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Sofia Batista
Sofia Batista is on page 42 of 112 of Vull vestir com tu
“«El fet fe vestir-se suposa una tècnica fe supervivència en una metròpoli que posa en contacte desconeguts.» La celebració del jo a través de la indumentària, doncs, ha estat —i continua sent— una manera de trobar confort en l’expressió de la nostra identitat.”
Mar 12, 2026 12:24AM Add a comment
Vull vestir com tu

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Sofia Batista is on page 40 of 112 of Vull vestir com tu
“En aquest entorn alienant, envoltats de rostres desconeguts, l’existència autèntica no és més que l’expressió de la singularitat individual.”
Mar 11, 2026 12:54AM Add a comment
Vull vestir com tu

Sofia Batista
Sofia Batista is on page 31 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) não ficou uma alma viva. As mortas, porque tinham morrido, deixaram-se ficar, com aquela inabalável indiferença que as distingue da restante humanidade (…)”
Feb 08, 2026 04:40AM Add a comment
A Jangada de Pedra

Sofia Batista
Sofia Batista is on page 31 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) Estava escrito, quando eles ladrassem acabava-se o mundo, e não era precisamente assim, escrito nunca estivera, mas nos grandes momentos precisamos sempre de grandes frases, e esta, Estava escrito, não sabemos que prestígio tem que ocupa o primeiro lugar nos prontuários do estilo fatal.”
Feb 08, 2026 04:38AM Add a comment
A Jangada de Pedra

Sofia Batista
Sofia Batista is on page 30 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) os helicópteros adejavam gloriosamente por cima das cabeças, como serafins possessos de potências acaso nada celestiais.”
Feb 08, 2026 04:31AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 29 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) avançaram as betoneiras, as misturadoras, essas interessantes máquinas que, com os seus movimentos simultâneos, fazem lembrar a terra no espaço, rotação, translação, e chegando ao ponto despejavam o betão (…)”
Feb 08, 2026 04:23AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 28 of 437 of A Jangada de Pedra
“Não era vala, nem era enorme, mas as palavras, assim nós as fizemos, têm muito de bom, ajudam, só porque as dizemos exageradas logo aliviam os sustos e as emoções, porquê, porque os dramatizam.”
Feb 08, 2026 04:17AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 26 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) sic transit gloria mundi (…)”
Feb 08, 2026 04:08AM Add a comment
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Sofia Batista is on page 25 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) ao passo que a fenda do Irati, vê-se-lhe o princípio, não se lhe conhece o fim, é como a vida.”
Feb 08, 2026 03:54AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 23 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) enfim, uma irritação geral que não encontrava contra quem se voltar (…)”
Feb 08, 2026 03:13AM Add a comment
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Sofia Batista is on page 21 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) foi só até ter-se declarado, em outra parte, uma celebridade maior, é sempre assim com as celebridades.”
Feb 08, 2026 03:12AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 15 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) Que quererão de mim estas criaturas, não estranhamos a palavra desusada, há dias em que as comuns não apetecem.”
Jan 21, 2026 03:42AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 13 of 437 of A Jangada de Pedra
“(…) quem nasce não vem a falar da barriga da mãe e quem morre não fala depois de ter entrado na barriga da terra.”
Jan 21, 2026 03:34AM Add a comment
A Jangada de Pedra

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Sofia Batista is on page 31 of 166 of O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais
“As pessoas, todas nós, vêm à procura de significado, tentando entender melhor o mundo que as rodeia e o seu lugar nele.”
Mar 13, 2025 06:58AM Add a comment
O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais

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Sofia Batista is on page 31 of 166 of O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais
Um museu não é “principalmente” sobre coleções, é sobre coleções “e” pessoas (é o “museu ‘e’”, defendido por Elaine Heumann Gurian).
Mar 13, 2025 06:56AM Add a comment
O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais

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Sofia Batista is on page 28 of 166 of O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais
“«Fomos treinados para pensar os museus como separados das comunidades», daí o termo ‘outreach’ quando desenhamos programas que supostamente nos levarão a pessoas que não visitam, normalmente, museus.”
Mar 13, 2025 06:33AM Add a comment
O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais

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Sofia Batista is on page 12 of 166 of O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais
“A política como uma coisa nossa, uma coisa pública.”
Mar 13, 2025 05:51AM Add a comment
O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais

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Sofia Batista is on page 256 of 264 of A Última Lua de Homem Grande
“(…) e deixa de acreditar que não o matam. (…) Inocêncio Kani não quer passar à história como o camarada que matou aquele a quem mesmo chama Homi Garande. Por isso, manda o soldado Bacar fazê-lo, porque Kani sabe que a culpa uma pessoa até consegue carregar, mas dificilmente a maldição, pois amaldiçoado será o chão em que um homem tombar pela mão de quem confiou (…)”
Mar 06, 2025 09:31AM Add a comment
A Última Lua de Homem Grande

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Sofia Batista is on page 256 of 264 of A Última Lua de Homem Grande
“«Haz tu própria revolución, Amílcar», que o Che pronunciou ao despedir-se, curou-o de todas as perdas havidas e por haver. No ano seguinte, casou-se com Ana Maria Voss de Sá, e a magia reencontrou o seu predestinado lugar de acalanto. É que não se pode fazer revoluções sem amor, concluiu para a luamada.”
Mar 06, 2025 09:28AM Add a comment
A Última Lua de Homem Grande

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Sofia Batista is on page 255 of 264 of A Última Lua de Homem Grande
“No fundo, no fundo, o lugar onde ele, Homem Grande, mais tempo esteve em toda a sua vida, vinte anos, deixou-se de chamar, de repente, casamento e estatuiu-se como divórcio, termo que murchou os poemas, as ervas, as graças, os alicerces, a casa, os nascimentos, e abalou o estremerecimento, vulgo, o amor à primeira vista.”
Mar 06, 2025 09:23AM Add a comment
A Última Lua de Homem Grande

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Sofia Batista is on page 253 of 264 of A Última Lua de Homem Grande
“Não é possível ser-se contra um povo que inventou as palavras sável, mangostão, almíscar, pepita e anzol, recita para a Lua (…)”
Mar 06, 2025 09:08AM Add a comment
A Última Lua de Homem Grande

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Sofia Batista is on page 253 of 264 of A Última Lua de Homem Grande
“(…) Não compreendo alguém que luta contra Portugal e tem como companheira uma mulher portuguesa. (…) «Nós não lutamos contra o povo português. Lutamos sim para libertar a nossa terra do colonialismo português», avançou. A frase ecoou pelos nove cantos do mundo, mas nem Maria Helena voltou a Conacri, nem o presidente se convenceu.“
Mar 06, 2025 09:05AM Add a comment
A Última Lua de Homem Grande

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