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Humor Negro Quotes

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Roberto Bolaño
“La relación entre el padre y el hijo es curiosa. El coronel, eso se nota de inmediato, ama a su hijo por encima de sus deberes como militar, un amor que naturalmente no es correspondido, aún le falta mucho al hijo para comprender al padre, para comprender la soledad, el triste destino al que todos los seres están abocados.”
Roberto Bolaño, El secreto del mal

Nelson Nunes
“Nós podemos fazer piadas com tudo mas, quanto mais negra for a piada, mais graça tem de ter, a piada tem de ser proporcional ao negrume da situação, senão está tudo perdido. Piadas negras que são mais-ou-menos são um fracasso. – José de Pina”
Nelson Nunes, Com o Humor não se Brinca

Nelson Nunes
“Há muito a teoria que o humor negro é dizer umas coisas agressivas para chocar, e acho que isso foi sendo deturpado ao longo do tempo. Quanto mais negro, mais inteligente tem de ser o humor, para equilibrar a coisa. Se for só violento, é bullying, não é humor. E eu sou um fervoroso adepto do humor negro, pratico-o bastantes vezes. – Bruno Nogueira”
Nelson Nunes, Com o Humor não se Brinca

Charles Bukowski
“A maioria das pessoas não está pronta para a morte, a sua ou a dos outros. Ela as choca, as apavora. É como uma grande surpresa. Diabos, não deveria ser nunca. Levo a morte em meu bolso esquerdo. Ás vezes, tiro-a do bolso e falo com ela: 'Oi, gata, como vai? Quando virá me buscar? Vou estar pronto'.”
Charles Bukowski, The Captain is Out to Lunch and the Sailors Have Taken Over the Ship

Don DeLillo
“– Como está indo o seu seminário sobre desastres de carros?
– Já examinamos centenas de colisões. Carros com carros. Carros com caminhões. Caminhões com ônibus. Motos com carros. Carros com helicópteros. Caminhões com caminhões. Meus alunos acham que esses filmes são proféticos. Que ilustram a tendência suicida da tecnologia. O impulso de suicidar-se, a sede incontrolável de suicídio.
– O que você diz a eles?
– De modo geral, são filmes classe B, feitos para a televisão, para passar em autocines do interior. Digo aos meus alunos que não devem procurar o apocalipse nesses filmes. Vejo esses desastres como parte de uma velha tradição de otimismo norte-americano. São eventos positivos, afirmativos. Cada desastre tenta ser melhor que o anterior. Há um aperfeiçoamento constante de instrumentos e perícia, desafios enfrentados. O diretor diz: “Quero uma jamanta virando duas cambalhotas e produzindo uma bola de fogo alaranjada com diâmetro de doze metros que dê para iluminar a cena”. Digo aos meus alunos que, se eles querem pensar em termos de tecnologia, têm que levar isso em conta, essa tendência a realizar atos grandiosos, a correr atrás de um sonho.
– Um sonho? E como seus alunos reagem?
– Igualzinho a você. “Um sonho?” Tanto sangue, vidro quebrado, borracha cantando? Tanto desperdício, tantos indícios de uma civilização em decadência?
– E aí?
– Aí eu lhes digo que o que eles estão vendo não é decadência, e sim inocência. O filme deixa de lado a complexidade das paixões humanas para nos mostrar uma coisa fundamental, cheia de fogo, barulho e ímpeto. É uma realização conservadora de desejos, uma ânsia de ingenuidade. Queremos voltar à pureza. Queremos voltar para trás na trajetória da experiência da sofisticação e das responsabilidades que ela implica. Meus alunos dizem: “Veja quantos corpos esmagados, membros amputados. Que raio de inocência é essa?”.
– E o que você diz a eles?
– Que não consigo encarar um desastre de carros num filme como um ato violento. É uma comemoração. Uma reafirmação de valores e crenças tradicionais. Eu associo esses desastres a feriados nacionais, como o Dia de Ação de Graças e o Dia da Independência. Nós não choramos os mortos nem celebramos milagres. Vivemos numa era de otimismo profano, de autocelebração. Vamos melhorar, prosperar, nos aperfeiçoar. Veja qualquer cena de desastre de carro de filme americano. É um momento de alegria, como uma cena de equilibrismo, de corda bamba. As pessoas que criam esses desastres conseguem captar uma serenidade, um prazer ingênuo do qual os acidentes de carro dos filmes estrangeiros não chegam nem perto.
– O negócio é enxergar além da violência.
– Justamente. Enxergar além da violência, Jack. E ver esse espírito maravilhoso de inocência e ludismo.”
Don DeLillo, White Noise

Matías Villareal
“Había considerado venderle el alma al diablo. Después recordé que no existe y que, si existiera, mi alma no cotizaría tanto.”
Matías Villareal, Parálisis Onírica

Gabriel García Márquez
“El éxito no se lo deseo a nadie. Le sucede a uno lo que los alpinistas, que se matan por llegar a la cumbre y cuando llegan, ¿qué hacen? Bajar, o tratar de bajar discretamente, con la mayor dignidad posible”
Gabriel García Márquez

Rick Riordan
“Había aprendido pronto que si contabas chistes y fingías que no tenías miedo normalmente no te pegaban. Incluso los peores matones te soportaban, te dejaban andar cerca para divertirse" Leo”
Rick Riordan, The Lost Hero