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“Historical reality has two sides. One is made up of facts, events, material realities, and one of the ideas, images and dreams.”
― The Medieval Imagination
― The Medieval Imagination
“Escutemos bem Marc Bloch. Ele não diz: a história é uma arte, a história é literatura. Frisa: a história é uma ciência, mas uma ciência que tem como uma de suas características, o que pode significar sua fraqueza mas também sua virtude, ser poética, pois não pode ser reduzida a abstrações, a leis, a estruturas.”
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“Periodizar a história é um ato complexo, carregado ao mesmo tempo de subjetividade e de esforço para produzir um resultado aceitável para o maior número de pessoas”
― Must We Divide History Into Periods?
― Must We Divide History Into Periods?
“Life was dominated by agrarian rhythms, free of haste, careless of exactitude, unconcerned by productivity.”
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“Si l'on se contentait de l'écouter il semblait admirable, mais si on le questionnait, il se révélait nul.
De loin son arbre tout feuillu attirait les yeux mais quand on le regardait de plus près et avec plus de soin, on s'apercevait qu'il n'y avait point de fruit.
Abélard critiquant Anselme de Cantorbéry.”
― Intellectuals in the Middle Ages
De loin son arbre tout feuillu attirait les yeux mais quand on le regardait de plus près et avec plus de soin, on s'apercevait qu'il n'y avait point de fruit.
Abélard critiquant Anselme de Cantorbéry.”
― Intellectuals in the Middle Ages
“Pero el principal instrumento musical de la Edad Media fue la voz humana. Entonces se inventaron, en efecto, nuevas notaciones de música, notas de solfeo, nuevas maneras de cantar, en especial de un modo colectivo: es la «polifonía» (una palabra que viene del griego y significa «varias voces»).”
― La Edad Media explicada a los jóvenes (Contextos)
― La Edad Media explicada a los jóvenes (Contextos)
“[O ensino do cálculo] “principia pelo uso de instrumentos práticos que servem primeiro ao estudante para calcular e depois ao financeiro, ao comerciante. São o ábaco e o tabuleiro — ‘humildes antepassados das modernas máquinas de calcular’. Os manuais de aritmética elementar multiplicam-se a partir do século XIII, tal como aquele que foi escrito em 1340 por Paolo Dagomari de Prato, apelidado de Paolo dell’Abaco. Entre os tratados científicos, alguns tiveram, tanto para a contabilidade comercial como para a ciência matemática, uma importância singular. Foi o caso do Tratado do Abaco — liber abbaci — que Leonardo Fibonacci publica em 1202. Este Leonardo Fibonacci é um Pisano cujo pai é oficial da alfândega da República de Pisa em Bougie, em África. Foi no mundo cristão-muçulmano do comércio, em Bougie, no Egito, na Síria, na Sicília, por onde viaja em negócios, que se iniciou nas matemáticas que os Árabes aprenderam com os Hindus. Na sua obra, introduz o emprego dos números árabes e do zero, inovação fundamental para a numeração com parcelas, operações com frações e cálculo proporcional. Levando mais longe as suas pesquisas, publica em 1220 uma Prática de Geometria. Nos finais da Idade Média, em 1494, Luca Pacioli escreve a sua famosa Summa de Arithmetica, resumo do conhecimento aritmético e matemático do mundo do comércio; nessa obra debruça-se especialmente sobre a contabilidade de dupla entrada. Na Alemanha, contudo, populariza-se um outro manual, depois de 1450, o Método de Cálculo de Nuremberg.”
― Mercaderes y banqueros de la Edad Media
― Mercaderes y banqueros de la Edad Media
“una Edad Media «fea»: los señores oprimían a los campesinos, la Iglesia era intolerante y sometía a los espíritus independientes (a los que se llamaba «herejes») a la Inquisición, que practicaba la tortura y hacía perecer a los rebeldes en las hogueras... Las hambrunas no escasearon y había muchos pobres;”
― La Edad Media explicada a los jóvenes (Contextos)
― La Edad Media explicada a los jóvenes (Contextos)
“Danes bi dejal, da me je srednji vek privlačil zaradi dveh razlogov. Najprej zaradi poklicnih razlogov. Odločil sem postati zgodovinar po poklicu. Prakticiranje večine znanosti je brez dvoma stvar profesionalcev, strokovnjakov. Zgodovinska znanost ni tako ekskluzivna. Četudi gre po mojem mnenju za razpravo, ki je pomembna za naš čas, ko mediji omogočajo malone vsakomur pripovedovati ali pisati zgodovino v podobah ali v besedah, se ne bom lotil vprašanja kakovosti zgodovinske produkcije. Nikakršnega monopola ne zahteva za znanstvene zgodovinarje. Diletanti in vulganizatorji zgodovine so po svoje dopadljivi in koristni; njihova uspešnost pa kaže, kako močno potrebo občutijo današnji ljudje, da bi se udeleževali kolektivnega spomina. Želim si, da bi zgodovina ob tem, ko bo postala bolj znanstvena, lahko še zmeraj ostala umetnost. Če hočemo hraniti spomin ljudi, potrebujemo prav toliko okusa, stila in strasti kakor strogosti in metode. Zgodovino delamo z dokumenti in idejami, z viri in z domišljijo.”
― Pour un autre Moyen Âge: Temps, travail et culture en Occident : 18 essais
― Pour un autre Moyen Âge: Temps, travail et culture en Occident : 18 essais




