Luiz Biajoni
Goodreads Author
Born
in Americana, SP, Brazil
Genre
Member Since
September 2017
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elvis & madona [uma novela lilás]
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published
2010
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4 editions
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O Crime no Edifício Giallo
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published
2022
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4 editions
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A Comédia Mundana
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published
2013
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2 editions
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Sexo Anal Uma Novela Marrom
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published
2007
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3 editions
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Quatro velhos
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A Viagem de James Amaro
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published
2015
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3 editions
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Buceta - Uma Novela Cor-de-rosa
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published
2009
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Virgínia Berlim: uma Experiência
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Algum amor
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Elvis & Madona
by |
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"Capítulos curtos, ritmo acelerado e um final surpreendente. "
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"Desafiando convenções e tabus desde o título, e longe de ser uma exploração gratuita da sexualidade, o livro utiliza a prática sexual que lhe dá nome como um catalisador inusitado para desencadear uma série de eventos que entrelaçam a vida íntima dos"
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Luiz Biajoni
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a
quote
“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?” Luiz Biajoni |
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Luiz Biajoni
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quote
“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.” Luiz Biajoni |
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“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
― elvis & madona [uma novela lilás]
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
― elvis & madona [uma novela lilás]
“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
― elvis & madona [uma novela lilás]
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
― elvis & madona [uma novela lilás]
“O sonho, como o sono que se sucedeu, foi rápido e profundo. Primeiro, ela estava num palco de teatro com dois ou três homens que não reconheceu de imediato. Depois apareceu Madona, linda, com os cabelos bem amarelos, muito longos. Havia uma música de fundo. Ela reconheceu um dos homens, era Oscar Wilde — e ele se parecia com Madona, os dois conversavam como velhos amigos, ou irmãos. Ou irmãs, sei lá.
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
― elvis & madona [uma novela lilás]
O outro homem tinha um aspecto de marginal, de bandido, era pequeno e sujo — ela reparou ou intuiu que ele tinha sujeira debaixo das unhas compridas. Esse homem era um ladrão. Ele deu uns passos em direção à animada conversa entre Oscar e Madona e se transformou em outro homem, outro homem igualmente sujo e ladrão. De repente, todos estavam com os pênis à mostra e tentavam se masturbar, mas estava muito frio ali, eles batiam o queixo e não conseguiam ereção.”
― elvis & madona [uma novela lilás]
“Ela tinha transado. Com. Um. Pau. De. Verdade. Quer dizer, não era um pau num homem, mas era um pau de verdade! Tecnicamente, era. Ela gostava de mulheres, sempre gostou, desde os doze anos, quando beijou um menino e vomitou. Desde o dia em que deu carona para a Julinha, a menina mais bonita do colégio, tinham quatorze ou quinze anos, e bastou o contato dos peitos da menina nas suas costas, as pernas abertas raspando o sexo na calcinha, enquanto a mobilete trepidava pelas ruas de paralelepípedos de Poços, para que ela gozasse e quase levasse as duas para o chão.
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
― elvis & madona [uma novela lilás]
E agora, resolvida e trintona, ela tinha tido uma relação sexual com uma travesti e, claro, com um pau de verdade! Não era um consolo, não era um vibrador manipulado por uma gata peituda e gostosa: era um pau com um saco e uma pessoa junto. E não tinham usado preservativo. “Eu devia estar muito louca ontem, o que aconteceu?”
― elvis & madona [uma novela lilás]



























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