Andrea Kettenmann
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“Apesar de André Breton [...] lhe ter dito que ela era uma surrealiste, ela não abandonou o seu estilo para seguir os métodos daquela escola. [...] Bastante liberta, também, dos símbolos e da filosofia freudiana que obcecava os pintores oficiais surrealistas, o dela é uma espécie de surrealismo , que ela inventou. [...] Enquanto o surrealismo oficial se preocupa sobretudo com as informações dos sonhos, pesadelos e símbolos neuróticos, na variante de Madame Rivera predominam a inteligência e o humor.”
― Frida Kahlo: 1907-1954 Pain and Passion
― Frida Kahlo: 1907-1954 Pain and Passion
“Nos anos 50, Diego Rivera [seu marido], já a considerava «como a primeira mulher na história da arte a tratar, com absoluta e descomprometida honestidade, podíamos até dizer com uma crueldade indiferente, aqueles temas gerais e específicos que apenas dizem respeito às mulheres.”
― Frida Kahlo
― Frida Kahlo
“Como artista excepcional, político militante e contemporâneo excêntrico, Diego Rivera teve um papel primordial numa época muito importante no México. Tornou-se, embora polémico, o mais citado artista do continente hispano-americano no estrangeiro. Foi pintor, desenhador, artista gráfico, escultor, arquitecto, cenógrafo e um dos primeiros coleccionadores de arte mexicana pré-colonial. O seu nome está relacionado com os de Pablo Picasso, André Breton, Leo Trotski, Edward Weston, Tina Modotti e, como não podia deixar de ser, Frida Kahlo. Foi, simultaneamente, alvo de ódio e amor, admiração e rejeição, lendas e difamação. O mito que, ainda em vida, se criou à volta da sua pessoa, não se deve somente à sua obra, mas também ao seu papel activo na vida política da sua época, às suas amizades e aos seus conflitos com personalidades famosas, à sua aparência fascinante e ao seu carácter rebelde.
Nas suas recordações, difundidas em diversas obras biográficas, Rivera contribuiu bastante para a criação do mito à volta da sua pessoa. Gostava de se apresentar como menino precoce de ascendência exótica, que combatera na Revolução mexicana como jovem rebelde, um visionário que se recusava a fazer parte da vanguarda europeia, e que estava predestinado para ser o cabecilha da revolução artística. A sua biógrafa, Gladys March, confirma, no entanto, que a sua vida real era muito mais banal e que Rivera tinha grandes dificuldades em separar a ficção da realidade.”
― Rivera
Nas suas recordações, difundidas em diversas obras biográficas, Rivera contribuiu bastante para a criação do mito à volta da sua pessoa. Gostava de se apresentar como menino precoce de ascendência exótica, que combatera na Revolução mexicana como jovem rebelde, um visionário que se recusava a fazer parte da vanguarda europeia, e que estava predestinado para ser o cabecilha da revolução artística. A sua biógrafa, Gladys March, confirma, no entanto, que a sua vida real era muito mais banal e que Rivera tinha grandes dificuldades em separar a ficção da realidade.”
― Rivera
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| Into the Forest: What are you reading now? | 6675 | 1205 | Jan 03, 2026 09:07PM |
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