaporando em suspiros; eu falo como um poema: sou a poesia que brilha e deslumbra!”
José de Alencar, Senhora
“«Lembrar-se é viver outra vez»”
José de Alencar, Lucíola

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