Poucos livros me levam a discutir com os narradores, a pedir-lhes que poupem as personagens ao sofrimento, que as salvem dos perigos onde as intrigas as levam. As personagens de David Machado ganham vida durante a leitura e passam a habitar os nossos espaços e pensamento. Damos por nós a amar e a odiar estes seres de papel, a quem parece correr verdadeiro sangue - e não apenas tinta - nas veias...
— Oct 21, 2017 09:09AM
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