“Eu acreditava no amor como um espírito que descola do peito e segue pelas ruas, entra nas ca-sas, derruba as coisas, faz o que for preciso para dissolver todas as trapaças que separa os que se amam. Fosse correto meu desatino, os amantes sempre teriam seu dia de sorte e os amores dariam certo por lei. Nada prova que ele existe, disso parte a absoluta incerteza sobre tudo que vivo enquanto durmo.”
— Dec 12, 2025 10:32AM
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