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Almeida Garrett Almeida Garrett > Quotes

 

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“E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?”
Almeida Garrett
“The excess of pleasure is pain”
Almeida Garrett, Folhas Caídas
“I ask the political economists and the moralists if they have ever calculated the number of individuals who must be condemned to misery, overwork, demoralisation, degradation, rank ignorance, overwhelming misfortune and utter penury in order to produce one rich man.”
Almeida Garrett
“- Romeiro, romeiro, quem és tu?
- Ninguém.”
Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa
“Na hora em que ela acreditou na minha morte, nessa hora morri”
Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa
“A tudo se habitua o homem; a todo o estado se afaz; e não há vida, por mais estranha, que o tempo e a repetição dos actos lhe não faça natural.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“Ao infinito não se chega, porque deixava de o ser em se chegando a ele. Logo o poeta é louco, porque aspira sempre ao impossível.”
Almeida Garrett, Folhas Caídas
“Os reflexos do céu na terra são ilimitados e imperfeitos como as incompletas existências que a habitam.”
Almeida Garrett
“E dizem que saudades que matam! Saudades dão vida; são a salvação de muita coisa que, em seu pleno gozo e posse pacífica, pereceria de inanição ou morreria da opressora moléstia da saciedade.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“Y yo pregunto a los economistas políticos, a los moralistas, si han calculado el número de individuos que es necesario condenar a la miseria, al trabajo desproporcionado, a la infancia desamparada, a la ignorancia crapulosa, a la desgracia invencible, a la penuria absoluta, para producir un rico.”
Almeida Garrett
“Fechei o livro, acendi o meu charuto, e fui tratar das minhas camélias.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
tags: humor
“Que viaje à roda do seu quarto quem está à beira dos Alpes, de inverno, em Turim, que é quase tão frio como São Petersburgo – entende-se. Mas com este clima, com esse ar que Deus nos deu, onde a laranjeira cresce na horta, e o mato é de murta, o próprio Xavier de Maistre, que aqui escrevesse, ao menos ia até o quintal.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“Não: plantai batatas, ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazei caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a que hoje vivemos.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“(Madalena para Telmo) Não está em nós dá-lo nem quitá-lo, amigo. (Pág 51)”
Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa
tags: life, love
“Ora bom, vai-se aos figurinos franceses de Dumas, de Eugénio Sue, de Victor Hugo, e recorta a gente, de cada um deles, as figuras que precisa, gruda-as sobre uma folha de papel de cor da moda, verde, pardo, azul - como fazem as raparigas inglesas aos seus álbuns e scrapbooks; forma com eles os grupos e situações que lhe parece; não importa que sejam mais ou menos disparatados. Depois vai-se às crónicas, tiram-se uns poucos de nomes e palavrões velhos, com os nomes crismam-se os figurões, com os palavrões iluminam-se... (estilo de pintor pinta-monos). E aqui está como nós fazemos a nossa literatura original.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“Duyguları ve hayatı muhafaza eden, ruhun potansiyellerini idareli kullanan, afyon dozunu Goethe gibi ayarlayabilene ne mutlu! Bu kişilerde hâkim olan hayal gücüdür yalnız, duygu değil. Byron, Schiller, Camões, Tasso genç öldü; kalpleri öldürdü onları. Homeros ile Goethe, Sofokles ile Voltaire yaşlılıktan öldü; hayal gücü besliyordu onları, yaşamları harcanmadı, zira hayal gücü duyguları harcamaz.

Hayal etmek düş görmektir: Hayat bu sırada uyuyup dinlenir; hissetmek aktifçe yaşamaktır: Yorar, tüketir.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“São os dois entes mais parecidos da natureza, o poeta e a mulher namorada; vêem, sentem, pensam, falam como a outra gente não vê, não sente, não pensa nem fala.
(...) a mulher apaixonada deveras sublima-se, idealiza-se logo, toda ela é poesia; e não há dor física, interesse material, nem deleites sensuais que a façam descer ao positivo da existência prosaica.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra
“Não me lembra que lord Byron celebrasse nunca o prazer de fumar a bordo. É notável esquecimento no poeta mais embarcadiço, mais marujo que ainda houve, e que até cantou o enjoo, a mais prosaica e nauseante das misérias da vida! Pois num dia destes, sentir na face e nos cabelos a brisa refrigerante que passou por cima da água, enquanto se aspiram molemente as narcóticas exalações de um bom cigarro da Havana, é uma das poucas coisas sinceramente boas que há neste mundo.”
Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra

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