a sentir-me bem acolhido na volta ao EBDTP, a começar com Proust a exibir-se com uma frase espiralada de 1000 palavras, inserida num ensaio (tão problemático como o narrador) sobre a homossexualidade na aristocracia francesa no fin de siècle. parece um ponto de viragem estilístico e narrativo, ou pelo menos é o que eu quero acreditar após 1500 páginas e 70 serões.
— Jan 01, 2026 08:10AM
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