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A primeira parte do plano, já posta em movimento, fazia do corpo do vampiro uma arma de guerra, de destruição em massa, funcionando como engenhosa forma de bioterrorismo capaz de converter o “inimigo” em “aliado”, simultaneamente espalhando o medo na medida em que se propaga.
Cria-se, assim, um verdadeiro exército de corpos infectados, inteiramente subjugados à vontade totalitária do Mestre. O plano previa, em um segundo momento, “uma fórmula para a matemática do poder. O perfeito equilíbrio
e
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― À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
― À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
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Narrativas como Apocalipse V e The Passage evidenciam o papel da humanidade na perturbação e desintegração de ecossistemas, fatores que acabam por favorecer a criação de cenários pandêmicos, no que somos expostos a novos patógenos que se encontravam placidamente contidos, e que podem ser responsáveis pela emergência (ou reemergência) de doenças infecciosas potencialmente perigosas.
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― À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
― À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
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