Borges


Ficciones
The Aleph and Other Stories
The Book of Sand and Shakespeare's Memory
Brodie's Report
A Universal History of Iniquity
Dreamtigers
Collected Fictions
Labyrinths: Selected Stories & Other Writings
The Book of Imaginary Beings
Selected Poems
The Garden of Forking Paths
Seven Nights
The Library of Babel
This Craft of Verse
Other Inquisitions, 1937-1952
The Tartar Steppe by Dino BuzzatiBlow-Up and Other Stories by Julio CortázarThe Apocryphal Gospels by Bart D. EhrmanHeart of Darkness by Joseph ConradPedro Páramo by Juan Rulfo
Jorge Luis Borges' Personal Library
82 books — 14 voters
The Gormenghast Novels by Mervyn PeakeThe Fifth Head of Cerberus by Gene WolfeLatro in the Mist by Gene WolfeStories of Your Life and Others by Ted ChiangExhalation by Ted Chiang
Borgesian Fantasies
8 books — 1 voter

Ficciones by Jorge Luis BorgesThe Aleph and Other Stories by Jorge Luis BorgesLabyrinths by Jorge Luis BorgesThe Book of Sand and Shakespeare's Memory by Jorge Luis BorgesCollected Fictions by Jorge Luis Borges
The Best of Jorge Luis Borges
27 books — 35 voters
Nazi Literature in the Americas by Roberto BolañoMemorias biográficas de pintores extraordinarios by William BeckfordThe Temple of Iconoclasts by Juan Rodolfo WilcockThe Real Life of Sebastian Knight by Vladimir NabokovA Universal History of Iniquity by Jorge Luis Borges
Vidas Imaginarias
5 books — 2 voters

Perramus 4. Diente por diente by Juan SasturainPerramus by Juan SasturainBorges, Inspector de Aves by Lucas NineLa cosa del pantano #16 by Alan             MooreBorges by Óscar Pantoja
Borges en historietas
5 books — 1 voter
Divertidas aventuras del nieto de Juan Moreira, volumen 2 by Roberto J. PayróDivertidas aventuras del nieto de Juan Moreira, volumen 1 by Roberto J. PayróEl muerto profesional by ChamicoUn Dios cotidiano by David ViñasJuan Moreira by Eduardo Gutiérrez
Biblioteca Capítulo
34 books — 2 voters

(…) o tempo ensinou-lhe algumas astúcias: "Evitar os sinônimos, que têm a desvantagem de sugerir diferenças imaginárias; evitar hispanismos, argentinismos, arcaísmos e neologismos; preferir as palavras habituais às palavras assombrosas; intercalar em um relato traços circunstanciais, exigidos agora pelo leitor; simular pequenas incertezas, já que, se a realidade é precisa, a memória não o é; narrar os fatos (isto aprendi em Kipling e nas sagas da Islândia) como se não os entendesse totalmente; l ...more
Ana Cecilia Olmos, Por que ler Borges

Creio que a poesia é algo tão íntimo, algo tão essencial, que não pode ser definido sem se diluir. Seria como tentar definir a cor amarela, o amor, a queda das folhas no outono... Eu não sei como podemos definir as coisas essenciais. Penso que a única definição possível seria a de Platão, precisamente porque não é uma definição, senão porque é um fato poético. Ouando ele fala da poesia diz: "Essa coisa leve, alada e sagrada". Isso, eu acredito, pode definir, de certa forma, a poesia, já que não ...more
Ana Cecilia Olmos, Por que ler Borges

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