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Vanessa Barbara


Born
in São Paulo, Brazil
June 14, 1982

Website


Vanessa Barbara is a Brazilian journalist and author. She writes for the magazine Piauí and the newspaper Folha de S. Paulo. Her articles are also featured in the International New York Times.

Barbara won the 2009 Jabuti Prize in Journalism for her work O Livro Amarelo do Terminal, about the Tietê Bus Terminal. She was shortlisted for the São Paulo Prize for Literature in 2008 for her debut book O Verão do Chibo. She was also listed by Granta among the Best of Young Brazilian Novelists in 2012.

Average rating: 3.84 · 5,316 ratings · 608 reviews · 24 distinct worksSimilar authors
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“Mais tarde, na fila da padaria, Nico informou que esses sonhos em que se sabe que está sonhando, parcialmente controláveis, são chamados de sonhos lúcidos. Por coincidência, ele e o carteiro adoravam conduzir experimentos científicos nessa área — ao que tudo indicava, ambos passavam o dia fazendo reality checks, ou checagem da realidade, olhando para as próprias mãos (para ver se possuíam cinco dedos, se eram proporcionais e reagiam normalmente aos estímulos) e perguntando-se como chegaram até ali. “Aumentando a consciência do que é real, é mais fácil aumentar a consciência do que não é real, assumindo controle sobre os sonhos”, explicou o farmacêutico. “Alguns remédios facilitam esse processo de lucidez, como a fluoxetina, o citalopram, o zolpidem, mas a gente gosta mesmo é de tentar a seco. O zolpidem é muito bom para isso, aliás.”
Vanessa Barbara, Noites de Alface
tags: sonhos

“Feito uma bexiga que perdeu o nó, o sr. Taniguchi foi se esvaziando. Embora Nico tivesse orientado Mayu a procurar um médico, a filha pensou que aquilo logo passaria e foi postergando a consulta. O sr. Taniguchi emagreceu, perdeu o caminho para o banheiro e deixou de prestar atenção nas conversas. Não só esquecia onde colocara as chaves como não entendia mais para que serviam aqueles objetos. Às vezes era visto perambulando na rua e, certo dia, sumiu de casa. Mayu foi dar com o pai sentado no chão do quintal de Teresa, comendo a comida dos cachorros. Quando lhe perguntou o que estava fazendo, ele pareceu não saber.”
Vanessa Barbara, Noites de Alface

“Nico deixara a porta aberta ao sair, e Otto sentia o vento da rua entrando em cheio. Nada no ar parado o fazia lembrar-se de Ada; era o vento que a trazia de volta, agitada, puxando-o pela mão nos dias de chuva. Otto levantou-se e abriu a janela da sala. A corrente de ar ficou mais forte. Achava desconcertante a esposa ter desaparecido assim, de uma hora pra outra, pois ela vivia na segunda-feira e, na terça, já não existia mais. Assim, de repente. Quando ventava, ele quase podia vê-la abrindo as portas de casa para sentir o cheiro das plantas, tentando adivinhar se as tulipas já haviam crescido. Ainda ouvia a voz da mulher quando algum vizinho dava risada; às vezes acordava de súbito com um fantasma se mexendo ao seu lado na cama ou o cheiro do Proteção Antecipada no ar. O sofá estava espaçoso demais, não havia mais vestidos ou pentes nem creme hidratante com aroma de pepino. Otto não tinha mais ninguém para derrubar as panelas na cozinha e fazer um barulho desnecessariamente espalhafatoso enquanto ele lia o jornal de manhã. “Tudo sob controle!”, ela gritava, derrubando uma pilha de tampas.”
Vanessa Barbara, Noites de Alface
tags: luto

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