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Everton Olinto is on page 136 of 248 of El monte de las furias
"(...) Si pudiera escuchar a las plantas, ¿qué dirían de mi abuela?
¿Qué diría el hongo que nació alimentándose de sus ojos?
¿Qué diría la flor que brotó comiéndose su lengua?
¿Qué diría la raíz que chupó el jugo de su estómago?
¿Qué diría la semilla que se parte como un diente y sube aturdida por el suelo desnudo?
Querría saberlo.”
Oct 28, 2025 08:58AM Add a comment
El monte de las furias

Everton Olinto
Everton Olinto is finished with Poesia Reunida Seguido de Água Selvagem
SOMBRAS

Tristezas os olhos
que não têm o brilho de contar,
estão riscados de sombras
como se o rasto dos caminhos
o longe da viagem
fosse, neles, deixando pistas.

Tristezas os olhos
de onde me olhas
detrás de um tempo passado,
o tempo das promessas antigas.

Teus olhos, amado,
são os olhos de alguém
que já morreu
e ainda não sabe.
Oct 27, 2025 06:21AM Add a comment
Poesia Reunida Seguido de Água Selvagem

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Everton Olinto is on page 35 of 335 of Memória do chão: Romance
"É da vida ter que esperar que a carne se acostume aos espinhos."
Sep 09, 2025 09:01PM Add a comment
Memória do chão: Romance

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Everton Olinto is on page 53 of 217 of Notas desde el interior de la ballena
“Escribo desde el interior de la ballena. Me negué a las palabras por miedo, igual que Jonás, y ahora intento balbucear mi súplica desde dentro no a un dios, sino al vacío; romper con un canto el dolor que me atraviesa, el silencio acúatico de un cuerpo dentro de otro cuerpo, dentro del mar. Para hablar de esto tendría que comenzar por decir que es imposible hablar de esto.”
Sep 05, 2024 07:04PM Add a comment
Notas desde el interior de la ballena

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Everton Olinto is starting Morte em suas mãos
“Seu nome era Magda. Ninguém jamais saberá quem a matou. Não fui eu. Aqui está seu corpo.”
Aug 27, 2024 07:13AM Add a comment
Morte em suas mãos

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Everton Olinto is on page 50 of 142 of O dia em que apagaram a luz
Manuel e eu. Temos quinze años(…) Somos namorados, nos amamos, dizemos isso o tempo todo. Ao vivo, em cartas escritas à mão, nas redes sociais muito recentes. Somos o casal mais duradouro dos nossos anos de colégio na escola estadual. Vamos juntos a todos os shows que podemos. Vamos juntos para todo lado. Dos treze aos dezesseis. Atravessaremos a tragédia Cromañón juntos. Depois, não nos veremos nunca mais.
Apr 21, 2024 04:16AM Add a comment
O dia em que apagaram a luz

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