Joana > Recent Status Updates

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Joana
Joana is on page 322 of 336 of Paula
<< Espera por mim! Quero ir contigo!, grito e então ele acende a luz e tenta envolver-me com os seus braços, mas eu afasto-o bruscamente porque da porta Paula sorri para mim e faz-me um sinal de adeus com a mão, antes de se afastar pelo corredor com a sus camisa branca [...] >>
Apr 09, 2016 03:37PM Add a comment
Paula

Joana
Joana is on page 296 of 336 of Paula
<< Morre, meu amor, morre, suplicou Ernesto de joelhos junto à cama. Morre, filha, acrescentei eu em silêncio, porque fiquei sem voz. >>
Apr 05, 2016 04:50AM Add a comment
Paula

Joana
Joana is on page 192 of 336 of Paula
<< O que existe do outro lado da vida? É apenas noite silenciosa e solidão? O que resta quando não há desejos, nem lembranças, nem esperança? O que existe na morte? Se pudesse permanecer imóvel, sem falar nem pensar, sem suplicar, chorar, recordar ou esperar, se pudesse submergir-me no silêncio mais absoluto, talvez então pudesse ouvir-te, filha. >>
Mar 24, 2016 03:26PM Add a comment
Paula

Joana
Joana is on page 100 of 336 of Paula
Feb 20, 2016 11:59AM Add a comment
Paula

Joana
Joana is on page 15 of 336 of Paula
<< Embrenho-me nestas páginas numa tentativa irracional de vencer o meu terror, o ocorreu-me, o meticuloso exercício da escrita pode ser a nossa salvação. >>
Jan 31, 2016 01:54PM Add a comment
Paula

Joana
Joana is on page 50 of 52 of Escrever depois de Auschwitz
<< Temos todas as razões para termos medo de nós próprios como união capaz de agir. Nada, nenhum sentimento nacional, por mais idilicamente colorido que seja, e também nenhuma afirmação de boa vontade póstuma podem rasurar, relativizar ou abolir de ânimo leve esta experiência pela qual passámos enquanto criminoso [...] >>
Jan 31, 2016 07:51AM Add a comment
Escrever depois de Auschwitz

Joana
Joana is on page 20 of 52 of Escrever depois de Auschwitz
<< [...] afinal de contas, a vida continuava, por muito danificada que estivesse >>
Jan 29, 2016 11:31AM Add a comment
Escrever depois de Auschwitz

Joana
Joana is on page 214 of 265 of Sputnik, Meu Amor
<< Aclimatei-me aos repetidos sinais de caos- à pressão da água, à falta de ar, à escuridão gelada. Era algo que eu me habituara a dominar, vezes sem conta, desde criança. >>
Jan 27, 2016 04:09PM Add a comment
Sputnik, Meu Amor

Joana
Joana is on page 186 of 265 of Sputnik, Meu Amor
<< Para a pequena Miu, aquele cheiro representava o mundo remoto dos adultos, era um símbolo de segurança. De repente, sentiu saudades do pai. >>
Jan 26, 2016 04:16PM Add a comment
Sputnik, Meu Amor

Joana
Joana is on page 78 of 265 of Sputnik, Meu Amor
<< E contudo, uma dúvida fundamental subsistia: quem sou eu? Que espero da vida? Para onde vou? >>
Jan 17, 2016 03:35PM Add a comment
Sputnik, Meu Amor

Joana
Joana is on page 30 of 265 of Sputnik, Meu Amor
<< Tenho a cabeça a abarrotar de coisas sobre aa quais quero escrever - confidenciou-me Sumire -Como um celeiro arrumado de qualquer maneira. Imagens, cenas, fragmentos de palavras... São tudo coisas que despontam na minha cabeça como um clarão, com vida própria. Escreve!, gritam-me aos ouvidos. Sinto que está prestes a nascer aquela grande história que me há de transportar até um lugar inteiramente novo. >>
Jan 13, 2016 01:28PM Add a comment
Sputnik, Meu Amor

Joana
Joana is on page 375 of 408 of Mulheres de Cinza
<< Quer um homem que não minta nem traia? Vai morrer solteira, minha filha >>
Jan 09, 2016 06:24AM Add a comment
Mulheres de Cinza

Joana
Joana is on page 369 of 408 of Mulheres de Cinza
<< Como bem lembrava o meu avô: veste-se a farda, despe-se a alma. Se eu morrer agora, não terá Vossa Excelência a inconveniência de à pátria me fazer retornar: a alma nua não tem peso. Não carecerei de viagem. Porque lembrança alguma de mim haverá. >>
Jan 09, 2016 06:13AM Add a comment
Mulheres de Cinza

Joana
Joana is on page 343 of 408 of Mulheres de Cinza
<< Ela que entendesse. Ele tinha muitas pessoas brigando dentro dele [...] como tornar-se uma só criatura? Como voltar a ser apenas o seu filho? >>
Jan 07, 2016 04:16PM Add a comment
Mulheres de Cinza

Joana
Joana is on page 114 of 408 of Mulheres de Cinza
<< Em silêncio, finquei os pés na areia como se estancasse um rio. E era o choro que eu estancava. Melhor teria sido deixar o pranto acontecer. Dizia a nossa mãe, quando choramos, a alma segue o exemplo da Terra, sob a chuva: torna-se barro. E o barro dá-nos a casa, o barro é quem molda a nossa mão. >>
Dec 30, 2015 03:40PM Add a comment
Mulheres de Cinza

Joana
Joana is on page 70 of 372 of Atonement
Dec 30, 2015 11:37AM Add a comment
Atonement

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Joana is on page 40 of 372 of Atonement
Dec 28, 2015 03:40PM Add a comment
Atonement

Joana
Joana is on page 213 of 315 of Cemitério de Pianos
<< mas o seu olhar não era simples, havia uma espécie de mágoa que eu não conseguia entender completamente [...] Era como se o seu olhar, no centro do meu, me tocasse com culpa >>
Oct 26, 2015 02:37PM Add a comment
Cemitério de Pianos

Joana
Joana is on page 85 of 456 of Não é Meia Noite Quem Quer
<< [...] tantas vezes em mim para além das ondas nas rochas, quase tão fortes quanto o silêncio das pessoas, se eu fosse creacida era maior do que o mundo, dava passos de gigante e os parentes, que remédio, obedeciam-me [...] >>
Oct 26, 2015 01:36AM Add a comment
Não é Meia Noite Quem Quer

Joana
Joana is on page 68 of 456 of Não é Meia Noite Quem Quer
<< [...] largue o defeito da toalha e pegue-me ao colo, mãe, deixe-me ficar um minuto, um minuto basta, de têmpora no seu pescoço com os olhos fechados, ou antes esqueça o que eu disse, não ligue que me tornei ridícula com a idade [...] >>
Oct 17, 2015 03:16PM Add a comment
Não é Meia Noite Quem Quer

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