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Cleisson is on page 199 of 408 of Frankenstein
Não gostei de ter tantos contos antes da obra principal, que só começa na página 199. Por outro lado, gostei do universo deles, parecem histórias individuais, mas no final percebe-se que a maioria estão ligados e fazem parte da trajetória do Oshikiri, o personagem principal. Agora quero ver como o Junji Ito trata o romance original.
— Oct 13, 2026 10:46AM Add a comment
Frankenstein

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Cleisson is on page 123 of 686 of A leste do Éden
Ainda estou no começo de A Leste do Éden, mas já posso dizer que Steinbeck me ganhou de novo. Em A Rua das Ilusões Perdidas, ele tem um dos meus inícios de livro favoritos, e aqui parece repetir o feito com o capítulo que apresenta Cathy. A descrição dela na abertura é uma das melhores que já li na vida.
— Oct 13, 2026 10:44AM Add a comment
A leste do Éden

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Cleisson is 42% done with Ontem (Portuguese Edition)
Nem cheguei à metade desse livro e já quero ler outros dela. A escrita é direta e crua, com frases curtas que contam coisas pesadas sem enfeite, e isso dá mais impacto ao que está sendo dito. Até agora, o livro fala de exílio, de identidade e de uma vida engolida pelo trabalho monótono e repetitivo, que rende só o suficiente para sobreviver e voltar a trabalhar no dia seguinte. Bem contemporâneo.
— Oct 02, 2026 06:10AM Add a comment
Ontem (Portuguese Edition)

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Cleisson is on page 47 of 165 of Poemas
“Existe então um mundo assim sobre o qual exerço um destino independente?
Um tempo que enlaço com correntes de signos?
Uma existência perene por meu comando?
A alegria da escrita.
O poder de preservar.
A vingança da mão mortal.”
— Sep 29, 2026 07:31PM Add a comment
Poemas

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Cleisson is on page 135 of 192 of A Rua das Ilusões Perdidas (Cannery Row, #1)
Adorando como o realismo social e a empatia na escrita do Steinbeck são marca registrada dele. Até nos acontecimentos trágicos, há uma relação de compaixão. O banal e o mundano ganham primeiro plano, vidas simples e sem grandes perspectivas tratadas com uma ternura que transforma a mediocridade em poesia.
— Sep 25, 2026 03:01AM Add a comment
A Rua das Ilusões Perdidas (Cannery Row, #1)

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Cleisson is on page 129 of 168 of Não fossem as sílabas do sábado
O luto de Ana ganha uma nova forma quando a filha já crescida começa a perguntar sobre o pai que nunca conheceu. Cada pergunta obriga a protagonista a reviver lembranças e nesse processo ela percebe algo doloroso: já não se recorda de tudo. O romance mostra com muita sensibilidade como quem morre também vai desaparecendo aos poucos da memória de quem fica e como esquecer pode doer tanto quanto lembrar.
— Sep 11, 2026 06:25PM Add a comment
Não fossem as sílabas do sábado

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Cleisson is on page 104 of 168 of Não fossem as sílabas do sábado
"(…) não fossem as sílabas daquele sábado e hoje seríamos outros números, a natureza trampolinesca das proparoxítonas.”
— Sep 10, 2026 05:31PM Add a comment
Não fossem as sílabas do sábado

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Cleisson is on page 84 of 168 of Não fossem as sílabas do sábado
A autora já começa o romance com uma tragédia anunciada como ponto de partida da história, é impactante. Em decorrência disso, deixa que a continuidade seja processamento, não construção de um suspense. Processamento esse que dá espaço para que o luto, a maternidade solo e a perda inesperada de quem se ama não sejam apenas temas ilustrados, mas sejam vividos linha a linha pela protagonista.
— Sep 09, 2026 02:08PM Add a comment
Não fossem as sílabas do sábado

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Cleisson is on page 46 of 192 of A Rua das Ilusões Perdidas (Cannery Row, #1)
Adorando como Steinbeck narra Cannery Row, com uma naturalidade quase documental, sem dramatizar, como se tudo fizesse parte da paisagem daquela rua. Vai se formando um mosaico de tragédias e gentilezas convivendo lado a lado.
— Sep 08, 2026 05:31PM Add a comment
A Rua das Ilusões Perdidas (Cannery Row, #1)

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Cleisson is on page 107 of 176 of A Vegetariana
É evidente que o livro vai muito além de uma simples premissa de uma mulher que parou de comer carne. Até o fim dessa segunda parte, percebe-se que a família é extremamente problemática, principalmente as figuras masculinas. Extremamente repugnante.
— Sep 06, 2026 01:19PM Add a comment
A Vegetariana

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Cleisson is on page 72 of 176 of A Vegetariana
Que livro incômodo. Primeira parte foi bem perturbadora, e esse início da segunda parte só piora com o cunhado como narrador.
— Sep 06, 2026 07:33AM Add a comment
A Vegetariana

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Cleisson is on page 187 of 288 of S. Bernardo
“As minhas palavras eram apenas palavras, reprodução imperfeita de fatos exteriores, e as dela tinham alguma coisa que não consigo exprimir. Para senti-las melhor, eu apagava as luzes, deixava que a sombra nos envolvesse até ficarmos dois vultos indistintos na escuridão.”
— Sep 03, 2026 07:19PM Add a comment
S. Bernardo

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Cleisson is on page 112 of 288 of S. Bernardo
Paulo Honório aqui foi certeiro:

— O que eu acho é que os deputados e os senadores são inúteis e comem demais.
— Sep 02, 2026 04:20PM Add a comment
S. Bernardo

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Cleisson is on page 164 of 208 of As Intermitências da Morte
Que genial e lindo quando o livro traz uma digressão pela Ilíada. No sentido em que se até o guerreiro mais implacável podia ser tocado pela dor e pela “cólera”, talvez até o “esqueleto da morte” possa ser tocado por algo, um acorde de violoncelo, por exemplo. Saramago usa a mitologia como prova de que nenhuma armadura, nem a mais impenetrável, garante imunidade ao afeto.
— Aug 28, 2026 07:57PM Add a comment
As Intermitências da Morte

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Cleisson is on page 122 of 208 of As Intermitências da Morte
“Dizes metamorfose e segues adiante, parece que não vês que as palavras são rótulos que se pegam às cousas, não são as cousas."
— Aug 26, 2026 02:57PM Add a comment
As Intermitências da Morte

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Cleisson is 74% done with A árvore mais sozinha do mundo
“(…)é proibido aos adultos terem sido jovens demais. Talvez seja pelo vexame das ilusões escancaradas na cara quando o futuro já se encarregou de lavá-las.”
— Aug 21, 2026 06:49PM Add a comment
A árvore mais sozinha do mundo

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Cleisson is 62% done with A árvore mais sozinha do mundo
“Mas os humanos me parece que têm uma coisa obscura, que é saber o que é o certo, o que é o melhor, mas fazer o contrário. Como olhar uma praga se instalando e sentir a vertigem dela. Em algum lugar da mente eles querem a praga, querem deixar-se devorar.”
— Aug 20, 2026 01:46PM Add a comment
A árvore mais sozinha do mundo

Cleisson
Cleisson is 32% done with A árvore mais sozinha do mundo
O que mais me chamou atenção até agora foi a escolha de narrar a história a partir de objetos inanimados. São a árvore do quintal, um espelho da casa, a velha caminhonete Rural da família e a capa de proteção contra agrotóxicos, coisas que normalmente seriam só cenário, mas aqui ganham voz e contam o cotidiano da família
— Aug 19, 2026 02:53PM Add a comment
A árvore mais sozinha do mundo

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