Luiz Biajoni

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Luiz Biajoni

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in Americana, SP, Brazil
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Average rating: 3.82 · 132 ratings · 31 reviews · 11 distinct worksSimilar authors
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elvis & madona [uma novela lilás] by Luiz Biajoni
“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
Luiz Biajoni
elvis & madona [uma novela lilás] by Luiz Biajoni
“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
Luiz Biajoni
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Quotes by Luiz Biajoni  (?)
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“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
Luiz Biajoni, elvis & madona [uma novela lilás]
tags: queer

“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
Luiz Biajoni, elvis & madona [uma novela lilás]
tags: sonhos

“Um negro, gay, rico e feliz pode incomodar muita gente.”
Luiz Biajoni, O Crime no Edifício Giallo

“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
Luiz Biajoni, elvis & madona [uma novela lilás]
tags: sonhos

“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
Luiz Biajoni, elvis & madona [uma novela lilás]
tags: queer

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