"Quantas vezes mais vou observar o azulado do crepúsculo nesse horário de tardezinha, assim como estou fazendo agora?, pensei de repente. O que era viver sozinha e morrer sozinha? Será que era estar no mesmo lugar desse jeito, para sempre, não importando o lugar onde estivesse ou o que estivesse vendo? E qual o problema disso?, perguntei baixinho no dialeto de Osaka. Mas, óbvio, ninguém respondeu a minha pergunta."
— Jul 05, 2026 05:11AM
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