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Rosie is on page 82 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”Apesar dos enormes saltos tecnológicos alcançados desde então, hoje existem ainda muito poucas filmagens do oceano profundo e apenas poucos felizardos tiveram em tempo real de ver a vida que pulsa abaixo da zona iluminada pelo sol.”
— 13 hours, 53 min ago Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

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Rosie is on page 81 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”...há muito q o oceano profundo nos atiça a imaginação, muito à semelhança do q acontece, desde sempre, quando contemplamos o espaço.(...)No entanto, embora numa noite límpida quase todos consigamos discernir as estrelas e(...)com um telescópio regulamentar consegue perscrutar a paisagem na face iluminada da Lua,as profundezas do oceano mantiveram-se incognoscível durante a maior parte da existência da humanidade.”
— 13 hours, 54 min ago Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

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Rosie is on page 49 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”No meu primeiro mergulho num recife de coral, o que me prendeu a atenção foram a cor e o movimento, mas se pudesse lá regressar hoje, procuraria os sons, tentaria decifrar o ruído branco estático e identificar-lhes os estalidos, os assobios e os cliques, na esperança de ecoarem num volume suficiente para atrair mais vida do oceano aberto mais além.”
— Oct 03, 2026 10:57AM Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

Rosie
Rosie is on page 46 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”Sabemos que os recifes de coral albergam uma espantosa diversidade desde que lhes pusemos os olhos em cima e eu ouvira histórias antigas de tradição oral do Havai e da Polinésia, transmitidas durante milhares de anos, que referiam a sua importância e a riqueza da vida que aí encontrava abrigo.”
— Oct 03, 2026 10:56AM Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

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Rosie is on page 59 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”Contudo, agora, estas águas estão a mudar. Chegámos ao fim do período seguro e estável do Holoceno - as únicas condições que a civilização humana alguma vez conheceu - e entrámos no período inexplorado e instável do Antropoceno: uma era definida pelos humanos; uma era em que o impacto da humanidade no planeta se tornou a força dominante.”
— Sep 29, 2026 02:42PM Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

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Rosie is on page 21 of 424 of Oceano: O Último Reduto Selvagem
”Apesar...os horrores da 2ªGM concederão um interregno a certas partes do oceano. Algumas zonas (...)tornar-se-ão demasiado perigosas (...) e assistirão a uma drástica recuperação da vida marinha. Uma experiência acidental, pelas mais sinistras razões, produzirá ainda assim a primeira demonstração em grande escala de que o oceano tem uma capacidade de regeneração muito mais rápida do q alguma vez se tinha imaginado.”
— Sep 29, 2026 02:26PM Add a comment
Oceano: O Último Reduto Selvagem

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Rosie is on page 193 of 288 of A minha terceira vida
”Mas depois lembramo-nos q também nós em tempos vimos a vida d outra maneira, tivemos objetivos e projetamos a nossa felicidade futura. Também nós, em jovens, imaginámos q, ao chegarmos a velhas,cuidaríamos dos nossos netos no seio d uma grande família. Também nós ficávamos cativas destas imagens belas, terríveis e potentes, e quando elas caíram como estrelas cadentes na escuridão eterna, nós caímos com elas.”
— Sep 22, 2026 11:31AM Add a comment
A minha terceira vida

Rosie
Rosie is on page 182 of 288 of A minha terceira vida
”- Na verdade, a Brida não quer um companheiro, mas um amante de confiança. Está demasiado ocupada consigo mesma. Mas, como sabes, eu sou um homem de família. Para mim a convivência diária não é castigo nenhum.”
— Sep 22, 2026 11:01AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 133 of 288 of A minha terceira vida
”A noite é um abismo que me esmaga e que no dia seguinte me atira de volta para o mundo.”
— Sep 22, 2026 10:51AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 131 of 288 of A minha terceira vida
”Quando voltei ao meu trabalho de curadora e Richard ficou ainda três meses em casa com Sonja, achei que éramos muito modernos. Richard dizia nessa altura: «Não, Linda. Apenas trocámos os papéis. A pessoa que ganha mais trabalha, a pessoa que ganha menos fica com a criança. O que há de moderno nisso?»”
— Sep 21, 2026 12:53PM Add a comment
A minha terceira vida

Rosie
Rosie is on page 115 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”Não gosto particularmente da palavra «trabalho». Os seres humanos são os únicos animais que devem trabalhar, o que para mim é a coisa mais ridícula do mundo. Os outros animais ganham a sua vida vivendo-a, mas as pessoas trabalham como loucos, pensando que devem fazê-lo para continuarem vivas. Quanto mais importante for o trabalho, quanto maior o desafio, tanto mais elas pensam que esse trabalho é formidável.”
— Sep 21, 2026 07:24AM Add a comment
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

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Rosie is on page 89 of 288 of A minha terceira vida
”Os meus dedos percorrem as pétalas firmes dos gladíolos. Estamos em maio. Na natureza nada pára. Tudo busca a vida. Os rebentos abrem-se, as peónias são uma explosão de cores, o jardim inteiro quer crescer e renovar-se e exibir os seus matizes luminosos. (...) Em nenhuma outra altura do ano há um maior contraste entre o mundo que me rodeia e o que eu sinto."
— Sep 21, 2026 07:00AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 88 of 288 of A minha terceira vida
”- Uma mulher bonita - disse eu, mas não era disso que se tratava. Os olhos dela brilhavam, o riso era genuíno, o rosto, solto. Traria alegria à vida dele, talvez até felicidade. Não tentei esconder o que sentia. Não foram ciúmes nem tristeza nem raiva que me deixaram as mãos e os lábios a tremer, mas a inveja do talento dela para a alegria. Entre ela e o mundo não se erguia nenhuma parede de vidro."
— Sep 21, 2026 06:58AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 80 of 288 of A minha terceira vida
”O meu inverno interior não tolera a leveza dos dias claros e quentes.”
— Sep 20, 2026 06:14AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 79 of 288 of A minha terceira vida
”(...) e ele acrescentou uma frase que até hoje ficou comigo:
- «Se a tua vida só tem sentido na felicidade, então nunca teve sentido.»”
— Sep 20, 2026 06:13AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 76 of 288 of A minha terceira vida
”Por algum tempo acreditei que cada um destes abalos tornaria o seguinte mais suportável. Tinha esperança de que, entregando-me sem resistência à tristeza, ela abrandaria ou se esgotaria, como um frasco de xarope amargo. Mas estava enganada. Quando a tristeza chega, chega com a mesma força.”
— Sep 20, 2026 06:07AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 46 of 288 of A minha terceira vida
”O trabalho salva da solidão, do luto, de espirais descendentes do pensamento, da sensação de ausência de sentido, das insónias e do medo. Quanto mais simples o trabalho, tanto melhor. Quanto mais físico, tanto melhor. É inútil acrescentar ou subtrair palavras à tagarelice deste mundo. Já um pátio varrido, um jardim em flor!”
— Sep 19, 2026 12:50PM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 26 of 288 of A minha terceira vida
”O que aconteceu deixou marcas. Ambos sabemos que não voltaríamos a ser o que éramos, mas não podíamos imaginar quem viríamos a ser nem que aparência teríamos. Naquela altura o meu cabelo ficou grisalho em três dias. Quando me olhei no espelho vi uma estranha. Pareceu-me uma visão hostil. Como se eu estivesse ainda no interior daquela pessoa mas nunca mais pudesse sair dela.”
— Sep 19, 2026 08:21AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 20 of 288 of A minha terceira vida
”Desde então, já não era o silêncio paralisante do luto que enchia o nosso apartamento, mas uma ausência perplexa de palavras.”
— Sep 19, 2026 07:40AM Add a comment
A minha terceira vida

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Rosie is on page 114 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”A extravagância do desejo é a causa fundamental que conduziu o mundo à sua difícil situação actual.
Mais rápido que lento, excessivo em vez de suficiente - este «progresso» enganador está em relação directa com o iminente desmoronar da sociedade. Ele serviu apenas para separar o homem da Natureza. O homem deve parar de permitir-se desejar desmesuradamente a posse material e o ganho pessoal...”
— Sep 19, 2026 07:33AM Add a comment
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

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Rosie is on page 104 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”Os alimentos que estão próximos são os melhores para o ser humano, e aqueles pelos quais é obrigado a lutar são os menos benéficos para ele. Se aceitarmos o que está ao alcance da mão, tudo correrá bem. (...) Se viermos a defrontar-nos com uma crise alimentar, ela não será devido à insuficiência do poder produtivo da Natureza, mas sim à extravagância do ser humano.”
— Sep 16, 2026 01:34PM Add a comment
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

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Rosie is on page 98 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”E os ovos de galinha comerciais (podemos chamar-lhes ovos se quisermos) não passam de uma mistura de alimentos artificiais, produtos químicos e hormonas. Não se trata de um produto da Natureza, mas sim de uma síntese com forma de ovo feita pelo homem.”
— Sep 14, 2026 08:10AM 6 comments
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

Rosie
Rosie is on page 98 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”Se julgarmos que os legumes que se encontram à venda são naturais, enganamo-nos redondamente. Estes legumes são uma confeção química aquosa de azoto, fósforo e potássio com uma pequena parte da semente. E é esse gosto que tem.”
— Sep 14, 2026 08:09AM Add a comment
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

Rosie
Rosie is on page 87 of 208 of A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem
”Geralmente, os consumidores supõem que não têm nada a ver com as causas da poluição agrícola. Uma grande parte deles quer uma alimentação que não tenha sido tratada quimicamente. Mas a alimentação tratada quimicamente é vendida principalmente como resposta às preferências do consumidor. O consumidor exige produtos grandes e luzidios, sem defeitos e de forma regular. ”
— Sep 14, 2026 07:58AM Add a comment
A Revolução de Uma Palha – Uma Introdução à Agricultura Selvagem

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Rosie is on page 85 of 168 of Meditações
”… ter maus pensamentos é realmente a coisa mais fácil do mundo. Se deixar a sua mente por conta própria, ela vai sugá-la, numa infelicidade sempre crescente. Ter bons pensamentos, porém, exige esforço. Isso é uma das coisas de que a disciplina, o treino, trata. Portanto, treine a sua mente para se deter em perfumes doces, o toque desta seda, tenras gotas de chuva (…), a tranquilidade do amanhecer.”
— Sep 13, 2026 09:36AM Add a comment
Meditações

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Rosie is on page 29 of 168 of Meditações
”Não desperdices o tempo que te resta de vida a especular sobre os outros – a não ser que possa afectar um bem comum. Fazê-lo irá impedir-te de fazer algo de útil. Estarás demasiado preocupado com o que fulano está a fazer, e porquê, e com o que está a dizer ou a pensar ou a planear, e todas as outras coisas que te desviam e impedem de te focares na tua própria mente.”
— Sep 09, 2026 12:52PM Add a comment
Meditações

Rosie
Rosie is on page 56 of 69 of Quando Virmos O Mar
”Mas viver melhor pareceu incomodar demasiado, quem me rodeava entreolhava-se com desconfiança, passaram a mensagem como naquele jogo de miúdos, o telefone, e bem sabemos como a mensagem se vai alterando - o telefone estragado. (...) E eventos trágicos acontecem quando se muda o sentido de uma mensagem.”
— Sep 08, 2026 01:08PM Add a comment
Quando Virmos O Mar

Rosie
Rosie is on page 54 of 69 of Quando Virmos O Mar
”Um pé depois do outro, é assim que se começa qualquer coisa.
É assim que se acaba qualquer coisa.
- Vim demitir-me.
- Qual o motivo?
- Tédio de morte.
- Desculpe?
- Pode escrever que encontrei um emprego melhor. Desempregado.”
— Sep 08, 2026 11:59AM Add a comment
Quando Virmos O Mar

Rosie
Rosie is on page 49 of 69 of Quando Virmos O Mar
”Os ritmos circadianos do sono loucamente desregulados. O copo demasiado cheio, tão cheio não se pode beber. E havia tanta sede, havia.”
— Sep 08, 2026 10:05AM Add a comment
Quando Virmos O Mar

Rosie
Rosie is on page 47 of 69 of Quando Virmos O Mar
”Também porque muita gente trepava às casas das árvores, a vida nessa cidade começou a perder ordem. Tornou-se cada vez mais frágil e gritava a plenos pulmões: barafunda! As conversas demasiado rasas. Uma conversa tem de ter protuberâncias. Proibiram-se dados de natureza vaga. Só se aceitavam factos, factos. Factos geram factos. Tragam-me factos.”
— Sep 08, 2026 10:04AM Add a comment
Quando Virmos O Mar

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