Nénas's Blog
June 28, 2018
Nénas
Acreditando que cada um carrega dentro de si a força para cumprir o seu destino, Nénas busca incessantemente pelo sentido da vida, estudando, pesquisando, participando em diversos caminhos espirituais de várias linhas e crenças.Desejando ser tudo e todos ao mesmo tempo, encontra na integração entre a ciência e as diversas espiritualidades, o movimento da nova consciência, aquilo que procura, assumindo-se plenamente como ativista quântica.Lê muito, participa, aprende, duvida, viaja, experimenta, dança, ensina, perde, recupera e volta a tentar, perfeitamente consciente que está nesta vida para se superar a si própria. Sabe que o importante é não parar, estar sempre em constante transformação, gerando melhores versões de si própria, travando o único combate que existe, tal como a sua personagem principal, Luzia, aquela que irradia luz.Nénas vive procurando honrar aquilo que lhe foi confiado, simplesmente escrevendo, divulgando as histórias que tem dentro de si e esperando inspirar outros a seguir o caminho-do-bom-combate, o percurso mágico da primeira guerreira portuguesa e de seus dois amigos Abdul e Ulrich.
Published on June 28, 2018 02:20
April 12, 2018
Universo mágico e maravilhoso
Há mais de um século, uma série de descobertas na física implicou a contestação de conceitos que se consideravam absolutamente corretos. Anomalias que a física clássica não conseguia explicar abriram a porta para uma revolução no pensamento científico.Um dos princípios básicos contestados foi o de que se podia prognosticar inteiramente o movimento de todos os objetos materiais. Dito de outra forma, pressupunha-se que, uma vez que se tivesse conhecimento de quais são as condições iniciais (a posição e a velocidade de um objeto em algum instante inicial do tempo), podia-se calcular a trajetória precisa desse mesmo objeto.Mas descobertas científicas provaram que as condições iniciais do cálculo da trajetória de uma partícula não podem ser calculadas com precisão. Dito de outra forma, não podemos simultaneamente determinar, com toda a certeza, a posição e a velocidade de um elétron. Assim, é totalmente insustentável o conceito de trajetória nitidamente definida de uma partícula.Ora, o que a física quântica nos diz claramente é que as condições iniciais não determinam para sempre o movimento de um objeto. O princípio da incerteza quântica afirma que jamais poderemos determinar simultaneamente, com absoluta certeza, a velocidade e posição de um objeto. Assim a noções como trajetória determinística ou movimento e continuidade causal, a física quântica contrapôs o famoso princípio da incerteza.A mensagem da física quântica para um mundo fundamentalmente determinista em que tudo o que precisamos conhecer são as forças que atuam sobre cada objeto e as condições iniciais, é clara: se em cada ocasião em que observamos há um novo começo, então o mundo não está determinado de uma vez para sempre, pelo contrário, o mundo é criativo no seu nível mais básico.A física quântica oferece, pois, uma nova e emocionante visão do mundo, recusando reduzir a realidade a uma série de fenômenos objetivamente previsíveis que a humanidade observa e controla. Todo o evento de medição é potencialmente criativo e pode desvendar novas possibilidades.Por isso, Amit Goswami chama a física quântica, a física das possibilidades. E o universo é redescoberto como algo esquivo, mágico e maravilhoso.
Published on April 12, 2018 06:04
April 11, 2018
Abra os seus olhos
Apesar da física quântica ter substituído formalmente a física clássica já no século passado, a velha filosofia da física clássica—a do realismo materialista—continua a ser amplamente aceite por praticamente todas as pessoas.E se a nossa visão do mundo não estiver correta do ponto de vista científico? O pressuposto – o mundo é constituído exclusivamente por matéria – não passa, na realidade, de uma suposição sobre a qual se alicerça toda a nossa maneira de interpretar o mundo e de agir em consequência.A busca da felicidade através da acumulação de bens materiais – que se transforma numa saciedade nunca satisfeita – baseia-se numa visão que nos foi incutida desde pequenos como verdade científica: todas as coisas são feitas de átomos, o mundo é constituído unicamente por matéria que se pode dividir em pedaços cada vez menores.Pôr em causa o pressuposto sobre o qual TUDO se baseia é uma verdadeira revolução a todos os níveis, uma autêntica mudança de paradigma. Se somos realmente possuidores de um espírito científico, não é isso que nos vai abalar, antes pelo contrário – a ciência sempre mudou à medida que foi fazendo novas descobertas, é tão simples quanto isso. Vamos negar as descobertas científicas só porque estas não se coadunam com a nossa visão do mundo? Eu não quero ser irónica, mas parece-me que já ouvi esta história de resistência à mudança, de negação do que temos diante dos olhos, de persistência em acreditar em paradigmas caducados.A verdade é que, desde o início do séc. XX, a comunidade científica sabe que a física clássica nos dá uma visão incompleta do mundo. Como é possível que ninguém queira saber? Se no passado se negou de forma veemente e violenta a introdução de um novo paradigma científico, hoje em dia a reação é de alheamento total mediante as novas descobertas. O excesso de informação disponível em todo o lado esconde sob muito entulho aquilo que é realmente essencial, aquilo que realmente interessa. Os conhecimentos estão disponíveis, as pessoas só não lhes acedem porque não querem ver.Acordem! Não se trata de mais umas equações que ninguém-entende e que não tem nada a ver com a nossa vida. É um novo paradigma, a visão do universo foi totalmente revolucionada! Simplesmente não podemos continuar a ver e a agir no mundo como se vivêssemos em 1800.Faço minhas as palavras de Amit Goswami que nos apela de uma forma maravilhosa a estudarmos a nova física e a vermos a liberdade que nos traz a visão de mundo que ela nos oferece.
Published on April 11, 2018 09:39
March 10, 2018
Para onde vamos nós
Estamos neste mundo para expandir a consciência, mas expandir não é chegar mais alto ou mais longe. Não é ir em linha reta, numa escala ascendente, do ponto A para o ponto B. Nem sequer é chegar a lugar nenhum porque nós já somos tudo o que somos.Expandir é centrar, é relembrar a nossa verdadeira essência, é um voltar para casa. O movimento de expansão deve ser, pois, no sentido de chegar cada vez mais próximo de quem somos de verdade.Só a partir do centro se olha em redor e vê-se em todas as direções, em todas as dimensões. Toma-se consciência de toda a periferia do ser. Se não nos centrarmos, se não tomarmos consciência de quem somos, se permanecermos na superfície, presos nas malhas de uma existência supérflua, nunca conseguiremos ultrapassar a confusão. Quem não se centra não vê o todo, não vê a imensidão de toda a periferia do seu ser.E toda a periferia do ser é igual à periferia da existência. Assim que estamos centrados, a nossa existência alarga-se, aumenta, expande-se. Não tente ser outra pessoa, não tente chegar a lado nenhum. Conecte-se, centre-se, tome consciência de quem realmente é. E o mundo expandir-se-à a partir daí.
Published on March 10, 2018 07:37
February 14, 2018
70X7
Tudo o que acontece na nossa vida é nossa responsabilidade. Logo, condenar alguém por nos ter feito algo que não nos agrada ou mesmo que nos agrediu, é totalmente inútil. O julgamento condenatório dos outros não serve para absolutamente nada para além de só perpetuar o sofrimento dentro de nós.Assim, para nosso próprio bem, em vez de insistirmos num sentimento que só destrói, convido-os a terem a lucidez e a coragem de inverterem totalmente aquilo que sentem. Ou seja, tomar não só consciência de que todas as memórias e energias negativas ligadas a esse sentimento são perniciosas para a nossa saúde e para a nossa felicidade, como torna-las indesejadas, parar de as alimentar. Pelo contrário, todo o nosso esforço deve ser no sentido da libertação dessas memórias e energias que nos roem por dentro, transmutando-as em algo benéfico.É fácil afastar as más memórias e só focalizar nas boas recordações? Não, é difícil. Todos nós temos coisas na nossa vida que lamentamos e que, sempre que pensamos nelas, nos sentimos profundamente feridos - e é natural, é humano que nos sintamos tristes e revoltados. Mas chega a um certo ponto que temos de aprender a lição, deixar ir o que aconteceu e andar para a frente. A verdade é que estarmos contra os outros é estarmos contra nós mesmos. Declararmo-nos em paz com todas as pessoas da terra, sem exceção, é declararmo-nos em paz connosco mesmos. E a felicidade só pode ser atingida quando existe paz interior.Estamos a criar uma ilusão e a negar a realidade, a colocar uns óculos cor-de-rosa para podermos viver melhor? Não, não estamos. Pelo contrário, estamos a reequilibrar a nossa perceção da realidade que ficou extremamente alterada com a nossa leitura do que aconteceu. O sentimento de mágoa tem muito de um ego que vê a realidade distorcida pelo seu orgulho ferido, que apaga todas as boas memórias que tem daquela pessoa independentemente da quantidade e da qualidade das mesmas e focaliza e amplifica de forma doentia as más memórias, criando um monstro que só existe na sua imaginação. Trata-se de procurar distorcer a realidade para que esta caiba na forma ilusória e irreal como nós a percecionamos. É o nosso ego ferido que quer ser alimentado, nada mais.Este alimentar compulsivo do sofrimento só leva à ansiedade, culpa, medo, preocupação, tristeza, falta de autoestima, dor, não restando outra solução senão ter a coragem de fazer um trabalho interno, por muito difícil que seja, de voltar a alinhar com a realidade. Valorizemos e acarinhemos a nossa saúde emocional, aprendamos a viver sem medo nem ansiedade, reconheçamos e alimentemos todas as boas memórias que existiram mesmo, perspetivando a realidade tal como ela é.Libertar-nos de toda a carga emocional negativa de um ressentimento, traz-nos paz, traz-nos leveza. Desbloqueamos e andamos para a frente. Nunca poderemos construir nada de valioso enquanto não estivermos bem connosco próprios - enquanto nos mantivermos estagnados a nossa vida não poderá ser desfrutada em plenitude e felicidade. Portanto, perante aquilo que não nos agrada na nossa vida presente, o melhor mesmo é declararmo-nos libertos de tudo e de todos aqueles que achamos que nos prejudicaram.“Fiquei ali parada a olhar, a rir, a sentir, na penumbra do castelo, sem medo de nada, com pensamentos de agradecimento. Nunca mais ia recear nada. Sentia-me estranhamente em paz, em paz com tudo e todos – e, sobretudo, em paz comigo própria, sentindo-me tão bem como nunca me sentira em toda a minha vida. Estava bem perto do céu, envolta numa acolhedora escuridão, na noite mais abafada de que havia memória naquela cidade.”(Luzia divulga o segredo, cap.13)
Published on February 14, 2018 08:10
January 31, 2018
12 livros, 12 regras
Todos nós temos a capacidade de jogar o jogo da vida com equilíbrio, harmonia e alegria, mas precisamos de saber quais são as regras. O universo é impessoal e pode ajudar-nos ou destruir-nos. É a nossa interpretação e uso das regras que determina se colocamos ou não o universo do nosso lado.O universo está sempre a fluir. O que nós retiramos do abundante rio da vida depende unicamente de nós. É o nosso sistema de crenças que determina se vamos ao rio com uma colher, com um copo, com um jarro ou com um barril.O poder é neutro e nós dirigimo-lo através das nossas próprias ideias e crenças. As regras do universo estão sempre a funcionar, mas só conseguimos receber aquilo que as nossas mentes são capazes de aceitar. A única limitação é a nossa mente.
Published on January 31, 2018 09:05
January 19, 2018
Luzia e o poder da visão
A nossa vida não passa de uma perceção única e muito própria que temos da realidade. O mundo exterior é, de muitas formas, uma reprodução do nosso mundo interior. O subconsciente não cria a realidade do mundo à nossa volta, mas filtra a informação que está disponível de forma a que esta valide o sistema de crenças que mantemos na nossa mente. Desta maneira, somos responsáveis pela forma como se desenrola a nossa vida.
O subconsciente faz-nos percecionar apenas o que é consistente com aquilo em que profundamente acreditamos. A realidade tem de confirmar o sistema de crenças do subconsciente – de outra forma estaria a violar o princípio de equilíbrio e de sanidade da mente. O processo parte de dentro para fora. O mundo que experimentamos é uma grande sala de espelhos que refletem aquilo em que acreditamos profundamente. O nosso sistema de crenças rege literalmente a nossa vida logo, tomar consciência daquilo em que acreditamos é o primeiro passo para a compreender e controlar.Perceber que o nosso potencial é criado a partir das nossas crenças é fundamental para começar a mudar a nossa realidade. De outra forma, sentir-nos-emos sempre vítimas – dos outros, das circunstâncias, do tempo, da família, disto e daquilo. Procuraremos sempre alguém ou alguma coisa no exterior para preencher os nossos desejos, os nossos anseios, os nossos sonhos, as nossas frustrações. Nunca é demais repetir: a nossa vida é nossa responsabilidade.Percecionar a realidade a nosso favor é tudo. Acreditar naquilo que nos faz feliz e nos faz evoluir é tudo. O poder de ver a realidade na sua essência mais verdadeira é tudo. A crença e o poder de ver é tudo. Acreditar e ver. Crer para ver.
O subconsciente faz-nos percecionar apenas o que é consistente com aquilo em que profundamente acreditamos. A realidade tem de confirmar o sistema de crenças do subconsciente – de outra forma estaria a violar o princípio de equilíbrio e de sanidade da mente. O processo parte de dentro para fora. O mundo que experimentamos é uma grande sala de espelhos que refletem aquilo em que acreditamos profundamente. O nosso sistema de crenças rege literalmente a nossa vida logo, tomar consciência daquilo em que acreditamos é o primeiro passo para a compreender e controlar.Perceber que o nosso potencial é criado a partir das nossas crenças é fundamental para começar a mudar a nossa realidade. De outra forma, sentir-nos-emos sempre vítimas – dos outros, das circunstâncias, do tempo, da família, disto e daquilo. Procuraremos sempre alguém ou alguma coisa no exterior para preencher os nossos desejos, os nossos anseios, os nossos sonhos, as nossas frustrações. Nunca é demais repetir: a nossa vida é nossa responsabilidade.Percecionar a realidade a nosso favor é tudo. Acreditar naquilo que nos faz feliz e nos faz evoluir é tudo. O poder de ver a realidade na sua essência mais verdadeira é tudo. A crença e o poder de ver é tudo. Acreditar e ver. Crer para ver.
Published on January 19, 2018 07:29
January 11, 2018
Quem ou eu, afinal?
Existem duas maneiras de viver a vida: a partir do medo ou da confiança, da repetição destrutiva do mesmo padrão ou da inspiração livre, aberta e sem limites. A inspiração é o divino a falar connosco. A alma é permeada de inspiração quando o ritmo natural com a Inteligência Divina é restabelecido. Ouvir o divino é confiar e deixar vir.Tudo consiste apenas em estarmos abertos para o universo. A resistência constante e incessante ao fluxo mantém-nos afastados da liberdade, da inspiração, da vida e, sobretudo, daquilo que realmente somos, da nossa real identidade, aquilo que nos faz únicos.
O nosso principal objetivo deveria ser encontrar a resposta para esta simples pergunta – Quem sou eu? Sorte a da Luzia que encontrou a resposta." Sentei-me na beira do sofá da sala, sentindo as pernas fracas. Estava cansada, mas não me podia dar ao luxo de relaxar. Agora entendia tudo, tudo fazia sentido. Sentia-me estranha, tão estranha, como se o meu corpo já não existisse, como se me estivesse a desfazer na luz forte que entrava pelas janelas. Tudo na minha vida fazia agora sentido, os meus gostos, as minhas opções, as minhas ideias. Tudo tinha uma razão de ser, uma explicação, tudo contava, tudo dava frutos, mais cedo ou mais tarde, todo o ato tinha uma consequência. De repente, senti-me em paz. Já nada temia, nem Ulrich, nem qualquer outro demónio. Certas injustiças tinham mesmo de ser reparadas, nem que para isso se esperasse muito tempo, nem que para isso todo o Universo tivesse de conspirar. E detinha, dentro de mim, o maior e o mais importante conhecimento de todos. Sabia quem realmente era."(Luzia divulga o segredo, cap.10)
O nosso principal objetivo deveria ser encontrar a resposta para esta simples pergunta – Quem sou eu? Sorte a da Luzia que encontrou a resposta." Sentei-me na beira do sofá da sala, sentindo as pernas fracas. Estava cansada, mas não me podia dar ao luxo de relaxar. Agora entendia tudo, tudo fazia sentido. Sentia-me estranha, tão estranha, como se o meu corpo já não existisse, como se me estivesse a desfazer na luz forte que entrava pelas janelas. Tudo na minha vida fazia agora sentido, os meus gostos, as minhas opções, as minhas ideias. Tudo tinha uma razão de ser, uma explicação, tudo contava, tudo dava frutos, mais cedo ou mais tarde, todo o ato tinha uma consequência. De repente, senti-me em paz. Já nada temia, nem Ulrich, nem qualquer outro demónio. Certas injustiças tinham mesmo de ser reparadas, nem que para isso se esperasse muito tempo, nem que para isso todo o Universo tivesse de conspirar. E detinha, dentro de mim, o maior e o mais importante conhecimento de todos. Sabia quem realmente era."(Luzia divulga o segredo, cap.10)
Published on January 11, 2018 10:12
January 4, 2018
Ser feliz como Winnie the pooh
“(…) Todas as estratégias são macaquices da ilusão do controlo. As coisas são como são e o melhor é fluir com os acontecimentos (…). Confia.”(Luzia divulga o segredo, Cap. 6)Não fazemos a menor ideia do que está a acontecer. Existem milhões de informações circulando a todo o momento, mas nós só temos consciência de uma percentagem ínfima. Além de limitada, a forma como o cérebro perceciona a realidade não passa de uma interpretação muito própria das poucas informações que consegue captar, e pouco tem a ver com o que é real. A realidade esconde-se por detrás de um número infinito de véus.
Se ninguém sabe o que é a realidade, temos de concluir que nenhum de nós controla nada. O controlo é uma ilusão do ego. Não temos a mínima hipótese de compreender todos os elementos que estão em ação na nossa vida. A tentativa de controlo é o jogo de um tolo, um divertimento fútil. Manoel de Oliveira dizia que é vã a glória de mandar.Só nos resta um caminho: temos de confiar. Aprender a diminuir a tentativa inútil de controlar a nossa vida não é fácil, mas perante a evidência dos nossos limites que podemos nós fazer para além de substituir o controlo pela confiança?O verdadeiro milagre acontece quando confiamos. Confiar. Deixar de procurar controlar, de lutar contra o que existe e voltarmo-nos para um lugar que está dentro de nós, um lugar sem limites, onde tudo é possível. Concentrarmo-nos na nossa paz, na nossa serenidade, permitindo ouvir o que o nosso íntimo tem para nos dizer. Escutar a nossa canção única.Não é fácil deixar de resistir, entregar os pontos, ceder à inspiração, dar uma oportunidade à vida de se transformar. Mas só quando alguém muda é que o resto do seu mundo também muda. Porque o mundo é uma sala de milhões de espelhos.Ao abandonarmos o controlo do mundo exterior e ao nos voltarmos para dentro, permitimos que algo melhor nos oriente. A verdadeira fonte do poder é a inspiração, a voz que ressoa no íntimo do nosso ser e que nos impulsiona a tomar determinado tipo de ações. Toda a ação deve partir do escuro íntimo do nosso interior, duma certeza inabalável de que este é o nosso caminho. E essa certeza não só nos torna invencíveis como nos traz a serenidade e a felicidade de quem sabe estar a cumprir a sua missão de vida.Aceitar plenamente o seu papel neste mundo é o grande segredo da felicidade. Voltemos a ser crianças e olhemos para Winnie-the-pooh. Deixe-se ir na corrente da vida e seja feliz.
Se ninguém sabe o que é a realidade, temos de concluir que nenhum de nós controla nada. O controlo é uma ilusão do ego. Não temos a mínima hipótese de compreender todos os elementos que estão em ação na nossa vida. A tentativa de controlo é o jogo de um tolo, um divertimento fútil. Manoel de Oliveira dizia que é vã a glória de mandar.Só nos resta um caminho: temos de confiar. Aprender a diminuir a tentativa inútil de controlar a nossa vida não é fácil, mas perante a evidência dos nossos limites que podemos nós fazer para além de substituir o controlo pela confiança?O verdadeiro milagre acontece quando confiamos. Confiar. Deixar de procurar controlar, de lutar contra o que existe e voltarmo-nos para um lugar que está dentro de nós, um lugar sem limites, onde tudo é possível. Concentrarmo-nos na nossa paz, na nossa serenidade, permitindo ouvir o que o nosso íntimo tem para nos dizer. Escutar a nossa canção única.Não é fácil deixar de resistir, entregar os pontos, ceder à inspiração, dar uma oportunidade à vida de se transformar. Mas só quando alguém muda é que o resto do seu mundo também muda. Porque o mundo é uma sala de milhões de espelhos.Ao abandonarmos o controlo do mundo exterior e ao nos voltarmos para dentro, permitimos que algo melhor nos oriente. A verdadeira fonte do poder é a inspiração, a voz que ressoa no íntimo do nosso ser e que nos impulsiona a tomar determinado tipo de ações. Toda a ação deve partir do escuro íntimo do nosso interior, duma certeza inabalável de que este é o nosso caminho. E essa certeza não só nos torna invencíveis como nos traz a serenidade e a felicidade de quem sabe estar a cumprir a sua missão de vida.Aceitar plenamente o seu papel neste mundo é o grande segredo da felicidade. Voltemos a ser crianças e olhemos para Winnie-the-pooh. Deixe-se ir na corrente da vida e seja feliz.
Published on January 04, 2018 03:21
December 29, 2017
Na escuridão do meu íntimo, ouvia uma melodia
“Os físicos quânticos descobriram que os átomos físicos são vórtices de energia que estão constantemente em vibração. Então, toda a estrutura do universo, incluindo você e eu, irradia uma assinatura única de energia.”(Bruce Lipton)“(…) na escuridão do meu íntimo, lá estava ele, o sussurro, sempre que começava a fazer os movimentos ondulantes e vibratórios da dança oriental (…) à medida que ia aperfeiçoando a técnica e os movimentos começavam a surgir praticamente por si, vindos do nada, parecia que traziam com eles algo mais (…) na escuridão do meu íntimo, ouvia uma melodia.”(Luzia divulga o segredo, cap.1)O universo é a música perfeita, a grande sinfonia. Cada um de nós – como parte integrante do universo – ouve uma parcela dessa sinfonia perfeita. Cada um tem a sua música - a soma e o equilíbrio entre todas é que permite que a música perfeita ressoe, a grande sinfonia do universo.Nenhuma melodia individual é igual a outra, mas são todas únicas e igualmente importantes. O universo não entoa de forma perfeita se alguma destas pequenas peças estiver calada ou fora de tom. É a totalidade, o equilíbrio, a harmonia e a liberdade de cada um ouvir e cantar a sua melodia particular que torna a grande sinfonia universal possível.Para que o grande concerto seja tocado e todos o apreciem, é preciso que cada um ouça e cante a sua música única e não a de outra pessoa. Luzia mantinha a sua melodia silenciada pela vida sufocante que levava. Mas a prática da dança oriental fez com que a melodia saísse do fundo escuro do seu íntimo e aflorasse na sua vida, de forma insistente e constante. Não parava, queria ser ouvida. Luzia tinha de encontrar o seu lugar no grande concerto universal. E a aventura começa exatamente aí.
Published on December 29, 2017 07:15


