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“Love is eternal while it lasts.”
―
―
“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.”
―
―
“De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.”
―
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.”
―
“Sonnet of Fidelity
Above all to my love I'll be attentive
First and always with care and so much
That even when facing the greatest enchantment
By love be more enchanted my thoughts.
I want to live it through in each vain moment
And in its honor I'll spread my song
And laugh my laughter and cry my tears
When you are sad or when you are content.
And thus when later comes looking for me
Who knows the death anxiety of the living
Who knows the loneliness end of all lovers
I'll be able to say to myself of the love I had :
Be not immortal since it is flame
But be infinite while it lasts.”
―
Above all to my love I'll be attentive
First and always with care and so much
That even when facing the greatest enchantment
By love be more enchanted my thoughts.
I want to live it through in each vain moment
And in its honor I'll spread my song
And laugh my laughter and cry my tears
When you are sad or when you are content.
And thus when later comes looking for me
Who knows the death anxiety of the living
Who knows the loneliness end of all lovers
I'll be able to say to myself of the love I had :
Be not immortal since it is flame
But be infinite while it lasts.”
―
“...
Who knows what death, anxiety of the living,
Who knows what loneliness, end of the loving
I could say to myself of the love (I had):
Let it not be immortal, since it is flame
But let it be infinite while it lasts.”
―
Who knows what death, anxiety of the living,
Who knows what loneliness, end of the loving
I could say to myself of the love (I had):
Let it not be immortal, since it is flame
But let it be infinite while it lasts.”
―
“... A tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.”
―
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.”
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“De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.”
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De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.”
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“Love is eternal for as long as it lasts.”
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“Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.”
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“Sairei de mim mesmo em busca de mim mesmo, em busca de minha imagem perdida nos abismos do desespero, minha imagem de cuja face já não me lembro mais…”
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“As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental.”
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Mas beleza é fundamental.”
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“O whisky é o melhor amigo do homem, ele é o cahorro engarrafado”
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“A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, e que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre.”
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
“Em algum lugar teu coração bate por mim
Em algum lugar teus olhos se fecham à idéia dos meus.”
―
Em algum lugar teus olhos se fecham à idéia dos meus.”
―
“De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.”
―
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.”
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“É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado”
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
“Há pessoas com quem as palavras são desnecessárias. Nos entendíamos e amávamos mudamente, meu pai e eu. Talvez pelo fato de sua figura emocionar-me tanto, evitei sempre pisar com ele o terreno das coisas emocionais, pois estou certo de que, se começássemos a falar, cairíamos os dois em pranto, tão grandes eram em nós os motivos para chorar.”
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
― Para Viver um Grande Amor: Crônicas e Poemas
“Bom dia, tristeza
Que tarde, tristeza
Você veio hoje me ver
Já estava ficando
Até meio triste
De estar tanto tempo
Longe de você”
―
Que tarde, tristeza
Você veio hoje me ver
Já estava ficando
Até meio triste
De estar tanto tempo
Longe de você”
―
“Nunca fui covarde
Mas agora é tarde
Amei tanto
Que agora nem sei mais chorar
Vivi te buscando
Vivi te encontrando
Vivi te perdendo
Ah, coração, infeliz até quando?
Para ser feliz
Tu vais morrer de dor
Amei tanto
Que agora nem sei mais chorar
Nunca fui covarde
Mas agora é tarde
É tarde demais enfim
A solidão é o fim de quem ama
A chama se esvai, a noite cai em mim.”
―
Mas agora é tarde
Amei tanto
Que agora nem sei mais chorar
Vivi te buscando
Vivi te encontrando
Vivi te perdendo
Ah, coração, infeliz até quando?
Para ser feliz
Tu vais morrer de dor
Amei tanto
Que agora nem sei mais chorar
Nunca fui covarde
Mas agora é tarde
É tarde demais enfim
A solidão é o fim de quem ama
A chama se esvai, a noite cai em mim.”
―
“Esse amor sem fim, onde andará?
Que eu busco tanto e nunca está
E não me sai do pensamento
Sempre, sempre longe
Esse amor tão lindo que se esconde
Nos confins do não sei onde
Vive em mim além do tempo
Longe, longe, onde?
Por que não me surges nessa hora
Como um sol
Como o sol no mar
Quando vem a aurora
Esse amor que o amor me prometeu
E que até hoje não me deu
Por que não está ao lado meu?
Esse amor sem fim, onde andará?
Esse amor, meu amor,
Onde andará?”
―
Que eu busco tanto e nunca está
E não me sai do pensamento
Sempre, sempre longe
Esse amor tão lindo que se esconde
Nos confins do não sei onde
Vive em mim além do tempo
Longe, longe, onde?
Por que não me surges nessa hora
Como um sol
Como o sol no mar
Quando vem a aurora
Esse amor que o amor me prometeu
E que até hoje não me deu
Por que não está ao lado meu?
Esse amor sem fim, onde andará?
Esse amor, meu amor,
Onde andará?”
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“É melhor viver do que ser feliz.”
―
―
“Life is the art of encounter, although there is so much mismatch in life.”
―
―
“PÔR-DO-SOL EM ITATIAIA
Nascente efêmeras
Em clareiras súbitas
Entre as luzes tardas
Do imenso crapúsculo.
Negros megalitos
Em doce decúbito
Sob o peso frágil
Da pálida abóbada
Calmo subjacente
O vale infinito
A estender-se múltiplo
Inventando espaços
Dilatando a angústia
Criando o silêncio...”
― Nova Antologia Poética
Nascente efêmeras
Em clareiras súbitas
Entre as luzes tardas
Do imenso crapúsculo.
Negros megalitos
Em doce decúbito
Sob o peso frágil
Da pálida abóbada
Calmo subjacente
O vale infinito
A estender-se múltiplo
Inventando espaços
Dilatando a angústia
Criando o silêncio...”
― Nova Antologia Poética
“DIALÉTICA
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que sou triste...”
― Nova Antologia Poética
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que sou triste...”
― Nova Antologia Poética
“A gente não faz amigos, reconhece-os”
―
―
“A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor”
―
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor”
―
“Oh, tudo é tão triste
A casa, o jardim, o teu olhar, o meu olhar, o olhar de Deus...”
―
A casa, o jardim, o teu olhar, o meu olhar, o olhar de Deus...”
―
“Eles são essa memória que é sempre sofrimento
Vêm da noite inquieta que agora me cobre.
São o olhar de Clara e o beijo de Carmem
São os novos amigos, os que roubaram luz e me trouxeram.
Como esquecer isso que foi a primeira angústia
Se o murmúrio do mar está sempre nos meus ouvidos
Se o barco que eu não via é a vida passando
Se o ei-ou dos pescadores é o gemido de angústia de todas as noites?”
― Antología Poética
Vêm da noite inquieta que agora me cobre.
São o olhar de Clara e o beijo de Carmem
São os novos amigos, os que roubaram luz e me trouxeram.
Como esquecer isso que foi a primeira angústia
Se o murmúrio do mar está sempre nos meus ouvidos
Se o barco que eu não via é a vida passando
Se o ei-ou dos pescadores é o gemido de angústia de todas as noites?”
― Antología Poética
“Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.”
―
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.”
―
“A vida só se dá para quem se deu.”
―
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